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A 2ª Escola de Viena:

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by

Jailton Lima

on 7 July 2014

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Transcript of A 2ª Escola de Viena:

A 2ª Escola de Viena:
Schoenberg, Webern e Alban Berg

Contexto Histórico
Quem foi a Segunda Escola de Viena?
Quem eram seus integrantes?
Ideias contrarias as da segunda escola:

Crise do Sistema Tonal ou do Seu Utilizador?
Perguntas não respondidas:
Quem nomenclaturou-lá assim?
Cenário Mundial
-Crise social ideológica
-Guerras

A desintegração do sistema tonal:
-Os cromatismos, modulações e
acordes dissonantes;
-A música de Wagner;
A procura por novas perspectivas
-Debussy, Mahler e Strauss
-Politonalidade
A saída encontrada


-Atonalismo
-Dificuldade de composição de obras largas;
Serialismo
Vida e Obra de Schoenberg
Weber (1945) Seu filho

Alban Berg Schoemberg Esposa Wilhelmine Mörtl


O legado de Schoenberg
Influencia dos compositores da geração seguinte
Método que não caiu no gosto do público

Primeiro período (1896-1906)
Quarteto de Cordas, Nº1 https://www.youtube.com/watch?v=ThmzzeCUdtU
Segundo período (1906-1923)
Erwantung https://www.youtube.com/watch?v=qgPHMhS_bKg
Terceiro período (1923-1933)
Von heute auf morgen http://www.youtube.com/watch?v=yPv6YXzKbKw
Quarto período (1933-1951)
Sinfonia de Camera, Nº 1 https://www.youtube.com/watch?v=TPc76amFhiA


O legado de Schoenberg
Influencia dos compositores da geração seguinte
Método que não caiu no gosto do público

Conclusão

Curiosidades

Direito de resposta: algumas frases de Schoenberg

Qual eram pensamento da crítica, compositores e músicos contemporâneos e público em relação a música de Schoenberg?

Família

Schoenberg e seus alunos


Ele tinha triscaidecafobia, ou seja,
medo irracional do número 13

Ele gostava de desenhar, pintar, filosofar e escrever

Qual era o pensamento de Schoenberg em relação a música?

Períodos criativos a Obra de Schoenberg

Universidade de Los Angeles, California

Vida acadêmica nos EUA, últimos anos e morte

Leopold Godowsky, Albert Einstein und Arnold Schönberg em New York 1934

Alexander Von Zemlinsk

Primeiros anos de vida (família, primeiros estudos musicais)

Advento do Nazismo e vinda pros EUA (1933)

Gustav Mahler

Richard Strauss

Johannes Brahms

Contemporâneo de vários compositores

Primeiro período (1896-1906)
Quarteto de Cordas, Nº1
Segundo período (1906-1923)
Erwantung
Terceiro período (1923-1933)
Von heute auf morgen
Quarto período (1933-1951)
Sinfonia de Camera, Nº 1
Família
Vida e obra de
Alban Berg
Alban Berg (1885-1935)
- A múscia de berg segundo (J. jota moraes) é particulamente generosa no que se refere ao fornecimento de elementos que podem levar a sedução. Que não descarta o dado eufõnico do soar bem.
-A música de berg é, ao mesmo tempo especifica ( define os caracteres pelas suas posições, pela maneira com que cantam, até mesmo pelos sons orquestrais que seguem as suas passadas no caminhar) e geral( pela maneira com que universsaliza uma peça macabra de grotesca ironia projetandu-a numa vasta trágicomédia.
Principais obras
Berg e sua música
SUÍTE LIRICA(1925-1926);
A ária de concerto Der wein(o vinho) para piano e orquestra.
LULU

Wozzerk; concerto de violino;
Vida e obras de Webern
“ O caminho para a composição com doze sons”
(janeiro e março de 1932)

“O caminho para a nova música”
(fevereiro e abril de 1933)

Lógica- orgânica
Linguagem- natureza

Evolução musical

Conferências

Conteúdos poéticos dos textos literários
Opus – 31 Vocal – 17 /Instrumental - 14
-Sinfonia Opus 21(1928)
-O concerto para nove instrumentos Opus (1934):
-As variações para piano Opus 27 (1936).
-O quarteto de cordas Opus 28 (1937-1938)


Obras

Links ( obras)

Hoqueto Medieval- linha melódica pode repartir-se por vários instrumentos;

Uma ou duas notas sucessivas;

Técnica comparada a dos pontilhistas;

Stravinsky “ o citilar dos diamantes de Weber”

Instrumentação

Schoemberg
Alban Berg – Romântico
Anton Weber - Clássico

Cromatismo – Atonalidade – Serialismo
Contraponto imitativo
Processos com a inversão evitando, na maior
Parte dos casos, as repetições

Estilo

Anton [Friedrich Wilhelm Von] Weber
Viena (03-dez-1883)

Weber (19 Seu filho

Alban Berg e Webern
Webern e Schonenberg
Webern e Esposa
Opus-17
Opus-21
Formas de trabalhar com a série dodecafônica: Original, Retrógrada, inversão e inversão-retrógrada;
Regras: Não repete nenhuma nota dentro da série( Webern era o mais radical quanto as tais regras);
Regras: evitar qualquer coisa parecido com tríade( Alban Berg, quebrou algumas vezes essa regra);
A série poderia ser transposta pra qualquer outra nota diferente da original, dando assim 48 possibilidades a ser utilizada com a mesma série

Método Dodecafônico- método de compor com
doze sons que não se relacionam entre si-
Schoenberg

" Fiz uma descoberta que garantirá a supremacia da música alemã durante alguns anos"- Arnold Schoenberg

Atonalismo e Dodecafonismo
Considerações Finais


A segunda escola de Viena apresentou as possibilidades não tonais para a música.
O legado deixado por eles foi o sentimento de libertação do tonalismo que fez a música do século XX totalmente diferente da que a precedeu.
Ex: Música minimalista, concreta, eletrônica e eletroacústica.

Legado


-Considerado como um dos compositores mais importantes do séc. XX
-Credenciado para trazer os valores humanos para o sistema de 12 tons
-Manteve a tradição vinense em sua música -combinou idiomas românticos e expressionistas
A arte é um produto da natureza universal, sob a forma da natureza humana [...]
Agora, falando concretamente: o som é a expressão das leis da natureza na sua relação com o sentido da audição. Examinamos já o material musical e constatamos sua sujeição a leis. Minha intenção é a de que vocês pensem e observem as coisas segundo essa ótica particular. Como já disse, uma nota é um complexo formado por
um som fundamental e seus harmônicos. Houve então um processo gradual, no qual
a música explorou, um após outro, cada nível desse material composto. Esse foi o
caminho: Fez-se recurso primeiramente ao que estava mais próximo e após ao que
estava mais distante (WEBERN, 1984, p. 34-35, grifo nosso).
Nada, portanto, é mais falso que a opinião já antiga e que ainda hoje persiste:
“Deve-se compor como antes, sem tantas dissonâncias como agora!”, pois estamos diante de uma apropriação cada vez mais completa do que é dado pela natureza! A série dos harmônicos é praticamente infinita. Diferenciações sempre mais sutis são
possíveis, e, desse ponto de vista, não há nada que se possa opor à música de quartos de tom 5 e outras semelhantes. A única questão é se a época atual está madura para isso. Mas esse caminho é totalmente válido, está traçado pela natureza do som.
Deixemos claro, portanto: o que se ataca hoje é um dado da natureza, assim como
aquilo que se fazia antigamente (WEBERN, 1984, p. 35, grifo nosso).
Acrescentamos algo que, segundo sei foi expresso pela primeira vez por
Schoenberg: chamamos consonâncias a esses acordes simples; mas logo chegou-se à conclusão de que os harmônicos mais distantes, denominados então dissonâncias, podiam provocar sensações mais picantes. Precisamos entender bem queconsonância e dissonância não se diferenciam essencialmente: existe entre elas somente uma diferença de graus, não de essência. A dissonância é apenas uma etapa posterior na continuidade da série harmônica De toda maneira, aquele que aceita uma
diferença de essência entre consonância e dissonância está errado, pois os sons –como eles existem na natureza – contêm neles mesmos todo o universo das possibilidades sonoras, e assim se deu a evolução (WEBERN, 1984, p. 36-37, grifos
nossos).
Poder-se-ia dizer que, desde que se compõe música, a maioria dos grandes artistas se empenhou em tornar essa coerência cada vez mais clara. Tudo que ocorreu se fez
nessa direção, e acredito que na nossa época atingimos um novo grau de coerência, graças ao método de composição, tão polêmico, que Schoenberg chamou “composição com doze sons relacionados somente entre si” [...] A composição com
doze sons atingiu em coerência um grau de perfeição jamais verificado anteriormente. É claro que, quando existem relações e coerência em todos os níveis, a apreensibilidade está garantida (WEBERN, 1984, p. 43, grifos nossos).
Em um diálogo radiofônico realizado pela rádio austríaca, em 1930, ao tentar justificar o tipo de música composta pelos integrantes da Escola de Viena, Alban Berg (1999:51-63) desfila um grande número de exemplos musicais para mostrar que um certo atonalismo, uma assimetria fraseológica e uma escrita melódica ziguezagueante, não eram exclusividade da Escola de Viena, mas já estavam presentes em vários momentos de Mozart (Don Giovanni), Schubert (Winterreise) e Brahms (Opp. 49, 84 e 105). (NASCIMENTO, Guilherme, 2006, p.1, grifos nossos)
Quais eram os ideiais da Escola?
Repito: a escala diatônica não foi inventada, foi encontrada. Ela já existia, e sua dedução foi simples e clara: os harmônicos do “paralelogramo de forças” dos três sons vizinhos e aparentados fornecem as notas dessa escala. Assim, são justamente
os harmônicos mais importantes, aqueles que estão mais próximos do som de base,
que formam a escala diatônica; algo inteiramente natural, nada imaginário [...] A tríade, de cujo desaparecimento se faz tanto alarde, desempenhou um papel muito
importante na música até nossos dias. O que é a tríade? A formação compreendendo os dois primeiros harmônicos de nome diferente logo após o som fundamental. É portanto uma reconstrução desses harmônicos, uma imitação da natureza e das primeiras relações originalmente contidas na estrutura sonora (WEBERN, 1984, p.
35-36, grifos nossos)
Influencias pelo seu estilo

- Oliver Messiaen; Pierre Boulez; Kaarlhenzi Stocshausen e

- Igor Stravinsk:
Fadada ao fracasso tonal em um mundo surdo da ignorância e indiferença, ele inexoravelmente permaneceu lapidando seus diamantes, os seus diamantes deslumbrantes, cujas minas ele tinha um conhecimento perfeito.
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