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Untitled Prezi

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Lia Rezende

on 11 March 2013

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Como faremos? O Cinema Contextualizar O que faremos e a hitória do cinema Apresentar e Contextualizar Apresentação e história geral No mundo... No Brasil Introdução e panorama histórico O quê, como quando, onde? Apresentar e Contextualizar E a construção da identidade nacional Cinema Tema: O Cinema e a construção da identidade brasileira
- Breve histórico cinema mundial
- Breve histórico cinema brasileiro
- Nacionalismo no cinema brasileiro
- O que dizem os teóricos
- Concluir: como o cinema construiu a identidade brasileira durante esse tempo? - Morfologia: "cinema" vem de "cinematógrafo"

- 28 de Dezembro de 1895: Em Paris, os Irmãos Lumière apresentam ao público o cinematógrafo. São os "Empregados deixando a Fábrica Lumière". Cinema no mundo A história do cinema nacional - Cinema em expansão: Austrália, Américas e restante da Europa.
- 1915: nos EUa, D. W. Griffith produz “The Birth of Nation”. É um marco no cinema mundial. Primeiros Passos -1896: O ilusionista francês Georges Méliès começa a exibir filmes. Pioneiro emefeitos especiais.
- Personagem do longa "Hugo Cabret", de Martin Scorcese.
- Viagem à Lua (14 min)
- Edwin S. Porter, cameraman de Thomas Edison, usou pela primeira vez a técnica de edição de imagens.
- "Life of an American Fireman" e "The Great Train Robbery" - Surgem os grandes estúdios, muitos controlados por judeus: Fox, Paramount, Universal.
- Competição, grandes investimentos e contratação em massa de atores: surge o Star System.
- Filmes holllywoodianos difundem American Way of Life.
- Charles Chaplin Até a chegada do som:
- França: Impressionismo ou cinema vanguarda. (“Napoleon" e "A Moça da Água")
- Alemanha: Expansionismo alemão (“Metrópolis”)
- Espanha: Cinema Surrealista ( "Um Cão Andaluz")
- Rússia: Montagem intelectual ou dialética (“O Encouraçado Potemkin"). - Surgem os nickelodeons, que chamam a atenção da elite para o poder de influência daquelas exibições. - Com o fim da 1° GM, o cinema francês e italiano perdem força. É a vez dos EUA, que surgem como potência no ramo.
- Thomas Edison tenta tomar o controle dos direitos autorais do cinema e gera uma “diáspora” dos produtores americanos.
- Seguindo Griffith, se instalam no povoado de Hollywoodland.
- Dias ensolarados o ano todo, diferentes etnias e paisagens para gravação. Hollywood Enquanto isso... O Cinema e o som - 1926: problemas de sincronização entre som e imagem são superados quando a Warner Brothers introduz o sistema de Vitaphone.
- 1927: a Warner lança "The Jazz Singer", um musical que pela primeira vez tinhadiálogos e cantorias sincronizados aliados a partes totalmente sem som.
- 1928: o filme "The Lights of New York" (também da Warner), torna -seo primeiro filme com som totalmente sincronizado. Anos 30 - Filmes históricos ou bíblicos ("Rei dos Reis" de 1932 e “Cleópatra” de 1934).
- Filmes de gangsters ("Little Caesar" e "The Public Enemy" ).
- Filmes influenciados pelo expressionismo europeu
- Ficção científica ("Drácula" e "Frankenstein" de 1931). Anos 40 - 1929: o cinema de Hollywood já era quase totalmente falado.
- Criação do Oscar - 1939: os maiores êxitos do cinema foram "O Maravilhoso Mágico de Oz" e o "E o vento levou". - 1937: Mussolini cria a Cinecittà na Itália.
- Na América Latina se destacaram o mexicano Cantinflas e a luso-brasileira Carmem Miranda. - Com a 2 GM, surgem vários filmes nacionalistas e de propaganda de guerra, principalmente na Inglaterra e EUA.
- Surgem também os filmes antinazistas.
Ex: "Casablanca" (1943) - Orson Welles lança o filme "Cidadão Kane", que inova com ângulos de filmagem e narrativa não linear.
- 1946: o diretor Frank Capra lançou o filme "It's a wonderful life".
- 1947: Nos EUa surge aprimeira lista negra de Hollywood: 10 diretores e escritores acusados de promover propaganda comunista. Anos 40 - Nascia o Neo-realismo na Itália. Uma reação ao cinema facista do regime de Mussolini.
- Uma alternativa ao cinema clássico hollywoodiano.
- Busca a naturalidade máxima: atores não-profissionais, iluminação natural e forte teor de crítica social.
- Deleuze: imagem-fato (realista) substitui a imagem-ação (clássica).
- Inspiração para outros movimentos do cinema.
- Ex: "Roma, cidade aberta" (Rosselini, 1945) e "Ladrão de bicicletas" (Vittorio de Sica). Anos 50 - O cineasta Akira Kurosawa projeta mundialmente o cinema japonês com os filmes "Rashomon" e "Shichinin no Samurai". - Surgia na França o movimento Nouvelle Vague.
- Destaque para Claude Chabrol, Jean-Luc Godard ("O Acossado") e François Truffaut ("Os incompreendidos)
- Revista Cahiers du Cinema, de Andre Bazin.















- O cinema da Índia também era produzido em grande escala.
- 1955: ganhou reconhecimento internacional com o filme "Pather Panchali" (ou "A canção do caminho").
-. Anos 50
- Guerra Fria: disputa de poderes entre URSS e EUA
- Os EUA ampliam a lista negra de filmes proibidos e inclui personalidades como Charles Chaplin.
- Marilyn Monroe se destaca como atriz e símbolo sexual feminino nas obras de Billy Wilder, como "Some Like it Hot", de 1959. Anos 60 - Hollywood começa a entrar em declínio.
- Muitas produções passaram a ser feitas em Pinewood Studios na Inglaterra e Cinecittà na Itália
- Grandes bilheterias: "Mary Poppins" (1964), da Walt Disney Productions, ”A noviça rebelde” e “Música no coração” de 1965.
- O diretor John Cassavetes impulsiona a produção independente norte-americana. Anos 70 - 1969-19771: forte crise econômica abala também o cinema.
- Metro-Goldwyn-Mayer, um dos símbolos do cinema, é obrigada a leiloar o guarda-roupa e adereços das suas mais famosas produções.
- Nova geração de realizadores reiventam certos gêneros cinematográficos numa época de profunda transformação social. Anos 70 - Blockbuster: público jovem, com muita ação e efeitos especiais.
- Transformam a economia de Hollywood e os estúdios cada vez mais dependem deles.
- Liberdade e inovação: Nashville, Taxi Driver, Laranja Mecânica, O Caçador.
-Hollywood teve também algum sucesso com filmes mais tradicionais. Anos 80 -A Os EUA continuam dominados pela cultura do blockbuster.
- Depois dos sucessos "Tubarão" e "Guerra das Estrelas", os sucessos de "O Império Contra-Ataca" e "O Regresso de Jedi" provaram que o público queria mais do mesmo.
- Cinema dos "excessos": Caça-Fantasmas, Rambo, Arma Mortífera, Assalto ao Arranha-céus e Batman. Todos eles sucessos de bilheteira.
- Festival de Sundance (“Sexo, Mentiras e Vídeo", em 1989) Anos 90 Anos 2000 -O novo 3D: Salto quântico da captação e da exibição digital de imagens trouxe de volta a possibilidade da tão sonhada “experiência imersiva”, o abraço total da narrativa. Ex: David Cameron com Avatar.
-A maturidade da TV: uma parte substancial do talento criativo mudou-se para uma forma de expressão que tem distribuição garantida –a TV. Ex: saga mitológica de Lost à investigação existencial de Mad Men; a reivenção do noir, do thriller , do musical, do terror e de Sherlock Holmes.
- Triunfo da animação: Pixar. De Monstros SA em 2001 a Toy Story 3 em 2010 cada nova produção estabeleceu um novo nível de excelência técnica
- A globalização: talento, histórias e recursos financeiros não têm visto nem passaporte. Ex: Quem quer Ser um Milionário; As aventuras de Pi. Anos 90 Anos 2000 - “Boom” econômico: grandes produções se mantêm.
- 11/09: recessão no mercado mundial e o grande mercado de entretenimento toma 2 vertentes diferentes: arma política para instauração de um ideal americano de justiça ou forma de fuga e diversão para a população.
- Crise econômica: nos últimos três anos da década os grandes estúdios que fazem parte da Motion Picture Association of America produziram menos 12% em número total de títulos por ano – de 920 em 2005 para 677 em 2009.
-O audiovisual pessoal: agora a preocupação é levar os filmes onde é que o publico esteja. - França: "Uma mulher para dois", de François Truffaut
- Itália: "La dolce Vita", de Federico Fellini (1960).
- Inglaterra: início da série de filmes de 007 com "Dr.No" (1962).
- América Latina: destaque para o diretor Fernando Solanas - Martin Scorsese, George Lucas, Brian de Palma, Francis Ford Coppola e Steven Spielberg foram alguns dos nomes que reinventaram Hollywood
- Tinham liberdade (e dinheiro) para suas criações.
- Filmes: O Poderoso chefão (I e II), O Exorcista, Os Incorruptíveis Contra a Droga, O Tubarão e A Guerra das Estrelas.
- Ponto de virada da indústria cinematográfica: nasce o blockbuster! - Novas fontes de receitas: os multiplexes permitiram exibir mais filmes e de uma forma mais lucrativa.
- Novos canais de televisão por cabo permitiram aumentar a “vida” de um filme.
- Saturação publicitária, nomeadamente em televisão. - Os anos 70 são também de crise para as cinematografias italianas e japonesas.
- Alemanha: o novo cinema alemão, conhecido pela sua crítica aos valores burgueses, ganhava reconhecimento internacional.
- Polónia, Austrália e Brasil também ganham espaço: são os diretores polacos Andrzej Wajda e Krzystof Kiesconski, o brasileiro Bruno Barreto e o australiano Bruce Beresford. Resto do mundo - Europa: nomes como Bertrand Tavernier e Diane Kurys (França), Pedro Almodóvar (Espanha), Stephen Frears e Neil Jordan (Grã-Bertanha).
- URSS: criatividade! Mudanças com Mikhail Gorbachev. Era de abertura e independência na produção cinematográfica do pais.- China: rejuvenescimento cinematográfico. Reabertura da Academia de Cinema de Beijing (fechada desde a Revolução Cultural nos anos 60). Resto do mundo - Cinematografias nacionais ganhamo espaço
- Filmes de Hong Kong, protagonizados por Jackie Chan e Chow Yun-Fat, chegam no Ocidente.
- Jane Campion e Peter Jackson impulsionam cinema na Nova-Zelândia;
- Grã-Bretanha: "Regresso a Howards End" e "Jogo de Lágrimas"
- Na Dinamarca surge o único movimento cinematográfico da década (Dogma 95)
- Itália consegue a honra de ter dois filmes candidatos ao Óscar de melhor filme. O início 1896 - chegam asprimeiras câmeras.
- 8 de julho de 1896: primeira exibição no Rio de Janeiro.
- Oito filmetes de cerca de 1min cada. Cenas pitorescas do cotidiano de cidades da Europa.
- Ingressos caros: restrito à elite.
- 1897: Surge no Rio uma sala fixa de cinema, o "Salão de Novidades Paris", de Paschoal Segreto.
1898 - primeiras filmagens.
- "Vista da baia da Guanabara" teria sido filmado pelo cinegrafista italiano Afonso Segreto (irmão de Paschoal), mas este filme, se realmente existiu, nunca chegou a ser exibido.
- 19 de junho é o dia do cinema por causa desse marco. Anos 30 Primeiros passos Anos 20 1925 - a qualidade e o ritmo das produções aumenta. O cinema mudo brasileiro se consolida. Divulgação nos meios de comunicação. Anos 40 - Criação da Atlântida Cinematográfica: baixos investimentos e produção constante. Produção e exibição.
- Produzem comédias musicais populares.
- Tema principal: carnaval.
- "Este mundo é um pandeiro" (1947) e "Carnaval no fogo" (1949), ambos de Watson Macedo.
- O apelo popular dos filmes da Atlântida acaba influenciando a Cinédia. 1910-1920 1911 - chegam a São Paulo imigrantes italianos que acabariam tomando conta do mercado nos próximos 30 anos.
- Adaptação de romances, como Inocência (Visconde de Taunay), O Guarani e Iracema, de Josér de Alencar.
- É aberto também o Cinema Avenida para exibir exclusivamente filmes da Vitagraph (norte-americana).
1912 - Francisco Serrador, Antônio Leal e irmãos Botelho produzem filmes com menos de 1h de projeção.
- É Francisco Serrador quem cria a primeira rede de distribuição nacional de cinema (abre inclusive um cinema em Juiz de Fora! Apenas cidades da região sudeste). Filmes estrangeiros.
- 1 GM: fortalecimento do cinema norte-americano prejudica produção nacional. Crise.
- Cinejornais, produzidos e exibidos semanalmente, mantêm cinema em atividade.
- Misturam jornalismo e propaganda. Daí o termo pejorativo "cavação", ou picaretagem.
- Persistem até o final dos anos 70, quando desistem pela concorrência com o telejornais. 1902 - O cinema começava a ser tratado como uma expressão artística. Gazeta de Notícias publica as primeiras críticas nacionais de cinema. 1907-1910 - energia elétrica possibilita o desenvolvimento do cinema cinematográfico.
- Filmes retratam o cotidiano.
- 1908: já havia 20 salas de cinema no Rio, boa parte delas com suas próprias equipes de filmagem.- Os primeiros filmes "posados" (isto é, de ficção) feitos no Brasil, muitos reconstituições de crimes já explorados pela imprensa: "Os Estranguladores", de Francisco Marzullo (1906), "O Crime da mala", de Francisco Serrador (São Paulo, 1908) e "Noivado de Sangue", de Antonnio Leal (Rio, 1909) 1929 - o Jornal do Brasil (Rio de Janeiro) passa a dedicar uma página inteira a cinema - a exemplo do que já faziam desde 1928 o jornal A Notícia (Florianópolis) e a revista O Cruzeiro (Rio de Janeiro).

- Surge o cinema falado.
- "Acabaram-se os otários" (1929), de Luiz de Barros.
- "Coisas nossas" (1931), de Wallace Downey, é um musical cantado em português, com cantores brasileiros, e de grande sucesso.
- No começo dos anos 30, o cinema brasileiro passa por uma rápida fase otimista, já que os "talkies" (filmes falados) de Hollywood têm dificuldades de entrar no mercado brasileiro, por deficiência das salas e pelo problema da língua. - Surgem no Rio as produtoras Cinédia (sópia da estética hollywoodiana), de Adhemar Gonzaga, e Brasil Vita Filmes, de Carmen Santos.
- Humberto Mauro realiza para a Cinédia sua obra-prima "Ganga bruta" (1933) e para a Brasil Vita Filmes o sucesso "Favela dos meus amores" (1935).
- Surge a estrela portuguesa Carmem Miranda. Invasão de filmes hollywoodianos no país.
- Queda de produção nacional violenta.
- Surgem as revistas especializadas em cinema
- Acordos permitem entrada de filmes norte-americanos isentos de taxas alfandegárias.
- A revista Cinearte diz incentivar o cinema brasileiro, mas defende explicitamente a imitação dos filmes norte-americanos.
- 1934: não é produzido nenhum longa nacional. - Surgem outros temas.
- É daí que surge a chanchada. Dura até o final dos anos 1950, quando o público parece cansar da fórmula, e as maiores estrelas são chamadas para trabalhar na televisão. No Brasil A história do cinema nacional Anos 50 - Criação do estúdio Vera Cruz em São Paulo. Fortes investimentos, profissionais estrangeiros, estética hollywoodiana.
- Sôniaa Carreiro, Anselmo Duarte, Jardel Filho.
- Falta uma distribuidora própria e salas para absorver a sua podução.
- Em 5 anos são produzidos 18 filmes.
- "Cangaceiro", de Lima Barreto, é premiado em Cannes.
- Outras companhias com o mesmo espírito da Vera Cruz, mas com menor capital, também foram à falência. Anos 70 Anos 60 - Cinema Novo: 1963. Produção intensa.
- Glauber Rocha, Serraceni, Ruy Guerra, entre outros.
- "Os Fuzis", de Ruy Guerra; "Deus e o diabo na terra do sol", de Glauber Rocha; e "Vidas secas", de Nelson Pereira dos Santos
- Um Brasil desconhecido, com muitos conflitos políticos e sociais.
- Mistura original de Neo-realismo (por seus temas e forma de produção) com Nouvelle vague (por suas rupturas de linguagem).
- Glauber: "Uma câmara na mão e uma idéia na cabeça";"estética da fome".
- Burlam a censura. (AI-5) Anos 80 -1982: crise econômica do país piora
- Falta dinheiro para que o consumidor brasileiro possa ir ao cinema, falta dinheiro para produzir filmes.Muitas salas de passar filmes brasileiros.
- Metade dos filmes produzidos em 1985 foi de sexo explícito.
- Nova geração de cineastas em São Paulo: Sérgio Bianchi (Mato eles?, 1982), Hermano Penna (Sargento Getúlio, 1983), André Klotzel (A marvada carne, 1985) e Sérgio Toledo (Vera, 1987). Festivais.
- "Lei do Curta" (de 1975, mas aperfeiçoada em 1984): fortalece gênero.
- Documentários de longa-metragem históricos: Jango. Anos 90 - Era Collor: neoliberalismo.
- Extintos: Embrafilme, Concine, Fundação do Cinema Brasileiro, Ministério da Cultura, leis de incentivo e órgãos estatístico-culturais.
- 1992: único filme brasileiro que chega às telas é "A Grande Arte", de Walter Salles. Falado em inglês.
- 1995: "cinema da retomada". Apoio à produção e incentivos fiscais.
- "Carlota Joaquina, Princesa do Brazil" (1995) de Carla Camurati.
- 1997: as Organizações Globo criam sua própria produtora, a Globo Filmes. Monopólio do mercado cinematográfico brasileiro.
- Novas temáticas e estratégias de lançamento: "Cidade de Deus" (2002), de Fernando Meirelles, "Carandiru" (2003) de Hector Babenco e "Tropa de Elite" (2007) de José Padilha.
- Crítico Luiz Zanin Oricchio: "Cidade de Deus" é o marco final do "cinema da retomada" - Do lado oposto, surgem cineastas independentes que questionam a implantação da estética hollywoodiana. Inspirados pelo neo-realismo italiano.
- Alex Viany: "Agulha no palheiro" (1953)
- Nelson Pereira dos Santos: "Rio, 40 graus" (1955). Proibido pela censura. Manifestação.
- Ambos com baixo orçamento, temática popular e busca de um realismo brasileiro. - Udigrudi (1960-1970): nova geração de cineastas responde radicais: a estética do lixo, o Cinema marginal.
- "Underground": contracultura norte-americana dos anos 60
- Pouco público.
- Exceções: "O Bandido da Luz Vermelha", de Rogério Sganzerla. Influência de cineastas como Jean-Luc Godard e Orson Welles
- Cinema experimental.
- Belair Filmes: 6 longas de baixíssimo custo em apenas 3 meses. Anos 70 - "Boca do lixo", em São Paulo: despontam vários diretores de talento.
- Chancada e erotismo: "pornográficos" pela censura, mas sem cenas de sexo explícito. Massas. Comédias italianas.
- Cotas de exibição obrigatória, impostas pelo governo do período da ditadura militar: espaço e desenvolvimento.
- Mais tarde surge a pornochanchada carioca.
- Ex-cinemanovistas: "Mercado é cultura".
- Querem filmes nacionais para o público nacional.
- Embrafilme, pornochanchadas e filmes infantis dos Trapalhões.
- O mercado diminuiu, mas a participação do cinema brasileiro cresceu muito: de 14% dos ingressos vendidos em 1971 para 35% em 1982. -"Dona Flor e seus dois maridos" (1976), de Bruno Barreto. 11 milhões de espectadores, mais do que qualquer filme estrangeiro.
- "A Dama do lotação" (1978), de Neville d'Almeida;
- "Lúcio Flávio, o passageiro da agonia" (1977), de Hector Babenco;
- "Eu te amo" (1981), de Arnaldo Jabor;
- "Xica da Silva" (1976), de Cacá Diegues; - 14 filmes dos Trapalhões: ultrapassam, cada um, os 3 milhões de ingressos vendidos. Anos 2000 - A atividade cinematográfica no Brasil envolve mais de 2 mil salas, que vendem uma média de 100 milhões de ingressos anuais, dos quais entre 15 e 20% são para filmes brasileiros.
- A produção nacional tem mantido uma média de 90 a 100 filmes de longa-metragem por ano, sendo que nem todos conseguem lançamento comercial.
- Festivais e movimentos alternativos culturais contribuem para a distribuição de filmes independentes. *O Estado e o cinema
*Ciclos regionais (Pelotas, Cataguases, Porto Alegre) -Blockbusters com custos cada vez maiores e incomportáveis: estrelas, efeitos especiais, edição e montagem.
- Exterminador do Futuro 2, Parque Jurássico, Forrest Gump e, principalmente, Titanic, desafiam a lógica e sustentavam a economia de Hollywood.
- Filmes de menor orçamento e com qualidade ganham espaço.












- É a nova realidade hollywoodiana: Quentin Tarantino, Kevin Smith, os irmãos Cohen, Todd Solondz (diretores oriundos do movimento iniciado no festival Sundace) são inovadores.
- A produtora independente Miramax domina quase por completo, os Óscares.
- Projecto Blair Witch (1999): mais de $140 milhões de dólares.
- TECNOLOGIA DIGITAL PERMITE A DISTRIBUIÇÃO E REPRODUÇÃO EM GRANDE ESCADA DOS FILMES
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