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PARNASIANISMO

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by

Myrella Lorena

on 30 October 2014

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Transcript of PARNASIANISMO

TEMÁTICA
CONTEXTO
HISTÓRICO
Chegada do século XX
Abolição da escravatura
Proclamação da república
Primeira Guerra Mundial
CARACTERÍSTICAS
Objetividade ( Razão > Emoção )
Acentuado descritivismo (objetos ; Cenas ; Fatos)
Isolamento do poeta ( Concentração do poeta)
ANÁLISE DE TEXTO
RAIMUNDO CORREIA
Universalidade
Fatos históricos
Paisagens
tempo
Amor
Mitologia Greco Romana
Arte pela Arte
(1859 - 1911 )
Natureza
Melancolia
Pessimismo
Filosófico
Moralidade
OLAVO BILAC
(1865 - 1918)
Reflexão da existência
Temática da perfeição
Nacionalismo
Mitologia
Sensualismo
ALBERTO DE OLIVEIRA
Rigidez formal
Precisão
Pobreza temática
Sem emoção
Descritivismo
PARNASIANISMO
CARACTERISTICAS
Obsessão pela perfeição formal
Uso de versos e formas clássicas (Versos decassílabos;Alexandrinos em forma de Sonetos)
Rimas Ricas, Preciosas e Raras
Rimas Alternadas,Interpolada, Emparelhada, Encadeada e Mista
Estrofação Regular
Exploração da riqueza vocabular
RIMAS POBRES
RIMAS RICAS
RIMAS RARAS
ANÁLISE DE TEXTO II
(1857 - 1937)
Anoitecer (trecho)
"Entre as ruínas de um con
vento
De uma coluna quebr
ada
Sobre os destroços, ao
vento
Vive uma flor isol
ada
"
"Sonha... Po´rem de súbito a viol
ento
Abalo acorda. Em torno as folhas bolem...
É o vento! E o ninho lhe arrebata o v
ento
"

Alberto de Oliveira
"Que ouço ao longe o oráculo de
Elêusis
Se um dia eu fosse teu e fosses minha,
O nosso amor conceberia um mundo
E de teu ventre nasceriam
deuses
".

Raul de Leôni
Em que da voz materna ouvi: "meu filho!"
E em que Camões chorou, no exílio amargo,
O gênio sem ventura e o amor sem brilho!"
Língua portuguesa
Última flor do Lácio, inculta e bela,
És, a um tempo, esplendor e sepultura:
Oura nativo, que na ganga impura
A bruta mina entre os cascalhos vela...
Amo-te assim, desconhecida e obscura,
Tuba de alto clangor, lira singela,
Que tens o tom e o silvo da procela
E o arrolo da saudade e da ternura!
Amo o teu viço agreste e o teu aroma
De virgens selvas e de oceano largo!
Amo-te, ó rude e doloroso idioma,
Olavo Bilac
Estranho mimo aquele vaso! Vi-o,
Casualmente, uma vez, de um perfumado
Contador sobre o mêrmor luzido,
Entre um leque e o começo de um bordado.

Fino artista chinês, enamorado,
Nele pusera o coração doentio
Em rumbras flores de um sutil lavrado,
Na tinta ardente, de um calor sombrio.

Mas, talvez por contraste à desventura,
Quem o sabe?... de um velho mandarim
Também lá estava a singular figura.

Que arte em pintá-la! A gente acaso vendo-a,
Senta um não sei quê com aquele chim
De olhos cortados à feição de amêndop.
Alberto de Oliveira
Vaso Chinês
Ignota voz, qual se da antiga lira
Fosse a encantada música das cordas,
Qual se essa voz de Anacreonte fosse.
Vaso Grego
Esta de áureos relevos, trabalhada
De divas mãos, brilhante copa, um dia,
Já de aos deuses servir como cansada
Vinda do Olimpo a um novo deus servia
Era o poeta de Teos que a suspendia
Então, e, ora repleta ora esvasada,
A taça amiga aos dedos seus tinia,
Toda de roxas pétalas colmada.
Depois... Mas o lavor da taça admira,
Toca-a, e do ouvido aproximando-a, às bordas
Finas hás-de lhe ouvir, canora e doce,
Alberto Oliveira
As pombas
Vai-se a primeira pomba despertada...
Vai-se outra mais... mais outra... enfim dezenas
De pombas vão-se dos pombais, apenas
Raia sanguínea e fresca a madrugada...
E à tarde, quando a rígida nortada
Sopra, aos pombais de novo elas, serenas,
Ruflando as asas, sacudindo as penas,
Voltam todas em bando e em revoada...
Também dos corações onde abotoam,
Os sonho, um por um, céleres voam,
Como voam as pombas dos pombais;
No azul da adolescência as asas soltam, Fogem...
Mas aos pombais as pombas voltam,
E eles aos corações não voltam mais...
Raimundo Correia
Esbraseia o Ocidente na agonia
O sol... Aves em bandos destacados,
Por céus de oiro e de púrpura raiados,
Fogem... Fecha-se a pálpebra do dia...
A natureza apática esmaece...
Pouco a pouco, entre as árvores, a lua
Surge trêmula, trêmula... Anoitece.
Longe do estéril turbilhão da rua,
Beneditino, escreve!No aconchego
Do claustro, na paciência e no
sossego,
Trabalha, e teima, e lima, e sofre, e sua!
A um Poeta(trecho)
Satânia
(trecho)
Nua, de pé, solto o cabelo às costas,
Sorri. Na alcova perfumada e quente,(...)
Profusamente a luz do meio-dia
Entra e se espalha palpitante e viva.(...)
Vem lhe beija a pequenina ponta
Do pequenino pé macio e branco,(...)
Sobe... cinge-lhe a perna longamente;
Sobe... e que volta sensual descreve
Para abranger todo o quadril! - prossegue.
Lambe-lhe o ventre, abraça-lhe a cintura
RIMAS
Emparelhada
Encadeada
MISTURADAS
INTERPOLADA
CRUZADA OU ALTERNADA
CONTAGEM MÉTRICA
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