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Plano de Coaching

Pós-Graduação em Direção Comercial e Vendas | IPAM-AVEIRO 2012
by

Liliana Vale

on 24 January 2013

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Transcript of Plano de Coaching

Pós-Graduação em Direção Comercial e Vendas | IPAM-AVEIRO 2012 Plano Coaching Coaching

Catalizador de Transformação:

Promove a reflexão;
Incita a definir a metas;
Cria opções;
Ultrapassa problemas;
Desafia a "linha habitual do pensamento". "Não podemos direcionar o vento,
mas podemos ajustar as velas.
(anónimo) Capitalizar e reverter todas as
aprendizagens
num perfil comercial diferenciador. O Objetivo 1. Ligadas aos valores estão as competências, estas traduzem os valores em comportamento;

2. Objectivos propostos pela empresa para a função de Delegado de delegado de informação médica;

3. Processo de vendas. Contexto Organizacional "Você pode sonhar, projectar, criar e construir
o lugar mais maravilhodo do mundo,
mas são precisas pessoas para tornar o sonho realidade"
(Walt Disney) “ Concentre-se nos pontos fortes, reconheça as fraquezas, agarre as oportunidades e proteja-se contra as ameaças.”
(Sun Tzu) Sistemas de representação “Se falar com um homem numa
linguagem em que ele compreende,
isso vai entrar na cabeça dele.
Se falar com um homem na
linguagem dele,
isso vai atingir o seu coração”.
( Nelson Mandela) Maria Pedro Luís José Competência de alavancagem:
Gestão ágil e engenhosa

Valores profissionais:
•Satisfação
•Liberdade
•Sucesso
•Alegria Competência de alavacagem:
Superação de desafios

Valores Profissionais:
Reconhecimento
Lealdade
Organização
Conhecimento Competência de alavacagem:
Trabalho de equipa eficaz

Valores profissionais:
Liderança
Confiança
Significância
Independência Competência de alavancagem:
Criação de Soluções

Valores profissionais:
Honestidade
Integridade
Confiança
Certeza AVALIAÇÃO/ FEEDBACK "Se não sabes para onde vais, todos os ventos te são desfavoráveis."
Séneca Aumento da quota de mercado do produto X em 4% no último semestre Vantagens da implementação do plano de coaching Foca a mente e estabelece um estado emocional positivo de vitória. Desenvolvimento das competências Melhoria do desempenho Estabelecimento de prioridades e foco nas tarefas Definição e cumprimento dos objectivos Melhor gestão do tempo. Melhoria no processo de comunicação. Amadurecimento do espirito de equipa. Suporte para enfrentar desafios, resolver problemas e tolerar frustrações. Consciencialização do papel fundamental e diferenciador das soft skills para o
sucesso de uma determinada função. Aumento dos resultados e produtividade da empresa. BOM TRABALHO !!! Porta de entrada

Instalar na porta de entrada uma fechadura suplementar na parte superior ou dois puxadores destrancados e ter o cuidado de os manter sempre fechados.
Para evitar fugas, pode mesmo pintar-se a porta da mesma cor que as paredes.

No jardim

O jardim deve ter uma vedação e um portão. Além disso, deve ser retirado todo o equipamento potencialmente perigoso, como barbecues ou ferramentas de jardinagem.

Na rua

Ir sempre acompanhado. Tentar escolher caminhos com os quais o doente esteja familiarizado e evitar zonas movimentadas e com muito trânsito.
Certificar-se de que leva sempre consigo documentos de identidade que indiquem claramente o seu endereço e número de telefone. Deste modo, se ele se perder, certamente alguém o levará a casa. O MEIO ENVOLVENTE
COMO LIDAR COM O DOENTE? Estádio Severo
Não reconhecem familiares
Mutismo
Dificuldades em AVD simples (comer, vestir, higiene)
Incontinência urinaria
Apatia marcada ou alterações da actividade, agressividade


Estádio Terminal
Mutismo
Acamamento
Incontinência global
Alteração da deglutição
Apatia (estado vegetativo)
Demência Vascular
Demência Secundária a Doença de Parkinson
Demência Secundária A Múltiplas Etiologias
Demência Secundária a Traumatismo Craniano
Demência Secundária a Doença de Huntington
Demência Devido a Doença De Pick
Demência Secundária a Doença de Creutzfeldt-Jakob
Demência Fronto-Temporal
Demência com corpos de Lewy
Demência de Alzheimer Demências… COMUNICAÇÃO COMPORTAMENTO INCONTINÊNCIA VESTIR E DESPIR DESLOCAÇÕES A HIGIÉNE PESSOAL Chão
1) Retirar as carpetes.
2) Não encerar o chão.
3) Retirar elementos de decoração ou outros objectos, como fios ou cabos, que possam atravessar-se no caminho.

Janelas
Colocar janelas travadas ou grades de protecção. Apesar dos movimentos desajeitados, o doente pode revelar-se inesperadamente hábil e saltar uma janela. 1) Retirar a chave da fechadura (o doente pode ser capaz de fechar a porta, mas incapaz de voltar a abri-la)

2) Retirar os tapetes, pois podem originar quedas perigosas

3) Manter os detergentes num local seguro, pois podem ser confundidos com bebida, champô, gel de banho.

4) Colocar tapetes anti-derrapantes e apoios para as mãos na banheira ou no duche. Na casa de banho 1) Substituir o fogão a gás por um eléctrico ou instalar um dispositivo de segurança para detecção de fugas de gás.

2) Desligar o gás antes de deitar.

3) Não utilizar fósforos, mas sim um acendedor eléctrico.

4) Desligar todos os electrodomésticos pequenos antes de deitar.

5) Regular a água quente a uma temperatura máxima de 37ºC (a doença pode alterar a percepção da dor, ao ponto de o doente não se aperceber de que a água a ferver o está a escaldar) Na cozinha Estádio Ligeiro
Défice de memoria recente (mensagens)
Anosmia
Desorientação no tempo
Dificuldade tarefas complexas (emprego, finanças)
Ansiedade, depressão


Estádio Moderado
Dédice de memoria severo (factos importantes)
Discurso vazio, defeitos de escrita, leitura, calculo simples
Desorientação no espaço (perdem-se)
Incapacidade de efectuar actividades de vida diária mais complexas
Apatia, delírio
Evolução clínica: 2-20 anos (média 5 anos)

Domínios sintomáticos:
ı Cognitivo
ı Funcional
ı Psicológico/Psiquiátrico Evolução “… deterioração global, progressiva e irreversível de diversas funções cognitivas (memória, atenção, concentração, linguagem, pensamento, entre outras). Esta deterioração tem como consequências alterações no comportamento, na personalidade e na capacidade funcional da pessoa, dificultando a realização das suas actividades de vida diária”. Envelhecimento Cognitivo? Reversíveis
Deficiências vitamínicas
Deficiências hormonais
Meningites, hidrocefalia, hematomas, tumores


Preveníveis
Vascular (multienfartes cerebrais)
SIDA


Progressivas / Degenerativas
Demência de Alzheimer (80%)
Demência Fronto-Temporal (6%)
Demência com corpos de Lewy (3.5%) Formas/Causas ALGUNS CONCEITOS GERAIS Doença de Alzheimer HUMOR Quanto mais confusos se tornarem o passado e o presente na sua mente, mais frequentemente o doente vai parecer estar freneticamente à procura de “algo” ou de “alguém”.
Pode esconder alguma coisa e mais tarde esquecer-se de onde a escondeu .
Muitas vezes perde a carteira.

O que fazer?

1) Tentar descobrir onde os objectos estão escondidos e ajudá-lo a procurá-los.
2) Não reagir agressivamente a acusações, mas tentar explicar-lhe calmamente que está ali para ajudar.
3) Não o culpar. Pode mesmo aceitar a responsabilidade de ter arrumado mal o objecto escondido.
4) Não mudar de lugar os objectos que lhe são queridos. Para ele são pontos de referência que a sua memória já não consegue reter. Quando o doente anda à
procura das coisas Quando o doente não percebe as palavras…
Quando o doente não dorme…
Quando o doente não come…
Quando o doente se perde…
Quando o doente anda à procura de coisas… O que fazer? Quando o doente está agressivo / irritável

O que fazer?

1) Não perder a paciência. Tentar não se mostrar assustado.

2) Chamar a atenção do doente para outras coisas, por exemplo, ver televisão, trabalhos manuais…

3) Não ralhar. O doente esquece as coisas em muito pouco tempo e não terá consciência de como o seu comportamento pode ter sido ofensivo.

4) Se as crises forem frequentes, pedir orientação do médico. Há fármacos que o podem ajudar a ele e, indirectamente, à família.


5) Tentar descobrir o que mudou em termos dos hábitos ou do modo de vida do doente nos últimos dias, pois isso pode ajudá-lo a identificar a eventual causa da recente falta de tranquilidade que manifesta. Às vezes, uma simples enxaqueca pode ser o suficiente para tornar o doente irritável. Comportamento estranho ou pouco comum
=
um dos sinais iniciais de envelhecimento cognitivo


Comportamento anormal

vida familiar extremamente difícil Não utilizar laxantes
O abuso de laxantes pode causar problemas clínicos por vezes difíceis de resolver.


O que fazer?
“Não faça, ajude a fazer”

1) Utilize roupas fáceis de desapertar ou despir

2) A casa de banho deve ser facilmente reconhecível, tanto de dia como de noite. Sinalizar a porta e deixar a luz acesa durante a noite.

3) Certifique-se de que a casa de banho é confortável e que é fácil movimentar-se dentro dela.

4) Se a incontinência tende a ocorrer à noite, reduzir a ingestão de líquidos algumas horas antes de ir para a cama.

5) Incentivar o hábito de urinar antes de ir para a cama.

6) Levar o doente à casa de banho a intervalos regulares (de 2 em 2 horas ou de 3 em 3 horas, especialmente quando acorda de manhã, antes de ir para a cama e, se possível, durante a noite).

7) Se, mesmo assim, tiver problemas em controlar a incontinência, usar fraldas de adulto mas, enquanto for possível, apenas durante algumas horas de cada vez.
O doente pode já não ser capaz de se despir e vestir sozinho, assim como de ter consciência da necessidade de mudar regularmente de roupa.

Nesse caso:

- Quando o doente se despir, colocar as roupas pela ordem em que ele vai voltar a vesti-las, utilizando, por exemplo, cabides separados.
- Não o deixar usar roupas difíceis de vestir e despir (os fechos são preferíveis aos botões).
- Incentivá-lo a vestir-se sozinho enquanto for possível.
- Fazer com que ele pratique os actos de vestir e despir como um exercício ou jogo.
- Fazer com que use sapatos anti-derrapantes, fáceis de calçar e descalçar.  Roupas ALIMENTAÇÃO É importante:

Manter uma dieta regular, incluindo a ingestão de líquidos e fibras

Facilitar o reconhecimento da casa de banho, por exemplo, deixar a luz acesa durante a noite ou sinalizar a porta.

Vestir o doente com roupas que possam ser facilmente desapertadas

- Tentar que o doente não beba antes de ir para a cama Idas à casa de banho Apoios para as mãos nas paredes

Cadeira de plástico na cabine de duche

Tapetes bem fixos

Retirar objectos desnecessários, que possam causar confusão ou ser utilizados para outro fins, como por exemplo um cesto de papéis, em lugar da sanita Segurança na WC Ter alguém presente durante a higiene
=
desgastante e embaraçoso
Depende de:

Relação com o doente
Ser ou não do mesmo sexo
Grau de ajuda necessária

Muito Importante:
Encorajar a independência
Incentivar o doente a manter uma boa higiene e a seguir a rotina habitual.

Na fase mais avançada da doença, o doente pode não se lavar ou não se lembrar dos movimentos sequenciais necessários. Nesse caso, é importante:

Tornar o banho tão relaxante e agradável quanto possível.
Utilizar o chuveiro (a menos que o assuste).
Tanto quanto possível, deixar que seja o próprio a lavar-se.
Ajudar a pentear ou a barbear. Cobrir ou tirar os espelhos! O doente pode ficar confuso, assustado ou mesmo incomodado ao ver a sua própria imagem, muitas vezes irreconhecível.

Televisão
Nas fases mais avançadas da doença, o doente pode ter dificuldade em distinguir a realidade da ficção.
Uma cena violenta pode assustá-lo. Espelhos 1) Cobri-las com material anti-derrapante.
2) Colocar corrimãos fortes de ambos os lados.
3) Colocar grades de acesso no topo e no fundo.
4) Pintar o primeiro e o último degrau de cores diferentes. Escadas A doença provoca distúrbios de percepção que podem tornar o ambiente circundante e confuso.
As áreas sombreadas podem ser percepcionadas com “buracos” no chão ou esconderijos para estranhos.

É importante iluminar a casa suficientemente, sobretudo entre o quarto, a casa de banho e os locais onde existem escadas e degraus.
No entanto, deve evitar-se a iluminação excessiva, pois pode encandear o doente. Luzes No chão
Nas janelas
Na Porta de entrada
No jardim
Nas idas à rua Na cozinha
Na casa de banho
Nas luzes
Nos espelhos
Programas de TV Que mudanças podemos fazer em casa?
O que fazer?

Tentar perceber se o facto de o doente divagar se deve a “enfado” e, se for o caso, tentar aumentar as suas actividades recreativas.

2) Colocar sempre documentos de identidade nos bolsos, para que indiquem claramente o seu endereço e número de telefone, ou fazê-lo usar uma pulseira ou corrente com a sua identificação.

3) Fazer os possíveis para impedir o doente de sair de casa sozinho. Por exemplo, instalar fechaduras difíceis de abrir ou colocar ferrolhos nas portas.

4) Contar aos vizinhos o que se passa, mas deixar bem claro que ele não está louco nem é perigoso, está apenas desorientado.

5) Estar ciente de que a tendência para divagar pode aumentar se mudar de casa, visitar casas novas ou passar férias numa casa diferente.

6) Se o doente se perder, não se deve ralhar, pois pode assustá-lo ou perturbá-lo ainda mais.

7) Os medicamentos só devem ser administrados sob rigorosa vigilância e orientação médicas. Os tranquilizantes, os neurolépticos ou outros fármacos podem acalmá-lo, mas também agravar o seu comportamento e inibir ainda mais a sua capacidade de autonomia. Quando o doente se perde inversão do padrão circadiano
acordar durante a noite para comer

O que fazer?

1) Incentivar o doente a manter-se activo durante o dia, seja no que for! (por exemplo, a caminhar, a arrumar).
2) Evitar as sestas.
3) Fazê-lo ir para a cama sempre à mesma hora, estabelecendo uma rotina nocturna que lhe indique que está na hora de dormir.
4) Não lhe dar alimentos com elevado teor em açúcar pouco tempo antes de ir para a cama. Estes podem excitá-lo.
5) Não o deixar beber muito e não lhe dar diuréticos próximo da hora de ir para a cama.
6) Pedir ao médico uma possível terapêutica medicamentosa. Quando o doente não dorme Incontinência Fecal


É menos frequente do que a incontinência urinária e deve-se, muitas vezes, a perturbações que tornam tarefas como vestir-se, despir-se e lavar-se extremamente difíceis. Neste caso, o doente terá de ser levado à casa de banho e ser ajudado no que for necessário.


Obstipação


Aumentar a ingestão de frutos e fibras.
A aplicação regular de clisteres (duas vezes por semana) ou a administração de fármacos para fomentar o amolecimento das fezes são geralmente úteis (consultar o médico).
O apetite excessivo:
- acesso restrito a alimentos com elevado teor de gordura / hidratos de carbono (bolos, bolachas, etc.) se o doente estiver a adquirir peso excessivo.

À medida que a doença progride, o doente pode precisar de ajuda para se alimentar, por ter dificuldade em manusear os talheres.



Deixar usar as mãos em vez da faca e do garfo

Cortar os alimentos em pedaços pequenos (para impedir que se engasgue) e, nas fases mais avançadas da doença, triturá-los ou utilizar alimentos líquidos.

Não esquecer que o doente pode não conseguir distinguir entre quente e frio e por isso é muito vulnerável às queimaduras. Pouco apetite ou
apetite excessivo
As dificuldades de movimentação e manutenção do equilíbrio devem-se a uma reacção deficiente do sistema motor aos impulsos nervosos.



Para além de facilitar o movimento de A para B, deve procurar minimizar o risco de quedas:

1. Não colocar tapetes ao lado da cama ou em qualquer outro sítio.
2. Ter iluminação suficiente.
3. Não ter móveis baixos com arestas vivas.
4. Não ter degraus que não sejam facilmente visíveis.
5. Não deixar que o doente use calçado apertado ou com sola de couro. Prevenção de quedas Se o doente puder movimentar-se da cama para uma poltrona (ou vice-versa) isso significa que tem um bom grau de movimento ambulatório independente.

Se tem dificuldade nestes movimentos simples, o seu desconforto pode ser maior.

É necessário:


- Verificar se a cama não está muito alta.
- Colocar uma poltrona confortável perto da cama.
- Tornar a deslocação dentro de casa mais fácil, por exemplo, retirando os obstáculos que se encontrem entre o quarto e a casa de banho. Entrar e sair da cama
À medida que a doença progride, os doentes podem:

- perder a capacidade de utilizar objectos como pentes e escovas de dentes;
- esquecer-se do que são estes objectos e para que servem;
- esquecer-se de que há uma tarefa por cumprir, ter a impressão de que já a fizeram, ou perder o interesse em ter tudo limpo e com bom aspecto.

Ao ser ajudado, o doente pode sentir que está a perder a sua privacidade, dignidade e independência, e assim recusar o auxílio dos outros! sintomas (confusão mental e perda de memória)

mudança do ambiente onde a pessoa vive, a fim de prevenir acidentes


MAS, as mudanças drásticas podem ter um efeito negativo, perturbá-la e confundi-la ainda mais, a ponto de tornar o ambiente que a rodeia pouco familiar. Doenças neurodegenerativas
- morte neuronal em determinadas partes do cérebro - aparecimento de tranças fibrilhares e placas senis


impossibilitam a comunicação entre as células nervosas


- alterações ao nível do funcionamento global da pessoa
- sintomas iniciais: perda de memória, desorientação espacial e temporal, confusão e problemas de raciocínio e pensamento.

Estes sintomas agravam-se à medida que as células cerebrais vão morrendo e a comunicação entre estas fica alterada.
ALGUNS CONCEITOS GERAIS

COMO LIDAR COM O DOENTE

O MEIO ENVOLVENTE
A HIGIÉNE PESSOAL
DESLOCAÇÕES
ALIMENTAÇÃO
VESTIR E DESPIR
INCONTINÊNCIA
COMPORTAMENTO
COMUNICAÇÃO
HUMOR

INTERVENÇÃO Acusações infundadas ou a ter problemas de percepção em geral

1) Acusar alguém de tentar envenená-lo ou de não o ajudar.
2) Ver ou ouvir coisas e pessoas que não estão presentes.

Ambas as perturbações podem causar reacções violentas.

Se isto acontecer:

1) Não questionar a veracidade das suas afirmações.
2) Não levantar a voz e procurar tranquilizá-lo.
3) Tentar desviar a atenção do problema e fazê-lo pensar noutra coisa.
4) Nunca perder a paciência e não se ofender com as suas acusações infundadas. Desconfiança e alucinações Alterações de humor frequentes e súbitas sem nenhuma razão aparente

O que fazer?

1) Tentar sempre tranquilizá-lo até que o incidente rapidamente será esquecido.
2) Como o doente confunde o passado com o presente, pode preocupar-se com situações que anteriormente eram da sua responsabilidade.


Nestas situações, não se lhe deve dizer que está a imaginar coisas. Da apatia à ansiedade Comunicação não verbal


1) Olhar sempre o doente nos olhos quando estiver a falar com ele ou a ouvi-lo.
2) Verificar regularmente se os problemas de visão e audição não se agravaram. Se tal acontecer, consultar o médico para obter ajuda.
3) Falar sempre com o doente lentamente, pronunciando as palavras com clareza. Utilizar palavras simples e moderar o tom de voz para soar agradável e tranquilizante (não gritar!).
4) Se estiver num compartimento com TV, desligá-la para que a voz dos outros possa ser facilmente reconhecida. Se necessário, passar para outro compartimento.
5) Repetir as coisas. Tentar transmitir a ideia que se pretende exprimir da forma mais simples possível

Embora a doença tenha provocado problemas de compreensão, o doente não é uma criança: deve ser tratado com respeito nunca falar com outras pessoas como se ele não estivesse presente.
. dificuldade em controlar os músculos que regulam os movimentos do intestino e da bexiga
 

Incontinência Urinária

Causas da incontinência urinária que podem ser tratadas:

Infecções do tracto urinário
Estado confusional (pode ser causado por administração inadequada de medicamentos, pela ingestão reduzida de líquidos ou pelo choque de se encontrar em ambientes não familiares).
Hiperplasia benigna da próstata
Dificuldades em movimentar-se para ir à WC. Estabelecer uma rotina regular para o doente ir à casa de banho a intervalos regulares. Incontinência Evitar:
-Botões ou colchetes
-Fechos “Éclair” pequenos
-Sapatos com atacadores
-Sapatos com fivelas
-Cintos e suspensórios
-Soutiens de apertar nas costas
-Roupas muito apertadas
Calças elásticas
(pois provocam má circulação)) Dar preferência a:

-Fechos de Velcro
-Fechos “Éclair” compridos
-Sapatos sem atacadores
-Fivelas e rendas de enfeitar
-Soutiens de apertar à frente
-Roupas que não apertem
-Mangas largas
-Camisolas com decotes largos Ao escolher a roupa... Fases avançadas da doença:
dificuldade em engolir líquidos,
apraxia (incapacidade para coordenar movimentos)
perda de interesse pela comida


O que fazer?

Tentar dar-lhe as refeições sempre à mesma hora e no mesmo compartimento, de modo a tornarem-se uma espécie de ritual.
Se ele tiver dificuldade em engolir, cortar os alimentos.
Se ele tiver dificuldade em engolir alimentos líquidos, dar alimentos com alguma consistência, como puré de batata, papa de aveia...
Se ele não conseguir usar faca e garfo, deixar comer com as mãos.
Utilizar guardanapos grandes, e nunca babetes ou bibes, que podem deixar o doente envergonhado Quando o doente não come Doença de Alzheimer
ALGUNS CONCEITOS GERAIS

COMO LIDAR COM O DOENTE

O MEIO ENVOLVENTE
A HIGIÉNE PESSOAL
DESLOCAÇÕES
ALIMENTAÇÃO
VESTIR E DESPIR
INCONTINÊNCIA
COMPORTAMENTO
COMUNICAÇÃO
HUMOR

INTERVENÇÃO
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