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Capital, desenvolvimento econômico e a questão ambiental

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Samirah Bernal

on 30 September 2012

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Transcript of Capital, desenvolvimento econômico e a questão ambiental

“O mercado exclui como o gás carbônico polui”: capital, desenvolvimento econômico e a questão ambiental Aquecimento global Causas do aquecimento Global Sociologia Ambiental Capital,
desenvolvimento
econômico
e questão ambiental István Mészáros Sociologia Ambiental Conclusão O aquecimento global é uma consequência das alterações climáticas ocorridas no planeta.


•O relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (ou IPCC, sua sigla em inglês), sob a coordenação da Organização das Nações Unidas (ONU), anunciou que as mudanças do clima do planeta Terra são irreversíveis e coloca em risco a própria sobrevivência do ser humano

• Segundo o relatório, a temperatura média do planeta poderá aumentar, neste século XXI, entre 1,8 e 4 graus Celsius

•Dos doze anos mais quentes registrados pelas estações climáticas de todo o planeta (esses registros são feitos desde 1850), onze deles foram percebidos entre 1995 e 2006. Por causa da Revolução industrial e do acelerado processo de urbanização que tomou o planeta desde o século XIX ocorreu o aumento dos dois principais gases-estufa. Esses gases são produzidos, também, pela larga utilização de combustíveis, na produção e no transporte desses combustíveis, pelo uso de veículos movidos à gasolina, pelo consumo de eletricidade das residências e prédios comerciais, pelos lixos e rejeitos, pela agricultura e pelo mau uso da terra, como mostra a prática das queimadas e o desmatamento generalizado , provocado também pelo crescimento desordenado das grandes metrópoles urbana

São as queimadas que fazem do Brasil o quinto maior emissor de dióxido de carbono (CO2) do mundo

O aquecimento global está sendo provocado e acelerado pelo próprio homem. Sociologia Ambiental é um ramo da sociologia que se dedica ao estudo sociológico da vida social e das interações ambientais.

Segundo o professor Gustavo lima, da UFPB – Universidade Federal da Paraíba – em estudo elaborado com Fátima Portilho, na UNICAMP – Universidade Estadual de Campinas/SP, a Sociologia Ambiental: A sociologia ambiental não trata somente da preocupação da extinção de espécies, trata-se de um tema relacionado à qualidade da vida de toda a população, que envolve a organização da cidade, o transporte, a saúde pública e a alimentação das famílias. A ideia de desenvolvimento, durante muito tempo, nunca
foi colocada em questão pelos sociólogos, nem pelos governantes,
nem pela população em geral. Desenvolvimento sempre foi
sinônimo de “progresso”, de “crescimento”
No capitalismo, sabemos o quanto essa ideia sempre foi ilusória,
em razão da brutal desigualdade no acesso ao consumo,
existente entre as classes sociais.
“Desenvolvimento”, na verdade, era um
outro nome que era dado ao
processo de
acumulação de capital por
parte da burguesia. O filósofo húngaro István Mészáros nos apresenta a duas
reflexões bem interessantes sobre esse assunto.
Para Mészáros, as opções são apenas duas,
uma excluindo a outra: ou a humanidade aposta na
construção de um novo modelo de sociedade, ou caminha,
de olhos fechados, para a sua autodestruição. A lógica que está presente na destruição da
natureza é a mesma lógica baseada na acumulação sem freios
do capital. São irmãos siameses; um não existe sem o outro.
Interromper a devastação do meio ambiente significa colocar
freios à expansão do capital – o que significa, simplesmente,
provocar a sua crise e,
consequentemente, o seu fim. “(...) surge a reboque dos movimentos de contestação à depredação dos recursos naturais e da constatação científica das consequências ambientais destrutivas resultantes dos processos de crescimento econômico, associados ao uso de tecnologias ambientalmente predatórias (urbanização caótica, crescimento demográfico exponencial, aprofundamento de desigualdades sociais e de estilos de vida, produção e consumo característicos do desenvolvimento industrial)”
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