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Primeira infancia

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by

Pilar Giraldo

on 28 September 2012

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Transcript of Primeira infancia

Cecília Bairros, Guilherme Magan,
Juliana Roft, Paula Elizeu e Pilar Giraldo Primeira Infância O cérebro absorve todas as informações, e as respostas são rápidas e duradouras. Nome dado aos três primeiros anos de vida, de um ser humano, marcados por intensos processos de desenvolvimento Até os 3 anos de idade, as cerca de 100 bilhões de células cerebrais com as quais uma criança nasce desenvolvem 1 quatrilhão de ligações. O dobro de conexões que um adulto possui. Nesta fase o cérebro humano desenvolve a maioria das ligações entre os neurônios. Toda criança precisa ser estimulada em seu desenvolvimento, no sentido da aquisição de habilidades motoras, mentais e sociais básicas. Desenvolvimento Motor É uma contínua alteração no comportamento que acontece por meio das necessidades de tarefas, biológicas do indivíduo e do ambiente em que vive. Cada aquisição influencia na anterior, tanto no domínio mental como no motor, através da experiência e troca com o meio. Uma evolução neural proporciona uma evolução ou integração sensório-motora que acontece por meio do SNC em operações cada vez mais complexas. Comportamento envolve processos neurais específicos O desenvolvimento comportamental é restringido pela maturação das células cerebrais. Aprendizagem motora é complexa e envolve praticamente todas as áreas corticais de associação. O processo de mielinização acontece no tempo, de modo que diferentes neurônios se mielinizam em épocas distintas do desenvolvimento do organismo. Plasticidade Para que o axônio consiga transmitir a mensagem ele precisa estar maduro. Antigos estudos, tocam em aspectos fundamentais para a compreensão do desenvolvimento. Piaget - a construção do conhecimento Teorias A primeira teoria fala da abordagem comportamental, ou de estímulo resposta;

Segunda - "Modelo de processamento de informação" que envolve o estímulo, a percepção, o processamento central, a decisão da resposta e a sua efetivação Cada fase do processamento de informação depende de muitas variáveis como, atenção, memória e ansiedade. Essas variáveis acabam prejudicando o processamento de informação - ativação do S. límbico. TDA e distúrbios da ansiedade prejudicam a aprendizagem motora de crianças em fase de desenvolvimento. Desenvolvimento humano é um processo de crescimento e mudança a nível físico, comportamental, cognitivo e emocional ao longo da vida. Essas construções seguem um padrão denominado ESTÁGIOS.
O importante é a ordem dos estágios e não a idade de aparição destes. Sensório-motor 0-2 anos A partir de reflexos neurológicos básicos, o bebê começa a construir esquemas de ação para assimilar mentalmente o meio. A inteligência é prática. As noções de espaço e tempo são construídas pela ação. O contato com o meio é direto e imediato, sem representação ou pensamento. Pré-operatório 2-7anos Interiorização de esquemas de ação construídos no estágio anterior. A maturação das áreas terciárias (associação), executivas (lobos frontais) e da atenção (pré-frontal) não estão completas. Inibição de estímulos irrelevantes A criança acaba se tornando distraída 0 - 1 ano Funções reflexos Reflexo tonico-cervical - movimentação da cabeça modificam o tônus; (2 mes)
Reflexo do Moro - abducção dos braços e flexão dos antebraços; (3 mes)
Reflexo do Babinski, bilateral (18 meses) Reflexo de fixação para sucção; (1 ano)
Reflexo de sucção; (1 ano)
Reflexo de marcha; (5 mes)
Reflexo de preensão; (4 mes)
Reflexo plantar; (andar)
Reflexo de apoio;
Reflexo Landau; (a partir 3 mes - flexão cabeça e membros inferiores)
Reflexos auditivos;
Reflexos óticos;
Teste de rotação. Exame neurológico Posição fisiológica característica nesta idade – leve flexão dos membros.
Depois tem que verificar se ele reage a luz, ao som... Normalmente, nas primeiras semana de vida ele dorme quase todo tempo. O sabor e o olfato estão presentes- doce. Ainda na segunda semana de vida a voz da mãe, modulada afetivamente, pode desencadear sorriso. A sensibilidade - O próprio prematuro distingue o carinho de dor. Os três primeiros anos de vida possuem importantes tarefas estruturantes, cujo o alcance e passagem são determinados por dois fatores: a dotação genética que o impulsiona para o vínculo com o meio, permitindo perceber e aceitar os cuidados proporcionados pela mãe. a maternagem a presença de uma mãe que verdadeiramente proporcione esses cuidados A primeira separação entre mãe e criança se dá entre seis e nove meses. É o momento em que a criança diferencia o eu do não-eu. A criança não percebe quem ela é, mas que ela é. Alicerce com qualidade emocional para a vida adulta A construção do individuo começa desde o nascimento do bebê e seu contato com a mãe.
Mas se ocorrer acontecimentos fatais durante uma existência e a mãe vier a faltar, não por negligência, mas por uma fatalidade, não poderá ser comparado a tarefa que a mãe faria. Desde que a mãe está gravida, o bebê apesar de estar em desenvolvimento já sente as emoções da mãe. Portando, se a mãe foi muito agitada, ansiosa e nervosa, terá todos os requisitos para ter um parto complicado, assim como o bebê terá cólicas, chorará bastante, etc. Medição da ligação entre mãe e filho, em situações ameaçadoras aos 12 meses de idade. Quando forte, os bebês buscam a mãe para conforto se estão amedrontados ou perturbados, a medida que quando a ligação é mais fraca, as crianças não agem dessa maneira. A amamentação não é um ato mecanizado e não terá o mesmo efeito se a enfermeira der a mamadeira desinteressadamente e, após terminar, devolver o bebê para mãe ou ainda pior: colocá-lo para dormir. Quando o pai entra em cena, é esperado pela mãe que o bebê reconheça o pai. Podendo associa-lo igualmente a mãe com o carinho, ternura, prontidão, paciência, ou seja, se o pai tiver afinidade nas ações com a mãe, rapidamente o bebê aceitará esse novo ser em sua vida. Uma criança sadia nem sempre é considerada normal. Precisamos saber é se sua personalidade e seu caráter se desenvolvem de maneira adequada. As pessoas precisam recuperar sentimentos que pertenceram à infância a qualquer custo, devido à intensidade com que foram vividos, daí a necessidade de regressão à infância sempre que não se consegue resolver os conflitos. Se esses sentimentos da infância foram bem resolvidos, o ser humano adulto sabe como lidar com os problemas que tiver à medida que for crescendo. Esse é o objeto criado pela imaginação da criança, é sua primeira criação do mundo e visa supri-la de afeto e segurança quando a mãe não está por perto, na hora de dormir, entre outras situações de angústia pelas quais a criança passe. Conhecer a criança desde o início é estreitar não só os laços de afeto, mas também os laços de compreensão mútua tanto para entender o choro de um bebê bem como um momentâneo afastamento de um filho com os problemas peculiares na adolescência. A criança precisa de um lar que contenha estrutura sólida, com rotinas, para que se sinta segura para brincar e viver suas fantasias e emoções. Para tanto, faz-se necessário afeto e segurança, por parte dos pais, para que uma criança cresça emocionalmente saudável. Esse crescimento saudável das emoções, essa construção dos laços afetivos, essa preocupação com o desenvolvimento de uma criança começa desde o primeiro contato e só é possível ver o resultado quando a mudança já se faz incompleta ou muitas vezes ineficiente. Importante alicerce para a segurança e tranquilidade do bebê. Onde estaria o estabelecimento de vínculo afetivo neste ato mecanizado? Ou mesmo nos hospitais, onde insistem em embrulhar o bebê que não pode usar as mãos para sentir o contato com sua mãe? Na amamentação todo cenário criado em torno da mãe e seu bebê é importante. A importância da figura paterna... Um lar onde há união entre os cônjuges promove paz e segurança social ao desenvolvimento do bebê e a criança cresce segura e feliz. Desenvolvimento emocional comprometido = retrocesso. Ex: urinar na cama à noite para chamar a atenção dos pais ou afirmar seu direito como indivíduo no caso de protesto contra a severidade que lhe foi imposta. Da mesma forma que o nascimento biológico é marcado por uma separação física, o nascimento psicológico é uma separação psíquica entre mãe e criança. É o que o desmame, em última instância, significa. Até então, a criança não nasceu no sentido de que não se diferenciou da mãe. Haveria, até aí, um estado de simbiose entre esses dois seres. Relação simbiótica materna A base das reações do recém-nascido é constituída por atos reflexos sobre os quais se montam cadeias simples de ações e, depois, cada vez mais complexas, até que um conjunto dessas ações se torne independente e forme um núcleo gerador de novas sínteses. Esses núcleos são a origem do ego; quando vários núcleos se unem há um ego rudimentar. o conceito "boca-eu" é a primeira organização do eu e a mão é o agente desta organização. Quando o bebê mama, ele olha a mãe, caracterizando, assim, a "experiência situacional unificada", ou seja, a conexão mão-boca-labirinto-pele funde-se com a primeira imagem facial. Com esse olhar, inicia-se a transição da percepção por contato para a percepção à distância. A experiência da amamentação ativa o sistema perceptual diacrítico que gradualmente substitui a organização cinestésica original e primitiva. Esta organização, por sua vez, consiste em sensações globais difusas, sincréticas e viscerais, envolvendo a musculatura lisa e o sistema nervoso simpático-parassimpático. Esta mudança de sistema é que permite a percepção do mundo, existindo fora da criança. Baseada nessas trocas recíprocas entre criança e mãe, forma-se a imagem corporal da criança, sendo esta a base sobre a qual é construído o eu da criança. Aos três meses, o sorriso social inespecífico, caracterizado pela resposta do bebê ao sinal gestáltico "rosto em movimento” marca a entrada da criança no estágio de relação de objeto que satisfaz a necessidade, isto é, a criança começa a perceber que a satisfação de suas necessidades vem de um objeto parcial que teria como função satisfazê-la. A resposta do sorriso específico dirigido à mãe é um sinal crucial de que um elo particular entre criança e mãe foi estabelecido. O próximo sinal é o "desabrochamento", um estado de alerta bem mais permanente e com direcionamento de objetivos, isto indica que a atenção do bebê, que durante os primeiros meses de simbiose era, em grande parte, dirigida para dentro, gradualmente se expande através do surgimento da atividade perceptiva dirigida para fora durante os crescentes períodos de vigília. É o desenvolvimento do relacionamento mãe-criança que permite que de um estado de não-diferenciação o bebê vá acumulando experiências, registrando-as, organizando-as, integrando-as e, no final deste processo, tenha condições de perceber a mãe como alguém diverso dele e ele próprio como separado dela. A naturologia nesse processo O desenvolvimento pode ser auxiliado e estimulado com a natação. O bebê já é adaptado ao meio líquido desde a gestação, são capazes de executar diversos movimentos natatórios, demostrando uma série de reflexos, comuns na primeira infância. São inúmeros benefícios que a natação proporciona aos bebês. Além de melhorar a coordenação motora, proporciona noções de espaço e tempo, prepara a criança psicologicamente e neurologicamente para o auto-salvamento, estimula o apetite, aumenta a resistência cardio respiratória e muscular, tranqüiliza o sono e também previne várias doenças respiratórias. Musicoterapia A musicoterapia, enriquece o desenvolvimento físico, emocional e intelectual do bebê. Também se utiliza em crianças hiperativas, depressivas, agressivas, e é muito útil no tratamento de crianças autistas para ajudá-las a vencer seu isolamento e modificar modos de comportamento. Ações físicas ou mentais que, provocando o desequilíbrio, resultam em assimilação/ acomodação dessas ações e, assim, em construção de esquemas/conhecimento. A arteterapia aplicada à criança, proporciona uma vivência lúdica, permeada pelas brincadeiras, dramatizações, contação de histórias e expressão plástica. Estas atividades, geralmente, são apreciadas pelas crianças e fazem parte de seu mundo, pois através das brincadeiras as crianças vivem situações ilusórias e aprendem a elaborar seu imaginário, e muitas vezes até buscar a realização de seus desejos, mesmo que sejam irrealizáveis Fortalece o vínculo mãe-bebê (cuidador-bebê)

Relaxa e proporciona sono mais tranquilo,

Ajuda no funcionamento do intestino, diminui os gases e as cólicas;

Estimula o desenvolvimento psicomotor;

Melhora alongamento;

Ativa a circulação sanguínea e linfática A alimentação tem um papel fundamental na nutrição, tanto ela emocional ou física, ou seja, amadurecimento psicológico e do crescimento físico e mental. Na barriga da mãe o bebê é acostumado a obter da mãe o necessário para seu desenvolvimento e sobrevivência, o que acaba não mudando muito depois de nascer, mas a sua alimentação é proveniente de quando oferecem o alimento, portanto o seu desenvolvimento é diretamente ligado aos seus cuidadores, até que este possua habilidade de cuidar de si mesmo. Alem da carência do alimento (comida), é importante o alimento (atenção). Importância da alimentação correta do bebê na primeira infância:

- o leite materno como recomendação para uma dieta normal do bebê nos primeiros seis meses de vida,
- A anemia carencial. Cabô!
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