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Bioética e o Uso de Drogas Ílicitas no Tratamento Médico

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Bianca Alves

on 6 November 2016

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Bioética e o Uso de Drogas Ilícitas no Tratamento Médico
Introdução
As drogas ilícitas são substâncias proibidas de serem produzidas, comercializadas e consumidas.
Em alguns casos, essas drogas são utilizadas como um medicamento terapêutico.
O objetivo é analisar todas as drogas ilícitas no tratamento médicojunto com a bioética.
Profª Maria Isabel Strong
Centro Universitário São Camilo
Bioética e o uso de drogas ilícitas no tratamento médico
Bianca Alves Lourenço SPGR006253
Carolina Martins Cafarella SPGR005490
Débora Belisário Mendes Oliveira Leite SPGR004810
Gabriely Cristina Alves Lima SPGR006404
Giovanna Ribeiro de Souza SPGR006313


Em 2000, um grupo de pesquisadores da Universidade de Oxford (Inglaterra) testou os efeitos da maconha (mais precisamente do THC, seu componente psicoativo) em voluntários e concluiu que a substância pode ajudar, mas isso depende de como organismo da pessoa irá reagir.
No estudo, 12 voluntários foram testados com combinações de quatro substâncias diferentes, e monitorados via ressonância magnética:
Um tablete de 15 mg de THC;
um placebo;
um creme de 1% de capsaicina, que causa dor e sensação de queimadura;
e um creme sem efeito;
Embora o efeito seja significativo, houve uma grande variação de resposta entre os voluntários: dos 12, apenas seis relataram ter ficado consideravelmente menos incomodados com a dor – diferença analisada também por meio de ressonância magnética.


“Pedimos aos participantes que contassem a intensidade e o desagrado da dor: quanto queimava e quanto os incomodava”, explica o médico Michael Lee.
“Nós descobrimos que, com o THC, em geral as pessoas não relataram qualquer mudança na sensação de queimadura, mas a dor as incomodou menos”.
Curso de Biomedicina
Metodologia
A pesquisa corresponde a uma revisão bibliográfica narrativa com o intuito de relatar sobre o uso de drogas ilícitas em tratamentos médicos junto com a bioética como princípios para análise.
Foi utilizado as bases de dados Scielo, Portal Regional da BVS e Google Acadêmico.
Com as palavras-chaves "Drogas ilícitas" e "Tratamentos médicos".
Breve histórico da Bioética
A Bioética é uma ética aplicada que visa analisar e resolver conflitos e controvérsias morais implicados pelas práticas no âmbito das ciências.

O neologismo da palavra bioética foi criado por Potter em 1970.

Fundamentação teórica
O paradigma da bioética se dá sobre a maneira de como as pessoas se comportam numa determinada sociedade.

Os princípios são:
A
autonomia
dos indivíduos, onde são capazes de deliberarem as suas próprias escolhas;
Beneficiência
, é a obrigação ética de fazer o bem;
Não-maleficiência
estabele o menor pejuízo do paciente, ou seja, é não fazer o mal intencionlmente;
Equidade
para que todos sejam tratados de forma correta e justa.
Conceituação do Tema
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), essas drogas, são qualquer substâncias não produzidas pelo prórpio organismo e que atua sobre o sistema, dando alterações em seu funcionamento.
No Brasil, são classificados como drogas ilícitas mais de 21 substâncias. Entre elas estão a maconha,
LSD
, cogumelos alucinógenos, cocaína,
ecstasy
, ketamina, inalantes, heroína, morfina, s
kank
, anfetaminas, clorofórmio, ópio e outras.
Desenvolvimento do Tema
Desenvolvimento do Tema
Além dessas drogas causarem algumas alucinações, elas possuem divergências, ou seja, podem ser utilizadas como um medicamento terapêutico.

Elas devem ser utilizadas com dosagens moderadas, pois podem ser prejudiciais a saúde ou até mesmo causar dependência, e sempre monitoradas por um profissional, podendo assim, alivar a dor do paciente. Além disso, deve ser liberado pela Anvisa o uso dessas drogas.
Cannabis
Possui efeitos psicoativos e uma importância nutricional, medicinal e industrial. Por esse motivo, ela pode ser utilizada como medicamento no tratamento de câncer (alivia a dor), AIDS, ansiedade, glaucoma, dores crônicas, epilepsia e esclerose múltipla, desse modo, aliviam a dor sem efeitos psicóticos.
Antigamente, era usada na China como anestésico, analgésico, antidepressivo, antibiótico e sedativo.
No Brasil precisa-se da autorização judicial.

LSD
LSD é uma abreviação para dietilamina do ácido lisérgico. É uma droga alucinógena sintética. Com pequenas doses, já apresentam alterações mentais, provocando alucinações e sérias distorções no funcionamento cerebral.
No Brasil, o Ministério da Saúde não reconhece o seu uso médico.
Estudos dos anos 50, mostraram que ela é eficiente no tratamento contra o alcoolismo e alivia dores.

Cogumelos Alucinógenos
Há quatro gêneros, sendo:
Psilocibe
,
Panaeolus
,
Capelandia
e
Amanita
. São coloridos e possuem os efeitos do LSD, porém mais suave e com menor duração.
Podem tratar de enxaquecas.

Ecstasy
É uma droga sintética, o seu princípio ativo é uma substância chamada de
metilenodioximetanfetamina
(MDMA).
O componente deixa os usuários muito animado, e podem se tratar em relação a distúrbios de ansiedade, sintomas de mal de Parkinson e vítimas de estresse pós-traumático.

Cocaína
É a extração de algumas substâncias da folha de coca, com a utilização de produtos químicos. Da pasta base da cocaína, são produzidas a
merla
e o
crack
.
Era considerada um remédio milagroso, podendo curar alcoolismo e febre. É utilizada como anestésico pra cirurgia nos olhos, no nariz e na garganta e, até mesmo, nas dores cabeças severas.

Heroína e Morfina
Na década de 20, foi constatado que a heroína causa dependência química e psíquica.
Trata de dores extremas, como pacientes com câncer nos ossos. A literatura a indica como um analgésico mais seguro do que os ópios.
Antigamente, os farmacêuticos obtiveram dessa planta, a morfina, que foi muito abundante na medicina como analgésico e anti-diarréica.
Ketamina
Descobriu-se em 1965 que essa droga era um anestésico útil,e suprime a respiraçao, porém em 1970, os pacientes relataram de suas visões indesejáveis.
Pode tratar e curar depressão, e é capaz de consertar conexões no cérebro que foram danificadas por estresse crônico.

Anfetamina
São drogas sintéticas que estimulam o SNC, provocando aumento da capacidade física e psíquica. Os efeitos são: dilatação da pupila, aumento da pressão sanguínea, aumento do número do batimento cardíaco.
Na Alemanha, foi utilizada para aliviar a fadiga, alargar as passagens nasais e bronquiais e estimular o SNC.
São consumidas para tratar doenças, como a narcolepsia, e déficit de atenção, combate contra a obesidade e na recuperação de pacientes que sofreram um ataque cardíaco.
Legislação
O Código de Ética
Estudo de caso
Conclusão
Referências Bibliográficas
MOLECULAR PHARMACOLOGY. Biased Type 1 Cannabinoid Receptor Signaling Influences Neuronal Viability in a Cell Culture Model of Huntington Disease. MArço 2016. Disponível em: < http://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/mdl-26700564>. Acesso em: 8 out. 2016.

JOURNAL OF PHARMACOLOGY AND EXPERIMENTAL THERAPEUTICS. The Pharmacological Basis of Cannabis Therapy for Epilepsy. Abril 2016. Disponível em: <http://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/mdl-26787773>. Acesso em: 8 out. 2016.

LESSA, Marcos Adriano; CAVALCANTI, Ismar Lima; FIGUEIREDO, Nubia Verçosa. Derivados canabinóides e o tratamento farmacológico da dor. Janeiro-março 2016. Disponível em: <http://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/lil-776644>. Acesso em: 9 out. 2016.

BURGIERMAN, Denis Russo; NUNES, Alceu. A verdade sobre a maconha. Agosto 2002. Disponível em: <http://super.abril.com.br/ciencia/a-verdade-sobre-a-maconha>. Acesso em: 10 out. 20116.



MACHADO, Lívia. Maconha é alternativa no tratamento da dor: Elisaldo Carlini, especialista da Unifesp, defende a legalização da droga para uso em pacientes com doenças crônicas. Disponível em: <http://saude.ig.com.br/maconha-e-alternativa-no-tratamento-da-dor/n1237623624649.html>. Acesso em: 10 out. 2016.

PEREIRA, Luma Costa et al. Legalização de drogas sob a ótica da bioética da proteção. 25 de maio de 2013. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/bioet/v21n2/a21v21n2.pdf>. Acesso em: 13 out. 2016.

PRINCÍPIOS bioéticos: A Autonomia, Não-Maleficência, Beneficência, Justiça e Eqüidade. A Autonomia, Não-Maleficência, Beneficência, Justiça e Eqüidade. Disponível em: <http://www.bioetica.org.br/?siteAcao=Publicacoes&acao=detalhes_capitulos&cod_capitulo=53&cod_publicacao=6>. Acesso em: 14 out. 2016.

HECK, JosÉ N.. BIOÉTICA: CONTEXTO HISTÓRICO, DESAFIOS E RESPONSABILIDADE. Disponível em: <https://periodicos.ufsc.br/index.php/ethic/article/viewFile/16127/14665>. Acesso em: 14 out. 2016.

Referências Bibliográficas
Há um grande desafio dos governos e pesquisadores para encontrar o equilíbrio entre exercer um certo controle para a proteção da saúde pública e evitar as consequências negativas desse controle.
Todas as drogas ilícitas utilizadas nos tratamentos médicos, variam de um organismo para outro, ou seja, de como ela reage, podendo ser eficaz ou não.
Com a bioética, ela visa com a ciências da vida e a atenção à saúde, utilizando uma variedade de metodologias éticas, sendo entendida como uma reflexão crítica e normativa.

Segundo Fermin Roland Schramm e Marlene Braz (2006), a Bioética é uma ética aplicada que visa analisar os conflitos e controvérsias morais implicados pelas práticas no âmbito das Ciências da Vida e da Saúde do ponto de vista de um sistema de valores. Ela possui uma função normativa, protetora e descritiva.

A Bioética envolve os direitos e implicações legais para os humanos, principalmente na saúde humana.

É um documento com diversas diretrizes que orientam as pessoas quanto à sua postura e atitudes ideais.
De acordo com os Capítulos e Artigos, os profissionais devem respeitar as leis, guardar sigilo, não divulgar resultados, ser leal, ter cuidado com a própria reputação, cooperar com a proteção do meio ambiente e da saúde pública, entre outros.
Há pessoas que sentem dor constantemente e, em alguns casos, remédios, fisioterapias e atendimentos psicológicos não ajudam. O uso medicinal de certas drogas ilícitas, podem não curar totalmente o paciente, mas, pelo menos, aliviam a dor.
Sobre o estudo de caso, todos os pacientes sabiam do ocorrido, tendo a sua beneficiência, justiça e equidade.


Análise bioética do caso
FUMANDO maconha você combate a dor, mas não da maneira que se imagina. 2013. Disponível em: <http://hypescience.com/fumando-maconha-dor/>. Acesso em: 9 out. 2016.

G1, Globo.com/Fantástico. Pais lutam na Justiça por liberação de remédio derivado da maconha. 30 de março de 2014. Disponível em: <http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2014/03/pais-lutam-na-justica-por-liberacao-de-remedio-derivado-da-maconha.html>. Acesso em: 7 out. 2016.

JOURNAL OF THE MEDICAL ASSOCIATION OF THAILAND (Thailand). Prophylactic Low-Dose Ketamine to Prevent Post Anesthetic Shivering in Orthopedic Surgery: A Randomized-Controlled Study. Abril 2016. Disponível em: <http://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/mdl-27396224>. Acesso em: 8 out. 2016

SCOZ, Mariana. O uso da maconha para tratar doenças: Em 19 estados norte-americanos o uso da droga é permitido no tratamento de câncer e esclerose múltipla. 18 de novembro de 2012. Disponível em: <http://www.gazetadopovo.com.br/saude/o-uso-da-maconha-para-tratar-doencas-2ff7fpwkaie6s7ddz8zpmqkb2>. Acesso em: 12 out. 2016.
Referências Bibliográficas
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