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Untitled Prezi

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by

Ándy Maria

on 9 July 2013

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Transcript of Untitled Prezi

PARASITOLOGIA
Universidade Federal de Campina Grande
Centro de Ciências Biológicas e da Saúde-CCBS
Unidade Acadêmica de Enfermagem

LEISHMANIA E LEISHMANIOSE
Introdução
Ordem: kinetoplastida;
Família: Trypanossomatidae;
amastígotas
Encontradas- interior de células fagocitárias ou livres;
Organismos- ovais, esféricos ou fusiformes;
Núcleo- grande e arredondado;
Não há flagelo livre, e sua porção intracitoplasmática raramente é observada.
Vetor
Mosquito-palha, Asa-branca, Cangalhinha, Birigui e Tatuquira;
O mosquito palha ou asa branca é mais encontrado em lugares úmidos, escuros, onde existem muitas plantas;
Fêmea Vetor
Lutzomia
Ciclo Biológico
Docente: Sílvia Donato

Discentes: Adylla Maria
Amara Samantha
Ana Gabriela
Andreza Farias

Morfologia
Amastígota

Promastígota

Paramastigota
-Flageladas livres;
-Aderidos ao trato digestivo dos hospedeiros;
-sem flagelo livre;
-Parasito intracelular
;
Leishmaniose
Agrupa espécies
Protozoários
Doença infecciosa, porém, não contagiosa, causada por parasitas do gênero Leishmania.
Há dois tipos de leishmaniose:

Leishmaniose tegumentar ou cutânea


Leishmaniose visceral ou calazar
Caracteriza-se por feridas na pele que se localizam com maior freqüência nas partes descobertas do corpo. Essa forma de leishmaniose é conhecida como “ferida brava”.
É uma doença sistêmica, pois, acomete vários órgãos internos, principalmente o fígado, o baço e a medula óssea.
Unicelulares

Digenéticos (heteroxenos)
Agente Etiológico
- Parasitos de gênero Leishmania

- Hospedeiros vertebrados
- Hospedeiros invertebrados
Incluem grande variedade de mamíferos;
Roedores;
Canídeos;
Marsupiais;
Primatas, entre estes, o homem.

Fêmeas de insetos hematófagos- Flebotomíneos
PROMASTÍGOTAS
Encontrados- no trato digestivo do hospedeiro invertebrado;
São alongados, com flagelo, livre e longo;
Núcleo- arredondado ou oval;
PARAMASTÍGOTAS
São pequenas e arredondadas ou ovais;
Flagelo curto;
Aderida ao trato digestivo do vetor;

PROMASTÍGOTAS METACÍCLICOS
Formas infectantes;
Mecanismo de Transmissão
A leishmaniose é transmitida por insetos hematófagos, conhecidos como flebótomos ou flebotomíneos;

Os flebótomos medem de 2 a 3 milímetros de comprimento;

A transmissão acontece quando uma fêmea infectada de flebotomíneo passa o protozoário a uma vítima saudável, enquanto se alimenta de seu sangue;
Inoculação de promastigotas metacídicas;
Epidemiologia
• Fonte de infecção: Na forma visceral, os principais reservatórios são o cão e a raposa, já na forma tegumentar, além desses animais, podem ser reservatórios diversas espécies de mamíferos, como roedores, equídeos, marsupiais, preguiças e tamanduás.
• Via de eliminação: sangue.
• Via de transmissão: indireta, através da picada do inseto (vetor) Lutzomyia spp, popularmente conhecido por mosquito palha, birigui ou cangalhinha. É um flebotomídeo pequeno, coberto de pêlos e de coloração clara (cor de palha ou castanho claro).
• Porta de entrada: pele.
• Susceptíveis: homem, cão e outros mamíferos. Não ocorre transmissão direta de humano para humano. A principal transmissão se faz a partir dos reservatórios animais, enquanto persistir o parasitismo na pele ou no sangue circulante.

Patogenia

O período de incubação é de 2 a 4 meses, mas pode variar muito (10 dias a 24 meses).
• Na forma visceral, as manifestações clínicas refletem o equilíbrio entre a multiplicação dos parasitos nas células do sistema fagocítico-mononuclear, a resposta imunitária do indivíduo e as alterações degenerativas resultantes desse processo. As células parasitadas mostram forte tendência a invadir baço, fígado e medula óssea.
• Na forma tegumentar, há o aparecimento de pequena lesão eritemato-papulosa no local da picada do vetor, onde há multiplicação do protozoário. Posteriormente há formação de um nódulo que dá origem a uma úlcera, formando a úlcera leishmaniótica clássica, de formato arrendondado, com bordas elevadas e infiltradas. A lesão inicial pode ser única ou múltipla, dependendo do número de picadas infectantes.

As forma amastigotas da Leishmania
Células do sistema momonuclear fagocitário (SMF)
Parasitando
HOSPEDEIRO VERTEBRADO
Quem é a vítima?
Macrófagos

(residentes na pele)
Sobrevivem e se multiplicam
As formas promastígotas e paramastígotas são encontradas: no tubo digestivo dos flebotomíneos livres
Aderidas ao epitélio intestinal, respectivamente.
A fêmea pica o vertebrado
CICLO NO VETOR
Repasto sanguíneo
Juntamente com o sangue
Ingere macrófagos parasitados com amastígotas
Macrófagos: se rompem liberando amastígotas
Durante o trajeto
Divisão binária
Promastígotas
Multiplica-se
No terceiro
e quarto dia
Envolto por membrana peritrófica
A membrana se rompe
Promastígotas livres
Permanecem reproduzindo
As promastígotas podem seguir dois caminhos, vai depender da espécie do parasito.
Subgênero Viannia
Promastígotas

Intestino
Colonizam as regiões do piloro e íleo
Promastígotas
Paramastígotas
Permanecem aderidas pelo flagelo ao epitélio intestinal (hemidesmossomas). A divisão continua.
Novamente transformação em PROMASTÍGOTAS
Estômago para faringe do inseto
Migram
Durante esse trajeto: Metaciclogênese
Subgênero Leishmania
Multiplicam-se livremente oiu aderidas às paredes do estômago;
Migração dos flagelados para parte anterior do estômago;
Transformação em paramastígotas (coloniza o esôfago e a faringe);
Diferenciam-se: promastígotas metacíclicas
Clico no Vertebrado
Na picada
São introduzidos as formas promastígotas no homem
Entre 4 e 8hs
Macrófagos teciduais
Promastígotas Amastígotas
englobam
são encontradas 24hs após a fagocitose
Multiplicação por divisão binária
são resistentes
Macrófago
se rompe
Liberação de amastígotas que serão fagocitadas
Reação inflamatória

ASPECTOS IMUNOLÓGICOS
• Mecanismos envolvidos na resposta imune de portadores de LTA não estão claramente elucidados
• Uma resposta celular e humoral contra o parasito é desenvolvida pelo sistema imune do homem
• Na resposta imune, o macrófago apresenta os antígenos aos linfócitos TCD4+ (Th1 e Th2)
• Forma cutânea: Correlação com resposta do tipo Th1
• A imunidade celular é facilmente detectada, mas, ao contrário do que ocorre nas formas auto-resolutivas, a doença progride
• Forma cutâneo-difusa: Correlação com a resposta do tipo Th2
• Resposta imune celular: Pode ser demonstrado pelo teste de intradermorreação de Montenegro e pelo teste de proliferação linfocitária in vitro
• Resposta imune humoral: Presente em todas as manifestações clínicas de LTA
Leishmaniose difusa: Níveis de anticorpos são elevados
Leishmaniose cutâneo e cutâneo-mucosa: Níveis de anticorpos são baixos ou discretamente aumentados quando ocorre acometimento de mucosa
• Após cura clínica: os títulos de anticorpos decrescem, deixando de ser detectados alguns meses após a cura em alguns casos


• Clínico: - Características da lesão
- Possíveis causas
- Diagnóstico diferencial
• Laboratorial: - Pesquisa do parasito: A demonstração do parasito pode ser feita do material obtido da lesão existente através de:
Exame direto de esfregaços corados
Exame histopatológico
Cultura
Inóculo em animais
• Métodos Imunológicos:
- Para avaliação da resposta celular: Teste de Montenegro
- Para avaliação da resposta humoral: Reação de Imunofluorescência Indireta (RIFI)
DIAGNÓSTICO
LEISHMANIOSE TEGUMENTAR AMERICANA

• Foi introduzido pelo médico brasileiro Gaspar Vianna (1912), com o uso de antimonial tártaro emético
• Atualmente utiliza-se um antimonial pentavalente, o GLUCANTIME (antimoniato de N metilglucamina)
• Via de administração: Intramuscular, geralmente; ou endovenoso
• Restrição para pacientes cardíacos e mulheres grávidas
• 17mg Sb5+/kg peso/dia
• Imunoterapia: Utiliza-se como antígeno uma vacina preparada para imunoprofilaxia (LEISHVACIN)
- Imunoquimioterapia
TRATAMENTO

IMUNIDADE
• Não há aspectos claramente definidos
• É caracterizada pela incapacidade do macrófago em destruir as amastigotas
• A produção de anticorpos é muito elevado. A presença de anticorpos específicos contra Leishmania é importante, principalmente para o diagnóstico
LEISHMANIOSE VISCERAL AMERICANA

- Sinais e sintomas clínicos
- Parâmetros epidemiológicos
- Produção de anticorpos
• Clínico: - Sinais e sintomas relacionados à história de residência em área endêmica
- Doenças com sintomatologia semelhante
• Laboratorial:
Pesquisa do parasito: - Observação direta do parasito (medula óssea, baço, fígado e linfonodo)
- Punção de medula óssea -> técnica mais simples
- Punção do fígado -> apresenta riscos
• Imunológico: Imunofluorescência indireta (RIFI)
Ensaio Imunoenzimático (ELISA)
Fixação de Complemento (RFC)
Rápido Imunocromatográfico (TRALD; RICH)
DIAGNÓSTICO

• Quimioterapia: Tratamento específico
• Brasil: Glucantine (distribuição gratuita na rede de saúde pública)
• MS: 20 mg de Sb5+ kg/ dia, por via endovenosa ou intramuscular, durante 20 dias e, no máximo, 40 dias
• Critérios de cura são clínicos: Curva térmica normal, redução da hepatoesplenomegalia e melhora nos parâmetros hematológicos
• Processo lento
• 2000: Miltefosine (um haxadecylphosphocoline)
Imunoquimioterapia: Situações mais agudas e refratárias; alto custo
Tratamento Inespecífico: Medidas paralelas ao tratamento específico
• Leishmaniose Visceral Canina
TRATAMENTO
Leishmaniose Tegumentar do Velho Mundo
Lesões cutâneas simples

Menor freqüência: leishmaniose oronasal

Pode: Leishmaniose Cutânea Difusa (LCD)

Lesões de evolução lenta, úlcera tardia ou inexistente

Na forma LCD: pápulas ou nódulos múltiplos, pela pele,
face e áreas expostas dos membros
Não há ulceração e não afetam mucosas
A úlcera não cicatriza espontaneamente
Tende: recaídas depois do tto

Sintomas
Controle dos flebotomineos.
Controle de Roedores e a modificação do meio ambiente.
Vacinação “Leishmanização”

Profilaxia
Leishmaniose Tegumentar Americana
A úlcera típica de leishmaniose cutânea (LC) é indolor com formato arredondado ou ovalado; mede de alguns milímetros até alguns centímetros; base eritematosa, infiltrada e de consistência firme; bordas bem-delimitadas e elevadas; fundo avermelhado e com granulações grosseiras.

Manifestações Clinicas
Representa o acometimento primário da pele. A lesão é geralmente do tipo úlcera, podendo ser única ou múltipla (até 20 lesões).

Forma cutânea localizada

Forma relativamente rara que pode ser observada em até 2% dos casos.

Forma cutânea disseminada

Lesões destrutivas localizadas nas mucosas das vias aéreas superiores, secundária à lesão cutânea.

Leishmaniose mucosa ou mucocutânea

No cão

Leishmaniose Tegumentar Americana

uso de repelentes;
evitar a exposição nos horários de atividades do vetor (crepúsculo e noite);
uso de mosquiteiros de malha fina e telas em portas e janelas;
limpeza periódica dos abrigos de animais domésticos;

Profilaxia

Leishmaniose Visceral

Período inicial
Caracteriza o início da sintomatologia, na maioria dos casos inclui febre com duração inferior a quatro semanas, palidez cutâneo-mucosa e hepatoesplenomegalia.

Diagnóstico Clínico (LV)

Período de estado
Caracteriza-se por febre irregular, geralmente associada a emagrecimento progressivo, palidez cutâneo-mucosa e aumento da hepatoesplenomegalia.
Apresenta um quadro clínico arrastado geralmente com mais de dois meses de evolução, na maioria das vezes associado a comprometimento do estado geral

Diagnóstico Clínico

Período Final
Febre contínua e comprometimento mais intenso do estado geral.
Instala-se a desnutrição, edema dos membros inferiores que pode evoluir para anasarca.
Hemorragias (epistaxe, gengivorragia e petéquias), icterícia e ascite.
O óbito geralmente é determinado por infecções bacterianas e/ou sangramentos

Diagnóstico Clínico

Uso de repelentes
Evitar a exposição nos horários de atividades do vetor (crepúsculo e noite),
Uso de mosquiteiros e telagem de portas e janelas;
Manejo ambiental por meio de limpeza de quintais e terrenos,
Poda de árvores,
Destino adequado do lixo orgânico, a fim de impedir a aproximação de mamíferos
Limpeza periódica dos abrigos de animais domésticos;
Manutenção de animais domésticos distantes do intradomicílio durante a noite

Prevenção

Bacellar, O; Carvalho, E. M. Immunopathogenesis of Visceral Leishmaniasis. Gaz. méd. Bahia, Jan-Jun 2005; v.75, nº 1, 2005.

Brasil. Ministério da Saúde. Manual de Vigilância da Leishmaniose Tegumentar Americana. Brasília : Editora do Ministério da Saúde, 2007.

Brasil. Ministério da Saúde. Manual de vigilância e controle da leishmaniose visceral. Brasília: Ministério da Saúde, 2003.

Costa, J. M. L. Epidemiology of the Leishmaniasis in Brazil. Gaz méd. Bahia, Jan-Jun. v. 75, nº 1, 2005.

NEVES, D. P. Parasitologia médica I. 11. ed. Editora Atheneu. São Paulo, 2005.

Referências Bibliográficas

Fim!
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