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A afetividade e suas alterações

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Andreza Mariz da Silva

on 14 June 2014

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Transcript of A afetividade e suas alterações

A afetividade e suas alterações
"São os afetos que dão um colorido especial à conduta de cada um em nossas vidas."
Razão x Emoção
Qual o momento mais emocionante da sua vida?
E o mais triste?

Como está se sentindo agora?

O que te faz sorrir? O que te faz chorar?
Termo genérico que compreende cinco modalidades de vivências afetivas
Humor ou estado de ânimo
Tônus afetivo dos indivíduos;
Estado emocional em que se encontra a pessoa em determinado momento;
"Há confluência entre a vertente somática e a psíquica." (Paim, 1986)
Inteligência Emocional
"A inteligência emocional é o tipo de inteligência proposto recentemente que se refere ás capacidades mentais associadas ao processamento de informações e que contenham efeitos imbricados."
(Primo, Bueno e Muniz)
Reação afetiva
Sintonização afetiva:
Capacidade do indivíduo de ser afetado por estímulos externos;
Irradiação afetiva:
Capacidade de transmitir ou contaminar os outros com seu estado afetivo momentâeo;
Rigidez afetiva:
o indivíduo tem dificuldade, impossibilidade ou não deseja produzir nem ter relações afetivas;
Emoções
- Bases neurobiológica, psicológica ou sociocultural



Darwin - Semelhante nos animais e nos homens de diferentes sociedades;
Base biológica e importante para a sobrevivência da espécie;
Expressões corporais e faciais adquiridas na evolução das espécies;

Alunas:
Amanda Cruz
Andreza Mariz
Barbara Monielle
Brenda Ludovico
Domenica Melo
Eujane Santos
Patrícia Eiterer

1. Humor ou estado de ânimo
2. Emoções
3. Sentimentos
4. Afetos
5. Paixões
Emoções
Estado afetivo intenso, de curta duração
Reações dos indivíduos a certas excitações internas ou externas, conscientes ou inconscientes;
Acompanhadas de reações somáticas;
"Alteração global da dinâmica pessoal" (Mira e Lópes, 1974)
Onde cada emoção atinge o corpo humano
Sentimentos
Estados e configurações afetivas estáveis;
Comumente associados a conteúdos intelectuais, valores, representações;
Constituem fenômenos muito mais mentais que somáticos;
Dependem da língua e da cultura;
São ordenados em dois polos;
Agradável ou prazeroso
Sentimento da esfera da alegria
Sentimento relacionado à atração pelo outro
Desagradável ou Desprazível
Sentimentos da esfera da tristeza
Sentimento da esfera da agressividade
Sentimentos relacionados ao perigo
Sentimentos do tipo narcísico
Afeto
Qualidade ou tônus emocional que acompanha uma ideia ou representação mental;
Comportamento emocional de uma ideia;
Qualquer estado de humor, sentimento ou emoção
Paixão
Estado afetivo estremamente intenso
Domina a atividade psíquica como um todo;
Dirige a atenção do indivíduo em uma só direção;
"A paixão intensa impede o exercício de uma lógica imparcial"
Catatimia
Teoria de James-Lange
William James e Karl lange
Emoção = Tomada de consciência das modificações fisiológicas produzidas por determinados eventos

"Após as mudanças corpóreas, segue-se imediatamente a percepção do fato excitante, e a emoção é o que sentimos dessas mudanças".
Ambivalência afetiva
Sentimentos opostos em relação a um mesmo estímulo ou objeto;
Bipolaridade;
Neotimia
"Sentimentos e experiências afetivas inteiramente novos vivenciados por pacientes em estado psicótico"
Aspectos cerebrais e neuropsicológicos das emoções

Segundo Papez, as estruturas e o circuito cerebral das emoções incluiriam estruturas na face medial dos lobos temporais e frontais. Seriam elas o hipocampo, o fórnice, os corpos mamilares, o hipotálamo, os núcleos talâmicos anteriores e o giro cingulado no lobo frontal. (p.160)

Os sinais visuais, auditivos, etc., assim como as representações mentais, já com atribuições cognitivo-emocionais, originárias do córtex cerebral desceriam para o hipocampo e, daí, passariam ao fórnice e aos corpos mamilares, fechando o circuito cerebral das emoções. (p.160)


MacLean, em 1952, propôs o sistema límbico das emoções no qual o hipotálamo é visto como elemento fundamental na espressão psicosisiológica das emoções, e o cortéx cerebral seria a instância que codifica, decodifica e recodifica constantemente as experiências afetivas, atribuindo-lhes significações, sentido apropriadamente humano, acoplando à dimensão psicofisiológica as representações, os símbolos e os valores humanos.

Compreenderia estruturais corticais (córtex límbico frontotemporal, hipocampo, giro cingulado), estuturas subcorticais (amígdala, núcleos septais, hipotálamo, núcleos anteriores do tálamo, e em parte, os núcleos da base).

Caso Phineas Gage

Em um acidente de trabalho, Phineas teve o crânio perfurado por uma barra com cerca 2.5 cm de diâmetro e mais de um metro de comprimento. A barra entrou pela bochecha esquerda, destruiu o olho, atravessou a parte frontal do cérebro, e saiu pelo topo do crânio, do outro lado. Pouco tempo depois do acidente, Phineas começou a ter drásticas mudanças no comportamento e no humor. A parte do cérebro que ele tinha perdido, os lobos frontais, passou a ser associada às funções mentais e emocionais que ficaram alteradas.

O autismo foi descrito pela primeira vez como ''Autismo Infantil Precoce''. Kanner (1994) utilizou o termo para
caracterizar a condição clínica de um grupo de 11 crianças que apresentavam limitações no relacionamento com outras pessoas e com objetos, além de desordens no desenvolvimento da linguagem.

Autismo
O DSM-IV-TR (2000) apresenta o autismo (Transtorno Autista) como um Distúrbio Global do Desenvolvimento caracterizado por prejuízos comportamentais que são agrupados em três categorias principais:
(1) Comprometimento da interação social, (2)comprometimento da comunicação, e (3) Padrões restritos, repetitivos e estereotipados de comportamento.

A análise Aplicada do Comportamento visa a uma análise funcional do comportamento autista, a fim de identificar que aspectos do ambiente dos indivíduos controlam ou poderiam estar controlando seu comportamento.

A partir da manipulaçao dos ambientes físico e social dos indivíduos, procuram-se ensinar ensinar auquelas habilidades necessárias, mas que estão ausentes ou encontram-se prejudicadas no repertório autista.

Do ponto de vista analítico-comportamental, o autismo é uma síndrome de deficits e excessos que [pode ter] uma base neurológica, mas que está, todavia, sujeita a mudança, a partir de interações construtivas, cuidadosamente organizadas com o ambiente físico e social (Green, 2001).

Ferster (1961) discutiu o comportamento autista com base nos princípios operantes, sugerindo que o repertório autista poderia ter uma determinação ambiental, ao invés de exclusivamente biológica.

Na visão analítico-comportamental, mesmo comportamentos considerados desajustados, como os apresentados por indivíduos autistas, são provocados por eventos específicos e são mantidos por suas consequências.

A Análise aplicada do Comportamento tem como objetivo, na intervenção com pessoas diagnosticadas como autistas, desenvolver repertórios de habilidades sociais relevantes e reduzir repertórios inadequados, servindo-se, para isso, de métodos baseados em princípios comportamentais.

Ansiedade
Ansiedade
Estado de humor desconfortável, apreensão negativa em relação ao futuro, inquietação interna desagradável, Incluindo manifestações somáticas e fisiológicas e manifestações psíquicas.




Dependendo de sua intensidade ou duração, a ansiedade exagerada pode acarretar patologias, como os transtornos de ansiedade.



Transtornos de ansiedade
Angústia: Assemelha-se muito à ansiedade, mas possui uma conotação mais corporal e está mais relacionada ao passado;

Medo: Se refere a um objeto mais ou menos preciso.

Ansiedade x Angústia x Medo

Certos tipos de angústia e de ansiedade em algumas correntes teóricas da psicopatologia:

Na escola psicanalítica
Angústia de castração;
Angústia da morte ou de aniquilamento;
Ansiedade depressiva;
Ansiedade persecutória ou paranóide;
Angústia de separação (Spitz Bowlby);


Na escola existencial:
Angústia existencial

Nas escolas comportamentalistas e cognitivistas:
Ansiedade de desempenho;
Ansiedade antecipatória.


Diminuição da excitabilidade emotiva e afetiva.



Sentir o “não sentir”

Depressão grave

Sentimento de Falta de Sentimento


Reações incongruentes

Alegria expressa quando se deve expressar tristeza

Inadequação do Afeto ou Paratimia


Perda de todo tipo de vivência afetiva

Observável




Embotamento Afetivo e Devastação Afetiva




Incapacidade de sentir prazer

Anedomia



Frieza diante dos sintomas apresentados pelo paciente

Indiferença Afetiva

Alterações das emoções e dos sentimentos

Mudanças súbitas e imotivadas de humor


Incontinência


Labilidade Afetiva e Incontinência Afetiva

Apatia
Aspectos psicodinâmicos
da afetividade
Concepção Freudiana
A angústia na teoria freudiana dos afetos
Desejos e necessidades x Normas, e restrições
Angústia é uma tranformação da libido não descarregada [1895]
Sinal de perigo do Eu para evitar algo que gere uma algústia mais intensa [1986]
Depressão ou melancolia: elaboração do inconsciente de perdas reais ou simbólicas
Alterações patológicas da afetividade
Alterações do humor
Distimia: alteração de humor para inibição ou exaltação; - Não é o transtorno distimia
No humor depressivo ocorrem ideias de morte;

Disforia: Distimia + agressividade e irritação;

Alegria patológica: Humor morbidamente exagerado;
No estado de Elação o Eu se espande;
Puerilidade: Alteração do humor com aspectos infantis;
- Esquizofrenia
- Pessoas com déficit intelectual;
- Quadros histéricos;

Estado de extase: Compartilhamento do estado afetivo interior com o mundo exterior;
- Fenômeno cultural e em algumas condições psicopatológias;

Irritabilidade patológica: Hiper-reatividade desagradável, hostil e agressiva;
- Síndromes depressivas
- Esquizofrenia
Depressão
Transtorno afetivo bipolar


“Sentimentos e experiências afetivas inteiramente novos vivenciados por pacientes em estado psicótico”


Esquizoforia
Antecede o surgimento da revelação delirante

Neotimia

Mira y López (1974)

Prudência
Cautela
Alarme
Ansiedade
Pânico
Terror

Medo

Determinadas psicologicamente
Desproporcionais
Incompatíveis com o perigo real

Fobias


Fobia Social
Contato e interação social


Fobia Simples
Determinados objetos


Claustrofobia
Lugares fechados



Agorafobia
Espaços amplos
Aglomerações

Características
Sensação de grande perigo
Desejo de fugir ou escapar
Sintomas somáticos

Causas
Perigo (imaginário) de morte iminente
Descontrole
Desintegração

Pânico

Característica
Desconforto
Raiva
Angústia


Causa
Objetos
Qualidades
Relações

Inveja

Característica
Receio
Medo
Tristeza
Raiva

Causa
Ideia
Sensação
Certeza

Ciúme

Esboço de uma teoria das emoções
(Jean-Paul Sartre)

Orientação fenomenológica
Influências:
Heidegger e Husserl

DSM V
Transtorno de ansiedade generalizada,
Transtorno de pânico
Transtorno obsessivo-compulsivo,
Fobias (agorafobia, social e simples)
Transtornos do estresse pós-traumático
Transtornos de ansiedade atípica.
1) Estado deprimido: sentir-se deprimido a maior parte do tempo, quase todos os dias;

2) Anedônia: interesse ou prazer diminuído para realizar a maioria das atividades;

3) Alteração de peso: perda ou ganho de peso não intencional;

4) Distúrbio de sono: insônia ou hipersônia praticamente diárias;

5) Problemas psicomotores: agitação ou apatia psicomotora, quase todos os dias;

6) Falta de energia: fadiga ou perda de energia, diariamente;

7) Culpa excessiva: sentimento permanente de culpa e inutilidade;

8) Dificuldade de concentração: habilidade frequentemente diminuída para pensar ou concentrar-se;

9) Idéias suicidas: pensamentos recorrentes de suicídio ou morte.

De acordo com o número de itens respondidos afirmativamente, o estado depressivo pode ser classificado em três grupos:

1) Depressão menor: 2 a 4 sintomas por duas ou mais semanas, incluindo estado deprimido ou anedônia;

2) Distimia: 3 ou 4 sintomas, incluindo estado deprimido, durante dois anos, no mínimo;

3) Depressão maior: 5 ou mais sintomas por duas semanas ou mais, incluindo estado deprimido ou anedônia

Psicose maníaco-depressiva
Períodos de depressão e de hiperexcitadade
Transtorno bipolar em crianças e adolescentes
Referências :
CASASSUS, J. Fundamentos da educação emocional, Brasília: UNESCO, Liber Livro Editora, 2009.
GOULART, P.; ASSIS, A. Estudos sobre autismo em análise do comportamento: aspectos metodológicos. Revista Brasileira de Terapia Comportamental e Cognitiva, Pará, v. IV, n.2, p.151-165, 2002.
PRIMI, R.; BUENO J. M. H.; MUNIZ, M. Inteligência emocional: validade convergente e descriminante do MSCEIT com a BPR-5 E o 16PF. Psicologia Ciência & Profissão, Brasília, v.26 n.1 p. 26-45, 2006.
CENTRO DE MEDICINA PSICOSSOMÁTICA E PSICOLOGIA MÉDICA HOSPITAL GERAL DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DO RIO DE JANEIRO, Disponível em:
<http://www.medicinapsicossomatica.com.br/glossario/alexitimia.htm> Acesso em dia 12 junho de 2014
GIZ MODO BRASIL, Disponível em: <http://gizmodo.uol.com.br/emocoes-corpo-humano/> Acesso em 29de maio de 2014
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