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Hipertexto

Do princípio à continuidade infinita
by

Escobar Sousa

on 10 December 2013

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Transcript of Hipertexto

Por:
Amanda de Sousa
Isabelle Rayane
Roberta Conde
Rômulo Benevides
HIPERTEXTO
É o foco do hipertexto. Este usa recursos como,
interação
, entre outros para que haja uma nova forma de comunicação mais eficiente e diferenciada.
Uma troca de informações.
Às vezes é uma confirmação dos estados de cada um. Não se acrescenta nada, só se confirma.
A comunicação através do hipertexto visa o plano das representações (
ícones
).
Na comunicação o contexto é instável e sofre mudanças a cada nova chegada e partida de informação.
AJUDA
Na construção de redes para interligar vários assuntos (palavras) em diversos contextos. Estas, por sua vez, são redes que interligam conceitos para formar contextos.
O HIPERTEXTO POSSUI SEIS CARACTERÍSTICAS
Metamorfose:Está sempre mudando, indo de “caminho em caminho”, acompanhando o raciocínio.
Heterogeneidade: O hipertexto faz ligações, conexões com os mais diferentes tipos de elementos e se adapta a todos eles de acordo com a fase.
Multiplicidade e encaixe das escalas: O hipertexto é uma rede de elementos em que cada elemento também está ligado a outras redes e assim por diante. Tudo está interligado.
Exterioridade: O crescimento do hipertexto depende de sua expansão, quanto mais “divulgado” maior ele fica, se relacionando com outros e se expandindo.
Topologia: Proximidade, algo, mesmo que seja minúsculo, que se relaciona com outro e com outro, dando um sentido de continuidade. “A rede não está no espaço, ela é o espaço”
Mobilidade dos centros: O hipertexto não possui centros. Ele está por todas as partes em forma de ligações, nós, entre outros.
OU
HIPERTEXTOS
São atalhos para acessar outras informações relacionadas à atual.
COMUNICAÇÃO
MEMEX
Projeto
Espécie de memória auxiliar do cientista. Um dispositivo para mecanizar a classificação e a seleção por associação paralelamente ao princípio de indexação básica. Ter acesso a todos os tipos de informações. Permite criar ligações independentes de qualquer classificação hierárquica entre uma dada informação. Poderia recuperar informações.
DESORDEM E CAOS NO SILICON VALLEY
Uma
interface
após a outra
ÍCONES
A interação cada vez mais profunda entre homem e máquina é ocasionada porque a informática está em constante mudança,modernizando-se cada vez mais.
• Na metade dos anos setenta, aos arredores da universidade de Stanford, um grupo de jovens californianos revoluciona o mundo da informática;
• Jovens divertiam-se fabricando rádios, dispositivos de telecomunicação, de cálculo eletrônico e computadores;

• Em Berkeley, a paixão pela eletrônica misturava-se as ideias da contracultura e a “Computer for the people”;
• Surge o computador pessoal, igualando o Estado, os burocratas e militares aos indivíduos.
• O computador pessoal foi construído progressivamente, cada novo passo trazia um novo sentido ao antecessor;
• O essencial não era mais montá-lo, mas sim usá-lo;
• Com o publico mostrando-se mais amplo, mudanças deveriam ser feitas para sobreviver neste mercado;

• A máquina deixa de ser tão técnica e ganha interação com os novos consumidores;
• Um periférico torna o Apple 2 um sucesso e incita que os entusiastas queiram equipar-se com este;
• A revolução da informática começa.

• O surgimento Macintosh acelera a integração entre informática e comunicação;
• O modelo de informática “amigável” é internalizado por publico e fabricantes;
• Entretanto o sucesso do Mac é calculado pela interação de suas interfaces, sua capacidade de redefinição e valorização mútua.
• Mais uma vez, um uso imprevisto transformou o significado de uma máquina.

Augmentation Research Center/ARC, do Stanford Research Institute, dirigido por Douglas Engelbart, estudava os
groupwares
: telas com múltiplas janelas; manipular com mouse gráficos nas tela; hipertextualidade entre documentos de diversos autores; grafos dinâmicos que representassem estruturas conceituais; sistema de ajuda integrado ao programa.
É uma rede de discussão racional.
GIBIS (Graphical Issue Based Information System) . Atualmente usado em Austin, Texas.
Desenvolvido em 1988 por Michael Begeman e Jeff Conklin.

Coerência das interfaces: “Nos sistemas de cooperação auxiliada por computador desenvolvidos no ARC, as mesmas representações e os mesmos comandos eram sistematicamente usados em várias aplicações.”
“Vale a pena repetir que a maior parte dos programas atuais desempenham um papel de tecnologia intelecutal: eles reorganizam, de uma forma ou de outra, a visão do mundo de seus usuários e modificam seus reflexos mentais.”
“Aqueles que lançaram a microinformática ou o groupware não são, de forma alguma, "técnicos puros". Deveríamos, antes, considerar os grandes participantes da "revolução da informática" como homens políticos de um tipo pouco especial. O que os distingue é o fato de trabalharem na escala molecular das interfaces, lá onde se organizam as passagens entre os reinos, lá onde os microfluxos são desviados, acelerados, transformados, as representações traduzidas, lá onde os elementos constituintes dos homens e das coisas se enlaçam.”
Hipertexto & Biblioteconomia
“Estando o uso em toda parte, a questão do bom e do mau (que dependeria ‘apenas do uso’) é portanto coextensiva ao processo técnico. Ela não pode ser relegada ao último plano, em uma região ideal e vazia onde os humanos, completamente nus, separados dos objetos que tecem suas relações e dos meios concretos onde sua vida é constituída, escolheriam objetivos para o melhor ou o pior e procurariam depois meios para realizá-los. Quer sejam considerados como naturais ou como frutos da atividade humana, as coisas, ao passar de um ator a outro, são alternativamente fins e meios, elementos objetivos da situação ou dispositivos a serem transformados e destruídos. As coisas, todas as cosias, seguindo o espectro completo de suas significações e de seus efeitos (e não somente enquanto mercadorias), mediatizam desta forma as relações humanas. Eis por que a atividade técnica é intrinsecamente política, ou antes cosmopolítica.”
Groupwares de auxílio à concepção e à discussão coletiva ajudam a:
Ligação de cada argumento com diversos documentos aos quais eles se referem.
Situar o interlocutor dentro da estrutura lógica e a entender uma discursão em andamento através de representações gráficas da rede de argumentos.
Em outras palavras: A discussão, ao contrário da forma oral, está agora organizado e explicitado.
COM
S
groupwares
O debate se encaminha para uma construção progressiva de uma rede de argumentos e documentos que está sempre disponível.
Escrita coletiva, expandida e dessincronizada. Uma nova geometria da comunicação.
UM NOVO ESPAÇO PARA A MEMÓRIA COLETIVA
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