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REGISTROS PÚBLICOS

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by

Rodrigo Werneck

on 28 April 2017

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Transcript of REGISTROS PÚBLICOS

REGISTROS PÚBLICOS
O registro de títulos e documentos, no campo de suas atribuições

Definição
Teu dever é lutar pelo
Direito
. Mas o dia em que encontrares o Direito em conflito com a Justiça, lute pela
Justiça
!
É o cartório incumbido do serviço de organização técnica e administrativa cujo objetivo é o de conferir autenticidade, segurança, publicidade e eficácia de atos e negócios jurídicos, constituindo ou declarando direitos e obrigações, provando-lhes a existência e a data, e zelando pela conservação permanente de seu conteúdo.
Lei 6.015 DE 1973:
REGISTROS PÚBLICOS

Título IV: Do Registro de Títulos e Documentos

Lei 8.935, de 1994: Serviços notariais e de Registros
BREVE HISTÓRICO
O Código Civil (1916) disciplinou nos artigos 129 e seguintes a questão da prova do negócio jurídico, incluindo em seu texto o registro de títulos e documentos em cartórios, bem como regulando a maneira de fazê-lo. Uma série de pequenas mudanças ocorreram ao longo do tempo até a edição da Lei nº 6.015/73, Lei dos Registros Públicos, vigente até hoje e que trata do Ofício de Registro de Títulos e Documentos em seus artigos 127 a 166.

ART. 236, CF DE 1988
OS SERVIÇOS NOTORIAIS E DE REGISTRO SÃO EXERCIDOS EM CARÁTER PRIVADO, POR DELEGAÇAO DO PODER PÚBLICO.

São princípios informadores do registro de títulos e documentos, entre outros, os da segurança jurídica, legalidade, territorialidade, compatibilidade, preponderância, finalidade, confiança e boa fé
Objetivo
Tendo em vista, portanto, o precoce surgimento do Registro de Títulos e Documentos no Brasil, conhecido carinhosamente por RTD ou TD, bem como a sua regulamentação sobre o tema, resta salientar a importância que este tipo de registro tem e quais suas características principais.

A própria lei 8.935 de 18 de novembro de 1994 determina no artigo 5º que o Ofício de Registro de Títulos e Documentos está sempre agregado ao Ofício de Registro Civil das Pessoas Jurídicas. O particular que procura uma das especialidades encontra naturalmente a outra. As duas serventias em boa parte dos "cartórios" estão anexadas ao Registro de Imóveis.
Fatores determinantes
Características
O Registro de Títulos e documentos é facultativo
Em algumas situações o registro no RTD é obrigatório para produzir efeito junto a terceiros, como ocorre, por exemplo, com as alienações fiduciárias de bens móveis.

Outra característica importante do RTD é a sua subsidiariedade. Isso significa que qualquer documento ou título que não tenha ingresso em outra especialização (Registro de Imóveis, Registro Civil das Pessoas Naturais, Tabelionatos) pode ser registrado no RTD.

Matrícula
Art. 127 > No Registro de Títulos e Documentos será feita a transcrição
VII - facultativa, de quaisquer documentos, para sua conservação.
Parágrafo único. Caberá ao Registro de Títulos e Documentos
a realização de quaisquer registros não atribuídos expressamente a outro ofício.
feita por ocasião do primeiro registro (princípio da unicidade de matrícula),
podendo contudo sofrer alteração em caso de desmembramento ou fusão de matrícula;

Registro

Sucede à matrícula e é o ato que efetivamente acarreta a transferência da propriedade.

Averbação

É qualquer anotação feita à margem de um registro para indicar as alterações ocorridas no imóvel, como mudança de nome de rua etc.

Art. 128

À margem dos respectivos registros, serão averbadas quaisquer ocorrências que os alterem, quer em relação as obrigações, quer em atinência às pessoas que nos atos figurem, inclusive quanto à prorrogação dos prazos.

Averbação
I - Livro A - protocolo para apontamentos de todos os títulos, documentos e papéis apresentados, diariamente, para serem registrados, ou averbados;
II - Livro B - para trasladação integral de títulos e documentos, sua conservação e validade contra terceiros, ainda que registrados por extratos em outros livros;
III - Livro C - para inscrição, por extração, de títulos e documentos, a fim de surtirem efeitos em relação a terceiros e autenticação de data;
IV - Livro D - indicador pessoal, substituível pelo sistema de fichas, a critério e sob a responsabilidade do oficial, o qual é obrigado a fornecer, com presteza, as certidões pedidas pelos nomes das partes que figurarem, por qualquer modo, nos livros de registros.

Art. 132. No registro de Títulos edocumentos haverá os seguintes livros, todos com 300 folhas:
A principal finalidade dos Registros Públicos é garantir a publicidade, autenticidade, segurança e eficácia dos atos jurídicos (conforme artigo 1º da Lei nº 6.015/73 (Lei dos Registros Públicos), bem como artigo 1º da Lei nº 8.935/94. Esta regulamenta o artigo 236 da Constituição Federal, dispondo sobre serviços notariais e de registro.

Registro de Títulos e Documentos
É através deste princípio que se reafirma a boa-fé daqueles que praticam atos jurídicos baseados na presunção de certeza dos assentamentos dispostos na Serventia.
Evidencia-se ainda a aplicação do princípio da publicidade na lei 8.934/94, de registro público de empresas mercantis, e na lei 9.492/97, dos serviços de protesto de títulos e outros documentos.
Serviços notariais e de registro são os de organização técnica e administrativa destinados a garantir a publicidade, autenticidade, segurança, e eficácia dos atos jurídicos.
Registram tanto os documentos pessoais, como os negociais, bem como os públicos e os particulares, dando-lhes autenticidade documental, autenticidade em relação à data em que foram criados, publicidade, validade erga omnes e perpetuação.
Princípio da publicidade

Os oficiais de registro de títulos e documentos, dotados de fé-pública
Art. 1º da lei 8.935
Cabe a eles, ademais, a guarda e a conservação dos documentos e dos livros que contêm os registros efetuados por ele e por seus antecessores e substitutos.

Art. 6º Lei 8.935 de 1994 - Aos notários compete:

I – formalizar juridicamente a vontade das partes;
II– intervir nos fatos e negócios jurídicos a que as partes devam ou queiram dar forma legal ou dar autenticidade, autorizando a redação ou redigindo os instrumentos adequados, conservando os originais e expedindo copias fidedignas de seu conteúdo;
III – autenticar fatos
Art. 7º da Lei 8.935 de 1994 – Aos tabeliães de notas compete com exclusividade:
I – lavrar escrituras e procurações, públicas;
II – lavrar testamentos públicos e aprovar os cerrados;
III – lavrar atas notariais;
IV – reconhecer firmas;
V – autenticar cópias.
Art. 9º - O tabelião de notas não poderá praticar atos de seu oficio fora do município para o qual recebeu delegação.

Atenção
Quem são os notários
Quem são os tabeliães
Apresentado o título, documento ou papel, sob qualquer forma, para registro ou averbação, serão anotados, no protocolo (Livro "A"), a data da apresentação, sob o número de ordem que se seguir imediatamente, a natureza do instrumento, a espécie de lançamento a fazer (registro integral ou resumido, ou averbação/anotação) e o nome do apresentante.

Os livros, fichas, documentos, papeis, microfilmes e sistemas de computação deverão permanecer sempre sob a guarda e responsabilidade do titular de serviço notarial ou de registro, que zelará por sua ordem, segurança e conservação.
§ único – Se houver necessidade de serem periciados, o exame deverá ocorrer na própria sede do serviço,em dia e hora adrede designados, com ciência do titular e autorização do juízo competente.

Art. 46 da lei 8.935 de 1994
§ 1º
Após a protocolização, serão reproduzidas, no título, documento ou papel, as declarações relativas ao número de ordem, à data e à espécie de lançamento a fazer.
§ 2º
As anotações previstas no item anterior, poderão ser feitas nos seguintes moldes: "Protocolizado em ../../.. sob n. ...., para registro (ou averbação). Data e assinatura".
Registros de Títulos e
documentos
Ou
Matrícula registro
e averbação



º As anotações poderão ser manuscritas, datilografadas, por meio de carimbo ou chancela mecânica, ou, ainda, digitadas ou inseridas por processo eletrônico, magnético ou digital. Art. 147 Em seguida, far-se-á o registro (integral, resumido) ou averbação no livro próprio, após o qual será feita a respectiva declaração no título, documento ou papel, constando sempre o número de ordem e a data do procedimento no livro competente. Parágrafo único. Essa declaração será feita de forma semelhante à prevista para as anotações subsequentes à protocolização e será assinada por um dos prepostos incumbidos de firmar o registro integral ou resumido, na forma dos itens anteriores.

Do cancelamento
 Art. 5º Os titulares de serviços notariais e de registro são os:

OBRIGADO PELA ATENÇÃO
As Relações conhecem dos recursos e das causas que por lei sejam da sua competência.

Compete às Relações o conhecimento dos recursos interpostos de decisões proferidas pelos tribunais de 1.ª instância.
O Supremo Tribunal de Justiça conhece dos recursos e das causas que por lei sejam da sua competência.

Compete ao Supremo Tribunal de Justiça o conhecimento dos recursos interpostos de decisões proferidas pelas Relações e, nos casos especialmente previstos na lei, pelos tribunais de 1.ª instância.
Em razão da hierarquia
Em razão da hierarquia
Fonte:
Artigo 68.º do Código Processo Civil
Fonte:
Artigo 69.º do Código Processo Civil
Em razão do valor
Em razão do valor
As leis de organização judiciária determinam quais as causas que, pelo seu valor, se inserem na competência da instância central e da instância local.
Fonte:
Artigo 66.º do Código Processo Civil
Em razão da forma do processo aplicável
Disposições Especiais sobre Execuções
Formas de Processo
Declarativa
Executiva
Forma de Processo Declarativa
Forma de Processo Executiva
Órdinária
Sumária
Sumaríssima
Valor da causa
Ordem Jurídica
Reforma doCPC
Na execução de decisão proferida por tribunais portugueses, o requerimento executivo é apresentado no processo em que aquela foi proferida, correndo a execução nos próprios autos e sendo tramitada de forma autónoma, exceto quando o processo tenha entretanto subido em recurso, casos em que corre no traslado.
Quando, nos termos da lei de organização judiciária, seja competente para a execução secção especializada de execução, deve ser remetida a esta, com caráter de urgência, cópia da sentença, do requerimento que deu início à execução e dos documentos que o acompanham.
Disposições Especiais sobre Execuções

Fonte:
Artigo 85.º do Código Processo Civil
Disposições Especiais sobre Execuções
Se a ação tiver sido proposta na Relação ou no Supremo Tribunal de Justiça, é competente para a execução o tribunal do domicílio do executado, quando existirem casos especiais, baixa o traslado ou o processo declarativo ao tribunal competente para a execução.
Fonte:
Artigo 85.º do Código Processo Civil
Disposições Especiais sobre Execuções
Fonte:
Artigo 86.º do Código Processo Civil
Quando a condenação em custas, multa ou indemnização tiver sido proferida na Relação ou no Supremo Tribunal de Justiça, a execução corre no tribunal de 1.ª instância competente da área em que o processo haja corrido.
Disposições Especiais sobre Execuções
Fonte:
Artigo 88.º do Código Processo Civil
Disposições Especiais sobre Execuções
Salvos os casos especiais previstos noutras disposições, é competente para a execução o tribunal do domicílio do executado, podendo o exequente optar pelo tribunal do lugar em que a obrigação deva ser cumprida quando o executado seja pessoa coletiva ou quando, situando-se o domicílio do exequente na área metropolitana de Lisboa ou do Porto, o executado tenha domicílio na mesma área metropolitana.
Fonte:
Artigo 89.º do Código Processo Civil
Porém, se a execução for para entrega de coisa certa ou por dívida com garantia real, são, respetivamente, competentes o tribunal do lugar onde a coisa se encontre ou o da situação dos bens onerados.
Fonte:
Artigo 89.º do Código Processo Civil
Disposições Especiais sobre Execuções
Quando a execução haja de ser instaurada no tribunal do domicílio do executado e este não tenha domicílio em Portugal, mas aqui tenha bens, é competente para a execução o tribunal da situação desses bens.
Nos casos de cumulação de execuções para cuja apreciação sejam territorialmente competentes diversos tribunais, é competente o tribunal do domicílio do executado.
Disposições Especiais sobre Execuções
Fonte:
Artigo 89.º do Código Processo Civil
Garantias de Competência
Garantias de Competência
Incompetência Absoluta
Incompetência Relativa
Incompetência Absoluta
Determinam a incompetência absoluta do tribunal:

A infração das regras de competência em razão da matéria e da hierarquia e das regras de competência internacional;
A preterição de tribunal arbitral.

Fonte:
Artigo 96.º do Código Processo Civil
Incompetência Absoluta
O juiz deve abster-se de conhecer do pedido e absolver o réu da instância, quando julgue procedente a exceção de incompetência absoluta do tribunal.
Fonte:
Artigo 278.º nº1 do Código Processo Civil
Imcompetência Relativa
A infração das regras de competência fundadas no valor da causa, na divisão judicial do território ou decorrentes do estipulado na convenção determina a incompetência ativa do tribunal.
Fonte:
Artigo 102.º do Código Processo Civil
Conflitos de Jurisdição e de Competência
Conflitos de Jurisdição e de Competência
Há conflito, positivo ou negativo, de competência quando dois ou mais tribunais da mesma ordem jurisdicional se consideram competentes ou incompetentes para conhecer da mesma questão.

Não há conflito enquanto forem suscetíveis de recurso as decisões proferidas sobre a competência.
Conflitos de Jurisdição e de Competência
Fonte:
Artigo 109.º do Código Processo Civil
Conflito Possitivo
Conflito Negativo
Há conflito de jurisdição quando duas ou mais autoridades, pertencentes a diversas atividades do Estado.
Conflito Positivo
Conflito Negativo
Há conflito quando dois ou mais tribunais, integrados em ordens jurisdicionais diferentes, se atribuem ou tiram o poder de conhecer da mesma questão.
Fonte:
Artigo 109.º do Código Processo Civil
Fonte:
Artigo 109.º do Código Processo Civil
As Garantias da Imparcialidade
Nenhum juiz pode exercer as suas funções, em jurisdição contenciosa ou voluntária:

Quando seja parte na causa, por si ou como representante de outra pessoa, ou quando nela tenha um interesse que lhe permitisse ser parte principal;
Quando seja parte da causa, por si ou como representante de outra pessoa, o seu cônjuge ou algum seu parente ou afim, ou em linha reta ou no 2.º grau da linha colateral, ou quando alguma destas pessoas tenha na causa um interesse que lhe permita figurar nela como parte principal;

Quando tenha intervindo na causa como mandatário ou perito ou quando haja que decidir questão sobre que tenha dado parecer ou se tenha pronunciado, ainda que oralmente.
As Garantias da Imparcialidade
Quando se verifique alguma das causas referidas anteriormente o juiz deve declarar-se impedido, podendo as partes requerer a declaração do impedimento até à sentença.
As Garantias de Imparcialidade
Do despacho proferido sobre o impedimento de algum dos juízes da Relação ou do Supremo Tribunal de Justiça pode reclamar-se para a conferência, que decide com todos os juízes que devam intervir, exceto aquele a quem o impedimento respeitar.

É sempre admissível recurso da decisão de indeferimento para o tribunal imediatamente superior.
O juiz não pode declarar-se voluntariamente suspeito, mas pode pedir que seja dispensado de intervir na causa quando se verifique algum dos fundamentos e, além disso, quando, por outras circunstâncias ponderosas, entenda que pode suspeitar-se da sua imparcialidade.

O pedido é apresentado antes de proferido o primeiro despacho ou antes da primeira intervenção no processo, se esta for anterior a qualquer despacho; quando forem supervenientes os factos que justificam o pedido ou o conhecimento deles pelo juiz, a escusa é solicitada antes do primeiro despacho ou intervenção no processo, posterior a esse conhecimento.
O pedido contém a indicação precisa dos factos que o justificam e é dirigido ao presidente da Relação respetiva ou ao Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, se o juiz pertencer a este Tribunal.

O presidente pode colher quaisquer informações e, quando o pedido tiver por fundamento alguns factos e, ouve, se o entender conveniente, a parte que poderia opor a suspeição, mandando-lhe entregar cópia da exposição do juiz.

Concluídas as diligências referidas anteriormente, ou não havendo lugar a elas, o presidente decide sem recurso.
As partes podem opor suspeição ao juiz quando ocorrer motivo, sério e grave, adequado a gerar desconfiança sobre a sua imparcialidade.

Exemplo:
se existir parentesco ou afinidade.

O prazo para a dedução da suspeição corre desde o dia em que, depois de o juiz ter despachado ou intervindo no processo.

A parte pode denunciar ao juiz o fundamento da suspeição, antes de ele intervir no processo.
Se o fundamento da suspeição ou o seu conhecimento for superveniente, a parte denuncia o facto ao juiz logo que tenha conhecimento dele, sob pena de não poder mais tarde arguir a suspeição.

Se o juiz tiver pedido dispensa de intervir na causa, mas o seu pedido não houver sido atendido, a suspeição só pode ser oposta por fundamento diferente do que ele tiver invocado e o prazo para a dedução corre desde a primeira notificação ou intervenção da parte no processo, posterior ao indeferimento do pedido de escusa do juiz.
Recebido o processo, o presidente da Relação pode requisitar das partes ou do juiz recusado os esclarecimentos que julgue necessários, a requisição é feita por ofício dirigido ao juiz recusado, ou ao substituto quando os esclarecimentos devam ser fornecidos pelas partes.
Se os documentos destinados a fazer prova dos fundamentos da suspeição ou da resposta não puderem ser logo oferecidos, o presidente admite-os posteriormente, quando julgue justificada a demora.
Concluídas as diligências que se mostrem necessárias, o presidente decide sem recurso, quando julgar improcedente a suspeição, apreciará se o recusante procedeu de má-fé.
As Garantias da Imparcialidade
As Garantias da Imparcialidade
As Garantias da Imparcialidade
As Garantias da Imparcialidade
As Garantias da Imparcialidade
As Garantias da Imparcialidade
As Garantias da Imparcialidade
As Garantias da Imparcialidade
Processo Declarativo
A forma de Processo Declarativo é a fase de julgamento propriamente dito.
É a fase que o tribunal declara a parte vencedora do litígio.
Fonte:
Apontamentos
Processo Executivo
O Processo Executivo surge quando o tribunal obriga a parte vencida a cumprir a decisão da fase declarativa.

Findo o prazo para cumprimento voluntário da sentença sem que a parte vencida tenha cumprido pode a parte vencedora intentar uma ação executiva na qual, com a sentença como título executivo, seja a parte vencida obrigada a cumprir.
Fonte:
Apontamentos
Garantias de Imparcialidade
Impedimentos
Suspeições
Impedimentos
Suspeições
Fonte:
Artigo 115.º do Código Processo Civil
Fonte:
Artigo 115.º do Código Processo Civil
Fonte:
Artigo 116.º do Código Processo Civil
Fonte:
Artigo 116.º do Código Processo Civil
Fonte:
Artigo 119.º do Código Processo Civil
Fonte:
Artigo 119.º do Código Processo Civil
Fonte:
Artigo 120.º e 121.º do Código Processo Civil
Fonte:
Artigo 121.º do Código Processo Civil
Fonte:
Artigo 123.º do Código Processo Civil
Fonte:
Artigo 123.º do Código Processo Civil
Fonte:
Artigo 123.º do Código Processo Civil
IV – do contrato de penhor de animais,não compreendido nas disposições do Art. 10 da Lei nº 492 de 1934
V - do contrato de parceria agrícola ou pecuária;
VI- do mandado judicial de renovação do contrato de arrendamento para sua vigência, quer entre as partes contratantes, quer em face de terceiros;


Web grafia/Bibliografia
Web grafia

http://www.pgdlisboa.pt/leis/lei_mostra_articulado.php?nid=1959&tabela=leis
http://octalberto.no.sapo.pt/competencia_do_tribunal.htm
http://octalberto.no.sapo.pt/questoes_relativas_a_competencia.htm

Bibliografia

Apontamentos fornecidos pela professora
Código Processo Civil
LOFTJ

I
- dos instrumentos particulares, para a prova das obrigações convencionais de qualquer valor;

II
- do penhor comum sobre bens móveis;

III
- da caução de títulos de crédito pessoal e da dívida pública federal, estadual ou municipal, ou de bolsa ao portador;

A toda a causa deve ser atribuído um valor certo, expresso em moeda legal, o qual representa a utilidade económica imediata do pedido.

Atende-se a este valor para determinar a competência do tribunal, a forma do processo de execução comum e a relação da causa com a alçada do tribunal.

Para efeito de custas judiciais, o valor da causa é fixado segundo as regras previstas no presente diploma e no Regulamento das Custas Processuais.
Em razão do valor
Fonte
: Artigo 296.º do Código Processo Civil
Quando se apure, pela decisão definitiva do incidente de verificação do valor da causa, que o tribunal é incompetente, são os autos oficiosamente remetidos ao tribunal competente.

Se da fixação definitiva do valor resultar ser outra a forma de processo correspondente à ação, mantendo-se a competência do tribunal, é mandada seguir a forma apropriada, sem se anular o processado anterior e corrigindo-se, se for caso disso, a distribuição efetuada.

O tribunal mantém a sua competência quando seja oficiosamente fixado à causa um valor inferior ao indicado pelo autor.
Em razão do valor
Fonte:
Artigo 310.º do Código Processo Civil
Poderá ser feito em virtude de sentença ou de documento autêntico de quitação ou de exoneração do título registrado.
Apresentado qualquer dos documentos referidos no artigo anterior, o oficial certificará, na coluna das averbações do livro respectivo, o cancelamento e a razão dele, mencionando-se o documento que o autorizou, datando e assinando a certidão, de tudo fazendo referência nas anotações do protocolo.
Quando não for suficiente o espaço da coluna das averbações, será feito novo registro, com referências recíprocas, na coluna própria.
Os requerimentos de cancelamento serão arquivados com os documentos que os instruírem.

São tribunais de competência especializada:
Serviços notariais e de registro são os de organização técnica e administrativa destinados a garantir a publicidade, autenticidade, segurança e eficácia dos atos jurídicos.
Notário, ou tabelião, e oficial de registro, ou registrador, são profissionais do direito, dotados de fé pública, a quem é delegado o exercício da atividade notarial e de registro.
Os serviços notariais e de registro serão prestados, de modo eficiente e adequado, em dias e horários estabelecidos pelo juízo competente, atendidas as peculiaridades locais, em local de fácil acesso ao público e que ofereça segurança para o arquivamento de livros e documentos:
- O serviço de registro civil das pessoas naturais será prestado, também, nos sábados, domingos e feriados pelo sistema de plantão.
- O atendimento ao público será, no mínimo, de seis horas diárias
A verificação da incompetência absoluta implica a absolvição do réu da instância ou o indeferimento em despacho liminar, quando o processo o comportar.

Se a incompetência for decretada depois de findos os articulados, podem estes aproveitar-se desde que o autor requeira, no prazo de 10 dias a contar do trânsito em julgado da decisão, a remessa do processo ao tribunal em que a ação deveria ter sido proposta, não oferecendo o réu oposição justificada.

Não se aplica o facto dito anteriormente nos casos de violação de pacto privativo de jurisdição e de preterição do tribunal arbitral.

Efeito da incompetência absoluta
Fonte:
Artigo 99.º do Código Processo Civil
DIREITO CIVIL V - PROPRIEDADE POSSE E DIREITOS REAIS SOBRE COISAS ALHEIAS

7º PERÍODO- PUC BARREIRO

PROFESSOR GUALTER

Da importância
O Registro de Títulos e Documentos
é
um modo de garantir, eternamente,
a autenticidade dos documentos, a sua conservação, publicidade e mesmo segurança do documento original.
Os documentos mais registrados no entanto são: os contratos, as notificações extrajudiciais, as atas de condomínio, os documentos estrangeiros, os testamentos particulares, as
declarações de vontade,
os projetos, entre outros.

DA ORDEM DO SERVIÇO
Lei 8935/1994 – Lei dos Cartórios
I - tabeliães de notas;
II - tabeliães e oficiais de registro de contratos marítimos;
III - tabeliães de protesto de títulos;
IV - oficiais de registro de imóveis;
V - oficiais de registro de títulos e documentos e civis das pessoas jurídicas;
VI - oficiais de registro civis das pessoas naturais e de interdições e tutelas;
VII - oficiais de registro de distribuição.

Integrantes
Ageane de Oliveira Silva Lana
Alan Pablo Alves Teixeira da Silva
Élida Fernanda de oliveira Lourenço
Euler Meireles dos Santos
Jonathan Ornelas Costa
Kathleen Carla Câmara Barroso
Leandro victor Rodrigues
Letícia Camargos de Andrade Senra
Maria Aparecida de Lima Maia
Maria Jeanne Ferreira Costa
Paulo Eduardo de Almeida
Richard Navar da Silva Bretas
Richelly Nayara A. Lemos
Thiago Luiz de Marco André
Wilson Rodrigues de Freitas
Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece
E nem repetidas com fervor,
Apenas respeitadas como a única coisa que resta
A um homem inundado de sentimentos;
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo...

Osvaldo Montenegro
METADE
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Augusto Cury
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