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Untitled Prezi

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by

Deolinda Mendes

on 9 September 2015

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Transcript of Untitled Prezi

Processo clínico
Conjunto de documentos relativos a um indivíduo contendo informações sobre o seu estado de saúde, história pessoal, exames realizados, contactos com os serviços de saúde, cirurgias, terapêutica, etc.

Permite a disponibilização oportuna das informações anteriores necessárias ao apoio à decisão (terapêutica).

O processo clínico é, habitualmente, uni-institucional e pretende englobar toda a informação disponível sobre um utente, em especial, a relativa aos eventuais episódios de contactos com a instituição:
- consultas,
-urgências
- internamentos,
-exames (por exemplo radiológicos) realizados e disponíveis.

Composição
do processo clínico
Exemplos sistemas de Informação
CIPE

“É um instrumento que permite representar mundialmente a realidade da prática de enfermagem, ajudando os enfermeiros a descrever, analisar e comparar práticas de enfermagem ao nível local, regional, nacional e internacional”

SONHO
O Sistema de Informação para a gestão de Doentes foi desenvolvido para responder à necessidade de tornar mais eficiente o trabalho administrativo nos hospitais portugueses.

É um sistema ADT (Admission-discharge-transfer / Admissão-alta-transferência), funcionando como pilar fundamental de referenciação de doentes e episódios nas instituições de saúde.

O SONHO também tem uma forte componente financeira, permitindo que sejam associados diagnósticos e procedimentos e analisados para fins de faturação.

2. O transporte de informação do utente: procedimentos e protocolos
2.1. Dados do utente
2.2. Exames
2.3. Processo administrativo post-mortem
2.4. Outros
Módulo 6
GOSCS
DeolindaMendes

ALERT

é um instrumento fundamental ao serviço da saúde, uma aplicação informática concebida em Portugal, como solução global para a informatização do Serviço de Urgência das unidades de saúde.
Tem como finalidade assegurar o registo, a interligação, a reutilização e a análise de toda a informação relacionada com os episódios de urgência.

Folha de Admissão e Alta.
Nota de entrada.
História clínica (história pregressa - antecedentes pessoais e familiais - e história da doença actual), revisão de aparelhos e sistemas e exame físico.
Diário clínico.
Registo de sinais vitais, diurese, drenagens cirúrgicas, etc.
Prescrição terapêutica.
Diário de enfermagem.
Registo de terapêutica administrada.

Processo clínico
Composição
Pedidos de exames complementares de diagnóstico e terapêutica.
Resultados (hematologia, bioquímica, bacteriologia, etc.).
No caso duma especialidade cirúrgica:
Consentimento / termo de responsabilidade.
Folha de anestesia.
Relatório operatório.
Historial clínico dos doentes no SNS disponível em portal
É uma espécie de motor de busca para a saúde, mas com filtros apertados.

Permite aos médicos do SNS aceder ao historial clínico dos doentes através do Portal do Profissional, que permite cruzar informação entre as várias instituições por onde o doente já passou e consultar dados relevantes sobre ele – mas só se o utente autorizar a divulgação.

O portal foi lançado em 2012 pelo então ministro da Saúde, Paulo Macedo, na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.
Para o doente, a vantagem é ter uma equipa médica com muita informação sobre o seu processo e, portanto, mais bem preparada para analisar o seu caso. Para o SNS, o saldo também é positivo:
Por exemplo, o facto de os médicos saberem toda a história do doente evita, a duplicação
de exames ou terapêuticas.
Ver apontamentos
Processo administrativo "post-mortem"
A informação do óbito aos familiares deverá ser efectuada sempre que possível, pelo médico responsável pelo doente.
A preparação do cadáver é da responsabilidade do enfermeiro ao qual o doente estava atribuído, devendo proceder à retirada de todos os cateterismos, à higiene corporal e ao tamponamento dos orificios naturais, eventual sutura de estomas, imobilização dos membros superiores e inferiores mantendo sempre o alinhamento corporal, devendo ser referenciados nos registos de enfermagem, os cuidados que foram prestados ao corpo.

O cadáver deverá ser colocado num saco de cadáver, identificado com 2 etiquetas, uma interna e outra externamente e posteriormente transportado obrigatoriamente em maca especifica, que se encontra localizada na casa mortuária.
A transferência do cadáver para a maca da casa mortuária, é feita no corredor do serviço, perto da porta de acesso directo às unidades.
A saída do cadáver só será efectuada após informação dos familiares ou, em caso de impossibilidade, das autoridades (PSP ou GNR) da área de residência do doente falecido e somente após autorização do enfermeiro responsável.
Deverá ser efetuado o registo da saída do cadáver em livro existente para esse efeito e o mesmo será sempre acompanhado da respectiva Certidão de Óbito
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