Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Segurança do Paciente

No description
by

Jeniffer Juliane

on 4 June 2014

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Segurança do Paciente

Jeniffer Juliane
Heloisa Perche
Rogério Santana
Leila Aparecida
Talita Cavalcante
Nilcelene soares
Segurança do Paciente
“Pode parecer talvez estranho um
princípio enunciar como primeiro
dever de um hospital não causar mal
ao paciente”.
1859 - Florence Nightingale

Segurança do Paciente (OMS)
Redução do risco de danos desnecessários associados à assistência em saúde até um mínimo aceitável.
Estudos apontam que de cada dez pacientes atendidos em um
hospital, um sofre pelo menos um evento adverso como:

-Queda
-Administração incorreta de medicamentos
-Falhas na identificação do paciente
-Erros em procedimentos cirúrgicos
-Infecções
-Mau uso de dispositivos e equipamentos médicos
A maior parte destas ocorrências poderia ser evitada com medidas
para ampliar a segurança do paciente no hospital.
O Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) lançaram no dia 01/04/13 o Programa Nacional de Segurança do Paciente, formalizado por meio da portaria MS/GM Nº 529, com o objetivo de prevenir e reduzir a incidência de eventos adversos.
O programa promove a implementação de seis Protocolos de Segurança do Paciente com foco nos problemas de maior incidência (Cirurgia, Queda, úlceras por pressão, erros na administração de Medicação, Higiene das mãos, Identificação dos Pacientes) .


Em 2010 o Coren elaborou uma cartilha "10 Passos para a Segurança do Paciente" com o intuito de informar, esclarecer e orientar sobre relevantes aspectos da segurança do paciente, demonstrando a igual
importância de todos para sustentar a assistência de enfermagem em princípios e fundamentos que promovam a segurança do paciente.
Sendo estas: 1. Identificação do paciente; 2. Cuidado limpo e cuidado seguro – higienização das mãos;
3. Cateteres e sondas – conexões corretas; 4. Cirurgia segura; 5. Sangue e hemocomponentes – administração segura; 6. Paciente envolvido com sua própria segurança; 7. Comunicação efetiva;
8. Prevenção de queda; 9. Prevenção de úlcera por pressão e 10. Segurança na utilização de tecnologia.


-Conferência dos dados do paciente, como nome
completo, data de nascimento, antes da administração
de medicamentos e qualquer outro procedimento.

-A identificação deve ser feita por meio de pulseira de identificação, prontuário, etiquetas, com a participação ativa do paciente e familiares, durante a confirmação da sua identidade.
Higienizar as mãos :

-Antes e depois de tocar no paciente.
- Antes de realizar procedimentos, junto com equipamentos de proteção individual (EPI), para procedimentos específicos, preconizados nos protocolos.
- Após contato com fluídos corporais como sangue ou secreção.
- Depois de ter contato com superfícies próximas ao paciente (mesas ou bordas de cama) . Utilizar água e sabão com técnica asséptica ou com
produtos preparados com álcool.

O maior objetivo é prevenir e controlar as infecções relacionadas à assistência.

Existem diversas formas de comunicação, como: verbal, não verbal, escrita, telefônica, eletrônica, entre outras,
sendo fundamental o entendimento entre as pessoas.

I –
Passagem de plantão
1. Transmitir informações em ambiente tranquilo, livre de interrupções e com tempo disponível para esclarecer as dúvidas do outro profissional.
2. Comunique as condições , os medicamentos, os resultados de exames, procedimentos realizados, e as alterações significativas em sua evolução.
3. Registre as informações em prontuário.

II – Registro em prontuário
1. Verifique se o prontuário onde estão sendo realizados os registros são do paciente.
2. Coloque data e horário antes de iniciar o registro da informação, e faça sem rasuras com letra legível.
3. Faça uso apenas de abreviaturas e siglas padronizadas, observando as que não devem ser utilizadas.
4. Realize o registro de modo completo e assine.
-Uso de etiquetas coloridas ou sinais de alerta para diferenciar as embalagens .

- Padronização da prescrição de drogas, sem abreviações e uso do nome comercial.

- Dupla checagem ao dispensar, preparar e administrar medicamentos.
Administração de medicamentos seguro (9 certos)
-Paciente certo
-Medicamento certo
-Dose certa
-Via certa
-Hora certa
-Tempo certo
-Validade certa
-Abordagem certa
-Registro certo
Cateteres e Sondas
A infusão de soluções em vias erradas, como soluções que deveriam ser
administradas em sondas enterais serem realizadas em cateteres intravenosos,
devido a possibilidade de conexão errada, é um evento frequente, porém pouco
documentado, que pode causar graves consequências e até a morte do paciente.

A capacitação, a orientação e o acompanhamento contínuo sobre os riscos à
segurança do paciente frente às conexões erradas devem ser destinados a todos
os profissionais de saúde.



- Orientar os pacientes e familiares a não manusear os dispositivos.

- Identificar cateteres arteriais, venosos, peridurais e intratecais com cores diferentes para garantir o manuseio seguro.

- Realizar a desinfecção das conexões de cateteres com solução antisséptica alcoólica e gaze, por três vezes com movimentos circulares, antes de desconectar os sistemas.

-Verificar todos os dispositivos, desde a inserção até a conexão, antes de realizar as reconexões, desconexões ou administração de medicamentos e soluções.

- Utilizar somente equipos de cor azul para infusão de dietas enterais.

- Identificar a bomba de infusão na qual a dieta está sendo administrada.
Sangue e hemocomponentes
A infusão só poderá ocorrer após a confirmação da identidade do paciente e sua compatibilidade com o produto (glóbulos vermelhos, plaquetas, fatores da coagulação, plasma fresco congelado, glóbulos brancos).

A administração deve limitar-se, sempre que possível, ao componente sanguíneo que o indivíduo necessita, pois a administração do produto específico é mais segura e evita reações em decorrência da infusão de componentes desnecessários.



- Confirme a identificação do paciente.

- Mantenha o sangue e alguns componentes por no máximo 30 minutos em
temperatura ambiente antes de iniciar a infusão, ou de acordo com o protocolo institucional.

-Avalie os sinais vitais do paciente imediatamente antes do procedimento
-Avalie a permeabilidade do cateter intravenoso.

-Realize a infusão em via exclusiva.

-Permaneça junto ao paciente nos primeiros 15 minutos após a instalação
para identificar possíveis sinais de reações adversas. Após este período avalie o paciente a cada 30 ou 45 minutos.

-Interrompa imediatamente a administração se houver reação adversa.
- Proteja a extremidade do equipo para evitar contaminação.

-Comunique imediatamente o ocorrido ao médico responsável pelo
atendimento do paciente.

-Mantenha a infusão por no máximo quatro horas, devido ao risco de
contaminação e ou alterações do produto, seguindo o protocolo da instituição.

-Despreze a bolsa de sangue após a infusão em sacos ou recipientes que
evitem vazamentos e resistam às ações de perfuração e ruptura.
Paciente envolvido com sua própria segurança
O paciente pode e deve contribuir para a qualidade dos cuidados à sua saúde,
fornecendo informações importantes a respeito de si mesmo e interagindo com
os profissionais da saúde.
-Analise as fragilidades do paciente e a fase do tratamento ou doença, como
a fadiga, estresse, dor e desconforto, associadas à ansiedade e ao medo, uma
vez que estes aspectos podem influenciar as respostas do paciente.

- Propicie o fortalecimento do vínculo do paciente e família com a equipe, pois
estes fornecem informações sobre os sintomas, a história e o tratamento.

- Compartilhe decisões sobre o tratamento e procedimento, por meio de
informações referentes aos potenciais benefícios, riscos e prejuízos sobre cada
opção que for apresentada.
- Avalie as dificuldades de comunicação, barreiras de linguagem, falta de
entendimento das orientações, fatores sociais e de personalidade que prejudicam
a tomada de decisão adequada.

-Respeite o tempo de cada paciente para compreender as informações
fornecidas.

-Crie estratégias para verificar se o paciente compreendeu as informações,
repetindo-as.

-Eduque o paciente para a cidadania, estimulando-o a conhecer seus direitos
e responsabilidades.
Segurança na utilização de tecnologia.

-Consulte o manual do fabricante de qualquer equipamento e avalie condições de uso.

-Simule o funcionamento normal do aparelho, desconecte o plugue da tomada e verifique se o alarme de bateria começa a soar.

- Efetue a limpeza programada ou sempre que necessário.

-Peça orientações ao serviço de engenharia ou manutenção da instituição
sobre o uso adequado de equipamentos quando houver qualquer dúvida.

- Posicione o equipamento em local seguro para prevenir quedas e acidentes.

10 Passos para a segurança do paciente/ Coren
Considerações Finais
Apresenta medidas para tornar o procedimento cirúrgico mais seguro
e ajudar a equipe reduzir a possibilidade de ocorrência de danos ao
paciente, promovendo a realização do procedimento certo, no local e paciente
corretos.

-Estimular a comunicação entre a equipe sobre os procedimentos a serem realizados.

-Identifique corretamente o paciente e o orientar para participar da marcação
do local da intervenção cirúrgica.

-Verifique se o prontuário pertence ao paciente, se os procedimentos cirúrgicos
e anestésicos foram planejados e se estão anotados no prontuário, e se os
exames laboratoriais e de imagem são de fato do paciente.
-Confirmar se os materiais imprescindíveis para realizar o procedimento encontram-se na sala e se o carrinho de emergência está completo.

-Implantar a lista de verificação recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) que define três fases distintas: checar imediatamente antes (sign in - realizado antes da indução anestésica); checar antes (time out - realizado antes da incisão na pele) e checar depois (sign out - realizado antes de o paciente sair da sala de cirurgia):


A avaliação periódica dos riscos de queda para cada paciente leva a estratégias
para sua prevenção.

-Manter grades do leito elevada.

-O paciente solicitar ao profissional auxílio para a saída do leito .

-Disponibilizar equipamentos de auxílio à marcha, quando necessário.

-Crie ambiente seguros, como barras de segurança nos banheiros, corrimões nas escadas, utilização de fitas antiderrapantes, e placas de informação.
-Avaliar o risco do paciente para desenvolvimento de úlceras por pressão na admissão , realizar reavaliações periódicas e utilizar escalas específicas( Braden e Norton).

-Hidratar a pele do paciente, e proteger do excesso de umidade, ressecamento, fricção e cisalhamento.

-Realizar mudança de decúbito conforme protocolos institucionais.

-Providenciar se possível colchão de poliuretano (colchão caixa de ovo) para o paciente acamado.

Reduzir Úlcera por pressão
Reduzir quedas
Percebe-se que para um Gerenciamento de Risco acontecer, demanda quatro fatores: a prestação da assistência; a notificação dos eventos adversos ocorridos, a análise dos dados levantados e a educação dos profissionais, a fim de adquirirem conhecimento sobre esses riscos bem como preveni-los.

É importante seguir essas medidas para minimizar os erros e prestar uma assistência de melhor qualidade ao paciente, sem causar danos.
Bibliografia
-Organização mundial da saúde
-Ministério da saúde
-Coren

Full transcript