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A REPRESENTAÇÃO IMAGINÁRIA SOBRE A CULTURA SURDA

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by

Luana Boeing

on 9 June 2015

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Transcript of A REPRESENTAÇÃO IMAGINÁRIA SOBRE A CULTURA SURDA

A REPRESENTAÇÃO IMAGINÁRIA SOBRE A CULTURA SURDA
Influência de pessoas capacitadas para a cultura surda
• Negar sua participação na cultura surda, poderá influenciar a criança a acreditar que é ruim ser surdo.
• Wrigley [...] as crianças surdas ‘passarão’’ por ouvintes , tornando-se assim ‘’aceitáveis’’ como pessoas que parecem ouvir. (1996, p.47)
• Estereótipos de anormais. Falar psicóloga dos surdos que pede pra fazer operação para ficar normal.
Auto aceitação
Orgulho de ser surdo;
Representações sociais em relação a cultura surda;
Língua oral mais vantajosa para a inclusão na vida social;
Surdo com vergonha de usar a língua de sinais;
[...] "A língua de sinais corresponde à minha voz, meus olhos são meus ouvidos. Sinceramente nada me falta" (LABORRIT, 2007);
Sujeitos surdos x sujeitos surdos oralizados.
Orgulho
Música;
Corais de língua dos sinais;
práticas ouvintes ouvinistas com métodos ultrapassados;
O problema são as representações estereotipadas e hegemônicas sobre a cultura surda.
Apesar das perseguições os surdos não temem esconder suas identidades culturais. Eles estão cada vez mais motivados pela valorização das diferenças;
Mc Cleary (2003,p.2): (...) diga para um ouvinte: “ eu tenho orgulho de usar a linga dos sinais brasileira”. Qual pode ser a reação dele? Ele pode pensar, “sim, claro! Os gestos são muito bonitos e expressivos!”Mas não é por isso que você tem orgulho!Você tem orgulho porque quando você usa a língua de sinais, você pode ser um surdo e feliz ao mesmo tempo.
Conclusão
O que podemos perceber ao fim deste capítulo é que apesar de hoje em dia a cultura surda ser mais aceita pela sociedade ainda há profissionais, pais e próprios surdos que não se aceitam .
Porém, é visível como há pessoas que tem orgulho de si mesmos, não fazendo da surdez uma deficiencia, mas sim, o seu jeito de viver, utilizando a linguagem de sinais para sua comunicação.
Estereotipos e a hegemonia ouvinte
• Espelhar aspectos da Cultura dominante como da cultura surda;
• Valores e normas hegemônicas para ter sucesso social, causando conflitos ou dificuldade de aceitação de sua identidade surda;
• A marca da deficiência determinou submissão ao normal ouvinte;
• Praticas corretivas – fonoaudióloga "Meu filho tem 4 anos, tem perda profunda bilateral, usa aparelho nos dois ouvido e tem acompanhamento fonoaudiológo, mas pretendo que ele seja só oralizado, sem precisar da linguagem de sinais. A fono dele não quer que ele aprenda porque senão ele ficará preguiçoso pra falar."

GIULIA GIORDANI / LUANA JERONIMO LIBRAS
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