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Unidade de Trabalho - Herbário

Realização de ilustração científica animada
by

Hugo Bastos

on 8 November 2012

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Transcript of Unidade de Trabalho - Herbário

Herbário Definição Ilustradores Científicos Ilustração Científica Albrecht Dürer (1472-1528) Leonardo da Vinci (1452-1519) Filipe Franco (1968) Outros ilustradores portugueses A Ilustração Científica é a arte, ou ofício, de comunicar ciência
através de imagens. Partindo de um modelo, a IC observa, desenha, interpreta, reconstrói…explica, com todo o rigor. Não necessariamente realista, embora eventualmente hiper-realista. Processo Desenhador, pintor e gravador alemão, foi a figura central da renascença alemã. Dürer sistematizou a construção de letras romanas, recorrendo a construções geométricas e inventou alguns aparelhos para resolver o problema das dimensões e proporções dos temas que desenhava. Durante a sua vida, combinou os seus conhecimentos matemáticos de geometria com o seu talento artístico para criar muitos métodos e formas artísticas. (in, www.educ.fc.ul.pt/icm/icm2000/icm33/Durer.htm) - Coleção de plantas secas conservadas entre folhas de papel para estudos botânicos.


- Coleção científica de plantas secas.


- Herbário é uma coleção dinâmica de plantas secas prensadas, de onde se extrai, utiliza e adiciona informação sobre cada uma das populações e/ou espécies conhecidas e sobre novas espécies de plantas. (in Dicionário Enciclopédico, Koogan Larousse Seleções, Ed. Larousse, Brasil, 1978) (in, http://www.priberam.pt/dlpo/default.aspx?pal=herb%C3%A1rio) (in http://pt.wikipedia.org/wiki/Herb%C3%A1rio) O tipo mais usual de preservação é a desidratação, obtida através da herborização. Nesse método, as amostras de plantas são secas sob pressão, entre folhas de papel absorvente, em pranchas de madeira, tecnicamente conhecidas como prensas.

Após a secagem, as plantas são afixadas em cartolinas e recebem um rótulo, onde estão anotadas todas as informações relativas ao local onde foram recolhidas e a aspectos que não podem ser recuperados através da amostra, como o seu odor e cor das flores e frutos, que se alteram com a secagem. (in http://maonaterra.blogspot.com/2010/02/o-que-e-um-herbario.html) (in http://www.cienciaviva.pt/projectos/pulsar/herbario.asp) Uma ilustração poderá ser de qualidade, mas perde todo o seu valor se estiver
cientificamente incorrecta. Salgado, Pedro (2003). Ilustrações Científicas dos Alunos do I.A.O. - A Arte do Ofício. Instituto das Artes e Ofícios. Universidade Autónoma de Lisboa. "É o ilustrador com formação (ou informação) em ciência e arte que estará em melhores condições de executar trabalhos
tecnicamente correctos, explicativos, atractivos, e cientificamente válidos.
Nos trabalhos actuais de biologia, por exemplo, as ilustrações são realizadas por biólogos que aprendem técnicas artísticas, ou
artistas que aprendem biologia. Todo o ilustrador científico tem necessariamente formação bivalente."

(Ibidem) Uma das figuras mais importantes do Alto Renascimento (entre 1450 e 1527) que se destacou como cientista, matemático, engenheiro, inventor, anatomista, pintor, escultor, arquiteto, botânico, poeta e músico.
É considerado um dos maiores pintores de todos os tempos e possivelmente a pessoa dotada de talentos mais diversos a ter vivido. (in http://pt.wikipedia.org/wiki/Leonardo_da_Vinci) Formado em Design Gráfico, Após várias experiências em diversos campos de criação visual, decidiu procurar inspiração nas possibilidades de interacção entre duas áreas de grande interesse para si: a Arte e a Ciência. Mais tarde rumou aos Estados Unidos, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian em colaboração com a Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, prosseguindo os seus estudos em áreas cuja comunhão Arte-Ciência permaneceram como denominador comum. Neste momento divide-se entre trabalhos como ilustrador, projectos de investigação da aplicação do desenho e escultura nas áreas dedicadas à identificação humana, e a docência no Programa de Mestrado em Ilustração do Instituto Superior de Educação e Ciências. Ana Pires Bela Fernandes Ana Fernandes Sara Simões Sara Simões Ana Fernandes Filipe Lopes A Ilustração Científica não é criada para acabar pendurada numa parede. Diz-se que Illustrators do it for reproduction. Isto realmente quer dizer que uma ilustração científica transmite uma mensagem, para isso foi criada, e será necessariamente reproduzida em algum suporte (papel, plástico, formato digital, etc.). Não é o original que conta, mas a imagem impressa e acessível a todos. As técnicas a cores mais utilizadas são a aguarela (normalmente trabalhada com pouca água), guache, acrílico, e lápis de cor. Verifica-se em geral pouca preocupação com a pureza de determinada técnica, sendo muitas vezes a complexidade dos organismos (sobretudo ao nível das texturas) que conduz à tecnica mista, em que tudo vale desde que o resultado seja convincente. Aqui os computadores têm cada vez maior expressão ao traçar atalhos e multiplicar soluções. Quando apareceram as máquinas fotográficas pensou-se que a IC ia acabar. Pensou-se mal. A fotografia e a IC complementam-se, mas uma não substitui a outra. A fotografia regista a presença do modelo.
A ilustração interpreta, manipula a luz e dimensão, elimina sujidade e imperfeições, ajusta formas, revela o que existe debaixo da superfície, introduz graficamente um conceito teórico, incorpora numa imagem o factor tempo, estabelece posturas e composições, ou seja, ilumina mais que o visivel. Cria-se Ilustração Científica para um grande número de publicações, com diversas finalidades e para diferentes públicos; livros de texto, revistas especializadas, guias de campo, revistas de divulgação científica, edições de educação ambiental para parques, jardins e museus, etc. Diana Marques (...) Diana Marques iniciou a sua formação académica ao ingressar num curso de três anos de Introdução ao Desenho na Sociedade Nacional de Belas Artes em 1995. De seguida, licenciou-se em Biologia na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.
A junção destas duas áreas levou-a a adensar a sua área de formação, especializando-se em ilustração utilizando técnicas tradicionais a preto-e-branco e cor, incluindo grafite, pó-de-carvão, tinta-da-china, aguarela, acrílico, gouache e lápis-de-cor. Ilustração digital 2D e 3D, design gráfico (incluindo criação e manipulação de tipos de letras) animação e produção para internet em plataforma Mac e Windows usando Photoshop, Illustrator, Maya 3D, Fontographer, InDesign, Dreamweaver, HMTL, Drupal, Flash, ToonBoom, After Effects, Acrobat, PowerPoint, FileMakerPro. Referências Bibliográficas:

- Dicionário Enciclopédico, Koogan Larousse Seleções, Ed. Larousse, Brasil, 1978.
- Salgado, Pedro (2003). Ilustrações Científicas dos Alunos do I.A.O. - A Arte do Ofício. Instituto das Artes e Ofícios. Universidade Autónoma de Lisboa.
- Marques, Diana (2008). "A Look At Science Illustration in Brazil". Guild of Natural Science Illustrators Journal, Vol. 8, N.º 40.
- Bigio, Ana (2009). "Introdução à Ilustração Científica - Aprender a desenhar aprendendo a observar", in http://www.darwin2009.pt/img/upload/bigio.pdf

Referências Web:

- http://www.priberam.pt/dlpo/default.aspx?pal=herb%C3%A1rio.
- http://pt.wikipedia.org/wiki/Herb%C3%A1rio.
- http://www.dianamarques.com.
- http://www.filipefranco.com.
- http://cvc.instituto-camoes.pt/ciencia/e4.html.
- http://www.diariografico.com/htm/outrosautores/Salgado/Salgado02.htm
- http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=28848&op=all.
- http://www.universitas.pt/Cursos/Mestrados/Ilustra%C3%A7%C3%A3o/Docentes.aspx Pedro Salgado (1960) Desenhador Científico. Biólogo Mestre em Comunicação Científica (Ilustração), University of California, Santa Cruz, EUA. Licenciado em Biologia (Biologia Marinha), Universidade de Lisboa. Especialista em ilustração ictiológica (peixes), reconhecido como ilustrador científico de prestígio internacional. Responsável desde o iníco da década de 90, pela formação de uma nova geração de ilustradores científicos em Portugal.
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