Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Untitled Prezi

No description
by

Ramon Costa

on 6 March 2013

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Untitled Prezi

O PAPALAGUI Erich Scheurmann -INTRODUÇÃO (Reflita) "Eu temo o dia que a tecnologia ultrapasse nossa interação humana e o mundo terá uma geração de idiotas"
- Albert Einstein Como o papalagui cobre o seu corpo com muitas tangas e esteiras CAPÍTULO I Neste capitulo Tuiávii descreve as roupas que o Papalagui usa para cobrir todo o corpo."O corpo e os membros são carne; só aquilo que está acima do pescoço̧ é que é o homem, realmente" esse era o pensamento de um Papalagui considerado sábio. Tuiávii se horrorizou com todas essas peles usadas para cobrir o corpo, tão apertadas, que olhar humano e raio de Sol algum poderiam atravessar, tornando o corpo lívido, branco, fatigado, assim como as flores que crescem no mais profundo dos bosques. "As mulheres cobrem tanto a beleza de seu corpo que faz com que os homens a desejem ardentemente". Os homens falam constantemente da forma do corpo das mulheres, se eles pudessem ver a carne a vontade poderiam pensar em outras coisas, evitaria palavras obscenas quando vissem uma moça. CAPÍTULO II Dos Baús e Fendas de Pedras e do que entre eles existem Neste capitulo Tuiávii descreve os prédio, casas e lojas da cidade. É muito comum o Papalagui não saber o nome das pessoas que moram no mesmo prédio que ele, cumprimentam-se de má vontade, parecendo estarem insatisfeitos por viverem perto uns dos outros. O nativo se admira muito com as lojas, o Papalagui só pode pegar algo se existir uma troca, os produtos estão ali para atraírem o homem, no entanto, ninguém pode adquirir nada de graça, nem em caso de necessidade extrema. Tuiávii faz uma dura critica ao conceito de felicidade do Papalagui vivendo no meio de pedra, fenda, sujeira, fumaça, barulho, areia... CAPÍTULO III Do metal redondo e do papel pesado Tuiávii fala como o homem abre mão da alegria, do riso, da honra, da felicidade e até da mulher e dos filhos, em troca de dinheiro. O homem abre mão de tudo na vida para trabalhar mais e mais e acumular dinheiro. Mas nem sempre quem mais trabalha é o mais rico. Tuiávii consegue perceber a luta de classes, o trabalhador produz tudo com as próprias mãos e o patrão lhe toma a maior parte do dinheiro. O nativo conclui que o dinheiro jamais proporciona alegria e felicidade, pelo contrário, confunde e angustia completamente o coração, a alma do homem. CAPÍTULO IV As coisas em quantidade empobrecem o Papalagui Tuiávii fala como o Papalagui da valor as coisas produzidas pelo homem, desmerecendo as coisas do grande espirito. Coisas que Tuiávii não sabe para que serve e que não enxerga beleza. O Papalagui é pobre por que é obcecado pelas coisas, sem as quais não podem mais viver. Todas essas coisas foram necessidades criadas pelo homem, coisas inúteis, desnecessárias. O Papalagui se julga com mais competência do que o Grande Espirito para criar coisas por isso destrói as coisas naturais e belas para criar coisas supérfluas. CAPÍTULO V O Papalagui não tem tempo Tuiávii faz uma dura crítica ao papalagui e sua forma de contar as hóras. compara o tempo do papalagui a um côco que o homem separa em minuciosos pedaços que são horas, segundos e minutos. Refere-se a falta de felicidade do papalagui a estar sempre preocupado com o tempo e não aproveitar o mesmo com sua vida, trocando-a assim por seu trabalho.Destaca também a grande necessidade que o papalagui tem de pensar em como propagar mais e mais este tempo, a troco de nada. CAPÍTULO VI Deus ficou mais pobre por causa do Papalagui. O Papalagui tem como pensamento que tudo o que existe próximo a ele, lhe pertence . E ele usa da palavra ''meu'' para definir tudo o que ele chama de seu.Porém ele deixa de lado aquilo que de fato pertence a Deus como se fosse cedido a ele e não pertencesse mais a Deus.O pensamento do Papalagui é egoísta, ele pega algo que todos teriam o direito perante a Deus de desfrutar e torna seu ''meu'', deixando claro para os outros que aquilo lhe pertence,ou que tal coisa é de propriedade sua. CAPÍTULO VII O Grande Espírito é mais forte que o Papalagui. O Papalagui age como dominador daquilo que Deus criou , ele age como quer, porém querendo sempre chegar ao extremo , querendo ser Deus.Se houvesse alguma maneira, pode ter certeza de que o Papalagui destruiria Deus para se apoderar de sua força e sua sabedoria.Porém Deus deixa claro que ele é maior do que qualquer Papalagui, e somente ele sabe e domina todas as coisas.Diz Tuiávii que fracos são aqueles que adoram o que os Papalaguis fazem, porque nada se compara as obras do Grande Espírito. CAPÍTULO VIII Da profissão do Papalagui e da confusão que ela provoca. Para o Papalagui a escolha da profissão é algo precioso, e quando se escolhe uma, você deve exerce-la por toda a vida , e a mudança de profissão para o ele é como uma desonra ou como se perdesse parte de sua vida ou sua habilidade.Para Tuiávii a vida do Papalagui é sem graça , arrogante e séria pelo fato de exercerem somente uma profissão por toda a vida , o que seria chato por ser repetitivo, o que no fim já não se faz por amor e sim por obrigação.Um diferencial notado pelo Tuiávii ao qual temos, é o de que temos por poder escolher uma profissão e caso não gostemos , temos a liberdade de poder mudar sem ser julgado ou agir como uma desonra para si mesmo. Para ele, exercer a profissão com amor é viver com alegria. CAPÍTULO IX Do lugar que a vida é de mentira e dos muitos papéis. O cinema é somente uma forma de nos fazer acreditar no que não conhecemos e nem duvidamos. Porém em meio a escuridão do cinema, muitos vivem mentiras , muitos se passam pelo que não são, simplesmente pelo fato de ninguém poder reconhece-los.Para Tuiávii o jornal parece ser algo lindo e interessante, quando nos informa de tudo o que acontece onde não podemos ir , más é uma ilusão por ser algo que nos limita a saber das curiosidades e novidades trocadas entre as pessoas.Para ele os jornais são como máquinas que fabricam ideias novas todos os dias, más a maioria dessas ideias são fracas e sem dignidade. O que para ele não traz proveito nenhum. CAPÍTULO X A grave doença que é pensar sem parar. Exercemos pouco o saber que o Papalagui chama de ''pensar''.O corpo do Papalagui é dividido em dois pedaços : o corpo e o pensamento. Por falar muito nos pensamentos que tem, a doença de pensar sem parar o domina. Quando pensa ele deseja descobrir os poderes do Grande Espírito. Para ele aquele que se enche de pensamento tem instrução , ou seja sabe de tudo.Para Tuiávii a grave doença de pensar sem parar diminui o valor do homem. CAPÍTULO XI O Papalagui quer nos arrastar para a escuridão em que vive. O Papalagui nos trouxe a palavra divina, mas ele próprio não compreende a palavra e nem o ensinamento de Deus, compreende somente com a boca. É raro ele pensar em Deus, a não ser quando ele necessita de algo , neste momento ele o reconhece.O Papalagui se define como cristão , porém ser cristão é amar a Deus poderoso, amar ao seu irmão e só depois amar a si mesmo. Mas ele não faz isso, ele pensa somente em si próprio o tempo todo, ele usa da palavra cristão só da boca para fora e não de corpo ''alma''.A realidade é que ele usa da palavra de Deus para levar a luz aos que não tem, mas ele próprio não sai da escuridão , pelo modo como agi, pelo o que tem no coração.Mas Tuiávii nos deixa claro o que o Papalagui realmente é, e o que ele deseja, e nos diz o que devemos fazer para que não nos enganemos por ele e nem nos arrastemos para escuridão junto a ele.Tuiávii diz que devemos dizer : ''Cala a tua voz ruidosa enquanto não houver alegria em teu rosto, enquanto a imagem de Deus de ti não irradie como o sol ''.
Que Deus nos ajude , não deixando que a sua luz nos cegue e nos leve ao erro, que nos mostre, sim o caminho certo e não a escuridão como o Papalagui. CONSIDERAÇÕES FINAIS "O papalagui" é um obra que crítica profundamente o pensamento e cultura consequentes do captalismo que vem crecendo incontrolavelmente.
Por diversas vezes nos faz refletir e avaliar nossos valores comparados aos extremos do contrário de sua cultura indígena
O livro aponta problemas de questão socias, religiosas e culturais que nós realizamos e alimentamos.
Com certeza um livro muito bom, que deveria ser lido e refletido por todos que julgam-se brasileiros
Full transcript