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Equipa Anderson 2014

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by

Helder Pereira

on 18 December 2014

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Transcript of Equipa Anderson 2014

Obrigado!

Enquadramento do Trabalho
• Ph.D. pela Universidade de Calgary em Psicologia da Educação (1994), com estudos sobre Aplicações Tecnológicas Educativas;

• Diretor do Instituto Canadense de Pesquisa e Educação à Distância desde 2003;

• Professor de Unidades Curriculares ligadas ao Ensino à Distância (EaD) na Universidade de Athabasca, Canadá;

• Outras atividades:

Conselheiro em diferentes comités de Alberta e com o Governo do Canadá;
Editor da
Revista Internacional de Pesquisa em Educação Aberta e à Distância
;
Conselheiro editorial dos seguintes periódicos:

Journal of Distance Education;
American Journal of Distance Education;
Internet in Higher Education;
Canadian Journal of Educational Communication;
Journal of Interactive Media in Education;
The Journal of e-Learning and Knowledge Society
.




Biografia
Towards a Theory of Online Learning

Perspetivas da Aprendizagem

Papel da Interação na Aprendizagem Online

Aprendizagem Online e a Web Semântica


Mestrado em Pedagogia do Elearning

Unidade

Curricular:
Modelos de Educação à Distância

Coordenação:
Prof. Doutora Lina Morgado










Dezembro de 2014

Aparecida Torres
(1401102),
Daniela Belo
(1400614),
Hélder Pereira
(1400538) e
Sónia Pelé
(1400550)
Modelo Pedagógico de Ensino à Distância
Terry Anderson

Rumo a uma Teoria de Aprendizagem Online
Um Modelo de Elearning

Extraído: http://cde.athabascau.ca/faculty/terrya.php, acesso a 07 de dezembro 2014.
Referências Bibliográficas
ANDERSON, T. (2004). Towards a theory of online learning.
Theory and practice of online learning
.

ANDERSON, T. (2009).
The dance of technology and pedagogy in self-paced distance education
.

ANDERSON, T., & DRON, J. (2010). Three generations of distance education pedagogy.
The International Review of Research in Open and Distance Learning
,
12
(3), 80-97.

FARIA, A., & SALVADORI, A. (2010). A Educação a Distância e seu Movimento Histórico no Brasil.
Revista das Faculdades Santa Cruz
,
8
(1).

GARRISON, R. (2000). Theoretical challenges for distance education in the 21st century: A shift from structural to transactional issues.
The International Review of Research in Open and Distance Learning, 1
(1).

GARRISON, D. R., ANDERSON, T., & ARCHER, W. (2000). Critical inquiry in a text-based environment: Computer conferencing in higher education.
The Internet and Higher Education, 2
(2-3).

GUAREZI, R. D. C. M., & DE MATOS, M. M. (2009).
Educação a distância sem segredos.
Editora Ibpex.

Biografia de Terry Anderson disponível em http://cde.athabascau.ca/faculty/terrya.php, acesso a 07 de dezembro 2014.

Fotografia de Terry Anderson disponível em http://distance-educator.com/wp-content/uploads/Anderson_Terry.jpg acesso a 7 de dezembro de 2014.

Excerto da entrevista de Terry Anderson ao LE@D/UAb (2012).
(Anderson, T. & Dron, J.; 2010)
Entrelaçadas numa dança: a tecnologia marca o ritmo e cria a música, enquanto a pedagogia define os movimentos.
Three Generations of Distance Education Pedagogy

Behaviorismo-cognitivismo

Socioconstrutivismo

Geração Futura

Três Gerações da Pedagogia de Educação à Distância
Conectivismo

Centrada no Aluno
• Conhecer o aluno antes de iniciar o percurso formativo e compreender as
ideias pré-concebidas;

• O ambiente de aprendizagem deve estar preparado para a questão cultural;

• Forte “presença social” por parte dos intervenientes (tanto na comunicação
síncrona como assíncrona).



Centrada no Conhecimento
• A aprendizagem efetiva deve ser inserida no contexto específico em que se
desenvolve;

• Cada aluno deve ambientar-se ao contexto próprio de cada área científica;

• Os alunos devem refletir sobre os seus próprios pensamentos, uma vez que
sem esta reflexão a capacidade de transmissão de conhecimentos torna-se
limitada;

• O e-professor deve acompanhar os alunos no processo de pesquisa e de
conhecimento.



Centrada na Avaliação
• Recurso a múltiplos instrumentos, por parte do professor, do aluno e avaliação
dos pares;

• Incentivo à autoavaliação;

• Situações de avaliação adaptadas à realidade dos alunos;

• Estratégias de avaliação que minimizam a sobrecarga para o professor, tais
como:
Quizz;
Simulações;
Laboratórios Virtuais;
Ambientes de Aprendizagem Colaborativa;
Tutoriais Online.



Centrada na Comunidade
• Adoção da “Cognição Social” de Vygotsky: criação de um espaço “geográfico”
online, onde os alunos interagem e trabalham colaborativamente;

• Forte sentimento de pertença , confiança e comprometimento em participar e
contribuir para a comunidade;

• As comunidades online evidenciam diferenças de espaço, tempo, ausência de
linguagem corporal;

• A flexibilidade das comunidades virtuais permite uma participação mais
universal;

• As comunidades de redes começam a provar a utilidade que têm para a
educação formal.



O papel da interação na aprendizagem online
A interação tem sido um componente determinante e fundamental para o processo educacional.


A interação define-se como “
eventos recíprocos que exigem pelo menos dois objetos e duas ações. As interações ocorrem quando estes eventos e objetos se influenciam mutuamente
”(Wagner, 2001
apud
Anderson, 2004).


Permitem o controlo do aluno, permitindo participar e comunicar de diversas formas (Sims, 1999
apud
Anderson 2004).


O valor da perspetiva de outra pessoa, adquida através da interação é a chave para as teorias de aprendizagem construtivistas (Shank, 1993
apud
Anderson, 2004) e no desenvolvimento do espírito crítico nos alunos (Visser, 2000
apud
Anderson, 2004).



Interação aluno-aluno
• Exigência no EaD dadas as limitações tecnológicas;

• Contribui para o aumento das taxas de conclusão e aquisição de
competências sociais;

• Os resultados são mais elevados em equipas lideradas por alunos do que as
lideradas por professores;

• Desenvolvimento de competências interpessoais.



Interação aluno–conteúdo
• Principal interação na educação formal;

• A Web suporta igualmente este tipo de interação através da criação de
microambientes de aprendizagem, como laboratórios virtuais e
tutoriais;

• Permite a customização do conteúdo;

• Vantagens:
Mecanismo de ajuda online;
Interface adaptativo;
Correção e aconselhamento;

• Feedback imediato para apoio à performance individual.
Interação aluno–professor
• Suportada através da comunicação síncrona e assíncrona, textos,
áudio e vídeo;

• O “volume” desta comunicação faz com que sejam necessários mais
professores;

• Menos centrados no professor, daí que não tenham de responder de
imediato às questões e comentários dos alunos, desempenhando um
papel menos dominante;

• É exigido ao aluno mais empenho e participação.



Outras interações
Definição
A aprendizagem é um processo individual, estimulado externamente ao aluno, com base na realização de uma tarefa concreta, devidamente delineada e orientada, com objetivos claros e rigorosos;

Desenvolvida na segunda metade do século XX;

A cognição e a memória são a base das aprendizagens;

Pilares: Watson, Thordike e Skinner.
Papel do Professor
Definição
Baseia-se na sociedade em rede para desenvolver conhecimento, contactos e recursos;

Desenvolvida nos inícios do século XXI;

Assume que a informação em rede é abundante e que cabe ao aluno desenvolver o conhecimento com as suas conexões em rede;

Pilares: Siemens, Downes.

Tecnologia
A tecnologia desempenha um papel fundamental nesta geração;

Baseia-se na ubiquidade das conexões em rede, artefactos digitais e conteúdo que são possíveis com a World Wide Web;

Web 2.0: redes sociais, agregação e sistemas de recomendação.



Papel do Professor
Aluno e professor desenham colaborativamente as atividades, criando e recriando os conteúdos;

A avaliação combina a autorreflexão com a avaliação do professor em relação às contribuições dadas nas conexões em rede;

O professor é um coviajante.



Processo de aprendizagem
Prevê que os alunos possuam competências de pesquisa, seleção e partilha de informação em rede;

Não pressupõe que o aluno memorize ou compreenda toda a informação existente na rede, mas que desenvolva a destreza de interagir com ela e de a reutilizar;

Reflexão e distribuição de reflexões na rede.



Definição
Afirma a natureza social do conhecimento e do processo de aprendizagem;

Desenvolvida nos finais do século XX;

Cada aluno constrói novas aprendizagens que são integradas com o conhecimento existente;

Pilares: Vygotsky, Dewey e Piaget.



Tecnologia
Tecnologias de comunicação de configuração bidirecional (de muitos-para-muitos);

E-mail, bulletin boards,World Wide Web e tecnologias móveis;

Constitui os modelos mais caros da EaD.



Papel do Professor
O professor é um guia, que desenha as atividades de aprendizagem e as modera;

É o instigador do conhecimento e fornece feedback ao grupo;

Orienta a aprendizagem e a avaliação.



Processo de aprendizagem
Processo ativo e centrado no aluno;

Afirma que o conhecimento necessita de interação, discussão e validação social;

A avaliação foca-se mais no processo do que no produto final.

Behaviorismo-cognitivismo

Tecnologia
Limitadas tecnologias;

Modelo de comunicação unidirecional (de um-para-um ou um-para-muitos);

Correio, rádio e teleconferência;

Pouca interatividade;

Custos elevados.



Processo de Aprendizagem
Baseado em processos estruturados que estimulam os alunos a atingir determinado conhecimento;

Ausência quase total da dimensão social;

O aluno gere o tempo e ritmo de aprendizagem com base nos materiais disponibilizados;

Modelo pedagógico que pretende ser autossuficiente e completo, com interação professor-aluno para momentos de avaliação.



Socioconstrutivismo
Conectivismo
Interação professor–conteúdo:

• Criação do conteúdo pelo professor;

• Permite ao professor supervisionar, construir, melhorar e atualizar os conteúdos, bem como recursos
e atividades.

Interação professor–professor:

• Desenvolvimento profissional com o apoio das comunidades;

• Aumento do conhecimento e da descoberta na sua área de ensino.

Interação conteúdo–conteúdo:

• O conteúdo está programado para interagir com outras fontes de informação, em constante
atualização;

• Facilita a seleção de conteúdos pelos diferentes grupos de alunos e de professores.

Figura principal como desenhador de todo o processo de aprendizagem;

Perspetiva instrucionista.



Geração futura?
A próxima geração de pedagogia de educação à distância será habilitada por tecnologias que façam uso efetivo dos coletivos.
(Anderson, T. & Dron, J.; 2010)
Considerações Finais
Vídeo 2 - Excerto da entrevista de Terry Anderson ao LE@D/UAb (2012).
Uma possibilidade:



Figura 1 - Modos de Interação em EaD (Anderson, 2004).
Figura 2 - Um Modelo de Elearning usando os tipos de Interação (Anderson, 2004).
Vídeo 1 - Contextualização do Trabalho.
Vídeo 3 - Considerações Finais.
Social
Presence
Teaching
Presence
Cognitive
Presence
Setting
Climate
Selecting
Content
Supporting
Discourse
Educational
Experience
As gerações são definidas pelos autores baseadas no modelo de "Community of Inquiry" (Garrison, Anderson & Archer, 2000).
O processo de aprendizagem de cada geração é caracterizado segundo a análise de três dimensões:
cognitiva
- contexto e significados através dos quais os alunos constroem e adquirem novos conhecimentos;
social
- interação, motivação e partilha entre os participantes no processo;
ensino
- disponibilidade e interação com o aluno.
Figura 3 - “Community of Inquiry” (Garrison, Anderson & Archer, 2000).
(Anderson, 2004)
(Anderson, T. & Dron, J.; 2010)
Um modelo de elearning
• Presença dos dois principais intervenientes: aluno e professor, com as interações entre eles e as
interações destes com o conteúdo;

• Essas interações podem ocorrer dentro de uma comunidade, em momentos síncronos e assíncronos,
desenvolvendo competências sociais, de colaboração e de relações pessoais entre os participantes;

• O aluno aprende de forma independente, mas não sozinho;

• Os softwares sociais emergentes, de apoio ao estudo online, desenvolvem interesses comuns, com
relacionamentos e interações, que promovem atividades de forma colaborativa – criação de coletivos;

• Tomada de decisões por parte dos professores e designers com base na natureza da aprendizagem;

• As atividades de aprendizagem podem ser desenvolvidas em e-learning, com a combinação de
atividades de comunidades online e de estudo independente, potenciadas pelo computador;

• É importante garantir a combinação aluno-professor-conteúdo orientada para um resultado específico
de aprendizagem.



Aprendizagem Online e Web Semântica
• Formas de acesso a conteúdo filtrado, reaproveitado e transformado, graças à manipulação de
processos, não só por humanos, mas também e principalmente por máquinas;

• É uma extensão da Web que conhecemos, que permite a humanos e máquinas trabalharem
colaborativamente;

• Objetivo - permitir a utilização de agentes autónomos que facilitem a aprendizagem e que mantenham
os utilizadores atualizados;

• Para o professor é muito útil, no sentido em que é possivel fazer um acompanhamento do aluno, através
do registo de atividades, assim como responder ao que é solicitado pelo aluno;

• O conteúdo pode ser alterado e aumentado, com a ajuda de mecanismos que controlam os direitos de
utilização, bem como o conteúdo inserido e por quem;

• Reutilização, adaptação e recuperação de conteúdo já desenvolvido;

Estas potencialidades permitem vislumbrar um ambiente cujas interações aluno-aluno, aluno-conteúdo, aluno-professor são muito ricas, acessíveis, reutilizáveis e facilitadas.




Rumo a uma teoria de aprendizagem elearning
• O modelo proposto pressupõe que as várias interações podem ser substituídas,
dependendo dos custos, conteúdos, objectivos de aprendizagem, conveniência,
tecnologia utilizada e disponibilidade de tempo;

• As substituições não diminuem a qualidade da aprendizagem nem interferem nos
seus resultados;

• Não existe um modelo de interação que seja mais propício para aprendizagem, pois
todos são válidos.



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