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HISTÓRIA DO CINEMA

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Cláudia Bellanda Pegini

on 9 March 2015

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HISTÓRIA DO CINEMA
Eliana Macedo e Grande Otelo, 1948.
Cena do filme: E o Mundo se Diverte.

“Vargas se utilizou do CINEMA NACIONAL para divulgação de novas ideias, e, ao fazê-lo, engendrava uma fórmula dúplice: de um lado, apoiava-se na tese de que o cinema brasileiro, por ser nacional, era melhor do que o estrangeiro. de outro, ao veicular ideias e valores nacionais, provocava uma identidade imediata do público com os princípios defendidos. Com tal estratégia, conseguia que o público comparecesse em massa e estivesse mais aberto à absorção daqueles princípios”

E claro, para divulgar seus slogans, facilitou a penetração dessas mídias (entre elas o CINEMA e o RÁDIO) no cotidiano da pessoas. Nos anos 30, o rádio tinha um espaço muito maior do que o cinema – não só porque chegava em regiões mais restritas, mas por que era mais conhecido. Aos poucos o cinema foi tomando sua forma, conquistando o seu lugar e tinha uma vantagem: “O cinema ganhava do rádio, por que além da ideia e do som, tinha também a imagem”. Mas conquistava seu espaço com dificuldade: os filmes chegavam com atraso, as estrelas nacionais não conseguiam disputar o mesmo espaço com as de Hollywood e os gastos publicitários eram astronômicos. O cinema nacional (como indústria) só conseguiu se consolidar na década de 1950, com a chegada da Vera Cruz.

CARACTERÍSTICAS DO CINEMA NOVO
Influência da nouvelle vague francesa [O marco inaugural deste movimento é considerado o filme Nas Garras do Vício (Le Beau Serge), do diretor CLAUDE CHABROL. Logo em seguida, surgiram filmes que se tornaram clássicos como Acossado (A Bout de Souffle, 1959) e Alphaville (1965), de JEAN-LUC GODARD, e também Os Incompreendidos (Les Quatre Cents Coups, 1959) e Jules et Jim (1962) de FRANÇOIS TRUFFAUT].
influência do neorrealismo italiano [Seus maiores expoentes foram ROBERTO ROSSELINI, VITTORIO DE SICA e LUCHINO VISCONTI].
ganhou importância com o enfraquecimento da Vera Cruz;
denúncia da realidade brasileira e busca por uma nova perspectiva e por uma nova linguagem para o cinema nacional;
Destaques:
Vidas Secas (1963) Nelson Pereira do Santos;
Deus e o Diabo na Terra do Sol (1964) Glauber Rocha;
Terra em transe (1967) Glauber Rocha;



O Pagador de Promessas é um filme brasileiro de 1962, um drama escrito e dirigido por Anselmo Duarte e baseado na peça teatral homônima de Dias Gomes.

Ganhou a Palma de Ouro e o Prêmio Especial do Júri no Festival de Cannes em 1962 .

O filme que também concorreu ao Oscar melhor filme estrangeiro.

A Embrafilme foi uma empresa estatal brasileira produtora e distribuidora de filmes cinematográficos.

Foi criada através do decreto-lei Nº 862, de 12 de setembro de 1969, como Empresa Brasileira de Filmes Sociedade Anônima. Enquanto existiu, sua função foi fomentar a produção e distribuição de filmes brasileiros.

Foi extinta em 16 de março de 1990, pelo Programa Nacional de Desestatização (PND) do governo de Fernando Collor de Mello. Quando o decreto de extinção saiu publicado, a Embrafilme estava às vésperas de lançar com muita divulgação o filme Dias Melhores Virão, dirigido por Cacá Diegues.

Direção: Bruno Barreto
Roteiro: Bruno Barreto, Eduardo Coutinho e Leopoldo Serran, adaptação do livro de Jorge Amado
Produtor: Luiz Carlos Barreto e Newton Rique
Ano: 1976
Gênero: Comédia
Duração: 120’
De todos os momentos de crise que entrecortaram a história da cultura brasileira e, em especial, a história do cinema, um deles foi um tanto quanto estarrecedor. Começou com a ascensão de
Fernando Collor de Mello
à presidência da República, em 1990, e se estendeu até setembro de 1992. Valendo-se de diversas medidas provisórias, Collor autorizou que fossem
extintas leis de incentivos culturais e órgãos culturais da União
, dentre eles a Empresa Brasileira de Filmes (Embrafilme), o Conselho Nacional de Cinema (Concine) e a Fundação do Cinema Brasileiro (FCB). Com isso, por dois anos o Brasil teve a sua produção cinematográfica praticamente estagnada.

A retomada dessa produção ocorreu por volta de 1995, quando começaram a operar efetivamente dois mecanismos de incentivo à cultura: a Lei Rouanet e a Lei do Audiovisual.
Daí a denominação “cinema da retomada”, criada por alguns estudiosos em referência ao cinema produzido nos oito anos de governo de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002).

ANOS 20
Surgem as primeiras publicações especializadas em cinema: "Para todos" , "Selecta", "Cinearte".

Entre 1923 e 1933, o cinema brasileiro
vive uma expansão. São produzidos
120 novos títulos, nos chamados ciclos regionais. Várias cidades de Minas Gerais produzem filmes, por iniciativa de imigrantes e produtores independentes.

Na Amazônia, o português Silvino
Santos realiza filmagens documentais.

Ainda são realizadas produções em
Campinas, Recife e Rio Grande do
Sul.
1925
Francisco Serrador inaugura, na Cinelândia (Rio de Janeiro), a primeira sala de cinema de luxo.

Humberto Mauro cria a produtora Phebo Sul América Film, em Cataguases (MG).
ANOS 30
Nos primeiros anos, coexistem o cinema mudo e o cinema sonoro. As produções nacionais são voltadas para musicais carnavalescos, com atores de rádio e teatro.

1930
É criada a Cinédia, o primeiro grande estúdio cinematográfico do país.

1931
Limite, de Mario Peixoto, torna-se o mais importante filme mudo brasileiro. A obra de 110 minutos tem imagens poéticas e intimistas, além de fusões, cortes e ângulos audaciosos.
1932
Decretada lei que obriga a exibição de cines-jornal brasileiros durante as sessões de cinema.

1933
Carmem Miranda faz sua estréia em cinema, em
A Voz do Carnaval
, de Ademar Gonzaga e Humberto Mauro.

Humberto Mauro dirige
Ganga Bruta
, seu mais importante filme.

1934
Carmem Santos monta a produtora Brasil-Vita Filme.
1936
Roquete Pinto cria o Instituto Nacional do Cinema Educativo, onde Humberto Mauro produz centenas de documentários.
"Essas propostas de um cinema educativo foram implementadas a partir das reformas educacionais que ocorreram em diversos estados brasileiros no final dos anos de 1920, e em 1937, no Estado Novo, foi
criado o Instituto Nacional de Cinema Educativo (INCE), sob a direção de Roquette Pinto.
A elaboração dos filmes educativos foi designada ao cineasta Humberto Mauro, tendo este realizado mais de 400 documentários até os anos de 1960, quando o INCE deixa de existir."
1949
É criada a Vera Cruz, estúdio nos moldes do cinema americano. Um marco na industrialização da cinematografia nacional
ANOS 50
A Vera Cruz realiza uma série de filmes com cuidados técnicos e artísticos nunca antes vistos nos títulos nacionais. Mazzaropi torna-se o seu maior sucesso, mas o alto custo e problemas com a distribuição levam a companhia a parar de produzir.

A Chanchada atinge seu auge até a metade da década, entrando em decadência logo depois. Suas grandes estrelas encontram abrigo seguro na televisão, veículo que cresce rapidamente, ao longo da década.
1953
O Cangaceiro, de Lima Barreto, ganha o Festival de Cannes e torna-se o primeiro filme brasileiro a ter sucesso internacional.
1982
Lançado o primeiro vídeo-cassete fabricado no Brasil.

1984
Bete Balanço, de Lael Rodrigues, retrata o cenário do rock nacional, com trilha de Cazuza e participação de Barão Vermelho, Titãs e Lobão.

1985
O cinema acompanha a crise financeira do país. As 1.400 salas que resistem recebem 90 milhões de espectadores, 1/3 do público da década anterior.

1989
O curta Ilha das Flores, de Jorge Furtado, vence o Festival de Berlim na categoria e é eleito pela crítica européia um dos 100 mais importantes curtas-metragens do século XX
2 Coelhos
20 de janeiro de 2012 (1h48min)
Dirigido por Afonso Poyart
Com Caco Ciocler, Alessandra Negrini, Robson Nunes
Gênero Ação
O SAL DA TERRA

26 de março de 2015 (1h50min)
Dirigido por Wim Wenders, Juliano Ribeiro Salgado
Com Sebastião Salgado, Wim Wenders, Juliano Ribeiro Salgado
Gênero Documentário , Biografia
Nacionalidade Brasil , França , Itália
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