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DST – Estudo de Caso

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by

Alexander Arango

on 3 June 2014

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Transcript of DST – Estudo de Caso

Interests
Education

Conclusão

.
CASO CLINICO
M.C.S.,
21 anos
, mulher,
negra
, casada, católica, lavradora, natural de Paula Cândido –MG. Reside no Córrego da Paciência,
zona rural
de Paula Cândido, casa de alvenaria, 01 banheiro, 2 quartos, chuveiro elétrico, fossa séptica, água encanada sem tratamento proveniente de uma fonte de água das redondezas, mora somente com o marido que também é lavrador. Renda familiar: 1 salário mínimo. Possui
ensino fundamental incompleto
. Refere renda familiar insatisfatória.

Antecedentes ginecológicos
: menarca aos 13 anos, Ciclo menstrual com duração de 05 dias, com intervalo de 30 dias, fluxo mestrual moderado. Primeira relação sexual aos 17 anos, único parceiro.
Paciente relatou que à 15 dias apresenta secreção vaginal mucopurulenta, sinusiorragia e dispaneuria e que seu parceiro apresenta corrimento mucopurulento uretral e ardência ao urinar também há 15 dias. Não realiza AEM
. DUM em 09/04/2014 . Relata que há três anos apresentou caso de doença inflamatória pélvica (
DIP
) devidamente tratada.

PLATFORMS
Social
Fatores de Risco

A Neisseria gonorrhoeae primeiro acomete as membranas mucosas do trato genital inferior e em menor frequência do reto, orofaringe e conjuntiva.
O
CMS
Programação da Apresentação
INTRODUÇÃO
Clamídia
Clamídia
Apesar dos avanços nas últimas décadas dos movimentos feministas e da inserção da mulher no mercado de trabalho o papel de “ser mãe” é ainda muito
valorizado na sociedade atual e está intimamente ligada ao “ser mulher”.


A não realização nesta etapa na vida de uma pessoa pode trazer consequências bastante negativas na vida desta mulher.

Fatores como escolaridade, cultura e nível sócio econômico que estão englobados na percepção ampliada de saúde.

No caso das DST´s ressalta a
importância do tratamento do parceiro
e principalmente na relação sexual com dupla proteção, mesmo em caso de união estável, como no caso apresentado.

Percebe-se a importância do papel do enfermeiro na orientação e no diagnóstico das enfermidades para o tratamento e reabilitação do individuo.

Discussão
DST – Estudo de Caso
UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA
DEM – DEPARTAMENTO DE MEDICINA E ENFERMAGEM
EFG 360- ENFERMAGEM NA SAÚDE DA MULHER

DST – Estudo de Caso
Docentes:

Érika Andrade (Coordenadora)
Lílian Ayres
Mariana Véo

Discentes:

Alexander G. Arango - 80282
Aline Ribas - 66778
Anna Karolina Dias - 67320
Lucena Salazar Soto - 80263
Natália Peralta - 80284
Rosângela do N. Elisiário – 67289
Rosário Parra - 80283
Viçosa, 03 de junho de 2014.


1.Apresentação o Caso clínico;

2.Descrever as manifestações clínicas, os fatores de risco e as formas .diagnóstico das DST estudadas;

3.Discutir sobre os sinais e sintomas do Caso Clínico assim com as condutas de enfermagem;

4.Conclusão do Trabalho.



OBJETIVOS
Identificar os fatores de risco, sinais e sintomas associados as DST;
Descrever e traçar as condutas de enfermagem a serem tomadas pelo profissional de saúde;
Refletir sobre o papel da enfermagem.

METODOLOGIA
Revisão bibliográfica em banco de dados do SCIELO, LILACS e Biblioteca virtual de saúde (BVS) com análise de 22 artigos científicos;
Manual Febrasco (2010) e Ministério da Saúde (2008)
Livros didáticos: Tratado de Ginecologia e Enfermagem Materno-Neonatal e Saúde da Mulher.

Atualmente não faz uso de nenhum método contraceptivo
pois alega que deseja engravidar. Anteriormente fazia uso de pílulas anticoncepcionais por 2 anos mas não soube informar o nome.
Não faz preventivo regularmente
pois refere falta de tempo e longa distância da ESF.



Antecedentes obstétricos
: Gesta 0, Para 0, Aborto 0.

Hábitos de vida
: não fumante e não faz uso de bebidas alcoólicas. Condições de boa higiene. Padrão de sono regular.
Não faz exercícios físicos
pois relata que seu trabalho rural já é bastante cansativo.

Hábitos alimentares
: ingere 2 litros de água por dia. Alta ingesta de frutas (3 porção/dia), alta ingesta de legumes e verduras ( 3 a 4 porção/dia).
Consome muitos alimentos gordurosos e pão.
Eliminações vesico-intestinais:
relata
polaciúria e disúria
à 15 dias e eliminação intestinal normal ( 1 vez ao dia, fezes consistentes).
Estado vacinal
: completo.

Exame físico
: paciente tranquila, lúcida e orientada no tempo e espaço. Normocorada, hidratada. PA: 110X70 mmHg,
T: 37,5 °C
, 82 bpm, 18 irpm. Peso: 62 Kg. altura 1,61m e IMC 23,91. Abdome sem visceromegalias, insensível a palpação superficial e sensível a palpação profunda da região púbica.

Exame clínico das mamas
: mamas simétricas, a inspeção: sem alterações. Na palpação: sem alterações. A expressão mamilar não apresentou descarga papilar. Região axilar sem alterações. Região supraclavicular e infraclavicular: sem alterações.
Exame ginecológico
:
genitália externa com discreta hiperemia e com edema unilateral da região ínfero-lateral do introito vaginal
. Região inguinocrurais: sem alterações.

Exame ginecológico:
Ao exame especular:
canal vaginal hiperemiado, com secreção vaginal mucopurulenta. Colo uterino centralizado com sinais de edema
e aspecto congesto, sem ectopia, teste de Schiller = S (-) I (+). Toque vaginal: sem dor a imobilização do colo uterino. Não foi realizada a coleta do preventivo.

Condutas
: Teste de gestação realizado é negativo.
A cultura da secreção vaginal mucopurulenta mostra diplococo intracelular gram-negativo.
Receitou-se o tratamento medicamentoso para DST’s para M.C.S e seu marido:
Azitromicina
: 2 comprimidos de 500mg VO, dose única
Ofloxacina
: 400mg, VO, dose única
Condutas
: Foi concedida à paciente informação sobre sua DST.
M.C.S foi orientada também sobre como realizar
auto exame das mamas
, sobre
alimentação
na questão de reduzir os alimentos gordurosos.
Agendada consulta de retorno para o mês seguinte.

As DST’s são consideradas como um dos problemas de saúde pública mais comum em todo o mundo.

Algumas podem apresentar assintomáticas.

Quando não diagnosticadas e tratadas a tempo, podem evoluir para complicações graves, como infertilidades, câncer e até a morte

(Ministerio de saúde, 2008)
O tratamento das DST
melhora a qualidade de vida do paciente
e interrompe a
cadeia de transmissão dessas doenças.

O atendimento e ao tratamento são gratuitos oferecidos pelo SUS.

(Ministério da Saúde, 2008)

Além disso, o Ministério da Saúde provê ações de PREVENÇÃO para as populações vulneráveis
-Gays,
-Travestis

Estes grupos permanecem vulneráveis a AIDS e a outras DST’s por ainda haver
PRECONCEITO
e
ESTIGMA
.
(Ministério da Saúde, 2008)
Essa infecção atinge indiscriminadamente homens, mulheres e crianças.
Não produz sintomas específicos
infecção é pouco investigada laboratorialmente e, portanto, pouco conhecida sua incidência/prevalência.

No Brasil, segundo a Coordenação Nacional de DST/AIDS e estimativas da Organização Mundial de Saúde, na população sexualmente ativa ocorrem a cada ano: 1.967.200 infecções por Chlamydia trachomatis

(PANTOJA, 2012).

Fatores de Risco:
Idade igual ou menor há 25 anos;
Comportamentos sexuais de alto risco
Uso inconsistente de preservativos.

(FEBRASGO,2010)

Manifestações Clinicas
(A maioria dos casos de CT são assintomáticos)
Corrimento vaginal;
Secreção purulenta ou mucopurulenta;
Disúria;
Dor abdominal baixo pouco característica;
Febre;
Sangramento intermenstrual ou pós-coital;
Dispareunia.

Diagnóstico
Imunofluorescência Direta;
Cultura em meio de McCoy;
PCR;
Captura Híbrida.

(FEBRASGO, 2010)
TRATAMENTO
Azitromicina 01g via oral (dose única)
ou
Doxiciclina 100mg 2x/dia, por 7 dias

Os parceiros sexuais devem ser examinados e tratados com algum dos medicamentos recomendados, independente da presença de sintomas.

(FEBRASGO, 2010)

Motivo da consulta
:
refere dificuldade para engravidar
. A paciente relata que vem tentando engravidar já faz 6 meses.
Antecedentes familiares
: relata que o é pai diabético e a mãe é hipertensa. Tio falecido por câncer de pulmão.
Antecedentes pessoais
: Nega cirurgia. Relata que quando criança catapora e pneumonia.

Gonorreia
No Brasil, segundo a Coordenação Nacional de DST/AIDS e estimativas da Organização Mundial de Saúde , na população sexualmente ativa ocorrem a cada ano: 1.541.800 infecções por Neisseria gonorrhoeae (NG)

(EYMIN, 2003).
(PANTOJA, 2012).
Idade igual ou menor há 25 anos;
Uso inconsistente de preservativos;
Manter relações sexuais sobre influência de álcool/drogas, em troca de dinheiro/drogas.

(FEBRASGO, 2010)

Manifestações Clínicas

Uretrite;
Cervicite;
Corrimento vaginal;
Disúria;
Sangramento intermenstrual.

(PENNA, 2000).
(FEBRASGO, 2010)

No homem a infecção de toda a uretra e estruturas vizinhas, também pode ocorrer quadros de balanopostite, prostatite e epididimite, complicação cardíaca e no SNC.

Na mulher a infecção causa endocervicite que se não tratada pode evoluir para doença inflamatória pélvica aguda (DIP) que se caracteriza por salpingite recorrente, algias pélvicas crônicas, gravidez ectópica e esterilidade.

Diagnóstico
Isolamento por cultura;
PCR.

Tratamento

Terapia inicial - todos administrados em dose única
Ceftriaxona 250mg IM.
Cefixime 400mg VO.
Cirpofloxacina 500mg VO.
Ofloxacina 400mg VO.
Os parceiros sexuais devem ser examinados e tratados com uma das drogas recomendadas, independente da presença de sintomas.

(BRASIL, 2005).

Na cervicite o colo uterino pode ficar edemaciado, hiperemiado e com seu volume aumentado, e a endocérvice fica susceptível a sangramentos.

Ao exame ginecológico, M.C.S. apresentou colo uterino com sinais de edema e aspecto congesto.

(FEBRASGO, 2010).

Um dos sinais principais de cervicite é o exsudato purulento ou mucopurulenta endocervical visível no canal endocervical ou em uma amostra de swab endocervical.

Este sinal (corrimento mucopurulento) foi presenciado na consulta ginecológica e relatado por M.C.S., sendo um dos fatores essenciais na determinação de seu diagnóstico de cervicite
(FEBRASGO, 2010; BARROS, 2010)

Discussão
Sinusorragia e dispaneuria

O eritema da endocérvice é notado frequentemente na cervicite, levando à fragilidade que pode provocar sangramento pós-coital e dispaneuria.

TOY (2004)

Em infecções por Neisseria gonohrroeae ocasionalmente o ducto de Bartholin é atingido, levando à formação de abscesso agudo e doloroso – bartholinite.

Exame ginecológico de M.C.S: edema unilateral da região ínfero-lateral do introito vaginal.

(FEBRASGO, 2010)

M.C.S refere sintomas de disúria e polaciúria a 15 dias, o que pode significar que esse microrganismo tenha infectado também seu canal uretral.

O locus primário de infecção genital da gonorreia na mulher é na endocérvice, porém também é frequentemente recuperada na uretra, podendo assim provocar uretrite, disúria e polaciúria.

(PENNA, 2000).
M.C.S apresentou um caso de DIP quando tinha 18 anos.


DIP - caracterizada pela existência de um processo inflamatório dos órgãos genitais internos da mulher.

Muitas vezes, a DIP é uma das complicações das doenças de transmissão sexual, nomeadamente causadas por Clasmydia trachomatis e a Neissria gonorrhoeae.

OLIVEIRA (2009)

Percebe-se que há uma associação direta entre a DIP e as DST´s.

DST sério impacto na saúde reprodutiva das adolescentes.

Esterilidade,
- DIP,
-Câncer de colo uterino,
- Gravidez ectópica,
-infecções puerperais,
-RN com baixo peso,
-baixa auto estima.

MARTINS & COSTA-PAIVA (2006)

M.C.S. 21 anos.
Em mulheres jovens, entre 15 e os 25 anos, o risco é tanto maior quanto mais precoce o início da atividade sexual e isso se deve devido a variáveis condicionadas como:

- Imaturidade do epitélio cervical;
-Frequência e número de parceiros sexuais;
- Não utilização de preservativos;
-Utilização de contraceptivos orais.

M.C.S relata que seu parceiro apresenta corrimento mucopurulento uretral.

Em um estudo transversal - o antecedente de ter um parceiro sexual com secreção uretral foi considerada uma variável para fator de risco de cervicite.

BENZAQUEN (2010)

M.C.S., cor negra, ensino fundamental incompleto e , zona rural.

As mulheres negras, em sua maioria, estão situadas nos mais baixos patamares de renda, evidenciando uma possível relação entre raça/cor negra na distribuição da riqueza.
Associa pobreza/violência/sexo feminino como fatores que potencializam os contextos de vulnerabilidade às DST/AIDS.

TAQUETTE et al. (2013)

LOPES (2005
Estigma social Certeza de sigilo

O enfermeiro SENSIBILIDADE ao abordar a DST.
As mulheres sentem-se ENVERGONHADAS ou CULPADAS.

Condutas de Enfermagem

M.C.S. o teste gestacional é negativo.

A primeira doença a ser descartada com o sangramento vaginal anormal é o distúrbio relacionado com a gestação, como a gestação ectópica ou a ameaça de aborto.

TOY (2004)

M.C.S Resultado do Teste de coloração de Gram:diplococo intracelular gram-negativo.

Presuntivo de endocervicite gonocócica.
Coexistência gonorreia e clamídia é frequente e ambas apresentam um quadro clínico parecido, sendo impossível o diagnóstico diferencial que não seja o laboratorial.

RICCI (2008)
BEREK (2008)
BARROS (2010)

Condutas de Enfermagem
Discussão
Tratamento (Azitromicina + Ofloxacina) por ser medicamentos com dose única, facilitando sua adesão.

O município onde M.C.S. foi atendida possui protocolo municipal para tratamento de DST, na qual respalda o enfermeiro a prescrever os medicamentos para o tratamento da infecção de acordo com o tratamento citado.

Condutas de Enfermagem

Além do tratamento medicamentoso, a enfermeira também é responsável pela orientação das pessoas em geral sobre a incidência crescente dessas infecções.
Essas informações deve incluir comportamentos e alto risco associados a essas infecções, sinais e sintomas e as modalidades de tratamento disponíveis.

(RICCI, 2008).

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