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ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AOS USUÁRIOS DE SUBSTÂNCIAS PSICOA

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Libia Pimentel

on 12 October 2014

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Transcript of ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AOS USUÁRIOS DE SUBSTÂNCIAS PSICOA

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM
AOS USUÁRIOS DE SUBSTÂNCIAS
PSICOATIVAS NAS INSTITUIÇÕES
PÚBLICAS E PRIVADAS
NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO

Orientadora:
Drª Maria Tereza Coimbra de Carvalho

Autores:
Libia Rejane Pimentel
Pedro Vittore Neto

INTRODUÇÃO
Drogas psicoativas lícitas e ilícitas;
O álcool é uma das mais antigas, e uma das mais utilizadas e com diferentes fins;
OBJETIVOS
Identificar o perfil dos usuários na instituição pública e privada;


Descrever a dificuldade do atendimento para o seguimento dessa clientela;


Analisar a efetividade da assistência de enfermagem nessas instituições.

METODOLOGIA
Trata-se de uma pesquisa exploratória descritiva com abordagem quantitativa;

A instituição privada situada no município de Santa Tereza, região Serrana do Espírito Santo;
A outra instituição pública pertence a Prefeitura de Vitória;

A amostra será composta por 40 prontuários, 20 em cada instituição dos usuários que estão em tratamento de álcool e outras drogas.

RESULTADOS E DISCUSSÃO
Dos 18 prontuários pesquisados na instituição pública 11,1% foram do sexo feminino, o restante 89,9% do sexo masculino com idade entre 13 e 18 anos;

Dos 13 prontuários pesquisados na instituição privada 100% foi do sexo masculino com idade entre 18 anos e 66 anos.

CONSIDERAÇÕES FINAIS
O uso e abuso das substâncias psicoativas nos meios sociais, são indícios de que vivemos em uma sociedade corrompida por este mal chamado DROGA, sejam elas lícitas ou ilícitas, afetam todas as classes, todas as etnias, todos os credos, não perdoando ninguém, nossa pesquisa embasou-se no atendimento que estes usuários recebem, desde seu acolhimento, até sua ressocialização, das lutas de conseguir um atendimento, das dificuldades de ser ouvido e atendido no seu problema, que muitas vezes não é visível, nem tão importante para os que detêm o poder em suas mãos.

LOPES, 1977; BUCHER, 1988

Fonte: Diário de Sophie (2012
CONT. INTRODUÇÃO
Referência à sua utilização 6.000 a.C;

Na atualidade, é a substância mais utilizada como droga recreacional;

Problema de saúde publica;

Industrialização, a partir do uso do medicamento Amplictil;
BRAGA e CARVALHO (2005)/CALANGA (2009).

CONT. INTRODUÇÃO
Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (CEBRID):

constatou-se que 22,8% da população pesquisada havia feito uso de drogas psicoativas;

Destacando a população geral pesquisada:
8,8 % fez uso de maconha;

2,9% uso de cocaína;

0,7% de crack.

CONT. INTRODUÇÃO
Relatório da Organização das Nações Unidas (ONU), apresentado registrou:

que 210 milhões de pessoas (4,8%) da população entre 15 e 64 anos fizeram uso de alguma substância psicoativa ilícita;

A maconha foi considerada a substância ilícita mais produzida e consumida mundialmente;

Ao álcool atribuiu-se 4% das mortes mundiais, estando também associado a violência, negligência infantil e absenteísmo ao trabalho.

CONT. INTRODUÇÃO
No Espírito Santo dados o número de internações por transtornos mentais
e comportamentais devido ao uso de álcool foi de 12.644 internações,
nas quais se observou que houve um crescimento de 9% das internações
por uso de álcool ao longo de cinco anos.

(SESA, 2007)

Política Nacional sobre Drogas (PNAD), que está estruturada
no pressuposto básico: sociedade livre
de drogas; estabeleceu implantar a Rede de Atenção Psicossocial .

(BRASIL, 2007; CARVALHO, 2007)

CONT. INTRODUÇÃO
CONT. METODOLOGIA
Os dados coletados
aleatoriamente foram
analisados de forma
descritiva, com utilização de porcentagem simples e apresentados em forma de gráficos e tabelas com a utilização do Programa Excel 2010.

RESULTADOS E DISCUSSÃO
Gráfico 1 – Primeiras drogas usadas pelos clientes nas Instituições públicas e privadas.

RESULTADOS E DISCUSSÃO
Gráfico 2 – Grau de instrução dos clientes nas Instituições públicas e privadas.

RESULTADOS E DISCUSSÃO
Burocracia ao acesso a internação na clínica privada;

Encaminhamento para que esta internação aconteça, seja voluntária ou compulsória, tornando o processo lento, dificultoso, e desestimulante (BRASIL, 2003);

Na instituição publica, o acesso se dá de portas abertas;

Pouca divulgação do serviço, na própria rede de atenção básica do município de Vitória, e demais instituições da rede (BRASIL, 2005).

RESULTADOS E DISCUSSÃO
A clínica privada de Santa Teresa/ES, conta com equipe multidisciplinar: Médico, Enfermeiro, Técnico de Enfermagem, Assistente Social, Psicólogo, Nutricionista, Educador Físico, e Terapeuta Ocupacional;

A enfermagem atua efetivamente, desde o momento da admissão, realizando a triagem, exame físico, até prescrição de cuidados de enfermagem, banhos, alimentação, administração e monitorização de medicamentos, e a participação em oficinas terapêuticas, artesanatos, pintura, exercícios físicos, e grupos de autoajuda.

RESULTADOS E DISCUSSÃO
A instituição publica do município de Vitória conta com equipe multidisciplinar: Médico, Enfermeiro, Psicólogo, Assistente Social, Terapeuta Ocupacional, Arte terapeuta, Técnico de Enfermagem, e Auxiliares de Enfermagem;

Na instituição publica, não foram encontrados registros que comprove a atuação da enfermagem no que se refere à assistência prestada quanto ao atendimento individualizado ao usuário, e sim uma atuação dentro da equipe como um todo.

CONSIDERAÇÕES FINAIS
Concluímos assim que o trabalho da enfermagem neste campo da saúde mental é bem amplo e complexo, ressaltamos ainda que o enfermeiro é um profissional de saúde capacitado para atender a esta clientela, que pode fazer ainda mais por estes pacientes que tanto sofrem deste uso, abuso e dependência de substâncias psicoativas.

REFERÊNCIAS
ACIOLI, DM. O processo de alcoolização entre os Pankananaru: um estudo em etnoepidemiologia. In: MORAES, MM. O modelo de atenção à saúde para tratamento de problemas decorrentes do uso de drogas: percepções de usuários, acompanhantes e profissionais. 2008. 151 f. Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva). Programa de Pesquisa e Pós-Graduação Aggeu Magalhães. Departamento de Saúde Coletiva. Fundação Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, 2008.

BATISTA, L. de S. S: BATISTA, M.; CONSTANTINO, P. Perfil dos usuários de substâncias psicoativas do CAPS AD em 2000 em 2009, Campos dos Goytacazes, RJ. Persp. online: biol.& saúde, Campos de Goytacazes, v.7, n.2, p.23-38, 2012.
 
BRAGA, MS; CARVALHO, MTC de; OLIVEIRA, ERA de. O estilo de vida dos usuários de drogas ilícitas como fator de risco para caracterização do uso abusivo. Programa de Pós-Graduação em Atenção à saúde Coletiva, Centro de Ciência de Saúde/UFES, Vitória 2006 (no prelo)

BRASIL. Constituição da república federativa do Brasil. Brasília- DF, 1988

BRASIL. Lei nº 8.142 de 28 de dezembro de 1990. Dispões sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde (SUS) e sobre as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde e dá outras providências. Diário Oficial da União. Brasília: 1990.

BRASIL. Ministério da Saúde. A Política do Ministério da Saúde para atenção integral a usuários de álcool e outras Drogas. Brasília: Ministério da Saúde, 2003.

CONT. REFERÊNCIAS
BRASIL. Ministério da Saúde. A Saúde Mental no SUS: os Centros de Atenção Psicossocial. Brasília: Ministério da Saúde. 2004.
 
BRASIL. Resolução Nº 3, de 27 de outubro de 2005. Aprova a Política Nacional sobre Drogas. Diário Oficial da União, Brasília, 28 out. 2005. Disponível em: <http://obid.senad.gov.br>. Acesso em: 11 jan. 2008.

BRASIL. Decreto nº. 6.117 de 23 de maio de 2007. Aprova a Política Nacional sobre o Álcool, dispões sobre as medidas para redução do uso indevido de álcool e sua associação com a violência e criminalidade e dá outras providências. Diário Oficial da União. Brasília: 2007.

BUCHER, R. Drogas e drogadição no Brasil. Porto Alegre: Artes Médicas, 1989.

CARLINI, E. A. et al. I Levantamento Domiciliar sobre o uso de Drogas Psicotrópicas no Brasil - 2001. São Paulo: Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid)-Departamento de Psicobiologia da Escola Paulista de Medicina, 2002.
CARLINI, E. O uso medicinal da maconha. São Paulo: FAPESP, 2010.

ROTEIRO DE COLETA DE DADOS
1. Idade de início do uso de drogas?
2. Qual a primeira droga que começou a utilizar?
3. Uso concomitante de outras drogas?
4. Qual seu grau de instrução?
( )analfabeta ( ) ensino fundamental incompleto ( ) ensino fundamental completo ( ) ensino médio incompleto ( ) ensino médio completo ( )ensino superior incompleto ( ) ensino superior completo
5. Profissão?
6. Onde o paciente buscou ajuda?
7. Qual foi a referência?
8. Quantas entradas para assistência
9. Existe assistência de enfermagem e quais as ações que são realizadas?
10. Quais profissionais participam desse tratamento?

CLÍNICA SALUTARE
CAPS ADI SÃO PEDRO
OFICINAS
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ATENÇÃO INTEGRADA COM A FAMÍLIA
ARTE TERAPIA EM PAREDE
CINE CAPS
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