Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

TCC

Prezi by Prezzip

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of TCC

Imersão de 9 CP's em solução de 5% de sulfato de sódio
Imersão
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 5737. Cimentos Portland resistentes a sulfatos, Rio de Janeiro, 1992

______. ABNT NBR 5739. Concreto – Ensaio de compressão de corpos-de-prova cilíndricos, Rio de Janeiro, 2007

______. ABNT NBR 6118. Projeto de estruturas de concreto – Procedimento, Rio de Janeiro, 2007.

______. ABNT NBR 12142. Concreto - Determinação da resistência à tração na flexão de corpos de prova prismáticos. Rio de Janeiro, 2010.

______. ABNT NBR 15575-1. Edificações Habitacionais – Desempenho. Parte 1: Requisitos gerais. Rio de Janeiro, 2013.

______. ABNT NBR 15823-1. Concreto auto-adensável. Parte 1: Classificação, controle e aceitação no estado fresco. Rio de Janeiro, 2010.

______. ABNT NBR 15823-2. Concreto auto-adensável. Parte 2: Determinação do espalhamento e do tempo de escoamento - Método do cone de Abrams. Rio de Janeiro, 2010.

______. ABNT NBR 15823-3. Concreto auto-adensável. Parte 3: Determinação da habilidade passante - Método do Anel-J. Rio de Janeiro, 2010.

______. ABNT NBR 15823-4. Concreto auto-adensável. Parte 4: Determinação da habilidade passante - Método da Caixa-L. Rio de Janeiro, 2010.

______. ABNT NBR 15823-5. Concreto auto-adensável. Parte 5: Determinação da viscosidade - Método do Funil-V. Rio de Janeiro, 2010.

______. ABNT NBR 15823-6. Concreto auto-adensável. Parte 6: Determinação da resistência à segregação - Método da coluna de segregação. Rio de Janeiro, 2010.

______. ABNT NBR 15900-1. Água para amassamento do concreto - requisitos. Rio de Janeiro, 2009.

GEYER, A. L. B.; SÁ, R. R. De. Concreto Auto-adensável: Uma tecnologia a disposição da construção civil de Goiânia. Informativo técnico. Ano 1, n. 1 de abril de 2005. Disponível em: http://www.realmixconcreto.com.br/downloads/informativo_realmix.pdf>. Acesso em: em 12 de julho de 2010.

GOMES, P. C. C e BARROS, A. R. de. Métodos de dosagem de concreto autoadensável. São Paulo: Ed. Pini, 2009, 165p.

HELENE, P.; DE MEDEIROS, M. H. F.; ANDRADE, J. J. O. Durabilidade e Vida Útil das Estruturas de Concreto. In: Congresso Brasileiro do Concreto, 53, 2011, Florianópolis. Anais. São Paulo: IBRACON, 2011. Disponível em: < http://www.fau.usp.br/cursos/graduacao/arq_urbanismo/disciplinas/aut0139/Textos_Tecnicos/Durabilidade_e_Vida_Util_das_Estruturas.pdf >. Acesso em; 18 dez. 2013.

MEHTA, P. K.; MONTEIRO, P. J. M. Concreto: Microestrutura, Propriedades e Materiais. 3. ed. São Paulo: IBRACON, 2008.

NAGANO, M. F . Dosagem do Concreto autoadensável utilizando a cinza do bagaço da cana-de-açúcar. Dissertação de Mestrado. PEU/Universidade Estadual de Maringá, Maringá, 2014.

NEVILLE, A. M. Propriedades do concreto. 2. Ed. São Paulo: Ed. Pini, 1997. 738p.

SOUZA, V.C.; RIPPER, T. Patologia, recuperação e reforço de estruturas de concreto. São Paulo: PINI, 1998.

TOKUDOME, S. Contribuição para o desenvolvimento de concreto auto-adensável. 2006. 118 p. Dissertação de mestrado. Pós-graduação da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo. Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2006.

TUTIKIAN, B. F. Método para dosagem de concreto auto-adensável. 2004, 149 p. Dissertação de mestrado. Pós-graduação em engenharia civil. Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2004.



Revisão
Bibliográfica

Materiais
e
Métodos

Sulfatos
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ
CENTRO DE TECNOLOGIA
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL
AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA AO ATAQUE DE SULFATOS EM CONCRETO AUTOADENSÁVEL CONTENDO CINZA DO BAGAÇO DA CANA-DE-AÇÚCAR
Acadêmico: Otávio Tadashi Quadros Watanabe
Orientador: Prof. Dr. Romel Dias Vanderlei
Maringá, 19 de maio de 2014.
Resultados
e
Discussão
Conclusão
Estrutura
Resistência à Compressão
Moldagem de 12 CP's cilíndricos (10x20cm)
Moldagem
Permanência em câmara úmida por 28 dias
Cura
Rompimento de 3 CP's aos 28 dias de idade
Rompimento
Imersão de 9 CP's em solução de 5% de sulfato de sódio
Imersão
Rompimento de 9 CP's, em trios, aos 56, 84 e 112 dias de idade
Rompimento
Resistência à Tração na Flexão
Moldagem
Moldagem de 9 CP's prismáticos (4x4x16cm)
Permanência em câmara úmida por 28 dias
Cura
Rompimento de 9 CP's, em trios, aos 56, 84 112 dias de idade
Rompimento
Material fluido
, capaz de moldar-se no interior de suas fôrmas pelo seu peso próprio quando se encontra no estado fresco,
não necessitando de vibração
. Com isso são permitidas às peças
maior liberdade de aplicação em espaços físicos curvilíneos
e complexos, bem como em espaços com
alta densidade de armaduras
. Dentre as suas características desejáveis destacam-se a
fluidez
, a
coesão
entre suas partículas, a
moderada viscosidade
e os
controles da segregação e da exsudação
.
Redução de custo na aplicação;
Maior rapidez na execução da obra;
Diminuição de ruídos;
Economia de energia elétrica;
Eliminação da vibração;
Utilização de finos.
CBC
Destinação de resíduos e redução de custos.
Difícil obtenção devido a necessidade do emprego de mão de obra especializada em sua confecção;
Acompanhamento integral maior do que o convencional em todas as suas fases;
Controle da segregação.
Concreto Autoadensável (CAA)
Durabilidade
a
A
durabilidade
de uma estrutura consiste na sua capacidade de resistir às influências ambientais previstas e definidas em conjunto pelo autor do projeto estrutural e o contratante, no início dos trabalhos de elaboração do projeto.

A
vida útil
é caracterizada como o período de tempo compreendido entre o início de operação ou uso de um produto e o momento em que seu desempenho deixa de atender às exigências do usuário pré-estabelecidas.

(ABNT NBR 6118:2007)
(ABNT NBR 15575:2013)
Deterioração das Estruturas de Concreto
Concepção
(Projeto)
Execução
(Construção)
Utilização
(Manutenção)
Características
dos Materiais
Características
do Concreto
Meio
Ambiente
Encontrados no solo, nas águas naturais (do mar, da chuva e de lençóis freáticos), nas águas agrícolas, nos efluentes industriais e sanitários. Também estão presentes internamente ao concreto, ou seja, podem ser encontrados na água de amassamento, nos agregados, nos aditivos e nas adições.
A intensidade do ataque depende do íon cátion (íon positivo) que está ligado ao radical sulfato, de modo que a ordem crescente de agressividade é: sulfato de cálcio, sulfato de sódio, sulfato de magnésio e sulfato de amônia.
Passo 2
Difusão da solução agressiva de sulfato de sódio para o interior do material cimentício.
Passo 1
Formação da etringita e da gipsita nos vazios da pasta de cimento, não gerando tensões internas.
Passo 2
Passo 3
Preenchimento dos vazios da pasta pelos compostos expansivos, esgotando a capacidade de acomodação da estrutura da pasta de cimento. Inicia-se a geração de tensões internas no material, que são suportadas pela região inalterada da pasta de cimento.
Início do processo de fissuração, pois a região inalterada quimicamente não suporta mais as tensões de tração geradas pelos compostos expansivos.
Passo 4
Formação da gipsita e da etringita na região fissurada, que tende a expandir mais, gerando a desintegração da peça.
Passo 5
Silicato dicálcico
Silicato tricálcico hidratado + Portlandita
Aluminato tricálcico
Silicato dicálcico hidratado + Portlandita
Silicato tricálcico
Aluminato tricálcico hidratado
Ataque por Sulfato
de Sódio
Gipsita (gesso)
Etringita
Gipsita (gesso)
Hidratação
Reações envolvendo Sulfato de Sódio
Resultados
Resistência à compressão - a/c=0,60
Resistência à compressão - a/c=0,55
Resistência à compressão - a/c=0,50
Resistência à tração na flexão - a/c=0,60
Resistência à tração na flexão - a/c=0,55
Resistência à tração na flexão - a/c=0,50
Métodos
Materiais
CAA
Brita
basáltica
Areia
quartzoza
média
Água
Fíler
calcário
calcítico
Super-
plastificante
GLENIUM 51
Cimento
CPV-ARI-RS
CBC
Traços unitários ensaiados
Referências
Prevenção ao ataque de sulfatos
Uso de cimento resistente
a sulfatos
Evitar contato entre água
com sulfato e concreto
Concreto de baixa
permeabilidade
Aumentar consumo
de cimento
Incorporar aditivos
químicos
Conclusão
Resistência à Compressão
A presença de CBC em substituição à areia em 20% apresenta resultados mais positivos para maiores fatores a/c, ao passo que para fatores a/c baixos, a CBC não proporciona ganhos notáveis na resistência à compressão do CAA.

Tanto o CAA sem CBC quanto o CAA com CBC na sua composição, apresentaram um comportamento similar a um concreto convencional executado com cimento CPV-ARI RS, ou seja, os maiores ganhos de resistência se deram nas primeiras idades e, as maiores resistências ocorreram para os menores fatores a/c.

Resistência à Tração na Flexão
Os íons sulfatos quando em contato com as peças de CAA, tanto contendo CBC ou não, não acabaram agredindo-as ao se utilizar um cimento do tipo CPV-ARI RS. Assim, os vários traços de CAA executados no presente trabalho são altamente viáveis em ambientes com alta agressividade de sulfatos.
Todos estes sulfatos acabam sendo danosos ao cimento Portland em virtude de reagirem e provocarem a decomposição química de dois componentes da pasta de cimento hidratado: hidróxido de cálcio e aluminato tricálcico.
Full transcript