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ERGONOMIA E ACESSIBILIDADE

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by

Gabrielle Prado Jorge

on 13 May 2015

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Transcript of ERGONOMIA E ACESSIBILIDADE

O que é
ergonomia
?

O que é
acessibilidade
?
Refere-se a um dos
temas mais atuais e importantes no setor da construção civil.
De modo geral,
trata-se de permitir às pessoas com deficiência, definitiva ou temporária, participarem de atividades que incluem o uso de edifícios, produtos, serviços e informação.

Atualmente estão
em andamento obras e serviços de adequação do espaço urbano e dos edifícios às necessidades de
inclusão
de toda população.
Construções adaptadas e equipadas para garantir
o máximo conforto e segurança aos usuários
da terceira idade, por exemplo, têm tido estudos recentes no Brasil, mas já permitem referências suficientes para a concepção de espaços adequados à dinâmica de vida doméstica de todos.
Pode-se dizer que a ergonomia surgiu
quando o homem começou a utilizar objetos que facilitavam a sua vida.
Na
produção artesanal

havia a preocupação de se adaptar os objetos artificiais e o meio ambiente natural ao homem.

No século XVIII na Revolução Industrial, as fábricas eram: - sujas, barulhentas, perigosas e escuras, com jornadas de trabalho de até 16 horas e regime de trabalho de semi-escravidão sem direito a férias
.

No
início do século XX,
surge nos Estados Unidos o
Movimento da Administração Científica,
que ficou conhecido como
Taylorismo.
Na Europa, principalmente na Alemanha, França e países escandinavos, por volta de 1900, começam a surgir
pesquisas na área de fisiologia do trabalho,
na tentativa de
transferir para o terreno prático os conhecimentos em fisiologia desenvolvidos em laboratórios.
Durante a

1ª Guerra Mundial
(1914 a 1917),
os fisiologistas e psicólogos foram chamados para colaborarem no esforço de aumentar a produção de armamentos.
Na
2ª Guerra Mundial
(1939-1945), foram utilizados conhecimentos científicos e tecnológicos disponíveis, para construir
instrumentos bélicos complexos como submarinos, tanques, aviões, entre outros.
O objetivo era adaptar os instrumentos bélicos às características e capacidades do operador,
melhorando o desempenho e reduzindo a fadiga e os acidentes.
Após a 2ª Grande Guerra, estes conhecimentos começam a ser aplicados na vida civil.
Porém os Estados Unidos, através do seu Departamento de Defesa, começou a apoiar pesquisas na área e só recentemente começou a ser aplicada, em maior grau, na indústria não-bélica.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
ERGONOMIA E ACESSIBILIDADE
1
5 / 12 / 2014 - Apresentação e Introdução a Ergonomia e Acessibilidade / Lançamento do trabalho referente à NBR 9050.

26 / 01 / 2015 - Módulo I: Conceituação de Ergonomia e Acessibilidade / Atividade I / Módulo II: História da Ergonomia e Acessibilidade/ Desenvolvimento do trabalho referente à NBR 9050.

02 / 02 / 2015 - Módulo III: Antropometria e Medidas Antropométricas / Módulo IV: Aplicação da ergonomia e acessibilidade em projetos / Módulo V: Acessibilidade e Arquitetura Inclusiva.

09 / 02 / 2015 - Lançamento e Desenvolvimento do trabalho referente à Análise Ergonômica e Acessibilidade.

16 / 02 / 2015 - Feriado.

23 / 02 / 2015 - Módulo VI: Ergodesign / Desenvolvimento do trabalho referente à Análise Ergonômica e Acessibilidade.

02 / 03 / 2015 - Prova.

09 / 03 / 2015 - Entrega dos trabalhos referentes à NBR 9050 e Análise Ergonômica e Acessibilidade.

16 / 03 / 2015 - Feed back das avaliações / Exame.

Derivado das palavras gregas
Ergon (trabalho)
e
nomos (regras).
Nos Estados Unidos, usa-se também, como sinônimo,
human factors (fatores humanos).
Para a
Sociedade de Pesquisa em Ergonomia
(Ergonomics Research Society, Inglaterra, 1949) Ergonomia
“é o estudo do relacionamento entre o homem e seu trabalho, equipamento e ambiente, e particularmente a aplicação dos conhecimentos de anatomia, fisiologia e psicologia na solução de problemas surgidos desse relacionamento”.
A
Associação Internacional de Ergonomia - IEA,
representa 40 diferentes países e defende que ergonomia (ou human factors) “. Segundo Itir
é uma disciplina científica que estuda interações dos homens com outros elementos do sistema, fazendo aplicações da teoria, princípios e métodos de projeto, com o objetivo de melhorar o bem-estar humano e o desempenho global do sistema.”
e
"é o estudo da adaptação do trabalho ao homem.”
Outras definições, considera que
Ergonomia é “o conjunto dos conhecimentos científicos relativos ao homem e necessários para a concepção de ferramentas, máquinas e dispositivos que possam ser utilizados com o máximo de conforto, de segurança e eficácia”.
Em 1983, Lomov e Venda, em função das várias denominações utilizadas, refletem sobre a finalidade deste campo de estudo,
"qualquer que seja o nome utilizado, o que se pretende é o estudo dos diferentes aspectos laborais com o propósito de otimizá-los”.

Em 1989, no Congresso Internacional de Ergonomia, definiu-se o seguinte conceito:
“A ergonomia é o estudo científico da relação entre o homem e seus meios, métodos e espaços de trabalho. Seu objetivo é elaborar, mediante a constituição de diversas disciplinas científicas que a compõem, um corpo de conhecimentos que, dentro de uma perspectiva de aplicação, deve resultar numa melhor adaptação do homem aos meios tecnológicos e aos ambientes de trabalho e de vida”.
Módulo I: Conceituação de Ergonomia e Acessibilidade
Módulo II: História da Ergonomia e Acessibilidade
Em
1857,
o
polonês
Woitej Yastembowsky
publicou um artigo intitulado “Ensaios de Ergonomia ou ciência do trabalho, baseada nas leis objetivas da ciência sobre a natureza”.
E anos mais tarde, na Inglaterra,
um grupo de cientistas e um grupo de pesquisadores interessados em discutir e formalizar a existência desse novo ramo de aplicação interdisciplinar da ciência.
Sendo apenas em
16 de fevereiro de 1950, foi proposto o nome ERGONOMIA por estes mesmos pesquisadores, que na ocasião fundaram a Ergonomics Research Society, na Inglaterra.
A partir daí a ergonomia se expandiu no mundo industrializado, e que hoje no
Brasil existe a Norma Regulamentadora NR 17 – Ergonomia do Ministério do Trabalho.
As
abordagens
da ergonomia:
Ergonomia de conscientização com caráter interdisciplinar
que enquadram profissionais médicos do Trabalho, analistas do trabalho, psicólogos, engenheiros e arquitetos,
designers,
enfermeiros, engenheiros de segurança e manutenção, programadores de produção, administradores, compradores, entre outros.


Considera-se a
aplicação da ergonomia na indústria,
que contribui para
melhorar a eficiência, a confiabilidade e a qualidade das operações industriais, além do aperfeiçoamento do sistema homem máquina , organização do trabalho e melhoria das condições de trabalho.


Refere-se ainda a um setor que cresce quanto a
criação de postos de trabalhos inexistentes
,
produtos que atendam as novas tecnologias, bancos, escolas, centrais de abastecimento, entre outros. E ainda

melhoria dos meios de transporte mais cômodos e seguros, a mobília doméstica mais confortável e os eletrodomésticos mais eficientes e seguros, teste de produtos, circulação de pedestres em locais públicos e portadores de necessidades especiais em residências.

Estas orientações estabelecem parâmetros que visam atender quesitos como
conforto, segurança e desempenho do trabalhador em seu ambiente de produção.
Sendo assim, itens como
índices de iluminância artificial, condições do ar (temperatura, umidade e velocidade), nível de ruído e outros fatores que envolvem a correta posição física do indivíduo em seu ambiente de trabalho,
são contemplados por esta norma.

Importante destacar que
não é em apenas edifícios de uso comercial, ou de serviços que se enquadram a estas orientações,
as
residências necessariamente precisam cumprir as definições de acessibilidade, ao que se enquadra escadas e rampas, quanto na escolha e/ou adaptações que seus mobiliários precisarão ter em função das características físicas de seus usuários (crianças, adultos, idosos e pessoas com mobilidade física reduzida).
Ergonomia estará associada com acessibilidade,
por também estar presente no âmbito urbano, como por exemplo, em guias de calçadas rebaixadas, pontos de ônibus, entre outros.
Lembre-se que acessibilidade é respaldada por Lei Federal,
a NBR 9050 da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).
O objetivo principal desta NBR é o de
estabelecer critérios e parâmetros técnicos a serem observados quando do projeto, construção, instalação e adaptação de edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos às condições de acessibilidade dos cidadãos.

Possibilidade e condição de alcance para utilização, com
segurança e autonomia,
por pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida. Refere-se ao estudo do relacionamento entre
o homem e o seu trabalho,
equipamento e ambiente com a finalidade da ergonomia é de e
ntender os efeitos de todos os fatores ambientais que incidem sobre o homem.

Referência
Descrição
Particularidades
para projeto
Figura
Deslocamento
para pessoas em pé
Verificar dimensionamento
conforme particularidades do usuário (01 bengala, 2 bengalas, cão guia, entre outros)
01 bengala - 75 cm

02 bengalas, andador com rodas,
muleta tipo canadense, cão guia, apoio de tripé - 90 cm

Cadeiras de rodas
altura final - média de 92, 5 cm
largura com rodas - 0,60 a 0,70 cm
comprimento - 0,95 a 1,15 cm
Os equipamentos podem variar conforme tecnologia adotada
Domínios da
especialização ergonômica

Ergonomia física:
relacionada com as características da anatomia humana, antropometria, pode-se citar como exemplo: estudo da postura no trabalho, distúrbios músculo-esqueletais relacionados ao trabalho, segurança e saúde.


Ergonomia cognitiva:
relacionado aos processos mentais, como percepção, memória, raciocínio e resposta motora, pode-se citar como exemplo: carga mental de trabalho, tomada de decisão, desempenho especializado, interação homem-computador.


Ergonomia organizacional:
refere-se à otimização dos sistemas sócio-técnicos, incluindo suas estruturas organizacionais, políticas e de processos, pode-se citar como exemplo: projeto de trabalho, trabalho em grupo, projeto participativo, cultura organizacional, tele-trabalho e gestão da qualidade.
Física
Cognitiva
Organizacional
Benefícios
atingidos com o
estudo ergonômico?
- Aumentos de
produtividade
e de qualidade;
- Redução dos desperdícios;
- Redução de faltas dos trabalhadores devido a acidentes e doenças ocupacionais;
- Satisfação
do trabalhador;
- Conforto;
- Aumento da motivação dos trabalhadores;
- Trabalhadores são questionados a visualizar, resolver problemas e produzir ideias;
- Redução de custos e aumento de produtividade
quanto em termos de melhoria na qualidade do trabalho.


Inclusão Social???
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