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D. Filipa de Lencastre

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by

Paulo Cunha

on 31 October 2014

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Transcript of D. Filipa de Lencastre

D. Filipa de Lencastre
Temas abordados
Linguagem e estilo
Estrutura externa e interna
Apreciação Global
Objetivo do trabalho
O trabalho consistia em escolher um poema que não se encontre no manual para proceder à sua análise e mais tarde à apresentação à turma.
Tópicos a abordar
Quem foi D. Filipa de Lencastre
Análise do poema
Estrutura externa e interna
Linguagem e estilo
Estrutura externa e interna
A estrutura externa:
O poema está dividido em duas quadras de rima cruzada ABAB / CDCD.
"Que e/nig/ma ha/vi/a em/ teu/ sei/o - 8
Prin/ce/sa/ do/ San/to/ Gral" - 7
A estrutura métrica é irregular pois o número de silabas métricas não é igual.
A estrutura interna:
O poema pertence à primeira parte da obra "Mensagem" denominada "Brasão" e incluí-se na subparte II "Os Castelos" correspondendo ao sétimo poema.
D. Filipa de Lencastre
Rainha de Portugal, nasceu em Leicester em 1359, era filha primogénita de João de Gaunt ( John of Gaunt ), filho do rei Eduardo III de Inglaterra e de D. Branca de Lencastre,( Blanche of Lancaster ) duques de Lancaster.
D. Filipa de Lencastre
Que enigma havia em teu seio
Que só génios concebia?
Que arcanjo teus sonhos veio
Velar, maternos, um dia?

Volve a nós teu rosto sério,
Princesa do Santo Gral,
Humano ventre do Império,
Madrinha de Portugal!
"Que enigma havia em teu seio
Que só génios concebia?"

Referência à chamada "ínclita geração" dos filhos de D.Filipa e D.João I.
Pronome interrogativo (Que v.1)
Pronome Relativo (Que v.2)
"Que arcanjo teus sonhos veio
Velar, maternos, um dia?"

A referência ao braço direito de Deus (Arcanjo) por parte do poeta veio afirmar a vontade de Deus para os futuros feitos gloriosos dos portugueses nas descobertas marítimas.
Pronome interrogativo (Que v.3)
"Volve a nós teu rosto sério,
Princesa do Santo Gral"

O Gral refere-se como a taça de onde Cristo bebera na Última Ceia e que teria recolhido o seu sangue na Cruz.
"Princesa do Santo Gral" deve ser interpretada como "Princesa mística" pois esta foi predestinada por Deus para ser mãe dos príncipes da ilustre geração.
"Humano ventre do Império,
Madrinha de Portugal!"

D. Filipa de Lencastre foi batizada, por Fernando Pessoa, "madrinha de Portugal" devido à educação que esta deu aos seus filhos e que lhes permitiu serem tão distintos e gloriosos.
"Madrinha de Potugal!" - frase exclamativa.
O motivo da escolha do poema "D. Filipa de Lencastre" foi por ser um poema interessante.
Este poema realça aquilo que D. Filipa de Lencastre realizou.
O poema pode dividir-se em duas partes: a primeira, em que são feitas perguntas retóricas para o leitor pensar sobre a importância de D. Filipa de Lencastre na criação dos heróis da nação, e a segunda, em que o sujeito poético usa a exclamação e o modo imperativo para invocar o regresso desta figura histoirica.
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