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MAPEAMENTO

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by

marcelo menuzzi

on 11 May 2014

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Transcript of MAPEAMENTO

Surge da necessidade de organizar conteúdos de forma visualmente prática.

IBGE (2004): é um conjunto de operações que visam à edição de um ou de vários tipos de cartas e mapas de qualquer natureza. Serve, portanto, como técnica para sumarizar informações sem deixar de lado a complexidade de seus dados.
MAPEAMENTO
Tornou-se uma forma computacional cultural de observar, à priori, conjuntos grandes de dados de maneira dinâmica (animada ou interativa) com a possibilidade da alimentação em tempo real destes dados.
VISUALIZAÇÃO DE DADOS
"Mapeamento" é a forma mais adequada de descrição do que as novas mídias fazem com as antigas. Ao mapear uma obra, você tem a possibilidade de acrescentar novas interfaces, novos tipos de objetos, preservando sempre a estrutura da mídia original.

Whitney Museum: Site seleciona uma série de obras na linguagem data art.

Obras de Joachim Sauter:
NOVAS MÍDIAS
Permite, fundamentar análises matemáticas, geográficas, históricas e científicas (entre outras), utilizando métodos estatísticos básicos para a prospecção de dados. É possível, ainda, mapear uma representação sobre outra representação, como, por exemplo, imagens em sons.
A visualização permite transformar em visuais algumas situações não visuais, tais como dados qualitativos em quantitativos e vice-versa. A visualização, desta maneira, torna-se um subconjunto de mapeamentos no qual um conjunto de dados pode ser mapeado em uma imagem.

REPRESENTAÇÕES
MAPEAMENTO
MAPEAMENTO
MARCELO B. G. A. MENUZZI
Um dos maiores teóricos das artes midiáticas atuais. Estudou artes, arquitetura, animação e programação antes de trabalhar com arte mídia em 1984. Sua formação, portanto, permitiu que criasse fundamentos para as teorias da visualização de dados em mídias.
LEV MANOVICH
Data Visualization as New Abstraction and Anti-Sublime
Vivemos na era do informacionismo, demarcada por elaboradas estruturas de software que se tornaram alicerces para todos os aspectos da vida moderna.

Traz estes conceitos à tona e busca traçar uma análise sobre o potencial revolucionário das novas mídias artísticas da cultura eletrônica, seja em sua capacidade de gerar diversas possibilidades de visualização, mapeamento de dados e simulação, ou as transformando em metamídias comprometidas com o anti-sublime.

Segundo Manovich, a data art é um apanhado de dois conceitos principais: o de visualização de dados e o de mapeamento de dados. Torna-se possível, portanto, pensar na arte como um grande mapeamento de dados, sejam eles imagens, sons ou cores.

Os softwares permitem o re-mapeamento de objetos das mídias antigas em novas estruturas — transformando, assim, as mídias no que chama de "metamídias".

Emerge uma nova abstração e um anti-sublime pois essas obras:

"... carregam a promessa de traduzir os fenômenos que estão além da escala dos sentidos humanos em algo a nosso alcance, algo visível..." (MANOVICH, 2002).

METAMÍDIA
http://www.3ders.org/articles/20131230-visualizing-active-sound-waves-with-3d-printing-augmented-reality.html
ESTRUTURAS RIZOMÁTICAS
Para libertar-se deste “anti-sublime” e buscar mapeamentos que incluam o não-sentido, o absurdo, as subjetividades múltiplas, a complexidade e as particularidades das forças dinâmicas que coexistem nos mares de dados, artistas podem lançar mão de novos mapeamentos, como estruturas rizomáticas propostas por Gilles Deleuze e Félix Guattari.
http://www.scientificamerican.com/article/flavor-connection-taste-map-interactive/
Modelo descritivo ou epistemológico, na teoria filosófica, que permite o mapeamento de objetos em estruturas quase orgânicas.

Rizomas: estruturas vegetais semelhantes a caules enterrados dos quais brotam folhas.

O rizoma da botânica, em alusão, tanto pode funcionar como raiz, talo ou ramo, independente de sua localização na planta, serve para exemplificar um sistema epistemológico onde não há raízes - ou seja, proposições ou afirmações mais fundamentais do que outras - que se ramifiquem segundo dicotomias estritas.

RIZOMA
Neste modelo epistemológico proposto, a organização dos elementos não segue linhas de subordinação hierárquica – com uma base ou raiz dando origem a múltiplos ramos –, mas, pelo contrário, qualquer elemento pode afetar ou incidir em qualquer outro. Sistemas centrados e acentrados.
HIERARQUIA RIZOMÁTICA
“O mapa é aberto, é conectável em todas as suas dimensões, desmontável, reversível, suscetível de receber modificações constantemente.

Ele pode ser rasgado, revertido, adaptar-se a montagens de qualquer natureza, ser preparado por um indivíduo, um grupo, uma formação social.

Pode-se desenhá-lo numa parede, concebê-lo como obra de arte, construí-lo como uma ação política ou como uma meditação.” (DELEUZE e GUATTARI)
MAPA
Buscar entender como o homem encontra e compreende o mundo enquanto ele acontece.

Para a construção de mapas, duas palavras são muito importantes: processo e interatividade.

Processo porque o mapa é uma forma de visualização que contém as modificações que o objeto vai adquirindo, o que seria seu próprio processo evolutivo.

Interatividade porque um mapa nunca se faz objetivamente, sempre existe a interação entre a singularidade de um corpo e a objetualidade de um objeto.
MAPEAR
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