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ÉTICA EM FINANÇAS

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Daniella Alves

on 26 July 2014

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Transcript of ÉTICA EM FINANÇAS

Ética como ciência comportamental
Para que se consiga elevar o clima ético de uma organização, é preciso que seus funcionários e diretores vivam todas as virtudes morais, e não apenas as que os códigos de ética ou guias de conduta possam suscitar. A forma moral das pessoas, recuperando ou afirmando a conciência moral, ao lado do exemplo, constitui a educação para a ética. Pouco a pouco, a cultura do ser se sobreporá à cultura do
desfrutar
. O mercado financeiro se tornará, então, mais valioso e atraente para investidores, pessoas ou organizações.
VIRTUDES PESSOAIS NA ATIVIDADE FINANCEIRA
4 'VIRTUDES' PARA A ATIVIDADE FINANCEIRA
ÉTICA NA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA
1. Informação correta e imparcial;

2. Restaurar a confiança;

3. Gestão de riscos;

4. Concepção dos objetivos de finanças;

5. Sentido ético geral da sociedade.
Economia e Ética
Por: Daniella Alves e Fernanda Pereira
Introdução
ÉTICA NO MERCADO DE CAPITAIS
Muitos profissionais parecem despertar para a ética em finanças no momento em que grandes escândalos são divulgados;



Enquanto na administração financeira buscam-se os meios, na ética é necessário considerar o fim e o objetivo, além das consequências e circustâncias, que atenuam ou agravam a ação;



Corretores e instituições devem gozar da repotação de comportamento ético para atrair a confiança dos clientres, da mesma forma que os médicos e advogados.


Um mercado de capitais evoluído deve proporcionar à economia os recursos financeiros para suas transações e seu crescimento.
Os bancos, por exemplo, têm um papel fundamental como intermediários no mercado de dinheiro, crédito e capital. Atuando como juízes investidores, dos usos alternativos dos investimentos dos capitais e da solvência de seus clientes no mercado de crédito, além disso são avaliadores de riscos e da solvência como investidores e assessores investidores de capitais.
Com esse exemplo, surgem questionamentos, como: A influencia e o poder dos agentes do mercado de capitais implicam responsabilidade e consciência moral? Como analisamos anteriormente, o poder, por definição, constitui um fenômeno ético ou moral. Qualquer atuação imbuída de poder, portanto, deve ser moralmente responsável e defensável. Esse fato justifica a existência de um código de ética para a atividade bancária.
ÉTICA EM FINANÇAS
Para evitar qualquer tipo de coação, o administrador deve informar seus clientes, de forma correta e compreensível, a respeito das condições para aplicar em diferentes operações, permitindo a eles estabelecer uma comparação entre as várias possibilidades e tomar uma decisão com liberdade;

O bem comum, princípio e conceito tipicamente ético, deve ser considerado e preservado nas decisões das instituições financeiras, assegurando seu bom uso do poder.
1
2
3
Virtudes
Liberdade
e
Magnificência
Ações
Uso moderado da riqueza;
Realização de grandes coisas com gastos proporcionados.
Vicíos opostos
Avareza e mesquinhez;
Prodigalidade e desperdício.
Ações
Excessiva aversão ao risco;
Luxo e ostentação da própria imagem;
Controle dos meis de informação e dos grupos de pressão.
Virtude
Prudência
econômica.
Ação
Uso da riqueza como instrumento, não como fim último.
Vícios opostos
Imprudência;
Negligência;
Astúcia;
Engano e fraude.
Ações
Precipitação, falta de consideração, incostância;
Não escolha dos meios pertinentes;
Simulação e interesse;
Busca do fim por caminhos tortuosos.
4
Virtudes
Sinceridade
e
Lealdade
Ações
Salvaguarda do patrimônio do acinista, em termos reais;
Informação certa, clara e pontual aos acionistas.
Vícios opostos
Falsidade
e
Simulação
Ações
Falsear a informação ao mercado ou à sociedade, de suas condições reais;
Enganar nas condições que publica;
Simular resultados usando artifícios contábeis.
Virtudes
Austeridade, sobriedade,
discrição, modéstia,
mansidão e clemência
Ações
Equilíbrio e moderação;
Garantia de boa administração dos bens de terceiros que são confiados a ele.
São inúmeros os aspectos da atividade financeira de uma organização que merecem uma consideração ética. Para os gestores, naturalmente elas exigem as virtudes mencionadas antes, porém, quanto à execulção em si da função financeira de uma empresa, cinco pontos principais podem ser identificados:
ÉTICA ECONÔMICA NO MERCADO DE CAPITAL
O poder do mercado, a capacidade das empresas e dos agentes econômicos de definir preços acima dos custos marginais são três pontos importantes da ética no mercado de valores. Depois, as externalidades, as intenções não passam pelo mercado, mas afetam o bem-estar dos cidadãos. Por fim, a informação assimétrica.
O problema ético do poder de mercado reside em um acionista de empresa e o gestor objetivarem maximização de benefícios, tentando maximizar o poder de monopólio da empresa, porque é o que lhes dá mais benefícios. Isso pode provocar distorções em outros setores da economia. É possível que a melhor garantia para evidencia econômica seja ainda uma vigorosa concorrência no mercado.
As externalidades podem causar quebra em cadeia de outras instituições, afetando todo o sistema. Por isso, o sistema financeiro e bancário em geral é dos mais regulares.
TRAFICO DE INFORMAÇÃO PRIVILEGIADA
Alguns economistas defendem o tráfico de informação privilegiada porque ele aumenta a eficácia, já os juristas o recriminam, com argumentos de justiça, de equidade para com os acionistas, de segurança jurídica e estabilidade na bolsa de valores.
Pela ética econômica, os dois pontos amalgamados e a questão que permanece é: o tráfico de informação privilegiada é eficaz , justo e equitativo e não apenas eficaz? A introdução do critério jurídico leva a ponderar a questão da segurança de expectativas, a segurança legal e a possibilidade de aplicar a justiça em casos de conflitos.

Especulação
A especulação no mercado é eticamente admissível enquanto cumpre um função objetiva na economia: a redução da incerteza sobre a capacidade de comercialização das ações em bolsa.
PSEUDOESPECULAÇÃO E ÁGIO
Quando não existe uma verdadeira incerteza, os fatos da informação privilegiada na bolsa são conhecidos, e a incerteza pode ser reduzida com custos menores, por exemplo, tornando pública essa informação.
ARBITRAGEM, ESPECULAÇÃO E ÁGIO
A arbitragem, entendida como um sistema ágil e de baixo custo para solucionar disputas sem necessidade do processo legal ou judicial, atende aos interesses de todos os envolvidos. A arbitragem, porém, é um processo que dá margem a abusos. A crítica é feita a investidores que agiram de forma não correta, por influência do corretor ou agente desonesto e incompetente.
O resultado produtivo da especulação por tráfico de informação privilegiada não é arbitragem, nem especulação real, mas ágio, ou seja, a atividade de obter benefícios acrescentando um simples sobre-preço ( ágio) a um bem ou serviço, sem adicionar nenhum valor a este.
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