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A CONQUISTA E A COLONIZAÇÃO PORTUGUESA NA AMÉRICA

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by

leticia araujo

on 12 August 2015

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Transcript of A CONQUISTA E A COLONIZAÇÃO PORTUGUESA NA AMÉRICA

A EXPLORAÇÃO DO PAU-BRASIL
A primeira atividade lucrativa praticada pelos portugueses na América foi a exploração do pau-brasil;

O pau-brasil era utilizado pelos europeus para a preparação de uma tintura avermelhada com a qual tingia-se tecidos;

A relação entre indígenas e portugueses baseava-se no escambo;

As feitorias serviam como armazém e fortaleza, também utilizadas como ponto de negociação.

O SISTEMA DE CAPITANIAS HEREDITÁRIAS
As capitanias hereditárias foi um sistema implantado em 1534, afim de impulsionar a ocupação e povoamento do território;

Capitanias hereditárias eram grandes lotes de terra concedidos pelo governo de Portugal, para os donatários;




As capitanias que mais se desenvolveram nessa primeira fase foram São Vicente, Pernambuco, Ilhéus e Porto Seguro.

A IMPLANTAÇÃO DO GOVERNO-GERAL
A instalação do Governo-geral, teve como objetivo de organizar administrativamente a Colônia;

O governador-geral era Tomé de Souza;

A capital da Colônia era Salvador;

Os cargos administrativos que se destacavam era o de ouvidor-mor, o procurador-mor e capitão-mor;

Na expedição que trouxera Tomé ao Brasil, vieram também soldados, trabalhadores, além dos jesuítas.

O INÍCIO DA COLONIZAÇÃO
A Coroa Portuguesa decidiu promover a sua colonização, no intuito de garantir posse do seu território na América;

Em 1532, Martim Afonso de Souza comandou a expedição colonizadora;

A primeira vila oficial da América portuguesa foi São Vicente.
Obrigado!
O INÍCIO DA EXPLORAÇÃO
Um dos primeiros colonizadores a aportar na costa Atlântica foi Pedro Álvares Cabral em 1500. A partir disso iniciou-se a conquista das terras, com a finalidade de reconhecer o litoral, e em primeiro momento foram muitas as expedições exploradoras.
Além dos portugueses, Corsários franceses e navegantes espanhóis também aportavam com o intuito de explorar essa região, então a coroa portuguesa enviou as expedições guarda-costas.
A CONQUISTA E A COLONIZAÇÃO PORTUGUESA NA AMÉRICA
Bernardo, Bruna, Chrystian, Lucas D., Milena e Ravena
AS RELAÇÕES ENTRE PORTUGUESES E INDÍGENAS
A partir de 1534, o sistema de capitanias hereditárias ampliou a exploração econômica da Colônia;

Muitos colonos de posses instalaram engenhos de cana-de-açúcar em suas terras, afim de fabricar o açúcar;

Com a necessidade crescente de mão-de-obra, os donos de engenhos passaram a escravizar a população nativa, e invadirem as áreas indigenas.

De maneira opressora e violenta, foi se constituíndo na Colônia uma sociedade fundamentada na hierarquia étnica.

HISTÓRIA
Donatário era encarregado de implantar a colonização em sua capitania, tornando-a produtiva;
A ANTROPOFAGIA
Nos séculos XVI e XVII, exploradores, viajantes e religiosos europeus que vieram para a América produziram relatos e desenhos sobre o modo de vida indígena. Um dos relatos foi o da antropofagia, que acompanhado de imagens mostrava indígenas comendo carne humana, além de detalhes do ritual, como preparavam, matavam e comiam o inimigo.
A CATEQUIZAÇÃO DOS INDÍGENAS
Os jesuítas que vieram para a América portuguesa tinham como principal objetivo catequizar os indígenas;

Os jesuítas ensinavam a cultura cristã europeia;

Os jesuítas não aceitavam alguns aspectos da cultura indígena que consideravam contrários a cultura cristã.

RESISTÊNCIA E MANUTENÇÃO DAS TRADIÇÕES INDÍGENAS
Com a implantação da catequese, as tradições indígenas foram sendo combatidas e criticadas pelos religiosos católicos. Dessa maneira, a história da origem do mundo e dos seres passou a ser transmitida pelos europeus com base na Bíblia, desconsiderando a tradição indígena.
A FRANÇA ANTÁRTICA
A monarquia francesa nunca reconheceu a validade do Tratado de Tordesilhas;

No inicio do século XVI os franceses passaram a comercializar com os indígenas ao longo de todo o litoral brasileiro;

Nasceu um projeto da criação de uma colônia francesa no Brasil que se chamaria França Antártica;

O militar francês Nicolas Durant Villegaignon conquistou o apoio do almirante Coligny e do duque de Guise para estabelecer uma colônia francesa na baía de Guanabara.

A EXPULSÃO DOS FRANCESES
DIFICULDADES NA FRANÇA ANTÁRTICA
Logo no inicio, os franceses encontraram dificuldades para viver na nova colônia. Devido à escassez de comida, tiveram que se alimentar de raízes e água. Os problemas foram agravados por baixos salários, ausência de mulheres europeias e reduzido apoio material do Estado francês.
Diante da ocupação francesa, os luso-brasileiros, agruparam forças e em 1560, sob o comando de Mem de Sá, expulsaram os franceses e destruíram sua fortaleza. Porém, pouco tempo depois os franceses retomaram os territórios.

A FRANÇA EQUINOCIAL
A expulsão dos franceses da baía de Guanabara não representou o fim da ameaça aos domínios portugueses. Os franceses planejaram uma nova ofensiva em uma região que já havia sido explorada, mas que se encontrava despovoada pelos portugueses: o Maranhão.

A FUNDAÇÃO DE SÃO LUÍS
A rainha da França, Maria de Médici, deu apoio a implantação da colônia no Brasil, que tinha objetivos tanto econômicos, quanto missionários;

Para chefiar a colônia, foram escolhidos dois nobres, La Raverdière e François de Razilly;

A catequese ficou a cargo de um grupo de padres;

O desembarque na ilha do Maranhão ocorreu em 1612;

Na França Equinocial não ocorreram conflitos religiosos, pois lá só havia católicos.

OS FRANCESES SÃO NOVAMENTE EXPULSOS
Depois que se estabeleceram no Maranhão, os franceses ampliaram suas alianças e intensificaram a exploração.

Em 1614, os portugueses liderados por Gaspar de Souza, passaram a atacar os franceses.Em 1615, as forças luso-brasileiras expulsaram os franceses.

A partir de então, os franceses buscaram outros territórios, tanto na América do Sul, como na América do Norte.

AFRICANOS NO BRASIL
A partir do século XVI, a mercadoria mais comercializada passou a ser os escravos africanos, devido a expansão da monocultura da cana e dos engenhos no Brasil;

O transporte dos africanos escravizados até o Brasil era feito através de navios negreiros;

Quando os escravos chegavam no Brasil, eram levados para mercados de escravos, onde recebiam bons tratamentos, com o objetivo de melhorar a aparência e aumentar o seu preço de venda.

A ESCRAVIDÃO E O MERCANTILISMO
A expansão dos Estados Europeus mercantilistas, influenciou na utilização da mão-de-obra escrava nas colônias americanas;

O escravo era uma das mercadorias mais valiosas que a metrópole vendia para a colônia, enriquecendo os traficantes portugueses e facilitando a exploração do império português.

A escravização de africanos apresentava varias vantagens que justificavam e davam lucro aos comerciantes: eram resistentes às doenças europeias e não conheciam o território brasileiro, tendo dificuldade para fugir e sobreviver nas matas.

OS ENGENHOS DE AÇÚCAR
O cultivo de cana-de-açúcar é a matéria-prima utilizada na fabricação do açúcar e com alto valor comercial para exportação. E neste período o açúcar era fabricado no engenho.
Os trabalhadores de um engenho, também exerciam trabalhos domésticos, cultivos de alimentos, criação de animais e produção de roupa.
Para produzir o açúcar, era necessário cultivar a cana-de-açúcar, e este trabalho era feito em 3 etapas: derrubada da mata, preparo do solo e o plantio das mudas de cana.

ETAPAS DA FABRICAÇÃO DO AÇÚCAR
1- Depois que a cana se desenvolvia, era feita a colheita, e após isso a cana era encaminhada para a casa de engenho em carros de boi.
2- Na moenda, movida por animais ou por força hidráulica, a cana era espremida e seu caldo era extraído.
3- O caldo era levado para as caldeiras, nas quais era aquecido em grandes tachos e mexido até engrossar e formar o melado.
4- Depois o melado era coado e despejado em fôrmas de barro, nas quais passava semanas. Nesse processo, chamado de purgação, o melado se solidificava e clareava.
5- Após a purgação, o açúcar cristalizado era retirado dos recipientes de barro, formando “pães de açúcar”. Esses eram quebrados até ficarem moídos. E em seguida era colocado no sol para secar.
6- O açúcar mais branco, de melhor qualidade, era acondicionado em caixas de madeira que eram encaminhadas aos portos para serem transportadas.

OS HOLANDESES NO NORDESTE
A Holanda era uma das grandes potências comerciais e marítimas da Europa e seu interesse na região nordeste era explorar os engenhos;

Em 1581 após grande revolta, a Holanda proclamou a sua independência. Neste período a Espanha invadiu Portugal, se apossando do Brasil também, e assim se a Holanda dominasse o Brasil ela estava conquistando território espanhol.
A COMPANHIA DAS ÍNDIAS OCIDENTAIS
A companhia das índias ocidentais era uma empresa particular criada por nobres e ricos comerciantes e apoiada pelo governo holandês seu objetivo era se apossar de áreas coloniais ibéricas e tinha o monopólio do comércio na costa ocidental da África e da América.
A OCUPAÇÃO DO NORDESTE
A ocupação do Nordeste deu se primeiramente na Bahia, depois em Pernambuco e após no interior nordestino, através da companhia das índias ocidentais que teve como um de seus alvos a região do nordeste, devido ser a maior produtora de açúcar do mundo na época, porém não conseguiram manter o controle e foram expulsos por tropas portuguesas e espanholas. Somente em 1635 que os holandeses conquistaram essa região onde se encontravam os maiores engenhos de açúcar.
MAURÍCIO DE NASSAU E A NOVA HOLANDA
Em 1637 foi enviado o conde João Maurício de Nassau para governar essa região que passou a ser chamada de nova Holanda.
Quando a companhia das Índias Ocidentais exigiu que Nassau cobrasse o dinheiro emprestado aos senhores de engenho ele discordou e demitiu-se do cargo.
SOCIEDADE COLONIAL URBANA
Em meados do século XVI, começaram a serem fundadas as vilas e cidades na Colônia.

A vida desses habitantes não era fácil durante os séculos XVI e XVII. Viviam em condições pouco saudáveis, colonos temias ataques indígenas, piratas e corsários, e tinham dificuldade de se comunicar, tanto com outras capitanias ou com a metrópole.
A ELITE URBANA
No meio urbano as autoridades eram os grandes comerciantes e traficantes de escravos que tinham o poder e prestígio, formando uma elite privilegiada.

Os membros dessa elite portuguesa eram chamados de “homens-bons”.

Quando nomeados podiam exercer cargos como ouvidor-mor, procurador-mor ou capitão-mor, cuidando de assuntos relacionados a justiça, cobrança de impostos e defesa das vilas e cidades.
OS MEMBROS DA IGREJA
Com a atuação dos padres, o catolicismo estava muito presente nas vilas e cidades do período colonial.

Os padres exerciam grande influência sobre a população e eram muito respeitados. Também estavam presentes na educação dos colonos, e as maiorias das escolas no período colonial eram comandadas por padres jesuítas.
PESSOAS LIVRES
PESSOAS ESCRAVAS
Na sociedade colonial, haviam os chamados “ofícios mecânicos”, que eram atividades consideradas inferiores por membros da elite. Os profissionais que exerciam esses ofícios eram os artesãos, ferreiros, alfaiates, sapateiros, carpinteiros, pedreiros, barbeiros, cirurgiões e pequenos comerciantes, todos menosprezados pela elite. Essas pessoas não podiam se candidatar aos cargos municipais, não podiam ser nomeados oficiais de milícias, receber títulos de honoríficos.
Apesar da maioria dos escravos estar nas áreas rurais haviam muitos presentes nos núcleos urbanos. Trabalhavam muitas vezes para membros da elite, como, carregadores de mercadorias, transportando pessoas, levavam e traziam recados e como auxiliares em oficinas. Desenvolviam um importante papel no desenvolvimento das cidades e da vida urbana, pois construíam edifícios, ruas, estradas e atividades que exigiam força física, assim formaram uma cultura urbana com misturas indígenas, africanas e europeias.
AS MULHERES NA SOCIEDADE COLONIAL
Era comum encontrar a mulher como uma pessoa reclusa, religiosa e submissa ao marido. A partir da década de 1980 demonstrou que algumas mulheres desafiavam o domínio masculino na sociedade, algumas até ficavam a frente dos negócios como donas de vendas, tabernas e engenhos e muitas eram responsáveis por chefiar residências e cuidar da família.
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