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Alimentação e nutrição - Oficina 1/2

PEHEG 2013 - Juarez Calil
by

Juarez Calil 2013

on 29 August 2014

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Transcript of Alimentação e nutrição - Oficina 1/2

Qual a diferença entre
alimentação e nutrição?
Imagem: http://www.faroldenoticias.com.br/site/wp-content/uploads/2011/08/baby-eating-cake.jpg
“Combinação de processos pelos
quais os organismos vivos recebem e utilizam
os alimentos necessários para a manutenção de suas funções, para o crescimento e renovação de seus componentes. É a alimentação normal que favorece a perpetuação dos caracteres biológicos do indivíduo e da espécie através das gerações” (KRAUSE, 2010).
Imagem: http://extra.globo.com/incoming/4674186-221-98e/w640h360-PROP/gaby.jpg
Conjunto de processos por meio dos quais o organismo recebe e utiliza os nutrientes necessários à manutenção das suas funções (crescimento, desenvolvimento e reprodução) e para manter/melhorar sua saúde (KRAUSE, 2010).
nutrição
alimentação
Imagem: http://1.bp.blogspot.com/-CFB8eugobtg/TeTT8HReN4I/ AAAAAAAAABs/dIPoF9VxDuM/s1600/o-que-comer-a-noite.jpg
O que é uma "alimentação saudável"?
Imagem: http://happyhealthtoday.com/wp-content/uploads/2010/09/NoDietLS.jpg
Qual a diferença entre
"alimentação saudável" e
"alimentação adequada"?
Quais as recomendações para uma alimentação saudável?
Imagem: http://valenteemnoticias.com/v2.0/wp-content/uploads/veredito.jpg
Se uma família não tem acesso à vegetais orgânicos, é melhor não comer mais frutas e hortaliças ou consumir os com agrotóxicos mesmo?
Imagem: http://1.bp.blogspot.com/-QRI5V_fyStA/T1qurzgrJDI/AAAAAAAAAU8/7n6N1omJfd0/s1600/agrotoxicos.jpg
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/storage/discovirtual/galerias/imagem/0000000856/md.0000009437.jpg
O que é e para que serve a Pirâmide dos Alimentos?
Imagem: http://4.bp.blogspot.com/-2RG-Ew1smVs/TmqjGw4MswI/ AAAAAAAAAz4/Q_dEErSL1w8/s1600/Pir%25C3%25A2mide-alimentar-1.jpg
Qual a diferença entre anorexia, bulimia e outros transtornos alimentares?
Imagem: http://4.bp.blogspot.com/_Z9YgDtKDfRU/S-lxKwQVWjI/
AAAAAAAAABw/MCw30gavBAc/s320/foto-como-tratar-anorexia-2.jpg
Imagem: http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2002/
bigbrotherbrasil/images/27leka2.jpg
Qual a diferença entre
alimento e nutriente (e comida)?
Debate sobre alimentação
saudável, saborosa, educativa e
ambientalmente sustentável
...vamos aprofundar
os estudos.

Projeto Educando com a Horta Escolar e a Gastronomia
Projeto Educando com a Horta Escolar e a Gastronomia
Projeto Educando com a Horta Escolar e a Gastronomia
São todas as substâncias sólidas ou líquidas,
destinadas à fornecer ao organismo os
elementos necessários à sua formação,
manutenção e desenvolvimento.
Alimentos
Anvisa. Decreto-Lei 986/1969.
Nutriente
"qualquer substância normalmente consumida como um constituinte do alimento e que: fornece energia; e/ou é necessário para o crescimento, desenvolvimento e manutenção da saúde; e/ou cuja deficiência resulta em mudanças bioquímicas e fisiológicas no organismo".
definição
Carboidratos
Lipídios
Proteínas
Vitaminas
Minerais
Macro
Micro
Carboidratos
- gramas de glicose x 4 Kcal
- gramas de álcool x 7 Kcal
Lipídios
- gramas x 9 Kcal
Proteínas
- gramas x 4 Kcal
E de onde vêm
as calorias?
Imagem: http://blog.educacaoadventista.org.br/cristiane/images/343/4__ano_C_2012_005.jpg
por exemplo
Pão francês (50g)

28,5g de carboidratos x 4Kcal/g = 114 Kcal
3,1g de gorduras totais x 9Kcal/g = 28 Kcal
0,5g de gordura saturada (já computada acima)
4g de proteínas x 4 Kcal/g = 16 Kcal
324mg de sódio (não tem calorias)

Valor energético total = 114 + 28 + 16 = 158 Kcal
Nutrientes
http://patriciadavidson.com.br/site/wp-content/uploads/2012/02/calorias-frutas-21.jpg
E comida?
1 – Não coma nada que sua avó não reconhecesse como comida;
2- Evite comidas contendo ingredientes cujos nomes você não possa pronunciar;
3- Não coma nada que não possa um dia apodrecer;
4- Evite produtos alimentícios que aleguem vantagens para sua saúde;
A promoção da alimentação saudável deve ter como enfoque prioritário o resgate de hábitos alimentares regionais inerentes ao consumo de alimentos in natura, produzidos em nível local, culturalmente referenciados, e de elevado valor nutritivo, como frutas, legumes e verduras, grãos integrais, leguminosas, sementes e castanhas..., considerando sempre sua segurança sanitária.
Considerar os aspectos comportamentais e afetivos relacionados às práticas alimentares.
+
Então fica claro que a concepção de alimentação saudável considera uma diversidade de dimensões de percepção do ato alimentar.
Dimensões que afetam nossa escolha alimentar.
Até onde a EAN pode impactar esses diversos fatores que influenciam a alimentação?

Então basta educar as pessoas para formar hábitos alimentares saudáveis, para fazer com que elas façam escolhas alimentares saudáveis?
O Guia Alimentar para a População Brasileira (Ministério da Saúde, 2006) diz que:

Aquilo que se come e bebe não é somente uma questão de escolha individual.

A
pobreza, a exclusão social e a qualidade da informação disponível
frustram ou, pelo menos,
restringem a escolha de uma alimentação mais adequada e saudável
. E o que se come e se bebe é ainda, em grande parte, uma questão familiar e social.

Em geral,
contrariamente ao que se possa imaginar
, as escolhas alimentares
são determinadas não tanto pela preferência e pelos hábitos
, mas muito mais pelo
sistema de produção e de abastecimento de alimentos
.
Educação
alimentar e nutricional?
“o conjunto de ações formativas, de prática contínua e permanente, transdisciplinar, intersetorial e multiprofissional, que objetiva estimular a adoção voluntária de práticas e escolhas alimentares saudáveis que colaborem para a aprendizagem, o estado de saúde do escolar e a qualidade de vida do indivíduo”.
Resolução FNDE/CD 26/2013. Artigo 13.
E a Promoção da
Alimentação Saudável?
Engloba as ações de EAN mas também as ações do Estado estruturantes e de regulação, com vistas à promoção e proteção de práticas saudáveis e à coibição de práticas prejudiciais.
Relatório do PARA 2010
http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/b380fe004965d38ab6abf74ed75891ae/Relatório+PARA+2010+-+Versão+Final.pdf?MOD=AJPERES
Recomendações do
Cereais, tubérculos e raízes
Importância do grupo:
Proteger as pessoas contra o excesso de peso e obesidade, alguns tipos de câncer, pois uma alimentação rica
em carboidratos possivelmente terá menor
quantidade de gorduras e açúcar. O consumo
caiu de 42,1% (1974) para 38,6% (2003).

Consumo recomendado:
Orientar o consumo de alimentos ricos em carboidratos complexos (amido), como cereais de preferência integrais. Aumentar o consumo em 20%.
Frutas, legumes e verduras
Importância do grupo:
Diminuir o risco de desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis, manter o peso adequado e aumentar a resistência contra infecções. Informar sobre a grande variedade desses alimentos disponíveis em todas as regiões do País e incentivar diferentes modos de preparo destes alimentos para valorizar o sabor.

Consumo recomendado:
Pelo menos 400 g/dia de frutas, legumes
e verduras. É preciso aumentar em quase
três vezes o consumo médio atual.
Extração de suco de hortaliças sem o uso de liquidificador
Leguminosas
Leite e derivados, carnes e ovos
Gorduras, açúcares e sal
Importância do grupo:
Gorduras e açucares : fontes de energia. Vitaminas lipossolúveis (gorduras). Sal iodado realça o sabor das preparações. Entretanto, deve-se orientar a redução do consumo de gorduras e açúcares ,e sal (máximo de 5g/dia) para diminuir o risco de ocorrência de obesidade, hipertensão arterial, diabetes, colesterol e doenças cardiovasculares.

Consumo brasileiro:
Sal  média estimada de 9,6g pessoa/dia (POF 2002 – 2003).
Açúcar  redução em pelo menos 1/3 do consumo atual.

Consumo recomendado:
No máximo uma porção de óleos vegetais, azeite ou margarina sem ácidos graxos trans por dia.
No máximo uma porção de açúcares e doces diária - reduzir em 1/3.
No máximo uma colher de chá rasa de sal por pessoa/dia (5g per capita/dia) - reduzir para metade.
Água
Importância do grupo:
Incentivar o consumo de água, independente dos outros líquidos, já que a mesma desempenha papel fundamental na regulação de muitas funções vitais ao organismo, como o transporte de nutrientes, eliminação de substancias tóxicas, hidratação, regulação térmica, participa dos processos digestivo, respiratório, cardiovascular e renal.

Consumo brasileiro:
O consumo brasileiro é estimado em 148,5 litros per capita/ano (2009, Agência Brasil). Recomenda-se no mínimo 2 litros de água
(de 6 a 8 copos) por dia.
SODIS – Sistema de Desinfecção Solar de Água
Fonte: http://www.sodis.ch/index_EN
Atividade Física
Importância:
Manutenção do peso corporal adequado;
Diminuição do riso de doenças (principalmente cardiovasculares, diabetes e obesidade);
Melhoria da qualidade de vida.

Consumo brasileiro:
70% faz pouquíssima ou quase nenhuma atividade física.

Recomendado:
Prática de atividades físicas de pelo menos 30 minutos diários.
Qualidade sanitária dos alimentos
Importância:
Alimentos seguros para o consumo e diminuição dos riscos de doenças transmitidas por alimentos (DTAs).

Recomendações:
Seguir as Boas Práticas de Fabricação;
Aplicação do sistema APPCC nas unidades produtoras de refeições.
Estilo de Vida saudável
Alimentação saudável
Juarez Calil
Agente PNAE em Nutrição
juarezcalil@unb.br

Guias Alimentares
http://www.gastronomias.com/roda-alimentos/roda_alimentos.jpg
Transtornos alimentares
Anorexia
Bulimia
Vigorexia
http://envolverde.com.br/portal/wp-content/uploads/2011/06/1447.jpg
Compulsão
alimentar
http://gazetamanauara.files.wordpress.com/2010/10/compulsao3.jpg

9- Prefira produtos provenientes de animais que pastam;
10- Cozinhe e, se puder, plante alguns itens do seu cardápio;
11- Prepare suas refeições e coma apenas à mesa;
12- Coma com ponderação, acompanhado, quando possível, e sempre com prazer.
5- Dispense os corredores centrais dos supermercados e prefira comprar nas prateleiras periféricas;
6- Melhor ainda: compre comida noutros lugares, como feiras livres ou mercados de hortifruticultura;
7- Pague mais, coma menos;
8- Coma uma variedade maior de alimentos.
(Ministério da Saúde, 2006)
(Ministério da Saúde, 2006)
diferença conceitual
Imagem: http://1.bp.blogspot.com/_D9m3NmM9j5c/TSHjCjcEdRI/ AAAAAAAAAAs/Q-a1l3wtKUU/s1600/integral.jpg
Imagem: http://www.semglutensemlactose.com/wp-content/uploads/2010/11/tuberculos.jpg
Orientações gerais
Estimular o convívio familiar nas refeições cotidianas.

Desestimular "pular" as refeições e manter as seis refeições por dia

Valorizar todos os grupos de alimentos para refeições variadas e coloridas
Imagem: http://www.igepri.org/observatorio/wp-content/uploads/2011/01/pe001_small.jpg
Importância do grupo:
Aumentar a resistência contra doenças nutricionais, já que os feijões contêm carboidratos complexos e são ricos em fibra alimentar, vitaminas do complexo B, ferro, cálcio e outros minerais.

Consumo brasileiro:
Queda de 31% (1974 - 2003). Recomenda-se uma porção diária. Orientar e estimular o consumo na proporção de 1 parte de feijão para 2 partes de arroz, que é uma fonte completa de proteínas para o ser humano.
http://3.bp.blogspot.com/_klb9sU0fEp8/TJ--bvCoRzI/AAAAAAAAARE/ffqZ9JdMHOc/
s1600/Conhecendo%2520melhor%2520Leguminosas_000002781514XSmall.jpg
Importância do grupo:
São boas fontes de todos os aminoácidos essenciais, substância química que compõe as proteínas, necessárias para o crescimento e a manutenção do corpo humano, além de serem fontes importantes de ferro e vitamina B12. Orientar o consumo de leite como uma fonte importante de riboflavina (B2) e principal fonte de cálcio.

Consumo brasileiro:
Tendência ao crescimento 14,9% (1974) -> 21,2% (2003).

Consumo recomendado:
 Três porções diárias de leite e derivados.
 Uma a duas porções de carnes, peixes ou ovos.
Imagem: http://www.melhoramiga.com.br/wp-content/uploads/2010/09/proteina-animal.jpg
(Ministério da Saúde, 2006)
(Ministério da Saúde, 2006)
(Ministério da Saúde, 2006)
(Ministério da Saúde, 2006)
(Ministério da Saúde, 2006)
(Ministério da Saúde, 2006)
Imagem: http://www.50emais.com.br/wp-content/uploads/2012/05/azeites-532x339.jpg
Imagem: http://4.bp.blogspot.com/-zqmkR3h04T4/ TzkOME6nYAI/AAAAAAAACeU/oTJcrZYhA90/s1600/agua.jpg
Diretriz especial
Imagem: http://mdemulher.abril.com.br/imagem/dieta/interna-slideshow/vm-494-dieta-caminhada.jpg
(Ministério da Saúde, 2006)
Diretriz especial
(Ministério da Saúde, 2006)
Imagem: http://www.johnsondiversey.com/NR/rdonlyres/F2E20F1E-4A49-4DD1-9DC7-602C2A62DFB4/0/LavadodemanosBr.jpg
Que lugar seu planejamento alimentar ocupa no seu projeto de vida?
(Philippi, 2006)
Guias Alimentares
Guias Alimentares
Guias Alimentares
Guias Alimentares
Guias Alimentares
Existe uma variedade de materiais sobre guias com potencial para serem explorados pedagogicamente.
Ortorexia
Vamos planejar atividades pedagógicas sobre transtornos alimentares para trabalhar junto com os alunos?
Estudos sugerem que os impactos de se conversar sobre transtornos alimentares com crianças e adolescentes pode ser mais danoso do que positivo.
Mas nós podemos discutir os assuntos com os educadores, construindo uma visão crítica e séria sobre o problema.
A suspeita de alunos com transtornos alimentares pode ser comunicada aos profissionais de saúde para o adequado diagnóstico e tratamento.
Guias Alimentares
A pergunta é
o que é menos prejudicial:
Consumir vegetais,
porém junto os agrotóxicos?
Ou eliminar os agrotóxicos da dieta,
mas junto os vegetais?
Considere que sem vegetais faltarão os micronutrientes necessários à funções metabólicas, inclusive de destoxificação.
E considere também que uma dieta sem vegetais deve levar a um maior consumo de alimentos indutrializados.

Além de não serem capazes de compor sozinhos uma alimentação saudável, podem ter sido elaborados com alimentos contaminados por agrotóxicos.


Mas, com acesso à informações, se pode fazer escolhas mais fundamentadas e evitar os alimentos com mais problemas de agrotóxicos, priorizando orgânicos ou o cultivo de desses alimentos.
Os mais críticos!!!
(PiMPAC)
Imagem: http://1.bp.blogspot.com/-INDA5p-y-JU/T0rQ39pxv8I/AAAAAAAAARc/Tu8dekoVvkI/s1600/afu1.jpg
Foto: http://sidedish.dmagazine.com/wp-content/uploads/2012/03/fp-q-and-a-michaelpollan608.jpg
Se você, que atua profissionalmente junto à alimentação, não está enfrentando problemas, se não está em confronto político, por exemplo contra o marketing da indústria de alimentos, então você não está fazendo seu trabalho.

"Torne políticas suas ações individuais."

Marion Nestle
New York University
“Nutrição será sempre assunto prioritário enquanto o ser humano existir, pois o homem é o que come. E a diferença alimentar, em uma colméia, faz da larva uma rainha”.
Lieselotte Ornellas
Uma das pioneiras da nutrição no Brasil
"combinação de estratégias educacionais, acompanhada de ações que possibilitem um ambiente que apoie o comportamento almejado, que promova a autonomia e facilite a adoção voluntária de escolhas alimentares e outros comportamentos relacionados, com o objetivo de bem estar e saúde".

Isobel Contento, Columbia University
http://nutricao.saude.gov.br/pas.php?conteudo=pas_intro
Módulo Presencial
Plano de aula - Oficina 1/2
Alimentação e Nutrição
Energia
(expressa em quilo calorias)
Fibras
Água
+
Imagem: http://www.fcf.usp.br/Departamentos/ FBA/pronut_docentefsp08.asp
Imagem: http://www.nutricaoemfoco.com.br/NetManager/imagens/upload/DSC04421_menor.jpg
Café Mundial
(World Café)
Organizar
Nutricionistas não participam (formar um grupo).

Organizem-se em grupos e elejam um Embaixador.

Retirem uma pergunta e uma
folha para cada grupo.
1º Café
Debatam sobre as respostas apresentadas ao grupo, como se estivessem em um café.

Todos podem e devem ficar a vontade.

Rabisquem na folha como se fora uma toalha de papel na mesa.
2º Café
Ao sinal, o Embaixador deve ficar na mesa, enquanto os demais viajantes procuram outro café.

O novo Embaixador deve fazer ler a pergunta e fazer um mini resumo do que se discutiu.

Continuem o debate e os rabiscos.
3º Café
Síntese
o grupo
Ao sinal, o Embaixador deve ficar na mesa, enquanto os demais viajantes procuram outro café.

O novo Embaixador deve fazer ler a pergunta e fazer um mini resumo do que se discutiu.

Continuem o debate e os rabiscos.
Ao último grupo (do terceiro café) cabe a responsabilidade de responder a questão, elaborando uma breve síntese dos debates e conclusões do grupo. Para os pontos onde não houve consenso, citar ambos os pontos de vista apresentados.
Reflexões iniciais
Atividade em grupos
http://favim.com/image/472003/
Anvisa. Portaria 31/1998
Comida, do ponto de vista antropológico, possui uma representação simbólica, biológica e da relação da cultura com a natureza.

COMIDA é diferente de
ALIMENTO (produto comestível).

A comida tem um simbolismo e ritos próprios. Comida tem local, horário e um sentido. A alimentação escolar e o momento do recreio igualmente refletem e possuem significados.
Michael Pollan
a proposta de
Guia Alimentar para a
População Brasileira
Guias Alimentares
http://2.bp.blogspot.com/-JEB6fp5Y0FA/T7GNwY8SHGI/AAAAAAAAA9k/gBqaWlkpGsY/s200/5+ao+dia.jpg
http://4.bp.blogspot.com/-iVrTa2ucEJY/TmkpszadEBI/AAAAAAAAAKc/3kvCxH5GNpE/s640/tabela_das_cores.jpg
Guias Alimentares
Guias Alimentares
http://www.nhs.uk/Livewell/Goodfood/Pages/eatwell-plate.aspx
http://www.flickr.com/photos/kathycassidy/248577327/sizes/o/in/photostream/
Guias Alimentares
http://www.mhlw.go.jp/bunya/kenkou/pdf/eiyou-syokuji5.pdf
Taiwan
http://apjcn.nhri.org.tw/server/APJCN/17/s1/59.pdf
http://consejonutricion.files.wordpress.com/2012/07/tren-alimentos-colombia.jpg
http://www.secretosparacontar.org/Lectores/Contenidosytemas/Losalimentos.aspx
Colômbia
http://www.inan.gov.py/oldweb/graficos/aficheguias.pdf
http://www.imagui.com/a/trompo-de-los-alimentos-en-venezuela-iKdAe6rL9
Venezuela
http://www.alimentosargentinos.gob.ar/contenido/publicaciones/calidad/Consumidor/IMAN_ovalo.pdf
Argentina
Guias Alimentares
Guias Alimentares
Guias Alimentares
Guias Alimentares
Estados Unidos (2003)
Estados Unidos (2012)
http://www.cnpp.usda.gov/myplate.htm
Japão
Juarez Calil
Agente PNAE em Nutrição
juarezcalil@unb.br
Transição Demográfica
Envelhecimento acelerado da população
Urbanização
Queda da fecundidade
Mortalidade por doenças crônicas supera a mortalidade por doenças infecto contagiosas (Dupla Carga de Doenças)

Mudanças no perfil alimentar e nutricional da população
Transição Epidemiológica
Transição Nutricional
Perfil de saúde e nutrição da população brasileira
Dados: CGAN/MS
Imagem: http://almirantinos.com/wp-content/uploads/miscigena%C3%A7%C3%A3o.jpg
Transição Demográfica
Envelhecimento acelerado da população
Urbanização
Queda da fecundidade
Image: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/908759-urbanizacao-atinge-a-maior-taxa-da-historia-mostra-censo.shtml
Mortalidade por doenças crônicas supera a mortalidade por doenças infecto contagiosas (Dupla Carga de Doenças)
Transição Epidemiológica
Dados: Malta et al (2006)
Gastos totais do MS em 2002 com as DCNT: R$ 7,5 bilhões (69,1% dos gastos ambulatoriais e hospitalares do SUS) sem contabilizar os recursos aportados pelos estados e municípios
Hipertensão
Sobrepeso e obesidade
Hipercolesterolemia
Baixo consumo de frutas e verduras
Tabagismo
Inatividade física
Principais fatores de risco responsáveis pela maior parte das mortes e doenças no mundo:
Dados: Malta et al (2006)

Mudanças no perfil alimentar e nutricional da população
Transição Nutricional
1950 -> 2010
Esperança de vida: 45,7 -> 72,8 anos
Fonte: IBGE (2009a, p. 15)
DCNT (doenças crônicas não-transmissíveis)
Fonte: Ministério da Saúde, 2006
0,42x
0,39x
0,38x
Dados: Malta et al (2006)
Fonte: Ministério da Saúde (2008, p.22)
• ENDEF – Estudo Nacional de Despesa Familiar (realizado pelo IBGE entre 1974–1975);
• PNSN – Pesquisa Nacional sobre Saúde e Nutrição (realizada pelo IBGE 1989);
• POF – Pesquisa de Orçamentos Familiares (realizada pelo IBGE);
• VIGITEL – Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (realizada pelo Ministério da Saúde em 2006).
Fonte: IBGE - PENSE (2010, p. 20)
Fonte: IBGE - PENSE (2010, p. 21)
Fonte: IBGE - PENSE (2010, p. 22)
http://saladeimprensa.ibge.gov.br/noticias?view=noticia&id=1&busca=1&idnoticia=2455
1950 -> 2012
População: 52 -> 200 milhões
http://portalsaude.saude.gov.br/portalsaude/arquivos/pdf/2013/Ago/27/coletiva_vigitel_270813.pdf
VIGITEL 2012
Estilo de Vida saudável
Alimentação saudável
Que lugar seu planejamento alimentar ocupa no seu projeto de vida?
Se você, que atua profissionalmente junto à alimentação, não está enfrentando problemas, se não está em confronto político, por exemplo contra o marketing da indústria de alimentos, então você não está fazendo seu trabalho.

"Torne políticas suas ações individuais."

Marion Nestle
New York University
“Nutrição será sempre assunto prioritário enquanto o ser humano existir, pois o homem é o que come. E a diferença alimentar, em uma colméia, faz da larva uma rainha”.
Lieselotte Ornellas
Uma das pioneiras da nutrição no Brasil
"...é um campo de conhecimento e de prática contínua e permanente, transdisciplinar, intersetorial e multiprofissional que visa promover a prática autônoma e voluntária de hábitos alimentares saudáveis. A prática da EAN deve fazer uso de abordagens e recursos educacionais problematizadores e ativos que favoreçam o diálogo junto a indivíduos e grupos populacionais, considerando todas as fases do curso da vida, etapas do sistema alimentar e as interações e significados que compõem o comportamento alimentar.”
Marco de referência de EAN.
Prof Lígia Amparo (UFBA)
BATISTA FILHO, Malaquias; BATISTA, Luciano Vidal. Transição alimentar/ nutricional ou mutação antropológica?. Cienc. Cult., São Paulo, v. 62, n. 4, Oct. 2010 . Available from <http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252010000400010&lng=en&nrm=iso>. access on 15 Sept. 2013.
Foto: http://bristolweightlosschallenge.com/wp-content/uploads/2009/11/fat_evolution1.jpg
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