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Agentes Teratogênicos

trabalho de biologia sobre o diagnóstico pré-natal
by

Niqq Aquino

on 27 August 2014

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Transcript of Agentes Teratogênicos

Infecção viral mais comum do feto humano
Até o 1º trimestre: aborto
Microcefalia;
Atraso do desenvolvimento psíco-motor/mental;
Hidrocefalia;
Paralisia cerebral;
Calcificação cerebral

Agentes Teratôgenicos
e malformações

AGENTES TERATÔGENICOS
Cardiotografia (interna)
Técnicas invasivas
O que é?
Consiste no registo conjunto da frequência cardíaca fetal e da atividade uterina.
Só pode ser realizado após ter rebentado a bolsa das águas.
O teste permite verificar o mesmo que a sua vertente externa, mas de uma maneira mais precisa.
Amniocentese
O que é?
A amniocentese é um teste realizado ao líquido amniótico .
Técnicas invasivas
Como é realizado?

Perfura-se o abdómen até ao útero com uma agulha muito fina;
Usa-se o ecógrafo ou ultrassom para visualizar o trajeto da agulha e a localização do feto;
Recolha do líquido pretendido;
Posterior análise.
Este teste deve ser realizado a partir da 15ª e 18ª semana de gestação.
Vantagens e desvantagens dos métodos invasivos
Vantagens:
Métodos que permitem detetar:
Anomalias na formação do embrião/feto;
Infeções no líquido amniótico;
Anomalias cromossómicas
Infeções ao nível do feto/embrião.
Desvantagens:
Processo que pode provocar:
Dores;
Causar infeções;
O ferimento do feto, da placenta ou do cordão umbilical com a micro- agulha;
O rompimento da cavidade amniótica;
Perdas de sangue;
Contrações precoces;
Aborto.
Diagnóstico genético
Como é realizado?

Introdução de um cateter no interior da cavidade uterina, através da vagina, constituído por um sensor capaz de medir a intensidade das contracções do útero;
Colocação de um elétrodo sobre a cabeça do feto, de modo a medir a frequência cardíaca.;
Os dados são registados num monitor ou sobre uma fita de papel contínuo.
A taxa de ocorrência de trissomia 21:
1:700 nascimentos
O risco de nascimento de uma criança com trissomia 21 aumenta com a idade da mãe. Para as mulheres de idade superior a 35 anos, o risco é significativamente mais elevado
À amniocentese
Vantagens:
Exame muito exato;
É possível saber exatamente o número de cromossomas.
Desvantagens:
tratar-se de um exame invasivo;
riscos de aborto (taxa: 1:100);
só pode ser feita a partir da 16ª semana ,logo o resultado é tardio.
Recorre-se
http://www.isaude.net/pt-BR/noticia/15694/ciencia-e-tecnologia/novo-metodo-identifica-sindrome-de-down-a-partir-do-sangue-materno
Tornando-se possível e legal o ABORTO
O aborto é a interrupção de uma gravidez.

Dando-se a expulsão de um embrião ou de um feto antes do final do seu desenvolvimento .
Novo diagnóstico: recolhe-se uma amostra pequena de sangue da mãe entre a 11ª e a 13ª semana da gestação, que permite detetar a presença de um cromossoma 21 extra no feto/embrião
O aborto será a solução?
Associação Portuguesa de diagnóstico pré -natal
A APDPN foi fundada em 1993 e tem como principais objetivos:
Promover as várias técnicas de diagnóstico pré-natal
Facilitar o contato entre os especialistas que compartilhem e se dedicam a estas áreas

Docente: Profª Janaina Jeanine
Discentes: Cristian Reinaldo
Igor Macedo
Felipe Silva
Lya Coelho
Mônica Aquino
Sara Albuquerque

Agentes Teratogênicos
- Um teratogêno é qualquer agente capaz de produzir ou aumentar a incidência de uma anomalia em uma população
- Até 1940 acreditava-se que os embriões estavam protegidos pela placenta e anexos.

Principios Básicos da Teratogenicidade:

Os períodos críticos do desenvolvimento
A dosagem da droga ou composto químico
O genótipo do embrião





Período Crítico
Período Crítico
MALFORMAÇÕES CAUSADAS POR FATORES AMBIENTAIS
Teratogênese por Drogas
Teratogênese por Agentes Infecciosos
Teratogênese por Fatores Maternos
Teratogênese por Agentes Físicos



Graus variados da masculinização de fetos femininos;
Genitália externa ambígua, resultando em fusão labial e hipertrofia do clitóris;
Anticoncepcionais orais:
síndrome de VACTERL

Teratogênese por Drogas
Retardo do crescimento
Abortos espontâneos
Microcefalia;
Infarto cerebral;
Anomalias urogenitais;
Distúrbios neurocomportamentais.
Teratógeno comportamental: Metadona

Minamata
;
Atrofia cerebral;
Espasticidade;
Apoplexia;
Retardamento mental.
Distúrbios sensoriais nas mãos e pés, danos à visão e audição

Teratogênese por Agentes Infecciosos
TIPOS DE TERATOGÊNICOS
Infecções
TIPOS DE TERATOGÊNICOS
Infecções
Teratogênese por Drogas
Tabagismo
Constrição dos vasos uterinos redução da disponibilidade de O2 para o feto;
Carboxiemoglobina
Hipóxia fetal crônica
;
Afeta crescimento e desenvolvimento mental
Baixo peso ao nascimento;
Defeitos conotruncais cardíacos, deficiência dos membros, anomalias do trato urinário;
Teratogênese por Drogas
Álcool
Andrógenos e Progestógenos
Teratogênese por Drogas
Teratogênese por Drogas
Teratogênese por Drogas
Teratogênese por Drogas
Cocaína
Teratogênese por Drogas
Metilmercúrio
Teratogênese por Drogas
Anticonvulsionantes
Teratogênese por Drogas
Teratogênese por Drogas
Grávidas epilépticas;
Síndrome da Trimetadiona
: sobrancelhas em V, fenda labial, defeitos cardíacos, geniturinários e nos membros, retardo no crescimento;
Síndrome da Hidantoína Fetal
: microcefalia, retardo, ptose palpebral, hipoplasia das unhas
Ácido valpróico
Uma mãe ficou abismada quando, ao ter seu filho, constatou, por meio de exames, que ele apresentava anormalidades, como distúrbios neurológicos e cegueira. Ela disse ao médico que não entendia como aquilo poderia ter ocorrido, visto que, para ela, sua gravidez foi sadia, já que ela não ingeriu álcool, remédios, nem nada do tipo. O médico, após fazer várias perguntas à mulher, visando solucionar o problema, descobriu que ela era moradora do litoral. Assim, perguntou com que frequência ela comia peixe. A mulher respondeu que sempre foi uma grande adepta desse tipo de carne e que, com a gravidez, a quantidade de peixe ingerida aumentou. Então, ele concluiu que a criança havia nascido com minamata, uma doença causada por excesso de mercúrio que, em algumas regiões, contamina os peixes.
Citomegalovírus
Tranquilizantes
Teratogênese por Drogas
Epidemia de Talidomida
(1959)
Período sensível: 24 a 26 dias após a fertilização
Proteina alvo:
cereblon
Desenvolvimento anormal dos membros:
Meromelia
(ausência parcial)
Amelia
(ausência total)
Ausência de orelha externa e interna

1957: tem início a comercialização da droga.

1965: a droga é retirada de circulação,
com pelo menos 4 anos de atraso.
Na prática, porém, não deixou de ser consumida
indiscriminadamente no tratamento de estados reacionais em Hanseníase, em função da desinformação, descontrole na distribuição, omissão governamental, automedicação e poder econômico dos laboratórios.
Com a utilização da droga por gestantes portadoras de hanseníase, surge a segunda geração de vítimas da Talidomida.

1976: tem início os processos judiciais contra os laboratórios e a União.
1982: após várias manifestações que sensibilizaram a mídia, o governo brasileiro é obrigado a sancionar a Lei 7.070, de 20 de dezembro de 1982.
Tal lei concede pensão alimentícia vitalícia, que varia de meio a 4 salários mínimos, de acordo com o grau de deformação, levando-se em consideração quatro itens de dificuldade: alimentação, higiene, deambulação e incapacidade para o trabalho.

2003: é sancionada a Lei nº 10.651, de 16 de abril de 2003, dispõe sobre o controle do uso da talidomida.

2005: é publicada a Consulta Pública nº 63 para proposta de novo regulamento técnico da Talidomida.

2009: participação em reunião promovida pelo Programa de Hanseníase para discussão de documento visando Orientação no uso Controlado da Talidomida, para profissionais em saúde.

2010: promulgação da Lei 12.190 que concede indenização por dano moral às pessoas portadoras da síndrome da talidomida.

2010: reuniões com ANVISA, MORHAN, UFRGS para aprimoramento da regulamentação legal da talidomida visando a edição de uma nova Resolução para aprovação do Conselho Nacional de Saúde.
Teratogênese por Drogas
Teratogênese por Drogas
Talidomida
Teratogênese por Drogas
Teratogênese por Drogas

Teratogênese por Agentes Infecciosos
Citomegalovírus
Infecção viral mais comum no feto humano
Até o 1º trimestre: aborto
Microcefalia;
Coriorretinite;
Atraso do desenvolvimento psíco-motor/mental;
Hidrocefalia;
Paralisia cerebral;
Calcificação cerebral

Maioria da transmissão durante o parto
Com acompanhamento: 1% de risco
Sem acompanhamento: 25% de risco
Testa proeminente em forma de caixa;
Microcefalia;
Dorso nasal achatado;
Hipertelorismo;

TIPOS DE TERATOGÊNICOS
Infecções
TIPOS DE TERATOGÊNICOS
Infecções

Rubéola
HIV
Síndrome da Rubeóla Congênita
Quanto mais no ínicio da gravidez mais chances: (20%) Trimestre I e 10% Trimestre II e III
Surdez sensorioneural;
Cataratas;
Glaucoma;
Retardamento mental;
Hemorragia do recém-nascido.


Rubéola

Rubéola
TIPOS DE TERATOGÊNICOS
Infecções
Teratogênese por Drogas
TIPOS DE TERATOGÊNICOS
Doenças Maternas
Tabagismo
Diabetes Melitus não controlada: incidência 2 ou 3 vezes maior de defeitos congênitos
Não existe síndrome associada
Macrossomia
: excesso de peso
Maiores riscos de: anomalias encefálicas, síndrome do sofrimento respiratório, defeitos esqueléticos
Diabetes
Malformações congênitas em filhos de mães diabéticas: Relato de casos


R.C., mascullno, produto da primeira e única gestação materna, pais jovens e não consangüíneos. A
mãe é diabética desde os 3 anos de idade e faz uso de insulina NPH
. Durante a gestação, apresentou retinopatia não proliferativa, cetoacidose diabética e infecção urinária na 28a semana de gestação. O exame ultra-sonográfico realizado na 3a semana de gestação, revelou polidrâmnio.
O exame físico aos 4 anos de idade revelou P=15800g (10<p<25), E=100cm (10<p<25), PC=53,5 cm (p=97,5), fácies peculiar, macrocrania com fronte ampla e saliente, olhos com inclinação antimongolóide, narinas antevertidas, boca pequena (Foto 2), pálato ogival, orelhas assimétricas, posteriorizadas, de baixa implantação, apêndices pré-auriculares e estenose de conduto auditivo direito.
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