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REDAÇÃO E PRODUÇÃO PARA ÁUDIO (RÁDIO)

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by

Marco Reis

on 24 August 2016

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Transcript of REDAÇÃO E PRODUÇÃO PARA ÁUDIO (RÁDIO)

Quem sou eu ?
1ª Aula
REDAÇÃO E PRODUÇÃO PARA ÁUDIO (RÁDIO)
Ao trabalho
Trajetória acadêmica e profissional


Por último, há a chamada terceiridade, ou seja, a interpretação do significado não apenas do quarto, mas também da obra.

O quarto retratado foi habitado por Van Gogh em um dos períodos mais conturbados de sua vida. Ao mesmo tempo em que reflete tranquilidade, o retrato traz à tona a angústia, a solidão e o vazio interior do pintor.


Pode-se afirmar que o texto abaixo ratifica a concepção da linguagem como um fenômeno dinâmico?
Não Tem Tradução
(Noel Rosa, Francisco Alves e Ismael Silva)
(...)
A gíria que o nosso morro criou
Bem cedo a cidade aceitou e usou
Mais tarde o malandro deixou de sambar, dando pinote
Na gafieira dançar o Fox-Trote
(...)
Tudo aquilo que o malandro pronuncia
Com voz macia é brasileiro, já passou de português
Amor lá no morro é amor pra chuchu
As rimas do samba não são I love you
E esse negócio de alô, alô boy e alô Johnny
Só pode ser conversa de telefone

Registro coloquial
A variante coloquial (ou registro coloquial) da língua é de utilização em situações de informalidade. Não há aqui
preocupação com o rigorismo gramatical ou vocabular.

É linguagem familiar, popular, predominantemente oral, mas não exclusivamente.

Surfista 01: E aí brother, tranquilão?
Surfista 02: Show!!! Viu que doideira o campeonato da prainha ontem?

Surfista 01: Vi cara! O maluco virou a bateria no finzinho tirando um tubão animal!
Surfista 02: Alucinante, né não?

Surfista 01: Então, vamos aproveitar e dar uma caída?
Surfista 02: Como é que tá o mar?

Surfista 01: Um metrão, lisinho, abrindo várias direitas... tá clássico!
Surfista 02: Demorô! Só se for agora!
Surfista 01: já é então. Partiu!

Tipos de variação linguística:


HISTÓRICA
GEOGRÁFICA
SÓCIOCULTURAL
PROFISSIONAL
CONTEXTUAL

Linguagem oral Linguagem escrita

espontânea disciplinada, rígida
agramatical gramatical
vocabulário mais limitado vocabulário extenso
descuidada elaborada
envolvimento distanciamento
frases inacabadas, estrutura frasal
formas contraídas e vocabular respeitada
recursos adicionais: rítmicos, a palavra, sinais de
melódicos, corporais pontuação, acentuação

LINGUAGEM FALADA
X
LINGUAGEM ESCRITA




VERBA VOLANT
X
SCRIPTA MANENT
FALA: USO INDIVIDUAL DA LÍNGUA

Língua : virtualidade
Fala: realidade

A fala, ao contrário da língua, por se constituir
de atos individuais, torna-se múltipla,
imprevisível, irredutível a uma pauta sistemática.

Os atos linguísticos individuais são ilimitados,
não formam um sistema

Linguagem verbal: aquela em que se usa apenas a palavra, falada ou escrita.

Linguagem não-verbal: utiliza outros tipos de código, que não a palavra: desenhos, pinturas, fotos, gestos.

ELEIÇÃO EM LARANJEIRAS DO SUL (PR)
COM BASE NESSES
PRINCÍPIOS OBSERVEMOS

À primeira vista, a pintura traz à memória a ideia de “quarto”,

Em segundo lugar, nota-se a singularidade do quarto: sua localização na cidade francesa de Arles, a cor das paredes, a disposição dos objetos, o tipo de piso, os quadros na parede.
Assim o quarto passa a ser especificado.
PARA REFLETIR
O QUARTO DE ARLES
Van Gogh
OS TERMOS 'VISÃO', 'METAS DE NEGÓCIO' … 'PRIORIDADES DE COMUNICAÇÃO PARA O ANO'
3) Elemento que de forma arbitrária estabelece uma relação convencionada entre o signo e o objeto.

Exemplo: As palavras “cadeira” ou “árvore”.
SÍMBOLO
1) Mantém uma relação de proximidade sensorial ou emotiva entre o signo, representação do objeto, e o objeto em si.

Exemplo: Pintura, a moldura de um fluxograma.
Ícone
A paz mundial e a pomba da paz, qual a relação
entre elas?

Foi uma convenção que fez da imagem semelhante
a uma pomba branca, um símbolo de paz,
que é um conceito abstrato e complexo.
REFLETINDO
É importante perceber a solução do problema anterior sob o ângulo da SEMIÓTICA.

Podemos defini-la como sendo a disciplina que se ocupa do estudo linguagem, do seu processo e do sistema em geral.
CONCEITOS DE BASE

Como esse pensamento interfere
em nossa comunicação?

Pode se afirmar que o texto abaixo, de Oswald de Andrade, relativiza o emprego da norma culta?

Dê-me um cigarro
Diz a gramática
Do professor e do aluno
E do mulato sabido
Mas o bom negro e o bom branco
Da Nação Brasileira
Dizem todos os dias
Deixa disso camarada
Me dá um cigarro

(ANDRADE, Oswald de. Seleção de textos. São Paulo: Nova Cultural.1988.)

1 - Que considerações se podem fazer , do ponto de vista da norma culta e/ou do registro coloquial,
sobre o emprego do verbo “ter” na figura abaixo?

Exemplificando...

Registro coloquial Norma culta


“A gente não vai mais brigar “ “Nós não vamos mais brigar”
“Eu te falei, você não quis ouvir “ “Eu te falei, tu não quiseste ouvir”
“Vou na casa de Maria agora” “Vou à casa de Maria agora”
“Me deixa em paz!” “Deixa-me em paz!”

Norma culta

A variante culta da língua é a língua padrão: É a variante ensinada na escola, de uso nos contextos que exigem formalidade e inteira observância dos princípios gramaticais.

Predomina nos textos escritos.

Variações linguísticas


Possibilidades que a língua, dinâmica e versátil como é, apresenta, para a expressão comunicativa
de grupos sociais definidos em função de aspectos regionais, sociais, históricos, profissionais, etc

Língua: um código, conjunto de signos e regras de uso que obrigam todos os falantes de uma determinade comunidade linguística, apesar de suas diversidades.

É, também, um instrumento da nacionalidade, um elemento básico na formação do conceito de pátria.

COMUNICAR
=
TORNAR COMUM

A linguagem, no sentido que aqui lhe atribuímos:

A capacidade, a aptidão humana para o exercício da comunicação, processo através do qual se produz a troca de informações.
Conceitos básicos:
Comunicação, linguagem, código,
Mensagem e informação

Língua e comunicação

Conceito: Significado
Imagem Acústica: Significante
Signo: Os dois

Assim se explicam os entendimentos que fazemos das palavras lidas e também das imagens
Semiologia
F. Saussure (Semiologia)
2) Ou parte representada de um todo anteriormente adquirido pala experiência subjetiva ou pela herança cultural ou educacional.
Exemplo: Onde há fumaça, logo há fogo.

Quer dizer que através de um índice (causa) tiramos conclusões.
ÍNDICE


É o pai da Semiótica. Segundo sua teoria, existem três tipos de signos (entendidos aqui como algo no lugar do objeto)



Charles Sanders Peirce
Universo: Graduandos do Curso de Biblioteconomia Universidade Fictícia

IDADE DA ALFABETIZAÇÃO

Qual o problema do gráfico?
Concluindo, com Bechara:

“Temos que ser poliglotas em nossa própria língua”

(Versão nordestina para “No stress...”)
www.viajeaqui.abril.com.br

Sempre na forma comparativa
Com alternativas pedindo interpretação
Não esquecer os conceitos de Semiótica e Semiologia ao olhar para dados apresentados de forma gráfica
COMO OS GRÁFICOS APARECEM NO ENADE
A PALAVRA “MULHER”

Língua e comunicação
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