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Efeitos do Exercício Físico sobre o Sistema Muscular

Seminário referente à Disciplina Bioquímica 2, Biomedicina - UFPE
by

Rafael Alves

on 10 October 2012

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Transcript of Efeitos do Exercício Físico sobre o Sistema Muscular

Efeitos do Exercício Físico sobre o Tecido Muscular Obrigado! Grupo:
Adson Belém
Ana Carolina Manrique
Gracyelle Santos
Jeann Fabiann
Mariana Almeida
Nathália Lima
Rafael Victor
Thuanny Marynna Tecido Muscular Tecido Muscular Liso Ação Motora e Contração Muscular Base Neuro-Anátomo-fisiológica da Ação Motora
Uma breve revisão Regulação da função motora Tecido Muscular Liso Liso Visceral Tecido Muscular Estriado Estriado Esquelético
Estriado Cardíaco Apresentam fibras fusiformes
Apenas um núcleo
Contração lenta e involúntaria
Encontrado nas Vísceras
Não apresentam estrias tranversais Visceral Tecido Muscular Estriado Esquelético Fibras multinucleadas
Contração voluntária e rápida
Responsável pela sutentação e locomoção do esqueleto
Apresenta estriações transversais Tecido Muscular Estriado Cardíaco Contração involuntária e rápida
Células alongadas e ramificadas que se unem as células vizinhas formando uma rede.
Apresentam estrias tranversais Estrutura da Musculatura Esquelética Tipos de Fibras Tipo I São células vermelhas e de ação lenta
Possuem numerosas mitocôndrias, a maior parte delas localizada próximo à periferia da fibra e aos capilares sanguíneos, os quais fornecem um amplo suprimento de oxigênio e nutrientes.
Possuem alta capacidade para o metabolismo oxidativo, resistem à fadiga e são especializadas no desempenho de ações intensas e repetidas por períodos prolongados. “Corredores de fundo ou de longa distância. Tipo II: IIa e IIb São pálidas e de ação rápida, portanto, seu tempo de relaxamento e contração é relativamente rápido e, conseqüentemente, as fibras de tipo II possuem saída máxima de energia cerca de três vezes maior que a das fibras de tipo 1 tipo II a possuem pouca mitocôndria e pequeno suprimento capilar,
tipo II b com alta capacidade para a produção rápida de ATP O Sarcômero Miofilamentos ACETILCOLINA Éster de Ácido acético e Colina
Ação no SNC e SNP
Colina Acetiltransferase X Acetilcolinesterase Ação Mediada por Receptores Colinérgicos:
Receptores Muscarínicos: Gânglios (SNP), Coração, M. Liso, Cerébro, Glândulas Exócrinas, etc.
Receptores Nicotínicos: JNM, SNC, Adrenais, Gânglios Autonômicos. Junção NeuroMuscular Mecanismo da Contração Muscular Extras Rigor Mortis
Toxina Botulínica
Fadiga Muscular Metabolismo Muscular Alto consumo de Oxigênio (50% em repouso e 90% em atividade)
Metabolismo prepoderante: Glicólise
Principais fontes de energia: Glicose, ácidos graxos e Corpos Cetônicos. Fontes Extra de Energia durante o Exercício Intenso Ciclo de Cori
Fosforilação da Creatina Atividade Física
X
Exercício Físico Exercícios Aeróbicos Usa Oxigênio
Quebra ATP -> Glicose -> Ácido pirúvico -> Célula muscular -> Acetil CoA + O2 = ATP
“Queima” Gordura
Benefícios do exercício aeróbico Exercícios Anaeróbicos Creatina fosfatada -> ATP -> Estoque curto - > Glicose anaeróbia -> Acido láctico.
Suplemento Creatina -> Recuperação mais rápida -> Minimiza quantidade de ácido láctico produzido -> Exercitar mais tempo e mais intensamente.
Muita intensidade e curta duração
Tipo: Lento com carga ou sem carga e de velocidade Alongamento Promove o estiramento das fibras -> Aumenta a flexibilidade Prescrição do Exercício Físico 1.Principio da sobrecarga
2.Principio da especificidade
3.Principio da individualidade
4.Principio da reversibilidade
Avaliação física Exercício e Obesidade devida ao baixo gasto energético que ao alto consumo de comida
forte associação entre obesidade e inatividade física
Para o tratamento é necessário que o gasto energético seja maior que o consumo energético diário.
inclusão do exercício resistido Exercício e Resistência à Insulina menores níveis de insulina e maior sensibilidade à insulina em atletas
uma única sessão de exercício físico aumenta a disposição de glicose
há situações em que o exercício agudo pode até piorar a sensibilidade à insulina
o efeito do exercício sobre a sensibilidade à insulina é meramente agudo
demonstrado tanto com o exercício aeróbio como com exercício resistido Exercício e Diabetes Tipo 2 A prática regular de atividade física é eficaz para a prevenção e controle do diabetes do tipo 2
importante ferramenta no tratamento de indivíduos com diabetes
durante o envelhecimento há diminuição da força e massa muscular, a qual afeta o metabolismo energético Exercício Físico e Hipertensão Arterial prevene o aumento da pressão arterial associado à idade
Reduz, em média, 3,8mmHg e 2,6mmHg a pressão sistólica e diastólica, respectivamente
Indivíduos hipertensos têm sido tradicionalmente desencorajados a praticar exercício Exercício e Dislipdemia Estudos de intervenção demonstram que perfis desfavoráveis de lipídios e lipoproteínas melhoram com o treinamento físico
É provável que o exercício seja eficiente na melhora de indivíduos com síndrome metabólica. Ciclo de Krebs Como Fator Limitante na Utilização de Ácidos Graxos Durante o Exercício Aeróbico CURI et al.,2003 Mobilização e captação dos ácidos graxos nos músculos esqueléticos. Fontes de AG TG do Tecido Adiposo
TG de Quilomícrons e VLDL
TG do Tec. Muscular (até 400g) Sugestão do Transportador Saturável:
Captação de AGL por músculos esqueléticos só pode ser otimizada até certo ponto.
Vantagem da utilização do TGIM:
Sua oxidação é mais rapidamente disparada. Porque?
Introduzindo VO2máx. Metabolismo dos Triacilgliceróis Intramusculares (TGIM) TGIM: Reserva mais importante de AG não plasmátco disponível para oxidação durante exercício moderado/prolongado
Diferentes concentrações conforme o tipo de fibra muscular. Adrenalina Enzimas:
Lipase lipoproteica(LLP)
Lipase hormônio sensível(LHS) Oxidação dos Ácidos Graxos no Músculo Esquelético A maior disponibilidade de AG circulantes aumenta proporcionalmente sua captação e utilização pelos músculos esqueléticos (esforço leve ou moderado)
Mobilização de AG diminuída: LACTATO

Exercício Físico Moderado(25%-60% Vomax)/Repouso. 5-10x oxidação de ácidos graxos
2-3x lipólise
Alterações do fluxo sanguíneo 2x tec. Adiposo.
10x músculo esquelético Exercício Prolongado intensidade 70%VO2máx
40-50% da energia suprida por AG
>Substrato mais utilizado a partir de 40-50min e até várias horas.
>A intensidade é um fator determinante na mobilização e utilização do glicogênio/glicose e TG/AG.

Período de Recuperação? Manipulação Dietética *Quando comparadas a dietas balanceadas ou ricas em carboidratos. Suplementação de L-carnitina após depleção prévia de glicogênio: Agentes lipolíticos utilizados por atletas:
Clembuterol
Fenoterol
Salbutanol
Salmeterol
Dobutamina Atuam via Receptor Beta-adrenérgico Cafeína Metil-Xantina Oferta abundante de Glicose Regulação Oxidação de àc. Graxos apresenta intima relação com a oferta e metabolização da glicose;
glicose = malonil CoA = CPT-I
glicose = esqueletos carbônicos Lesões Musculares Alterações na Ultraestrutura Resposta Inflamatória Rabdomiólise Aumento da Mioglobina Plasmática Insuficiência Renal Aguda Fatores desencadeantes da Lesão Muscular >Alterações Primárias
Fatores metabólicos
Alterações na microcirculação
Estresse mecânico >Alterações Secundárias
Cálcio Ca intracelular rigidez transitória e dificuldade de movimento


Redução da capacidade de regeneração do ATP Filamentos Grossos: Miosina duas cadeias pesadas e e quatro cadeias leves.

As cadeias pesadas formam uma dupla hélice em que se apresentam enroladas.

E as leves ajudam a controlar a função das cabeças durante o processo de contração. Os Filamentos Finos Actina, Troponina e Tropomiosina Actina :
Molécula proteica contituída por uma dupla fita de actina F enrolada em hélice.
Cada hélice de actina F é composta de moléculas polimerizadas de actina G
A cada molécula de actina G encontra-se fixa uma molécula de ADP , sendo os locais ativos. Troponina Tropomiosina Fracamente ligada a uma de actina F.
Estas moléculas correm ao longo dos dois sulcos da dupla hélice de actina
Assim, no estado de repouso, encobre os locais activos da actina
Impede a interacção actomiosínica e consequentemente ,também a contração Três moléculas proteicas globulares:
Troponina I: afinidade pela actina
Troponina T: afinidade pela tropomiosina
Troponina C: afinidade pelos íons cálcio Glicogênio Lesão
Reação Inflamatória
Diminuição dos níveis de Glicogênio muscular Enzimas Musculares Creatino-quinase Desidrogenase lática Magnésio Interfere nos fenômenos de excitação-contração muscular, pois o transporte de cálcio do retículo sarcoplasmático depende de Mg. Radicais Livres Consumo de O2 Radicais Livres e outras substancias oxidantes Fisiologia dos Radicais Livres o Aumento do consumo de O2 Aumento da utilização mitocondrial
o Diminuição dos níveis de NADH e NADPH Antioxidantes o Atenuam reações produtoras de Radicais Livres
o Vitamina A(beta-caroteno), E(Tecoferol) e C (ácido ascórbico) +zinco funcionam como antioxidante
o Fase de Intervalo: Proteção das membranas plasmáticas pela vitamina A e E
o Vitamina C Previne ação dos radicais hidrofílicos e a vitamina E contra os radicais Lipofílicos
o Superóxido desmutase (superóxido O + H2O2)
o Catalase (H2O2 O +H2O) Efeitos dos Exercícios Sobre os Radicais Livres o Aumentam a produção de Glutation-Peroxidase, Superóxido desmutase e Catalase.
o Aumento plasmático de Tecoferol, ácido úrico e ácido ascórbico
o O exercício aumenta os radicais livres ,mas também os antioxidantes
o Exercícios moderados são necessários para mantes o sistema antioxidantes O aumento da sobrecarga imposta ao aparelho locomotor induz ao dano muscular e a dor resultante. Dependem: do tipo de contração
do tipo de exercício
da velocidade do movimento
do tempo de intervalo entre as séries
da treinabilidade do indivíduo Dano Muscular - se dá principalmente pela ruptura, alargamento ou prolongamento da linha Z. Mas ocorre também em outros componentes celulares. para detectar o dano muscular mediu-se as concentrações de creatina quinase, lactato desidrogenase, fragmentos da cadeia pesada de miosina, troponina-I e mioglobina. com o dano, há o recrutamento de neutrófilos e macrófagos com o objetivo de regeneração do tecido danificado. Artigo de revisão – Foschini et al. 2006 Dor Muscular de Início Tardio Músculo em Repouso: Ác. Graxos do Tec. Adiposo Corpos Cetônicos do Fígado. (Ciclo de Krebs, Fosforilação Oxidativa)
Músculo Ativo: +Glicose Sanguínea (Glicólise - Piruvato - AcetilCoA, Ciclo de Krebs, Fosforilação Oxidativa)
Músculo Muito Ativo: Fermentação do Glicogênio Muscular a Lactato Regulação da hidrólise parece estar, em grande parte, sujeita à estimulação B-adrenérgica
Estudo com B-bloqueadores não seletivos e B-bloqueadores seletivos Relação entre o Exercício Físico, Dano Muscular e Dor Muscular de Início Tardio
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