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Processo de Bolonha - Fórum AAC 2013

Pedagogia - Área Política da DG/AAC
by

Leticia Gomes

on 29 May 2013

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Transcript of Processo de Bolonha - Fórum AAC 2013

Comunicados, desde 1999 Objetivo 47 países ECTS, learning outcomes and
student centred learning Enriquecimento da bagagem cultural e profissional que fomentam o entendimento e a tolerância.
Soft skills.
Aumentar as perspetivas de emprego que são atualmente limitadas, e o mercado de trabalho exige cada vez mais flexibilidade e capacidade de adaptação à mudança. Suplemento ao Diploma É um documento complementar ao diploma, que: «O Espaço Europeu do Ensino Superior alcançou progressos claros na aproximação dos sistemas dos diferentes países. Mas é preciso fazer mais: o ensino superior deve estar no centro de todos os nossos esforços para superar a crise, na medida em que oferece melhores oportunidades aos nossos jovens» Bolonha Deve ser possível para qualquer estudante de qualquer IES iniciar a sua formação académica, continuar os estudos e finalizá-la obtendo um diploma europeu reconhecido em qualquer IES de qualquer estado membro Como atingir o objetivo? As IES devem ser dotadas de organização estrutural de base idêntica As IES devem oferecer cursos e especializações semelhantes em termos de conteúdo e duração As IES devem conferir diplomas de valor reconhecidamente equivalente tanto académica como profissionalmente Mitos: Antes pelo contrário:

significa reorganizar o processo formativo em torno de novos valores - as competências e não só os conteúdos, as aprendizagens e não simplesmente o ensino, a participação e o envolvimento de todos os agentes implicados e não apenas a participação de professores nas aulas e de estudantes no estudo e nos exames. Bolonha não significa retirar um ou dois anos às nossas licenciaturas, nem significa transformar bacharelatos em licenciaturas ou licenciaturas em mestrados! Comunicado de Praga 2001 2005 Comunicado de Berlim Comunicado de Bergen 2003 Comunicado de Londres 2007 Comunicado de Leuven 2009 Comunicado de Bucareste 2012 Lifelong learning;
Maior envolvimento dos estudantes na gestão das IES;
Promoção do caráter atrativo do EEES entre os estudantes da Europa e do mundo. Primeira ligação feita entre Ensino Superior e Investigação, à Luz de Bolonha - EEES e EEI são tidos como "Os pilares da Sociedade do Conhecimento"
Inclusão do 3º Ciclo de Estudos no processo de Bolonha;
Necessidade de monitorização do processo de Bolonha - criação do Bolonha Folow-Up Group Adotadas a Standard and Guidelines for Quality Assurance;
De forma clara é dito que o financiamento deve ser garantido às IES e que a sua autonomia tem de ser preservada no que diz respeito às necessárias alterações curriculares. Estabelecer condições que favorecem a aprendizagem centrada no estudante;
Permitir EQAR (European Quality Assurance Register) registar agências de garantia e qualidade para exercer as suas atividades em todo o EEES;
Trabalhar para aumentar a empregabilidade, a aprendizagem ao longo da vida, fomentando a cooperação entre os empregadores e as IES;
Certificar-se que quadros de qualificações, ECTS e implementação ao Suplemento ao Diploma são baseados em resultados de aprendizagem;
Uma importância acrescida à análise das legislações e o modo como estas foram implementadas. The European Credit Transfer and Accumulation System ECTS Objetivo - o trabalho dos alunos ser comparável em diferentes países e sistemas de ensino um ano letivo: 60ECTS - 30ECTS por semestre os créditos devem ser distribuidos pelos diferentes módulos de ensino de forma proporcional ao trabalho exigido ao aluno. 1 ECTS - 27 horas de trabalho total Learning outcomes Competências a adquirir. Aquilo que o aluno deve conhecer, comprender e ser capaz de demonstrar no final de um período de aprendizagem Adotado em Bolonha para aumentar a competitividade, a transparência, o reconhecimento e a mobilidade do Ensino Europeu. Student Centred Learning Aprendizagem centrada no estudante Passagem de um ensino baseado na transmissão de conhecimentos para um ensino em que o estudante tem um papel central;
Importa a aquisição de competências e de conhecimentos de uma forma mais ativa;
As aulas expositivas são substituidas por aulas em que o estudante é um agente ativo que molda o processo de aprendizagem. Isto é: Menos tempo de contacto (aulas, seminários, etc)
Maior liberdade para se construir o currículo
Fomentar a multidisciplinaridade
Enfoque no “learn no learn”
Aquisição de ferramentas técnicas e científicas mais do que saber “bibliotecário”
Problem-based learning
Maior autonomia
Maior responsabilidade dos estudantes
Maior exigência Problemas: Massificação do Ensino Superior;
Insuficiente financiamento;
Corpo docente sem preparação pedagógica;
Falta de meios humanos e técnicos;
Pouco ritmo de trabalho dos estudantes;
Má preparação de base à chegada ao Ensino Superior;
Pouca coordenação entre os graus de ensino; Mobilidade "ERASMUS sums up so much about what the European Union can achieve. A good dose of vision, a willingness to cooperate and the personal commitment of individuals. Erasmus has all the elements, which best guarantee success in Europe." (Durão Barroso, 2007) Maiores obstáculos:

Falta de transparência e compatibilidade entre os sistemas de ensino superior;
Problemas financeiros e técnicos (falta de bolsas de estudo e de empréstimos);
Acomodação insuficiente (infra estruturas inadequadas, etc.);
Problemas de linguagem comunicativa. Descreve o sistema de ensino superior português e o seu enquadramento no sistema educativo à data da obtenção do diploma;
Caracteriza a instituição que ministrou o ensino e que conferiu o diploma;
Caracteriza a formação realizada (grau, área, requisitos de acesso, duração normal, nível) e o seu objectivo;
Fornece informação detalhada sobre a formação realizada e os resultados obtidos. Garantia da Qualidade Um dos propósitos da Declaração de Bolonha foi o de fomentar a cooperação europeia na garantia da qualidade do ensino superior, com vista a desenvolver critérios e metodologias comparáveis. Avaliação Externa Sistemas Internos de Avaliação Situação do desenvolvimento do sistema de garantia de qualidade externa 2010/11 Nível de participação dos estudantes na garantia da qualidade, 2010/11 Nível de participação internacional na
garantia da qualidade externa Na UC Inquéritos SGQP Este modelo decorre de uma adaptação de outros modelos da qualidade previamente empregues com sucesso em contextos de ensino (Malcom Baldrige, EFQM, CAF, Modelo de Avaliação de Escolas do Ministério da Educação), e permite:

a) Representar a importância de boas práticas de planeamento, execução, monitorização e melhoria do funcionamento pedagógico;

b) Enquadrar adequadamente e evidenciar de forma integrada o papel desempenhado pelos diferentes indicadores, requisitos e atividades no âmbito do sistema de gestão;

c) Interligar práticas com a monitorização de indicadores e fazer leituras de forma flexível, mas consistente, em múltiplos níveis de análise (Universidade de Coimbra/ Unidade Orgânica/ Curso/ Unidade Curricular/ Docentes e Estudantes);

d)Evidenciar a importância dos mecanismos constantes de acompanhamento e monitorização enquanto motores da criação de uma verdadeira cultura de melhoria contínua da qualidade pedagógica. Este modelo assenta num desdobramento em cascata de sucessivos níveis de análise, intervenção, reflexão e verificação, de acordo com uma estrutura multi-escala, com diferentes graus de resolução. Garante-se, deste modo, uma coerência de intervenção, agregação e desagregação de informação, com responsabilidades de atuação e indicadores de acompanhamento claramente assumidos para cada um dos diferentes níveis considerados:
Nível 1 – Docentes e Estudantes
Nível 2 – Unidade Curricular
Nível 3 – Curso de Primeiro ou Segundo Ciclo
Nível 4 – Unidade Orgânica
Nível 5 – Órgãos de Governo da Universidade de Coimbra A3ES A definição e garantia dos padrões de qualidade do sistema;
A avaliação e acreditação de ciclos de estudos e instituições de ensino superior;
O aconselhamento do Estado em matéria de garantia da qualidade do ensino superior;
A realização de estudos e pareceres, quer por iniciativa própria, quer pela solicitação do Estado;
A participação no sistema europeu de resgisto da garantia da qualidade do ensino superior - EQAR - European quality assurance register; Desenvolver a avaliação da qualidade de desempenho das instituições de ensino superior e dos seus ciclos de estudos;
Concretizar os critérios de avaliação, de modo a obter a tradução dos seus resultados em apreciações qualitativas, bem como definir as consequências da avaliação efetuada para o funcionamento das instituições e dos seus ciclos de estudos;
Promover a acreditação de ciclos de estudos e instituições, tendo em vista a garantia de cumprimento dos requisitos legais do seu reconhecimento; Participação Estudantil Estudantes dos conselhos pedagógicos e associações de estudantes:

1. Inclusão nos grupos institucionais incumbidos do desenvolvimento da autoavaliação, seguindo critérios definidos pelas próprias IES;

2. Colaboração na redação do relatório de autoavaliação (com carácter mais ‘consultivo’ ou mais ‘efetivo’);

3. Estratégias institucionais de mobilização dos estudantes: mecanismos (simbólicos) de reconhecimento e recompensa (certificado); informação e consciencialização dos estudantes sobre a autoavaliação (discussões). Depois de recrutados, realização de todas as funções inerentes aos restantes membros das CAEs (exceto presidente e Secretário/a), ou seja:
Apreciações sobre os ciclos de estudo orientados pelo Guião de Avaliação Externa;

Preparação e realização da visita das CAEs às IES;

Contributo para a redação do relatório de avaliação externa; Questões Chave do Relatório de Avaliação/Acreditação de Ciclos de Estudos em Funcionamento Caracterização do Ciclo de Estudos (Estrutura Curricular e Plano de Estudos, Estágios e Períodos de Formação em Serviço);
Objetivo do Ciclo de Estudos;
A Organização Interna e Mecanismos de Garantia de Qualidade;
Os Recursos Materiais e Parcerias (desde nacionais a internacionais);
Pessoal Docente e não Docente;
Estudantes (foca além do próprio estudante, o ambiente de ensino/aprendizagem);
Os Processos (remete para os objetivos de ensino, estrutura, curricular, plano de estudos, a organização das unidades curriculares, metodologias de ensino/aprendizagem);
Os Resultados (desde resultados académicos, empregabilidade,…);
Análise SWOT do Ciclo de Estudos;
Propostas de Ações de Melhoria;
Propostas de reestruturação curricular; Qual a sua missão? A missão da A3ES consiste em garantir a qualidade do ensino superior em Portugal, através da avaliação e acreditação das instituições de ensino superior e dos seus ciclos de estudos, bem como no desempenho das funções inerentes à inserção de Portugal no sistema europeu de garantia da qualidade do ensino superior. Quais as suas funções? Objetivos:

Grupo de estudantes: Estudantes de todos os anos curriculares e ciclos de um mesmo curso, com ou sem ligações aos órgãos institucionais e às AE;

Abordam-se temas como: inserção no ciclo de estudos, processo de ensino/aprendizagem, funcionamento do ciclo de estudos, envolvimento nas estruturas pedagógicas, objetivos da avaliação e o relatório de autoavaliação;

Os estudantes dos órgãos institucionais e das associações académicas: questões políticas, relacionadas com o papel da avaliação, ou a participação dos estudantes na definição de estratégias institucionais de melhoria e garantia da qualidade dos ciclos de estudo; Estudantes nas CAE: O que fazem? Participação nas Reuniões com as CAEs: Participação na Autoavaliação Por norma a taxa de preenchimento dos Inquéritos Pedagógicos é bastante baixa:
Comissões de curso;
Estratégias para incentivar a realização dos inquéritos pedagógicos. O MODELO DE QUALIDADE PEDAGÓGICA Atenção: Promover a empregabilidade, fomentando os estágios profissionais incluídos nos programas de estudos e em contexto laboral;
Articular a educação, a investigação e a inovação;
Aumentar as oportunidades para a mobilidade e a sua qualidade
Garantir o financiamento – devem ser identificadas novas e diferentes soluções de financiamento para complementar o financiamento público Promoção da mobilidade dos estudantes e pessoal docente, assim como o desenvolvimento de medidas para avaliar esta mobilidade;
Avaliação da eficácia das estratégias nacionais sobre a dimensão social da educação;
Análise de formas para melhorar a empregabilidade relacionada com o sistema de três ciclos e aprendizagem ao longo da vida.
Melhoria da divulgação das informações sobre o EEES e o seu reconhecimento em todo o mundo. Portugal, neste caso encontra-se numa posição intermédia, não cumprindo ainda todos os requesitos da ESG. Comparando com grande parte da Europa, Portugal encontra-se notóriamente atrasado. Os estudantes não participam ou então participam num nivel inferior aos patamares europeus. Portugal apenas satisfaz dois dos quatro aspetos. com representação
estudantil Fórum AAC 2013: Processo de Bolonha Pedagogia - Área Politica da DG/AAC 06 abril 2013
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