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Marina Jorge da SIlva

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by

Marina Silva

on 30 May 2016

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Transcript of Marina Jorge da SIlva

Estrutura:
Resultados
Resultados
Marina Jorge da Silva

Programa de Pós-graduação em Terapia Ocupacional - PPGTO, UFSCar
Orientadora: Profa. Dra. Ana Paula S. Malfitano
Marina Jorge da Silva
O ESTADO DA ARTE SOBRE JUVENTUDE(S)
NA PÓS-GRADUAÇÃO BRASILEIRA STRICTO SENSU:
PESQUISAS NA ÁREA DAS CIÊNCIAS DA SAÚDE
(1987-2010)
APRESENTAÇÃO - Percurso até a proposição da pesquisa;

INTRODUÇÃO - Esquadrinhamento da temática:

Adolescência e Juventude: Aspectos históricos e conceituais;

As interfaces entre Adolescência, Juventude e Saúde;

Contribuições da Terapia Ocupacional na construção de um olhar sobre a adolescência e as juventudes;

PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

RESULTADOS, ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS DADOS

CONSIDERAÇÕES FINAIS


Motivação; escolha e
importância do tema
(SPOSITO, 2009)



Objetivo da pesquisa:

Investigar e mapear a produção de conhecimento sobre juventude na Pós-Graduação Stricto Sensu (Mestrado Acadêmico e Doutorado), contribuindo com estudos acerca do Estado da Arte sobre a temática.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:

4 Etapas:

1) Mapeamento das Teses e Dissertações;

2) Organização e seleção dos dados;
2.1) Critérios de inclusão;
2.2) Critérios de exclusão;

3) Levantamento das Categorias de Análise;

4) Releitura dos resumos dos trabalhos pertinentes
à pesquisa: Sistematização Analítica
Banco de Teses da CAPES

Descritores:
Jovem; Juventude: Adolescência; Adolescente; Geração;
(inter)geracional; Maioridade e
Minoridade.

Recorte histórico

Distribuição do total de trabalhos pertinentes pelo recorte temporal
Refinamento da pesquisa: número de trabalhos encontrados
Resultados
Distribuição do total de trabalhos por descritores
Distribuição dos trabalhos por Eixo Temático
SIGLAS LEGENDA
E.T.1 Juventudes, trabalho e escola
E.T.2 Juventudes, sexualidade e gênero
E.T.3 Juventudes e substâncias psicoativas
E.T.4 Juventudes e família e/ou comunidade
E.T.5 Juventudes, esportes/atividades físicas e desempenho motor
E.T.6 Juventudes e corpo
E.T.7 Juventudes e violência
E.T.8 Juventudes e mortalidade
E.T.9 Juventudes, aspectos subjetivos e/ou psiquicos
E.T.10 Juventudes, mídia e tecnologia da informação e comunicação
E.T.11 Grupos juvenis
E.T.12 Juventudes e aspectos jurídicos
E.T.13 Juventudes, aspectos, processos e representações sociais
E.T.14 Juventudes e aspectos epidemiológicos e/ou clínicos e/ou ambulatoriais
E.T.15 Profissionais, produtos, serviços e programas voltados às juventudes
E.T.16 Juventudes e lazer

Distribuição dos trabalhos por Área e Subárea
Resultados
Áreas de conhecimento por ordem decrescente de produção, relativizando o número de teses e dissertações produzidas pelo número de programas
Distribuição dos trabalhos entre as Subáreas de Pós-graduação segundo a concentração do volume de produção
Distribuição das pesquisas segundo número de trabalhos orientados por orientador
Resultados
A distribuição dos trabalhos por orientação política-administrativa dos serviços e ações de saúde;

. A distribuição dos trabalhos por princípios norteadores das ações e serviços de saúde



Incipiência da produção: 20.892 trabalhos produzidos na área (Avaliação Trienal CAPES (2007-2009)

Salto quantitativo = salto qualitativo?
62,81%: Puberdade
-> (FREITAS, 2005): contraposição ideológica
(SPOSITO, 2005): ECA
Linguagem ímpar;

Multiplicidade de olhares;

Foco no indivíduo.



Código de Menores
Interface com Ciências Humanas
Foco nos problemas de saúde -> doença: abordagem em aspectos epidemiológicos, clínicos e laboratoriais.

Ações diagnósticas e curativistas;

Complexidade da juventude - insuficiência de um recorte e da preensão por uma área de conhecimento (CANESQUI, 2011).


2.203
750
N. Programas de Mestrado (469)
N.Programas de Doutorado (349) - relativizar;

(SAVIANI, 2007)
Aprofundamento da temática?
Não há linhas de pesquisa consolidadas em torno dessa temática.
Total: 198
Ausência da PNJ -> Estatuto da Juventude?
Mais de 80% esfera Municipal e Estadual - universo escolar

Descentralização SUS
MAHJORGE@GMAIL.COM
Obrigada!
O viés se dá pela doença
Distribuição dos trabalhos segundo os Objetivos
Considerações Finais:

Frutos de uma história recente - relevância política e social - Sposito (2009), não há garantia suficiente para sua legitimidade acadêmica.


Constituição sócio-histórica da juventude (ABAD, 2003; MELUCCI, 1997), acredita-se que, por esse viés, a discussão sobre esse conceito não se desassocia das questões sociais contemporâneas - relevância desse estudo para prover elementos que norteiem a tomada de decisões e orientem a implementação de medidas políticas que permitam a expansão da cidadania dos jovens por meio da divulgação das demandas juvenis.



No interior da Grande Área de Saúde, observou-se que o debate sobre a categoria ‘adolescência’ e ‘juventude’ foi mais recorrente nas áreas da Saúde Pública e Saúde Coletiva -> influência das ciências sociais na composição da saúde coletiva, enquanto campo de conhecimento e de práticas, o que salienta a perspectiva social a ser abordada e considerada em seus estudos e intervenções.
Minayo e Coimbra Jr. (2006) destacam que a pluralidade das dimensões da vida social costuma ser desconhecidas pelos profissionais que atuam nos serviços de saúde, até por razões que remetem à sua formação predominante, mais calcada em aspectos clínicos e individuais. No entanto, quando alguns trabalhadores nesse universo reconhecem vertentes sociais na sua área de pesquisa e/ou atuação, eles mesmo têm dificuldade em transformar essa percepção em estratégia operativa de apoio à intervenção social.
Necessidade de problematizar a sobreposição dos aspectos voltados aos agravos à saúde frente a qualquer outro tipo de estudo. Reconhecida sua relevância, a questão é que, muitas vezes, trata-se de um único recorte sobre a complexidade juvenil, desconsiderando a dimensão de sua constituição como um ator social, o que nos parece um retrocesso frente aos anos de luta para que o direito de ocupar o espaço da arena social fosse conquistado e reconhecido.
A associação efetivada entre risco à doença e risco social tem sido produzida na sociedade e precisa ser debatida.

Complexidade e da constituição sócio-histórica do fenômeno da juventude -> categoria repleta de interfaces e, por isso, uma estação da vida, a qual demanda ação conjunta de vários núcleos do saber.

Assim, destaca-se a existência de problemáticas que são intangíveis pelo uso exclusivo de abordagens epidemiológicas e/ou clínico ambulatoriais e aponta-se para a importância de que a lente analítica utilizada na compreensão do grupo juvenil seja multifocada, não priorizando apenas uma corrente teórico-metodológica.

Nessidade que o setor saúde, assim como os demais, não se restrinja apenas a uma visão de “risco” para a população adolescente e juvenil, e caminhe para a produção de conhecimentos que contemple uma vertente mais social e macrossocial das demandas e características da juventude na contemporaneidade.
A prevalência desses estudos revelam, também, uma tendência entre as pesquisas na área da saúde em calcular a prevalência das doenças e fatores de risco ou, ainda, em calcular relações de causalidade
Necessidade de ampliação do debate em termos de enriquecimento de repertório e acúmulo conceitual e metodológico, compondo e articulando com outros domínios do conhecimento em um desafio constante, uma vez que a análise nas dimensões cotidianas das vidas dos sujeitos e seus atravessamentos passam fortemente pela análise do comportamento como produtor de riscos à saúde e/ou à vida sem, muitas vezes, interrogar o alcance da regulação social sobre os indivíduos.
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