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Ensino Superior e Universidade no Brasil

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Isabela Vieira

on 30 August 2016

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Transcript of Ensino Superior e Universidade no Brasil

1808
Ensino Superior e Universidade no Brasil
Período Colonial
Não existência de Universidades.
Cursos superiores isolados, especialmente Medicina, Direito e Engenharia.
Criação da 1ª Universidade
Criação da primeira Universidade do país localizada em Manaus.
Durante a prosperidade do ciclo da borracha.
Oferta de cursos de: Medicina, Farmácia, Odontologia, Direito, Engenharia e formação de oficiais da Guarda Nacional
1909
Fim da Universidade de Manaus
O esgotamento da prosperidade econômica na região levou ao fechamento da instituição.
Restando apenas a faculdade de Direito.
Universidade Federal do Amazonas
Criação da nova Universidade Federal.
A faculdade de direito da extinta Universidade de Manaus é incorporada.
Universidade do Paraná
Criada em Curitiba a 3a Universidade do País.
Apoio do governo estadual.
Ofertava cursos de: Medicina, Direito, Engenharia, Farmácia, Odontologia e Comércio.


Dissolvida mais tarde quando proibui-se instituições de nível superior em cidades com menos de 100 mil habitantes.
1911
Governo do Estado cria a faculdade de Medicina, esvaziando a instituição.
Torna-se inviável financeiramente e dissolve-se.
Dissolução da USP
1917
1912
Reforma Rivadávia Corrêa
USP
Criação da Universidade de São Paulo.
Recursos de um "sócio capitalista".
Oferta de cursos de: Medicina, Odontologia, Farmácia, Comércio, Direito e Belas Artes.
Abertura de duas novas universidades.
Incentivo de grupos privados.
Universidade Federal do Paraná
Criação da Universidade Federal do Paraná.
As faculdades livres originadas com a Universidade do Paraná (1912) são incorporadas a nova Universidade.
Universidade do Rio de Janeiro
Criação da Universidade do Rio de Janeiro.
Primeira instituição que assumiu duradouramente o status de Universidade.
Criada a partir de uma autorização legal do Presidente, cinco anos antes.
União das faculdades federais de Medicina e Engenharia (descendentes de cátedras criadas em 1808 e 1810) e de uma faculdade de Direito.
1920
1927
Universide de Minas Gerais
Aglutinação das faculdades de Engenharia, Direito, Medicina, Odontologia e Farmácia.
Subsídios do governo Estadual e de professores.
1928
Revolução de 1930
Inicio da Era Vargas.
1930
1931
Universidades Católicas
Surgimento das Faculdades Católicas.
Primeira Universidade Privada.
Universidade do Distrito Federal
Criada por Anísio Teixeira em 1935.
Dissolvida em 1939.
Suas faculdades foram incorporadas pela Universidade do Brasil.
1934
1935
Decreto 5.616
Universidades gozariam de "perfeita autonomia administrativa, econômica e didática."
Criação de requisitos legais para ingresso na Universidade.
O governo federal fiscalizaria.
Proibição de criação de Universidades Privadas.
Marcos limitadores.
1926
Decreto 19.851
11 de abril de 1931.
Estatudo das Universidades Brasileiras.
Centralização política-adminstrativa no Ministério da Educação.
Padrões para organização das instituições.
1938
Revolução Constitucionalista
Derrotada a Revolução Constitucionalista em São Paulo.
Fundada a Escola Livre de Sociologia e Política de São Paulo.


Em 1933 constituí-se como fundação de direito privado.

1932
Universidade do Rio Grande do Sul
Surgiu da diferenciação de uma unica faculdade.
Tomou como modelo o alemão de educação.
Universidade de São Paulo
25 de Janeiro de 1934.
Incorporando as escolas superiores de Direito, Politécnica, Escola Superior de Agronomia, Faculdade de Medicina e Escola de Veterinária.
O Instituto de Educação foi elevado à universidade.
2º Congresso Nacional de Estudantes
5 de dezembro de 1938.
Representantes do Ministro da Educação e de estudantes.
Criação da União Nacional dos Estudantes.
1937
Governo Militar
General Eurico Dutra assume como Ministro da Guerra do Estado Novo.
1940
Segunda Guerra Mundial
Organizados em torno da UNE, estudantes fazem propaganda para o país romper relações com os países do Eixo e entrar na guerra ao lado dos Aliados.
1942
Fim da Era Vargas
Militares obrigam Vargas a renunciar.
Eurico Dutra assume como presidente.
1945
Assembléia Constituinte
Em setembro de 1946 foi votada a 4a Constituição do período republicano.
A organização educacional permaneceu igual, revogando apenas aspectos vistos como mais autoritários.
Garantias de direitos individuais, expressão e pensamento.
1946
1950
Retorno de Vargas
Equivalência do ensino secundário.
Lei de Diretrizes e Bases.
Criação de novas faculdades.
Gratuidade em instituições públicas.
"Federalização" de faculdades estaduais e privadas.
1950-54
ITA
Criação do Instituto Tecnológico de Aeronáutica.
Avanço no Ensino Superior.
Inovação acadêmica e influência americana.
1947
UnB
Anísio Teixeira e o projeto da UnB.
Criação da Universidade de Brasília.
Fóruns de debate.
1960
Capes e CNPq
Criação da Capes e do CNPq.
1951
SBPC
Criação da Sociedade Brasileira para o progresso da ciência.
Formada por cientistas.
Buscava promover o intercambio de cientistas, a liberdade de pesquisa e a "verdadeira ciência".
1948
1962
FURB - UNIVERSIDADE REGIONAL DE BLUMENAU
PPGE/ME – Programa de Pós-Graduação/Mestrado em Educação
Disciplina: Educação Superior: Políticas Curriculares e o Trabalho Docente
Professor: Profa. Dra. Marcia Regina Selpa Heinzle

Grupo 1:
Andrea
Isabela
Leonardo
CUNHA, Luiz Antonio. Ensino superior e universidade no Brasil. In: LOPES, E.M.T.; FARIA FILHO,L.M.; VEIGA,C.G. (Org.)
500 anos de Educação no Brasil.
Belo Horizonte: Autêntica, 2000. (Página 161 a 182)
Grupo 2:
Jéssica
Juliano
Lilian
Ricardo
Thaís
ALMEIDA FILHO, N. de. Universidade Nova no Brasil. In: SANTOS, B. de S.; ALMEIDA FILHO, N. de.
A universidade no século XXI
: para uma universidade nova. Coimbra: Edições Almedina, 2008. (Pagina 105 a 124)
Grupo 3:
Silvia
Simone
Valdete
DE AGUIAR PEREIRA, Elisabete Monteiro. A universidade da modernidade nos tempos atuais.
Avaliação: Revista da Avaliação da Educação Superior,
v. 14, n. 1, 2010.
Grupo 4:
Vanessa
Karine
Graciele
DE AGUIAR PEREIRA, Elisabete Monteiro. A construção do conhecimento na modernidade e na pós-modernidade: implicações para a universidade.
Ensino Superior UNICAMP,
v. 5, n. 14, p. 13-24, 2015.
Universidade Medieval
Estrutura curricular rígida;
Duas faculdade (Teologia e Direito);
No século XV – Faculdade de Medicina;
Formação tecnológica fora das universidades.
Kant
Autonomia universitária:
Superar tanto tradição como conservadorismo;
Compromisso com o novo: novas formas de pensar e de agir.
O Conflito das Faculdades
Relatório Humboldt
Universidade de Berlim

Investigação científica (pesquisa);
Divisão por cátedras
Reforma Flexner – EUA
Iniciativa da sociedade civil, representada pelo grande capital;
Fundações filantrópicas;
Desregulamento.
Processo de Bolonha

Reorganização do currículo;
Integração dos países da EU;
Maior competitividade dos profissionais;
Padronização dos sistemas de formação profissional.
Padronizar em que sentido? Em quais aspectos? Para quê?
Brasil
1.ª Universidade: Escola de Cirurgia do Hospital Real Militar – Bahia (1808);
Após 1822 – outras instituições acadêmicas (Medicina, Leis, Engenharias e Belas Artes).

1788- Revolução Francesa
Primeiro marco em que a universidade tem seus princípios e suas configurações iniciadas em Kant.
1789 – Conflito das Faculdades
Segundo marco em que a universidade tem seus princípios e suas configurações iniciadas em Kant
Outros Fatos Históricos
Final dos anos 60
1967 – Acordo entre Ministério da Educação e USAID (financiada pelo BID e FMI) – resistência;
1968 – Reforma Universitária.
Reforma de cima para baixo (Regime Militar): sistema de gestão mista, incongruente consigo mesmo;
Anos 70
1970 – Clark Kerr usa o termo “multidiversidade” para identificar a universidade fragmentada.
1973 – O sistema brasileiro caracterizado como de elite, baseado em Martin Trow (1973).
1972 – Langoni atribui à educação uma capacidade de gerar “capital humano”.
1975- FARO atribui à educação elemento chave para qualquer processo de desenvolvimento econômico-social.

Anos 80
1980 – Surge uma nova agenda para a universidade, com discussões voltadas para: democratização e cidadania, liberdade de ensino e experimentação, controle de qualidade e desburocratização e diferenciação das funções da universidade. Schwartzman (p. 12): “Os problemas da pobreza, do desemprego, da ignorância, da alienação, dependem de soluções a nível econômico, político e administrativo que não poderiam ser adiadas sob o pretexto de que, com a educação, eles se resolveriam naturalmente”.
1985 – Tentativa (inócuo) de corrigir os equívocos da reforma anterior.
1989- No modelo napoleônico Lyotard (p.70) chama a atenção para essa ênfase de Humboldt para a vinculação da universidade com o Estado.

Anos 90
Governo FHC: aumento de vagas – reforma na retórica governamental do que iniciativas concreta
1994 – A crise da universidade se caracteriza por crise de hegemonia, crise de legitimidade e crise institucional.
1996 - Regulamenta-se o mínimo de oito horas semanais de atividade docente. A luta pela autonomia e liberdade é intrínseca à defesa dos projetos de universidades.
1997 – Para os membros da universidade, a ciência é compreendida como um problema que nunca pode ser totalmente resolvido.
Ênfase na interdisciplinariedade.
A atividade intelectual somente progride quando há cooperação.
1999 – Ristoff encontra três dimensões sobre a crise na universidade brasileira em nossos dias: a crise financeira, a crise do elitismo e a crise de modelo.
Século XXI
2004- A forma neoliberal de gerir as políticas de educação superior permitiram que o setor privado no Brasil responde hoje por 88% da oferta das vagas e por 71% das matrículas, fazendo com que ele seja um dos maiores do mundo.
2005 –Goergen (2005, p. 12), analisa que o momento atual da crise universitária em três dimensões: crise conceitual, crise contextual e crise textual.
Dias Sobrinho (p. 122), diz que se antes a preocupação era formação integral e a produção de conhecimentos de alto valor civilizatório, hoje a preocupação reside no financiamento e nas questões econômicas.
2006- Autonomia financeira que o Estado impõe é a de vínculo capitalista que impele as instituições a captarem recursos no mercado.
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