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Microemulsões

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by

Bruna Gabriela Nico Pereira

on 31 August 2011

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Transcript of Microemulsões

Bruna Nico Referências Bibliográficas [1] DAMASCENO, B.p.g.l. et al. Microemulsão: um promissor carreador para moléculas insolúveis. Revista de Ciências Farmacêuticas Básica e Aplicada, São Paulo, n. , p.9-18, 23 set. 2010. is important Definição Emulsão
X Microemulsão TABELA 1: Comparação entre emulsões e microemulsões Teorias para a formação de uma ME MICROEMULSÕES Histórico 1930: Hoar e Schulman descobriram que no ponto de clarificação de uma emulsão simples, uma dispersão transparente foi formada espontaneamente.[2]


1943: As dispersões foram primeiro chamadas de hidromicelas oleofáticas , posteriormente hidromicelas oleofílicas (dispersões de água em óleo) e oleomicelas hidrofílicas (dispersões de óleo em água). 1959: Schulman mudou o nome das emulsões para microemulsões. [3]

Entretanto, as MEs foram provavelmente descobertas bem antes. Donas de casa australianas usavam desde o início do século XX uma ME para lavar madeira e a primeira ME comercial foi, provavelmente, as ceras líquidas descobertas por Rodawald em 1928.[1] 1959: Schulman mudou o nome das emulsões para microemulsões. [3]

Entretanto, as MEs foram provavelmente descobertas bem antes. Donas de casa australianas usavam desde o início do século XX uma ME para lavar madeira e a primeira ME comercial foi, provavelmente, as ceras líquidas descobertas por Rodawald em 1928.[1] ME é definida como um sistema termodinamicamente estável e isotropicamente translúcido de dois líquidos imiscíveis, usualmente água e óleo, estabilizados por um filme interfacial de tensoativos localizados na interface óleo/água.[1] Tensão Negativa Transiente na Interface Essa teoria mostra que ∆G varia diretamente com a área interfacial e que se, γi for negativo, ∆G será < 0 e a emulsificação espontânea será possível.

(Equação 1)

Onde:
ΔS é a mudança da área interfacial
γi representa a tensão interfacial entre as fases aquosa e oleosa Esse conceito foi utilizado para sistemas microemulsionados de quatro componentes (água, óleo, tensoativo e co-tensoativo) e pode ser analisado a partir de um filme misto monomolecular de tensoativo/co-tensoativo, adsorvido na interface óleo-água. FIGURA 1: Organização da mistura de agentes emulsivos na interface óleo-água γi = γO/A – π (Equação 2) Tipos de microemulsão FIGURA 2: Representação esquemática da organização das microemulsões Diagrama de fases O diagrama de fases descreve em que condição experimental é possível se obter microemulsões e as regiões limites de transição entre emulsões, fases separadas e microemulsões O/A e A/O.[3]
O modo mais usual de descrever esses sistemas de quatro com-ponentes é através do diagrama de fases pseudoternário.[3] FIGURA 3: (a) Titulação com fase aquosa; (b) Representação dos pontos de
titulação e regiões do diagrama de fases Classificação de Winsor As microemulsões podem existir em equilíbrio com outras fases, aquosas ou orgânicas, formando sistemas multifásicos. [4]
Em 1950, Winsor propôs uma classificação baseada na natureza das fases envolvidas.[4] FIGURA 4: Representação da Classificação de Winsor. (A) Winsor I, (B) Winsor II, (C) Winsor III, (D) Emulsão homogênea, (E) Winsor IV. FIGURA 5: Classificação de Winsor em um diagrama pseudoternário Caracterização das ME Entre as técnicas mais difundidas, têm-se:
Microscopia de luz polarizada
Espalhamento de luz (de raio X e de nêutrons a baixo ângulo)
Ressonância magnética nuclear
Densidade
Comportamento reológico e viscosidade (η)
Índice de refração
Condutividade elétrica (σ)
Potencial zeta[1] Espalhamento dinâmico da luz - DLS Mede a intensidade da luz espalhada por partículas na amostra. Aplicações das ME Recuperação de petróleo
ME como combustível
Microemulsões como revestimentos e acabamentos têxteis
Microemulsões como lubrificantes, óleos de corte e inibidores de corrosão
Microemulsões na detergência, cosméticos, agroquímicos, comida, recuperação ambiental e desintoxicação, farmácia,sínteses orgâncias, membranas líquidas, biotecnologia,. [2] MARTINIANO, Lorena De Carvalho. VALIDAÇÃO DE UM MÉTODO PARA determinação de metais em microemulsões de combustíveis por voltametria de redissolução. 2009. 135 f. Tese (Doutorado) - Ufpb, João Pessoa, 2009. [3] OLIVEIRA, Anselmo Gomes de et al. MICROEMULSÕES: ESTRUTURA E APLICAÇÕES COMO SISTEMA DE LIBERAÇÃO DE FÁRMACOS. Química Nova, São Paulo, v. 27, n. 1, p.131-138, 27 jun. 2003. [4] LUCENA NETO, Marciano Henrique de. Estudo da influência de tensoativos em sistemas microemulsionados na extração de gálio e alumínio. 2005. 160 f. Tese (Doutorado) - Ufrn, Natal, 2005. Teoria da solubilização
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