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AS ORGANIZAÇÕES VISTAS COMO INSTRUMENTOS DE DOMINAÇÃO

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valteir lopes

on 1 November 2013

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Hoje, encontramo-nos distantes da revolução industrial, porem temos ainda condições de trabalho em alguns indústrias que se assemelham muito as antigas. A questão eficiência versus segurança, é comumente discutida, sendo levada mais em consideração a primeira, é mais vantajoso pra empresa produzir em maior escala, do que zelar pela segurança de seus funcionários. Até que alguém se machuque ou até mesmo morra, nenhuma atitude é tomada em relação a essas condições de trabalhos.
AS ORGANIZAÇÕES VISTAS COMO INSTRUMENTOS DE DOMINAÇÃO
Origem
Na visão de muitos teóricos organizacionais a exploração é uma característica marcante das organizações através dos tempos. Um bom exemplo é a Grande Pirâmide em Gisé, que para ser construída necessitou de 2.300.000 blocos pesando duas toneladas cada, quando admiradas todos lembram somente da habilidade e engenhosidade dos antigos egípcios, mas esquecem dos trabalhadores braçais, que foram explorados a fim de servir poucos privilegiados.
Organização, classe e controle.
Atualmente com o sistema de trabalho assalariado é possível dizer que se criou uma administração moderna, onde os lucros passaram a depender da eficiência no uso do tempo da força de trabalho, cada segundo de tempo perdido ou uso de ineficiente do tempo representa a perda de lucros. Neste sistema de fabricas surgiu também a fixação de salários, que fez a divisão de classes na situação de trabalho.
Perigos, doenças ocupacionais e acidentes de trabalho
Nos primórdios a industrialização trouxe vantagens consigo, o trabalho braçal havia sido substituido pelas maquinas, entretanto, temos relatos e registros, de que os trabalhos eram desumanos, crianças, mulheres e principalmente homens, eram submetidos a cargas de trabalhos que ultrapassavam os limites de suas forças, sem intervalos para descanso ou refeições. Alguns deles eram alimentados em suas próprias maquinas, trabalhando de 70 a 80 horas semanais.
Forças e limitações da metáfora da dominação
Uma metáfora de Max Weber quando se diz respeito à racionalidade diz: “racional para quem?”. Na organização muitas decisões tomadas com a visão de ser racional para alguns podem ser catastróficos para muitos. Ações como, por exemplo, a retirada de investimentos de um setor industrial pode causar efeitos negativos no ambiente externo, afetando comunidades inteiras que vivem em torno da indústria, causando um declínio econômico.
Introdução
As organizações significam de um ponto de vista, emprego e demanda de produtos e serviços para o consumidor, porém com elas vem muitos males que prejudicam a saúde de todos tanto física como psicológica.

Essa face repugnante da organização é o que vamos mostrar nesse trabalho, como intencionalmente ou não elas causam um grande impacto negativo no mundo. Mesmo que muitas se considerem empresas racionais que tem por objetivo satisfazer a todos, a verdade é que isso não é uma realidade.

Weber dentre eles ficou famoso pelo seu trabalho que buscava entender as diferentes formas de dominação social, e as organizações burocráticas na criação e manutenção de estruturas de dominação. Como resultado ele encontrou três tipos de dominação social que formam uma legitima autoridade:
Organização como dominação, tornou-se um foco de estudo em base dos pontos de vista dos sociólogos: Karl Marx, Max Weber e Robert Michels.
Dominação carismática: o líder conquista o liderado por suas habilidades pessoais, porém a visão administrativa desse modelo é que a dominação é pequena, flexível, desestruturada e instável.
Dominação tradicional: Quando o líder tem respeito e poder pela tradição e pelo passado, um status adquirido, como nas monarquias e sucessão familiar. No aparato administrativo são detentores pessoais, parentes ou favoritos, são dependentes.
Dominação racional-legal: Poder legitimado por lei, aonde quem manda segue procedimentos legais que especificam quem vai ser escolhido. No aparato administrativo é um poder típico da burocracia, seguindo regras.
Nisso as empresas se viram forçadas a criar novas estratégias de controle, que os economistas do trabalho chamam hoje de trabalho “primário” e trabalho “secundário”.
O mercado de trabalho primário: Cargos de carreira que são especialmente importantes e que exigem alto grau de competência. São comuns em empresas do tipo burocráticas e tecnocráticas, os membros não trabalham somente por dinheiro, mas também por recompensas não monetárias, como satisfação do trabalho, progresso nas carreiras. São leais, e a empresa os identifica usando rigorosos mecanismos de seleção.


O mercado de trabalho secundário: Trabalhadores menos especializados e mais baratos atuam em escritórios e fábricas, podem ser admitidos e demitidos de acordo com a incerteza dos negócios. Esse tipo de força de trabalho favorece a empresa.
Nesse caso em suma vemos que uma grande maioria das indústrias mantem a eficiência num patamar acima da segurança, com isso sugam até a ultima gota de energia de seus funcionários, e até outra revolução o quadro só tende a agravar-se.
A mania pelo trabalho, stress social e mental
Tratamos no ultimo tópico sobre doenças ocupacionais do tipo físico. Entretanto temos as doenças do tipo mental, causada pelo grande stress a que os colaboradores em todos os níveis são submetidos, desde o jardineiro ao presidente, é um mal que aflige a todos que convivem numa organização.
As exigências que se verificam em muitos papeis profissionais de executivos são tais que fica difícil que encontrarem um ponto de equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal
A ideia de que as organizações usam e exploram seus empregados tem recebido bastante apoio e é capaz de explicar importantes atitudes, crenças e praticas em muitas empresas. Partindo da ideia de as organizações são fenômenos baseados em classes e caracterizados por divisões muito profundas entre os interesses do capital e do trabalho. Podemos ter uma ideia mais clara dos motivos pelos quais, a administração e força de trabalho frequentemente se veem em conflitos tão duros


Os problemas econômicos gerados pelas organizações são enormes, mas elas não consideram ter outra escolha a não ser continuar com práticas destrutivas para gerar cada vez mais capital, isso infelizmente dentro das leis existentes. A consequência dessas práticas fica somente para os explorados, que trabalham sem condições e por viver nesse ambiente acabam consumindo produtos também sem condições, que são adulterados para obter um maior lucro, que pode ocorrer efeitos prejudiciais em longo prazo, afetando as próximas gerações.

Conclusão
Politica Organizacional e Organização Radicalizada
Basicamente as organizações se dividem em: escritórios e oficinas.
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