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ROSIVALDO GOMES GÊNEROS DIGITAIS E LDP

IV Simpósio sobre o Livro Didático de Língua Materna e Língua Estrangeira (IV SILID) e III Simpósio sobre Materiais e Recursos Didáticos (III SIMAR) - PUC-Rio 30 e 31 de julho e 01 de agosto de 2013
by

rosivaldo gomes

on 27 July 2015

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Transcript of ROSIVALDO GOMES GÊNEROS DIGITAIS E LDP

Rosivaldo Gomes
Adelma Barros-Mendes

Gêneros digitais e Livros didáticos de Português: possibilidades e limites no processo de transposição e didatização
O papel do LDP nas pesquisas de linguagem
Nessa ótica, Bunzen e Rojo (2005) afirmam que o
livro didático
pode ser estudado como um g
ênero do discurso constituído por outros gêneros intercalados
que trazem para
seu interior outros enunciados
;
UNIFAP/DEPARTAMENTO LETRAS, ARTES E EDUCAÇÃO INDÍGENA

O pesquisador do livro didático que adota essa compreensão, na visão desses autores, estaria diante de uma discussão sobre a (re)apresentação, declarada ou não, do discurso de outrem;

Sob essa perspectiva, esta comunicação objetiva apresentar alguns resultados de análises realzados pelo grupo de Pesquisa: Linguagem, educação, sociedade, formação inicial e continuada de professores (UNIFAP/CNPq) sobre o processo de transposição e didatização de gêneros digitais nos livros didáticos de português do ensino médio.


Assim, a partir dos pressupostos teóricos da Linguística Aplicada, buscou-se compreender, por meio da base teórico-metodológica descritivo-interpretativista o modo de
reversão de função por que passam
, segundo Marcuschi (2003), os gêneros digitais ao serem transferidos do meio virtual para o meio impresso (o livro didático)
Os dados

- Dentre os gêneros digitais veiculados nos livros didáticos de Língua Portuguesa, selecionamos os gêneros e-mail e blog como objeto de estudo;

- Um livro da Coleção Português – Linguagem: Literatura, produção de texto e gramática de William Roberto Cereja e Thereza Cochar Magalhães;

- Inscrita pela 1ª vez no PNLD/2009, com aprovada novamente no PNLD/2012.
Análise dos dados :
A transposição e a didatização do gêneros digitas no LDP
Algumas considerações ...



O livro didático de LM/P, nos últimos 30 anos, tornou-se, dentro da área da linguagem, principalmente, no campo da
Linguística Aplicada
, um objetivo de investigação sobre o qual pesquisadores têm lançado diversos olhares teórico-metodológicos, buscando compreender
os ajustes e reajuste dos objetos de ensino
nessa, como propõe Bunzen (2001, 2005) “caixa-preta”.
poema
conto
fábula
HQ, TIRA
CHARGE
ART. DE DC
REPORTAGEM
NOTÍCIA
AUTORES
INST. DOGOVERNO
DOCUMENTOS OFICIAIS
LIVRO DIDÁTICO
e-mail
blog
artigo de opinião
Os novos suportes de comunicação e os ambientes virtuais de aprendizagem estão re-dimensionando as práticas de linguagem na cibercultura (MARCUSCHI, 2006)
As inovações tecnológicas têm trazido mudanças significativas no que diz respeito ao conceito de texto, dando lugar ao que é chamado de hipertexto que, conforme Xavier (2004, p.171), pode ser entendido como uma “forma híbrida, dinâmica e flexível de linguagem que dialoga com outras interfaces semióticas.
Transformados em saberes a serem ensinados, os saberes precisarão também ser didatizados e, embora fortemente relacionados entre si, os processos de transposição didática e de didatização não são sinônimos. Enquanto o processo de transposição se ocupa da transformação dos saberes de referência em saberes a serem ensinados, a didatização seria a maneira de organizar esses saberes para a compreensão do aluno. De maneira simplificada, poderíamos dizer que a didatização é o “como”, por meio de exercícios e atividades, os saberes são expostos com a finalidade de concretizá-los em saberes ensinados e aprendidos (BARROS-MENDES, 2005).
Há preocupação por parte dos autores em mostrar ao aluno a estrutura composicional do gêneros e-mail e blog, seus temas e estilos de linguagem de acordo com a situação comunicativa, há portanto um direciomento para as dimensões ensináveis do gênero, já que:
“quanto mais precisa a definição das dimensões ensináveis de um gênero, mais ela facilitará a apropriação deste como instrumento e possibilitará o desenvolvimento de capacidades de linguagem diversas que a ele estão associadas” (DOLZ & SCHNEUWLY, 2004,p. 15).
Considerando o uso social dos gêneros e suas vantagens quando direcionadas as práticas de ensino, podemos concluir que os gêneros textuais digitais começam timidamente a serem inseridos nos livros didáticos;

Considerando o grande fascínio exercido pelas mídias e gêneros digitais sobre a juventude, estes devem ser tomados pela escola como ferramentas auxiliares nas práticas pedagógicas;

Não basta apenas apresentar a diversidade de textos em sala de aula, é necessário trabalhar com as dimensões (textuais, discursivas, enunciatvas dos gêneros);

Considerar o papel desses gêneros no fazer pedagógico, por meio da transposição didática e da didatzação, requer por parte da escola, dos materais didáticos e dos autores, o reconhecimento (cf.Rojo, 2009; 2012) das práticas de multiletramentos nas quais são usados e das quais os alunos fazem parte.
.

PUC/RIO DE JANEIRO
30 e 31 de julho e 01 de agosto de 2013
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