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Copy of 3rd Class - LIBRAS

Historical Issues of Deaf education; Bilingualism and other methodologies
by

Pablo Jose

on 19 August 2013

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Transcript of Copy of 3rd Class - LIBRAS

Origem indeterminada
Século XXI
Século XIX e XX
Idade Moderna
História das Línguas de Sinais
Anderson Almeida da Silva
andersonalmeida@ufpi.edu.br
Civilizações antigas
Grécia - Comunicação Manual não era bem vista; Oralidade tinha uma grande importância; Advento do estudo da oratória e outros...
Aristóteles afirmara (apud Moura (2000, p.17) que os que nasciam surdos, por não possuírem linguagem, não eram capazes de raciocinar. Muitos surdos foram marginalizados (junto com 'deficientes intelectuais' e os doentes), algums, inclusive, condenados à morte.
Brasil
Mundo
Os Romanos, influenciados pelo povo grego, seguiam os ideais de Lucrécio e Plínio. Era uma prática comum lançarem as crianças surdas ao rio Tibre, para serem cuidadas pelas ninfas.

O imperador Justiniano (529 a.C.) criou uma lei que impediam os surdos de celebrar contratos, testarem e até mesmo possuir heranças (com exceção dos surdos que falavam).
Acredita-se que a sua origem tenha sido concomitante às línguas orais.

Surgem diferentes hipóteses: LO's antecedem ou sucedem as LS's
1ª Hipótese - Homens das cavernas não tinham, nesse momento uma linguagem sonora, verbal. Comunicação com gestos (tempo real) e desenhos rupestres (registro longitudinal)

2ª Hipótese - Desenvolvimento dos bebês. Os movimentos superiores e inferiores desenvolvem-se anteriormente à maturação do sistema fono-articulatório.

Santo Agostinho defendia que pais de filhos surdos estavam pagando por pecados cometidos. A igreja católica cria, na Idade média, que os surdos possuíam uma alma imortal, uma vez que eram incapazes de proferir (verbalmente) os sacramentos.
O filósofo grego Sócrates perguntou ao seu discípulo Hermógenes: “Suponha que nós não tenhamos voz ou língua, e queiramos indicar objetos um ao outro. Não deveríamos nós, como os surdos-mudos, fazer sinais com as mãos, a cabeça e o resto do corpo?” Hermógenes respondeu: “Como poderia ser de outra maneira, Sócrates?” (Cratylus de Plato, discípulo e cronista, 368 a.C.). 355 a.C. O filósofo Aristóteles (384 – 322 a.C.) acreditava que quando não se falavam, consequentemente não possuíam linguagem e tampouco pensamento, dizia que: “...de todas as sensações, é a audição que contribuiu mais para a inteligência e o conhecimento..., portanto, os nascidos surdo-mudo se tornam insensatos e naturalmente incapazes de razão”, ele achava absurdo a intenção de ensinar o surdo a falar.
Referências:

<http://educacaodesurdosnobrasil.blogspot.com.br/> Acesso em: 20/03/2012

<http://cinararklibras.webnode.com.br/news/historia%20da%20educa%C3%A7%C3%A3o%20de%20surdos/> Acesso em: 20/03/2012

LODI, Ana Cláudia Balieiro. Plurilingüismo e surdez: uma leitura bakhtiniana da história da educação dos surdos. In: Educação e Pesquisa. São Paulo, v. 31, n. 3, p. 409-424, set./dez. 2005.

SCANTBELRUY, Iranvith C. LIBRAS - Língua Brasileira de Sinais. Caderno de Textos. UFAM. 2010.


1520 a 1584 – Espanha: Pedro Ponce de Leon inicia a educação dos surdos através do uso da Língua de Sinais e do alfabeto manual (essencial do método ponce), este se baseava na aprendizagem das palavras começando pela leitura e escrita.

Primeiro professor de surdos da história; Cria alfabeto bimanual; Monge Beneditino; Ensinava a falar, ler, escrever e rezar.
1613 – Espanha: Juan Pablo Bonet atribuiu grande importância à existência de um ambiente linguístico rico, além de priorizar o uso do alfabeto manual juntamente com a escrita para o ensino da fala. Defende que o treino da fala seja iniciando precocemente.
1750 – França: Charles-Michel de L´Epée envolveu-se com a comunidade surda, aprendeu a língua e acabou fundando em 1775 uma escola pública em sua própria casa, onde professores e alunos usavam os chamados “sinais metódicos”.

1760 – França: l'Epée iniciou o trabalho de instrução formal com duas surdas a partir da Língua de Sinais que se falava pelas ruas de Paris, datilologia/alfabeto manual e sinais criados e obteve grande êxito, sendo que a partir dessa época a metodologia por ele desenvolvida tornou-se conhecida e respeitada, assumida pelo então Instituto de Surdos e Mudos (atual Instituto Nacional de Jovens Surdos), em Paris, como o caminho correto para a educação dos seus alunos.
1817 - Estados Unidos: Thomas Hopkins Gallaudet e Laurent Clerc fundam a primeira Escola de Surdos em Harttord o AMERICAM ASYLUM FOR THE EDUCATION OF THE DEAF AND DUMB. Desde 1864 Gallaudet University.

1850 – Estados Unidos: A ASL, e não o inglês sinalizado passa a ser utilizada nas escolas, assim como ocorria na maior parte dos países europeus. Nesse período, houve uma elevação no grau de escolarização dos surdos, que podiam aprender com facilidade as disciplinas ministradas em língua de sinais.

1860 – Estados Unidos: O método oral começa a ganhar força.
1869 – Estados Unidos: Surgiram então opositores à língua de sinais, que ganharam força a partir da morte de Laurent Clerc.

1880 – Itália: Em Milão, o Iº CONGRESSO MUNDIAL DOS SURDOS considera que o uso simultâneo da fala e dos gestos mímicos tem a desvantagem de impedir que o desenvolvimento da fala da leitura labial e da precisão das idéias. E declara que o método oral puro deve ser preferido de forma definitiva e oficial. Das 164 representantes presentes, apenas os cincos dos EUA não votam em favor do ORALISMO.
1851 a 1990 – Gallaudet University – EUA: Gallaudet tem a história de luta. Força e poder em prol de defesa dos direitos dos surdos e da Língua de Sinais. Na educação. Utiliza forma radical a Língua de Sinais. Seu progresso e desenvolvimento resultam na Universidade com conhecimento mundial, num trabalho que começa com e estimulação precoce e vai até os cursos de PHD e Academia Superior de surdo; preconiza que não é necessária a educação especial para os surdos, bastando apenas que, na comunicação, o direito à Língua de Sinais seja respeitado. Juntamente com Laurent Clerc e sob a influência de L’Epee, Gallaudet nunca aceitou a imposição do Congresso de Milão e não concordou com a mudança para uma metodologia oral.

1960 – Estados Unidos: É implantada a filosofia da Comunicação Total. William Stokoe prova que a linguagem gestual, de natureza visual-especial, tem estrutura e aspectos próprios, como qualquer língua.
1855 – Primeira iniciativa de educação de surdos quando o professor francês surdo Ernest Huet, a convite de D. Pedro II, veio ao Brasil e preparou um programa que consistia em usar o alfabeto manual e a Língua de Sinais da França. Apresentou documentos importantes para educar os surdos, mas ainda não havia escola especial. Solicitou então ao imperador D. Pedro II um prédio para fundar uma escola.

1857 – No dia 26 de setembro, através da Lei 839, assinada por D. Pedro II, fundou-se o então Instituto Nacional de Educação dos Surdos-Mudos, atualmente Instituto Nacional de Educação dos Surdos (INES) no Rio de Janeiro. Huet foi Diretor do Instituto de Surdos de Paris e do INESM.
1861

Ernest Huet foi embora do Brasil devido aos seus problemas pessoais, para lecionar aos surdos no México, neste período o INES ficou sendo dirigido por Frei do Carmo que logo abandonou o cargo alegando: “Não agüento as confusões” e com isto foi substituído por Ernesto do Prado Seixa.

1862

Foi contratado para cargo de diretor do INES, Rio de Janeiro, o Dr. Manoel Magalhães Couto, que não tinha experiência de educação com os surdos.


1875

Um ex-aluno do INES, Flausino José da Gama, aos 18 anos, publicou “Iconografia dos Signaes dos Surdos- Mudos”, o primeiro dicionário de língua de sinais no Brasil.

1987 - Criação da Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos (FENEIS), EM 16/05/87, sob a direção de surdos.

1991 - A LIBRAS é reconhecida oficialmente pelo Governo do Estado de Minas Gerais (lei nº 10.397 de 10/1/91).

1994 - Brito passa a utilizar a abreviação LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais), que foi criada pela própria comunidade surda para designar a LSCB (Língua de Sinais dos Centros Urbanos Brasileiros).


1995 - Criado por surdos no Rio de Janeiro o Comitê Pró-Oficialização da Língua de Sinais.

1996 - São iniciadas, no INES, em convênio com a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), pesquisas que envolvem a implantação da abordagem educacional com Bilinguismo em turmas da pré-escola, sob a coordenação da linguista E. Fernandes.

2000 - Closed Caption, ou legenda oculta. Após três anos de funcionamento no Jornal Nacional ela é disponibilizada aos surdos também nos programas Fantástico, Bom Dia Brasil, Jornal Hoje, Jornal da Globo e programa do JÔ.


2006 - Exame de Certificação Tradutor Intérprete de Libras – Prolibras, instrutor de Libras e o Curso de Letras-Libras Bacharelado e Licenciatura EaD.

2010 - Curso Superior de Letras-Libras Bacharelado e Licenciatura presencial UFSC.

2010 - Promulgada a lei 12.319 em 01 de Setembro, que regulamenta o exercício da profissão de Tradutor e Intérprete da Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS.
2002 - É promulgada a lei 10.436 em 24 de abril, reconhecendo a Libras como língua oficial das comunidades surdas do Brasil.
2005 - O Decreto 5626 em 22 de dezembro veio regulamentar a lei 10436.
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