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Embriologia do Sistema Cardiovascular

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by

Rafael Paschoal

on 2 July 2014

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Transcript of Embriologia do Sistema Cardiovascular

62
ECG
bpm
Thank You!
Alunos:
Guilherme Raffo Wachholz
Rafael Paschoal de Campos
Rodrigo Moisés Veríssimo


Embriologia do Sistema Cardiovascular
Disciplina de Embriologia

Profª Drª Liana Lisboa

Junho de 2014
Primeiro sistema a funcionar no embrião, devido a necessidade de oxigenação com o intenso metabolismo.

Septação do Coração Primitivo
Derivado de:
• Mesoderma esplâncnico (primórdio coração)
• Mesoderma paraxial e lateral
• Células da crista neural

Septação do Átrio Primitivo
Vasculogênese
: novos canais vasculares através dos angioblastos.
Angiogênese
: novos vasos sanguíneos (ramificações) através dos vasos preexistentes.
Hematogênese
: produção dos elementos sanguíneos. Ocorre a partir da 5ª semana. Fígado, baço, medula óssea, linfonodos.
Início da 3ª semana: vasculogênese e angiogênese no mesoderma extraembrionário do saco vitelino, do pedúculo e do córion.
Septum primum:
origem no teto do átrio;
Foramen primum:
entre a borda livre do s. primum e coxins endocárdicos;
Foramen secundum:
apoptose da região central do s. primum;
Septum secundum:
origem na parede ventrocranial do átrio, à direita do s. primum;
Angioblastos são derivados das células mesenquimais, e agrupam-se nas "ilhotas sanguíneas", associadas ao saco vitelino ou cordões endotaliais. Dentro dessas ilhotas, ocorre formação de pequenas cavidades e o achatamento dos angioblastos, formando o endotélio.
Começa no final da quarta semana;
Átrio Direito x Átrio Esquerdo.
Forame oval:
consequência da divisão incompleta dos átrios pelo
septum secundum
.
Valva do forame oval:
parte remanescente do
septum primum
.
Fossa oval:
resultado da fusão da valva do forame oval com o
septum secundum
após o nascimento
.
Início da formação do coração
Mais de 500 genes envolvidos (entre eles, os da família T-Box).
Regulador
: gene MEF2C.
Possivelmente envolvidos na morfogênese cardíaca
: genes dHAND e eHAND.

Aparecimento de cordões angioblásticos no mesoderma cardiogênico. Esses cordões se canalizam e formam os tubos cardíacos, que formam na 3ª semana o coração tubular.
Septação do Canal Atrioventricular
Começa no final da quarta semana;
Canal atrioventricular direito x Canal atrioventricular esquerdo.
Coxins endocárdicos:
formam-se nas paredes dorsal e ventral do canal atrioventricular.
Invasão de células mesenquimais na quinta semana.
Fusão dos coxins endocárdicos.
Átrio primitivo x Ventrículo Primitivo
Mudanças no Seio Venoso
Anomalias
Seio venoso:
câmara separada do coração que se abre na parede dorsal do átrio direito.
Corno esquerdo:

seio coronário
Corno direito
:
incorpora-se à parede do átrio
Anomalias das veias cavas:
Persistência da veia cava superior esquerda
Anomalias das veias cavas:
Interrupção do curso abdominal da veia cava inferior, veias ázigos torna-se vicariante para drenar o sangue dos membros inferiores e pelve
Átrio direito
Após a fusão dos tubos cardíacos, o mesoderma esplâncnico que circunda o celoma pericárdio forma o miocárdio primitivo, que separa-se do coração tubular pela geleia cardíaca, tecido conjuntivo gelatinoso.
Tubo endotelial = endocárdio
Miocárdio primitivo = miocárdio (parede muscular)
Epicárdio (ou pericárdio visceral) se origina de células da superfície externa do seio venoso.

Sinus venarum:
parte lisa da parede do átrio;
Aurícula direita:
remanescente rugoso da parede do átrio primitivo;
Crista terminal:
limite da parte lisa x parte rugosa;
Válvula sinoatrial direita:
Dextrocardia:
Se o tubo cardíaco se vira para a esquerda, o coração fica deslocado para a direita. Podendo ser acompanhada por
situs inversus.
Transposição das grandes Artérias:
Cranial: crista terminal;

Casa mais comum de cianose em
neonatus;
Caudal: válvula da VCI e do seio coronário.
No dobramento da região cefálica, o coração e a cavidade pericárdica passam a se localizar ventralmente ao intestino posterior. Ao mesmo tempo, ocorre o alongamento do coração tubular e desenvolvimento de dilatações e constrições alternadas:
bulbo cardíaco
(tronco arterial, cones arterial e cordial),
ventrículo
,
átrio
e
seio venoso
. O tronco arterial está em continuidade com o
saco aórtico
.
Defeitos do septo atrial (DSA):
Forame oval patente não oferece riscos se não for combinado à outras anomalias; presente em 25% das pessoas;
Óstio secundum malformado (incidência 3x maio nas mulheres);
Defeitos no coxim do endocárdio com forame
primun
patente geralmente acompanhados por fenda na cúspide anterior da válvula mitral;
DSA do seio venoso
O crescimento mais acelerado do bulbo cardíaco e do ventrículo origina a alça bulboventricular, cujo curva em "U" desloca o átrio e o seio venoso dorsalmente às outras partes. Surgimento dos cornos direito e esquerdo do seio venoso (expansões laterais).
Veia pulmonar primitiva e formação do átrio esquerdo
Veia pulmonar primária:
brotamento da parede atrial dorsal, à esquerda do septum primum.
Expansão do átrio e incorporação da veia e seus ramos.
Parede do átrio esquerdo: lisa.
Circulação no coração primitivo inicia-se no músculo. Como as camadas do átrio e ventriculo são contínuas, produz-se uma "onda" do seio venoso até elas. Contração fluxo-refluxo ou enchente-vazante -> fluxo unidirecional. Veias cadinais comuns, umbilicais, vitelínicas.
Coração começa a bater entre o 22º e o 23º dia.
Septação do bulbo cardíaco e do tronco arterial
Começa na
quinta semana
;
Cristas bulbares:
proliferação de células mesenquimais nas paredes do bulbo cardíaco;
Cristas do tronco:
proliferações do tronco arterial, contínuas às bulbares.
Espiralização de 180
°;
Septo aorticopulmonar
;
Células da crista neural: migra pela faringe primitiva para as cristas.
Defeitos do Septo Ventricular:
25% dos casos de doença cardíaca congênita;
Mais frequente em homens;
4ª semana
:
veias vitelínicas
: seguem do saco vitelino para o embrião, passando pelo septo transverso e atingindo o seio venoso (extremidade venosa do coração). Traz nutrientes. Forma o sistema portal hepático.

veias umbilicais
: seguem da placenta para o embrião, trazendo sangue oxigenado para o seio venoso. Correm em cada lado do fígado, deslocando-se do coração com seu desenvolvimento. Lado direito desaparece durante a 7ª semana, e lado esquerdo torna-se o único vaso transportador de oxigênio para o embrião.
Tetratogia de Fallot:
Estenose pulmonar (fluxo do ventrículo direito);
DSV;
Dextroposição aórtica;
Hipertrofia Ventriculr direita;
Tronco pulmonar pequeno (podendo haver artresia).
veias cardinais comuns
: seguem do embrião para a placenta, drenando as regiões cefálica e caudal do embrião. Ramos anteriores (D e E) e posteriores (D e E). A veia cava superior forma-se a partir das veias cadinais anterior direita e comum direita. A veia braquiocefálica forma-se como um desvio de anastomoses entre as cardinais anteriores.

Estenose Aórtica:
Estenose: sobrecarga cardíaca e hipertrofia do VE
Artresia Aórtica:
Obstrução completa da aorta ou de suas válvulas.
Divisão desigual do tronco arterial:
Septação do tonco desigual acima das válvulas (uma artéria muito grande e outra pequena);
Geralmente resulta em DSV
Estenose da valvula pulmonar e/ou inundibular.
Valvas semilunares
Saliências ao redor dos
orifícios da aorta e do tronco pulmonar
são o primórdio das
valvas semilunares.

Essas saliências são
escavadas e remodeladas
para formar
três cúspides
.
Septação do ventrículo primitivo
Formação da Veia Cava Inferior: forma-se devido ao deslocamento de veias do lado esquerdo para o lado direito do corpo. Seus segmentos são: hepático (veia hepática e sinusoide hepáticos), pré-renal, renal e pós-renal. Seus seguimentos vão alinhando-se até formá-la.
Artérias dos arcos faríngeos terminam na aorta dorsal, cujos ramos (artérias intersegmentares) correm através de todo embrião inicialmente, se fundindo mais tarde. Artéria dorsal esquerda se tornará a aorta primitiva. Artérias intersegmentares formarão, conforme suas posições, artéria vertebral, artérias intercostais, artérias lombares, artérias ilíacas comuns, artérias sacrais laterais.
Das
vitelinas
apenas três derivados permanecem: tronco celíaco (intestino anterior), artéria mesentérica superior (intestino médio), artéria mesentérica inferior (intestino posterior).
Das
umbilicais
: ilíacas internas e vesicais superiores (proximais) e ligamento umbilical mediano (distal).
Derivadas dos Arcos Faríngeos
1º PAR: artérias maxilares (orelhas dentes, músculos dos olhos, face), contribui para artérias carótidas externas.
2º PAR: artérias estapédias (anel do estribo).
3º PAR: artérias carótidas comuns (cabeça), partes unem-se com a aorta dorsal e formam artérias carótidas internas (orelha média, órbitas, encéfalo, meninges, hipófise).
4º PAR: Esquerda: parte do arco da aorta. Direita: parte proximal da artéria subclávia direita.
5º PAR: rudimentar, não forma nada.
6º PAR: Esquerda: artéria pulmonar esquerda (proximal), aorta dorsal (distal). Direita: artéria pulmonar direita (proximal).

Circulação fetal
Atende a demanda do feto, e depende das alterações que ocorrem durante a formação e depois do nascimento. Placenta realiza as trocas gasosas, pois o pulmão ainda está em formação e seus vasos estão contraídos.
Veia umbilical, rica em oxigênio e nutrientes, chega ao fígado. Metade do volume passa ao ducto venoso (ou DV, vaso comunicante entre a veia umbilical e a VCI), e não passa pelo fígado; a outra metade adentra os sinusoides hepáticos, chegando a VCI pelas veias hepáticas. Um esfíncter controla a entrada de sangue no DV, controlando consequentemente a entrada de sangue também nos sinusoides hepáticos.
Da VCI o sangue vai ao átrio direito, com nível "médio/alto" de oxigênio, passa pela crista dividens, através do forame oval, para o átrio esquerdo, misturando-se com uma quantidade pequena de sangue pobre em oxigênio vindo das artérias pulmonares (lembrando que o pulmão ainda não provém oxigênio, apenas o extrai). Esse sangue passa do átrio esquerdo para o ventrículo esquerdo, e segue para o corpo pela aorta ascendente.
Ao mesmo tempo, parte do sangue que vem da VCI se mistura com o sangue pouco oxigenado da VCS e passa para o ventrículo direito, seguindo para o tronco pulmonar com conteúdo médio de oxigênio. 10% desse sangue vai aos pulmões, e o resto segue para o ducto atrial (DA), ligado a aorta descendente, e vai para o corpo ou retorna direto para a placenta. Isso evita a sobrecarga circulatória no pulmão e permite o fortalecimento do ventrículo direito
Circulação neonatal
Ajustes circulatórios importantes ocorrem quando cessa a circulação fetal através da placenta. Forame oval, DA, DV e vasos umbilicais não são mais necessários.
O esfíncter do DV se contrai totalmente, fazendo que todo o sangue que entra no fígado passe pelos sinusoides hepáticos.
Com a expansão do pulmão, ocorre queda da resistência vascular pulmonar, levando ao aumento da circulação pulmonar
Adelgaçamento das paredes das artérias pulmonares

• Pressão mais elevada no átrio esquerdo do que no direito leva ao fechamento do forame oval, com a válvula pressionando contra o septum secundum.
• Todo o sangue do ventrículo direito passa a fluir para o tronco pulmonar
• Parede ventricular esquerda torna-se mais espessa que a direita (no pré-natal era o inverso, devido ao intenso trabalho da direita)

Alguns derivados das estruturas vasculares fetais, após alguns meses depois do parto...
1.
Veia umbilical
: a poção intra-abdominal torna-se o
ligamento redondo do fígado
. A própria veia permanece por um período considerável, e pode ser usada para transfusões sanguíneas em doenças como a eritroblastose fetal.
2. Ducto venoso (DV): torna-se o ligamento venoso, que passa pelo fígado.
3. Artérias umbilicais: a porção intra-abdominal torna-se os ligamentos umbilicais mediais. As porções proximais suprem a bexiga urinária como artéria vesicais superiores.
4. Forame oval: após 3 meses do parto, seu fechamento anatômico ocorre resultante da proliferação de tecido e adesão de sua válvula ao septum secundum, formando a fossa oval (limbus fossae ovalis)
5. Ducto arterial (DA): após 12 semanas do parto, seu fechamento anatômico ocorre, formando o ligamento arterial.
Ectopia do coração:
O coração fica localizado na parte de fora da cavidade torácica
Desenvolvimento falho do externo e do pericárdio

Coartação da aorta:
10% das crianças e adultos com DCC
Constrição aórtica de comprimento variável
Arcos aórticos duplos:
O não desaparecimento da porção distal da aorta dorsal direita acarreta em um "anel vascular" ao redor da traqueia e esôfago.
Arco direito da aorta:
A persistência da aorta dorsal direita e a involução da aorta dorsal esquerda podem acarretar na formação de uma artéria direita do arco aórtico;
2 tipos: ADA sem componente retroesofagiano e com componente retroesofagiano
Artéria subclávia direita anormal:
A artéria subclávia direita normalmente é originária da porção distal do arco da aorta e passa por trás da traqueia e esôfago;
O desaparecimentoda artéria direita do quarto arco aórtico e da aorta dorsal direita resulta na formação de uma subclávia a partir da sétima artéria intersegmentar
Ducto Arterioso Patente:
Anomalia congênita mais comum associada à infecção materna com rubéola no início da gestação
Normalmente o ducto se fecha logo após o nascimento, entretanto se ele permanece patente , o sangue aórtico é desviado para a artéria pulmonar
Septo interventricular:
ponte mediana muscular que surge do assoalho do ventrículo;
Forame interventricular:
entre septo interventricular e coxins endocárdicos (até 7ª semana);
Parte membranosa do septo interventricular:
cristas bulbares esquerda e direita + extensão de tecido do coxim endocárdico.
Anomalias do sistema Linfático:
Linfedema congênito:
dilatação ou hipoplasia dos canais linfáticos
Higroma cístico:
tumefações preenchidas por líquido (geralmente na proção infralateral do pescoço).
Trabéculas cárneas:
resultado da cavitação das paredes dos ventrículos.
Músculos papilares:
feixes musculares em uma trama esponjosa.
Cordas tendíneas:
vão dos músculos papilares às valvas atrioventriculares.
Valvas atrioventriculares
1
2
2
2
3
4
Orifícios atrioventriculares
são cercados por proliferações de
tecido mesenquimal.

Corrente sanguínea
torna o tecido oco e fino e as valvas se formam, permanecedo ligadas à parede do ventrículo pelos
cordões musculares.

Tecido muscular
degenera e é substituído por tecido conjuntivo denso.
1
1
2
3
4
4
4
4
Sistema linfático
Desenvolvimento começa na
sexta semana.

Vasos linfáticos
se desenvolvem de maneira similar aos sanguíneos e se conectam ao
sistema venoso.

Capilares linfáticos
se unem para formar
redes linfáticas.
Sacos linfáticos
2 sacos linfáticos jugulares;
2 sacos linfáticos ilíacos;
1 saco linfático retroperitoneal;
Cisterna do quilo.
Objetivos: A desnutrição é marcadora independente de óbito na
cardiomiopatia dilatada idiopática. Foi analisada a repercussão da
introdução da L-carnitina nos parâmetros nutricionais e ecocardiográ-
ficos em crianças com cardiomiopatia dilatada idiopática.
Métodos: Estudo prospectivo aberto de 11 crianças, comparadas
com 40 controles, pareados para sexo e idade. Foi administrada
L-carnitina oral (100 mg/kg/dia), além do tratamento padrão. Foram
realizadas 118 pesagens no grupo L-carnitina e 264 nos controles,
além de 65 ecocardiogramas no grupo L-carnitina e 144 nos controles.
Análise estatística: qui-quadrado, teste t de Student, ANOVA e correla
ção de Pearson. Foi utilizado alfa = 0,05.
Resultados: Grupo L-carnitina: idade = 3,82 anos, 72,7%
menores de 2 anos e do sexo feminino, e 90,9%
em classe funcional III e IV. Não ocorreram óbitos no período. Não houve diferença no percentil de peso inicial nem no índice z.
Ocorreu aumento do percentil e do índice z após a L-carnitina. Não houve diferença na fração de ejeção na apresentação, porém a massa VE/SC foi superior no grupo L-carnitina. Após a L-carnitina, a ANOVA demonstrou aumento da fração de ejeção, e a massa do VE/SC foi reduzida, porém sem significância estatística.
Sacos linfáticos jugulares:
cabeça, pescoço e membro superior.

Sacos linfáticos ilíacos:
tronco inferior e membro inferior.

Saco linfático retroperitoneal e cisterna do quilo:
intestino primitivo.
Sacos linfáticos
Passam ao longo das veias
Sacos linfáticos jugulares
Cisterna
Ducto torácico direito
Ducto torácico esquerdo
Ducto torácico:
porção caudal ducto torácico direito + porção cranial do ducto torácico esquerdo;
Ducto linfático direito:
porção cranial do ducto torácico direito.

Ambos se juntam ao sistema venoso no ângulo das veias jugulares internas x subclávia.
Linfonodos

Exceto na parte
superior da cisterna do quilo
, os sacos linfáticos se transforam em
linfonodos.

Células mesenquimais invadem os sacos linfáticos e dividem sua cavidade em
canais linfáticos
além de originar a
cápsula do linfonodo
.
Linfócitos:
derivam de células mesenquimais do saco vitelino e, mais tarde, do baço e do fígado.

Linfoblastos:
linfócitos precoces que entram na medula óssea e se dividem.
Formação dos vasos sanguíneos
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