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Parque do Flamengo

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by

karin lisboa

on 27 September 2016

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Transcript of Parque do Flamengo

Análise Crítica das Obras
Roberto Burle Marx expressa em suas obras um grande amor pela fauna e flora. Seus projetos são abstratos e tropicais, integram todas as artes .

As formas e a distribuição dos canteiros são inovadores. Burle Marx, rompeu o modelo de jardim europeu tradicional, ele prestava muita atenção na fauna brasileira, e a usava muito.

Nos projetos paisagísticos ele aproveitava todos os espaços de forma com que as pessoas se integrem com a natureza e tudo isso com uma enorme beleza e funcionalidade.



Universidade Comunitária da Região de Chapecó
Unochapecó

Justificativa da escolha do Projeto
Escala grandiosa do projeto
Mudança drástica da paisagem
Multidisciplinaridade da obra
ATERRO DO FLAMENGO
Localização: Cidade do Rio de Janeiro
Roberto Burle Marx
Parque do Flamengo

O Aterro do Flamengo ocupa a orla da baía de Guanabara entre o Aeroporto Santos Dumont e a enseada de Botafogo.
Possui 7 quilômetros de extensão e 1.301.306 metros Inclui:
Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/RJ) (1954)
Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial (1956).
Integrar o centro à zona sul com suas vias expressas
Espaço de lazer
VIDA E OBRA DE ROBERTO BURLE MARX
Roberto Burle Marx nasceu em 04.06.1909, em São Paulo, filho de Cecília Burle e Wilhelm Marx. Desde pequeno sempre foi cercado pela arte e teve uma proximidade muito grande com jardins, plantas e várias espécies, o qual lhe despertou muito interesse.
Ainda muito jovem teve que partir para a Alemanha em busca de um tratamento para um problema que lhe afetava a visão. Em Berlim, passa a estudar canto e posteriormente a frequentar o ateliê de pintura de Degner Kemn. Nos museus botânicos de Dahlem, em Berlim, encontra vasta gama de exemplares da flora brasileira a qual lhe deixa entusiasmado, muito interessado em desenhar a figura humana fica divido entre a pintura e as plantas.

VIDA ROBERTO BURLE MARX
De volta ao Brasil, passa a cursar Pintura e Arquitetura na Escola Nacional de Belas Artes no Rio de Janeiro, o qual abandona quando Lúcio Costa foi exonerado da direção e Leo Putz e os demais professores de orientação moderna se retiraram do corpo docente.
No final dos anos 30 assume a integração de suas obras paisagísticas a arquitetura moderna, trabalhando com formas orgânicas e sinuosas na elaboração de seus projetos. Em 1949 Burle Marx organiza uma coleção de espécies da flora brasileira quando adquire seu sítio com cerca de 365.000m², o qual remonta a sua paixão na juventude pela botânica e jardinagem. Em 1985 ele doou a propriedade à Fundação Pró-Memória Nacional, entidade cultural do governo federal que atualmente se chama Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).
Conhecido por sua preocupação ambiental e pela preservação da flora brasileira, inovou ao utilizar plantas nativas do Brasil em suas criações o qual tronou-se uma de suas características mais marcantes.

Mapa do Brasil
Fonte: Google maps editado pelo grupo
Mapa do Estado do Rio de Janeiro
Fonte: Google maps editado pelo grupo
Mapa da cidade do Rio de Janeiro
Fonte: Google maps editado pelo grupo
Mapa da orla da cidade do Rio de Janeiro
Fonte: Google maps editado pelo grupo
Fonte: http://www.skyscrapercity.com/
Fonte: http://www.skyscrapercity.com/
http://pt.slideshare.net/mmnishimori/apresentao-de-projeto-aterro-do-flamengo
Parque Brigadeiro Eduardo Gomes
Componente Curricular / Turma: Planejamento e Desenho da Paisagem
Matriz/Curso 333: Arquitetura e Urbanismo
Área 15: Área de Ciências Exatas e Ambientais
Ano/Semestre: 2016-1°
Professor(a): Enaira Hoffmann de Oliveira e Gean Lopes da Luz
Acadêmicos: Bruna Ohland, Karin Cristina M. Lisboa, Laiane Sgarbossa, Patricia Frozza, Rodrigo Ohland, Taciana Ribeiro

Roberto Burle Marx
Aterro do Flamengo

Introdução
Affonso Eduardo Reidy (1909-1964)
Lota Macedo Soares (1910-1967)
Burle Marx (1909-1994)
Coordenadora da execução do projeto pela prefeitura - Departamento de Parques da Secretaria Geral de Viação e Obras e a Superintendência de Urbanização e Saneamento (SURSAN).
Responsável pelo projeto urbanístico.
Responsável pelo projeto urbanístico.
https://www.tvbrasil.com.br
http://rachelsisson.com.br
https://arcoweb.com.br/projetodesign/artigos/affonso-eduardo-reidy
Autores Principais do Projeto
Reidy reune no projeto:

- Centro Cívico
- Unidade de Vizinhança e do Parque com sistema Viário
- Democratização do uso do solo
PROCESSO DE EXECUÇÃO
Desmonte do Morro Castelo
http://reidy-ofilme.blogspot.com.br/2011/11/reidy-e-o-aterro-do-flamengo.html
Desmonte do Morro Santo Antônio
http://reidy-ofilme.blogspot.com.br/2011/11/reidy-e-o-aterro-do-flamengo.html
Referências
http://reidy-ofilme.blogspot.com.br/2011/11/reidy-e-o-aterro-do-flamengo.html
1948
http://www.ufpa.br/xiienanpur/CD/ARQUIVOS/T4-689-384-20061225221834.pdf
Processo de Execução
1953
Fase 1:
- Centro cívico
- Centro comercial
- Residencial

Objetivo: ligar o centro à zona sul e urbanizar a área em questão
Fase 2 - Áreas:
- Lazer
- Esportivas
- Culturais
Instalação do MAM
http://www.ufpa.br/xiienanpur/CD/ARQUIVOS/GT4-689-384-20061225221834.pdf
Reidy se desligou do Departamento de Urbanismo e voltou para Habitação Popular terminar projetos iniciados
Processo de Execução
Fase 3
- Comissão independente da prefeitura
- Grupo Multidisciplinar
- Traço de união entre as regiões mais populosas do Rio de Janeiro.
- Parque Ativo
1962
Equipe original
Maria Carlota Macedo Soares
Reidy
Jorge Machado Moreira
Hélio Mamede
Roberto Burle Marx
Equipe Agregada
Hélio Modesto
Carlos Werneck de Carvalho
Claúdio Marinho de A. Cavalcanti
Ulysses P. Burlamaqui
C.P. Motta
J. D. Ortega
Bertha C. Leitchic (engenheira)
Luiz Emyglio de Mello (botânico)
http://www.ufpa.br/xiienanpur/CD/ARQUIVOS/GT4-689-384-20061225221834.pdf
Principais componentes do projeto eram o sistema viário e a paisagem
Arquitetos
Setorização
Marina da Glória
Disponível em: https://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&ved=0ahUKEwiohoK9jKrLAhWDpx4KHTjBAgQQjRwIBw&url=http%3A%2F%2Furbecarioca.blogspot.com%2F2015%2F11%2Fa-roda-gigante-marina-da-gloria-e-as.html&bvm=bv.116274245,d.eWE&psig=AFQjCNGGU3h-Cp4dzCUuYVlWq-r7O8uAmA&ust=1457286226663530 Acesso em 03/2016
Disponível em: http://oglobo.globo.com/rio/prefeitura-prepara-nova-licitacao-para-escolher-responsavel-por-local-onde-esta-porcao-rios-7221172. Acesso em 03/2016
Restaurante Rios
Vivo Rio Casa de shows
Disponível em : http://boadiversao.com.br/guia/rio-de-janeiro/shows/local/id/257/vivo-rio. Acesso em 03/2016
MAM Museu de Arte Moderna
Disponível em: http://mam.org.br/. Acesso em 03/2016
Pavilhão Japonês
Museu Carmem Miranda
Disponível em: http://www.midialocal.com/bairros/1/flamengo. Acesso em 03/2016
Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Museu_Carmen_Miranda. Acesso em 03/2016
ATERRO DO FLAMENGO
DELIMITAÇÃO
PONTOS TURÍSTICOS
LEGENDA:
Delimitação Aterro do Flamengo
Monumento aos Mortos da Segunda Guerra Mundial
Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Monumento_aos_Mortos_da_Segunda_Guerra_Mundial#/media/File:Pracinhas-CCBY.jpg Acesso em 03/2016
Disponível em: http://www.blogviagem.com.br/monumento-estacio-de-sa/. Acesso em 03/2016
O coreto de Reidy
Disponível em : http://www.wikirio.com.br/Coreto_Modernista. Acesso em 03/2016
Teatro Municipal de Marionetes Carlos Werneck
Disponível em: http://oglobo.globo.com/rio/cinco-dicas-para-lazer-com-as-criancas-15054523. Acesso em 03/2016
PONTOS TURÍSTICOS
LEGENDA:
Delimitação Aterro do Flamengo
Monumento Estácio de Sá
Residência  
Alfredo Schwartz – RJ (1932)
SÍTIO ROBERTO BURLE MARX

Em 1949 Burle Marx compra um sítio de 365.000 m² localizado na Barra de Guaratiba-RJ, onde começa sua coleção botânica, onde ele passa a residir. Em 1985 ele doa a propriedade a Fundação Pró-Memória Nacional, atualmente conhecida como IPHAN.

MAM, Museu de Arte Moderna – RJ (1955)

TRABALHOS EM DIVERSIDADE

Burle Marx tem seu trabalho como referência mundial em paisagismo brasileiro, e suas obras espalham-se Brasil afora, compondo importantes obras arquitetônicas, sendo de cunho privado ou público.

Sede da
Petrobras – RJ (1969)

Avenida Atlântica , Copacabana – RJ


Banco Safra, Bela Cintra - SP

BNDES - RJ

Residência em Botafogo - RJ

Condomínio Tamboré - SP

Fazenda Marambaia - RJ

Condomínio Ville Sainte Héléne - SP

Condomínio Ville Sainte Héléne - SP

JARDIM BOTÂNICO- RJ

Kuala Lumper City Centre Park – Malásia (1993)

COMPLEXO DA PAMPULHA

ESTUDO DE CASO
ATERRO DO FLAMENGO

OBRA
CASA CANAVELLAS


A casa Canavellas é uma obra de autoria de Oscar Niemayer em 1954 e colaboração de Roberto Burle Marx no âmbito paisagístico.
Localizada no Distrito de Pedro do Rio a 27 km do centro de Petrópolis, a implantação da residência se dá em meio a um vale, posta de forma transversal cortando-o, dessa forma a residência possui dois jardins, o de entrada, representado por uma composição bem sinuosa e o posterior com um paisagismo geometrizado.

O projeto da residência foi um presente do arquiteto Oscar Niemayer a Edmundo Cavanelas, a planta livre, a sinuosidade da cobertura e os panos de vidro marcam as características do arquiteto, mas um dos pontos mais notáveis da obra fica a cargo do paisagismo criado por Burle Marx. Ao adentrar o perímetro do sitio, percorre-se um trajeto tangenciado por palmeiras, passa-se o lago até finalmente se aproximar da casa, a frente dela na porção oeste, está o jardim com curvas marcantes, este jardim é composto por um canteiro extenso e sinuoso de coração magoado(Iresine herbstii), um canteiro circular de Lírio Amarelo(Iris pseudacorus), mais ao fundo próximo a residência, outro canteiro de coração magoado, interseccionado por um canteiro de pingo-de-ouro(Duranta erecta).

No jardim posterior, está locada a piscina, aqui as formas são retilíneas, a grama possui um padrão xadrez, composta por grama São Carlos (Axonopus compressus) e grama branca (Stenotaphrum secundatum), acompanha esse tabuleiro de gramas um canteiro geometrizado, contendo intercalações de pingo de ouro e coração magoado sucessivamente. Nas extremidades do jardim também está presente palmeiras e ao fundo há jabuticabeiras. Esse jardim também é marcado por uma escultura de autoria de Alfredo Ceschiatti titulada Guanabara.

É notável que a escolha de espécies cria quase que a todo momento uma diferenciação com o entorno e paisagem, mesmo quando a forma dos jardins são sinuosos, o tom de cores da vegetação acaba diferenciando-se do que realmente é natural ali. Os contrastes é uma característica marcante em Burle Marx, para ele é essencial para que notemos as características da planta.( 21:05).
Também é presente a repetição, assim o observador tem a possibilidade de realmente vivenciar as peculiaridades da vegetação presente.
O Parque do Flamengo surgiu em um contexto completamente diverso da dita “Revitalização da Marina da Glória”. Naquela época se aliaram a vontade de um governo democrático e o trabalho de uma equipe visionária e competente.

O Parque do Flamengo é antes de tudo uma importante experiência no contexto brasileiro em termos de utilização de um parque como instrumento específico de planejamento urbano, que precede e orienta as iniciativas da administração pública e de particulares. Paralelamente à sua criação, melhorou-se a conexão viária entre a Zona Sul e o centro do Rio, criou-se uma praia artificial, integraram-se importantes equipamentos urbanos como o aeroporto Santos Dumont, o MAM, o Iate Clube.

O parque é também uma vitória à ofensiva da especulação imobiliária e à espacialização de caráter excludente prática arraigada na cidade do Rio.

Na época em que se iniciou o Aterro do Flamengo – a base para implementação do Parque – o aumento da densidade populacional e o boom imobiliário nos bairros oceânicos do Rio, haviam gerado a necessidade de renovar sua infra-estrutura física próxima ao colapso, pelo comprometimento da costa, do sistema viário e da acessibilidade ao centro da cidade, Zonas Sul e Norte.

Referência: http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/07.079/288

*Jardins do Aterro do Flamengo são produtos de arte;
*Variedade de espécies, e texturas;
*Contrastes;
Espécies de diferentes estações;
*Desenhos geométricos
*Composição em eixos


No Aterro a implantação deste parque foi um experimento em cultivo de plantas em adversas condições climáticas (ventos, maresia) e edáficas (solo constituído de aterro, entulho, lama salgada, e com alta salinidade) encontrado nessa região. Foi utilizado um composto feito a partir do lixo do Rio de Janeiro, que quando misturado com a terra, permitiu o plantio das arvores. A plantas utilizadas eram principalmente as que se adaptassem aos ventos do mar e a salinidade do solo.
O Parque do Flamengo também constitui uma importante contribuição para a ampliação do vocabulário de plantas usadas em arborização urbana.

PLANTAS
Muito se utilizou da experiência adquirida no Parque del Este para a composição do Aterro do Flamengo, uma delas foram as formas geométricas, assim como o demonstrou o desenho dos jardins diante do Museu de Arte Moderna, onde usou seixos e esculturas de blocos de granito em contraste com as formas livres das demais áreas do parque.

Burle Marx também utiliza as plantas derivadas das expedições que ao Espirito Santo e ao interior do Rio de Janeiro e do Jardim Botânico de Cienfuegos. Como as famosas palmeiras Coryphas Toreanas, das folhas enormes, as Bombacáceas mais conhecida como Paineira e as Bombax Ellipticum.

Nome Científico: Corypha Umbraculifera L.
Família: Araceae
Clima: Tropical Úmido
Origem: Sul Da Índia (Malabar Coast) E Sri Lanka
Altura: acima de 25 metros
Luminosidade: Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene
Floração e Frutificação: 40 à 80 anos, Monocárpico.

Nome Científico: Ceiba speciosa
Família: Bombacaceae
Clima: Equatorial, Subtropical, Tropical
Origem: América do Sul, Argentina, Brasil
Altura: acima de 12 metros
Luminosidade: Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene

Burle Marx, grande defensor da flora brasileira e importante agente de mudanças no paisagismo, criou no parque do Aterro do Flamengo uma composição harmônica com espécies singulares e inusitadas, que hoje encantam quem gosta de verde.

Algumas da vegetações encontradas no Aterro, utilizadas pelo Paisagista Burle Marx são:
Família: Strelitziaceae
Clima: Tropical
Altura: Até 25 metrosOrigem: Ásia
Folha Caduca / Tronco Reto / Forma Vertical
Introduzida no Brasil pelo seu valor ornamental e possivelmente pela sua sazonalidade, o que dava um ar 'europeu' a cidade. É de se ter atenção a sua floração, e por ser caduca
Família: Strelitziaceae
Clima: Equatorial, Subtropical, Tropical
Origem: África, Madagascar
Altura: 6.0 a 9.0 metros, 9.0 a 12 metros, acima de 12 metros
Luminosidade: Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene

ABRICÓ DE MACACO / STERCULIA FOETIDA

PATA DE VACA /  
BAUHINIA BLAKEANA

Nome Científico: Couroupita guianensis
Família: Lecythidaceae
Clima: Equatorial, Subtropical, Tropical
Origem: América do Sul
Altura: acima de 12 metros
Luminosidade: Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene

Nome Científico: Bauhinia blakeana
Nomes Populares: Bauínia-de-hong-kong, Família: Fabaceae
Clima: Equatorial, Mediterrâneo, Subtropical,Temperado, Tropical
Origem: Ásia, China
Altura: 9.0 a 12 metros
Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene

TAMAREIRA DAS CANÁRIAS / PHOENIX CANARIENSIS

NOZ DE PRAIA /  TERMINALIA CATAPPA

Nome Científico: Phoenix Canariensis
Família: Arecaceae
Clima: Equatorial, Mediterrâneo, Oceânico, Subtropical,Tropical
Origem: Europa, Ilhas Canárias
Altura: acima de 12 metros
Luminosidade: Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene

Nome Científico: Terminalia catappa
Família: Combretaceae
Clima: Equatorial, Oceânico, Subtropical, Tropical
Origem: Ásia
Altura: 9.0 a 12 metros, acima de 12 metros
Luminosidade: Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene

“A minha conceituação filosófica de paisagem construída baseia-se na direção histórica de todas as épocas; a minha obra reflete a modernidade, a data em que se processa, porém, jamais perde de vista as razões da própria tradição, que são válidas e solicitadas”.
Burle Marx

Criador de 3.000 obras em 20 países, Roberto Burle Marx faleceu em 1994, aos 84 anos.

Relação com o entorno
Além de ser um centro de esporte, lazer e turismo náutico, a Marina hoje é um espaço disputado para eventos culturais e de negócios.
Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro
No parque do Aterro do Flamengo não falta espaço, lugares reservados e sombras das várias árvores.
Paisagismo do aterro
Praça Salgado Filho
Paisagismo no Aterro
http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/projetos/11.126/3887
Em frente ao Aeroporto Santos Dummont
Características:

Burle Marx trabalhou com cor e textura
- Espécies adaptadas à condições adversas como solo com alta salinidade, vento e maresia.
- composto com o lixo da cidade do Rio para criar um substrato.
-Formas geométricas tantos nos canteiros como nos passeios.

Figuras geométricas nos canteiros
Formas curvas nos moldes modernistas
Mobiliário
Uso de elementos naturais
Cor e Textura
Espécies Aquáticas
Análise Crítica
- Mudança drástica de paisagem
- Dinâmica de crescimento das plantas

PRAÇA
EUCLIDES DA CUNHA

No projeto da Praça Euclides da Cunha, (Recipe-PE, 1935) para a escolha temática da concepção, Burle Marx se inspirou no livro ‘Os Sertões’ do escritor Euclides da Cunha, publicado em 1902, e o homenageou ao nomear o logradouro. O jardim então “conta uma história”, narrando uma imagem idealizada da paisagem da caatinga, e conduz o caráter específico da criação: trata-se de um jardim de cactáceas.
Fonte: http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/03.029/740

Fonte: http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/03.029/740

Mesmo sem ter uma educação formal em arquitetura paisagística, seu aprendizado na pintura influenciou na criação de seus jardins. Roberto Burle Marx se auto definia como um artista de jardin. Achava muito importante seus projetos associados à cidade, dizia que o paisagismo sempre está relacionado ao urbanismo e sempre é necessário compreender as necessidades de uma cidade e das funções das áreas verdes para que um paisagista possa realizar jardins. Acreditava que sem técnica não se poderia chegar a um bom resultado.
Considera muito importante o projeto do Parque do Ibirapuera, onde realizou varias experiências plásticas com pavimentos e vegetações, além do Aterro do Flamengo o qual teve experiência com plantas resistentes a salinidade e ao vento.

Fonte: http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/03.029/740

Fonte: http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/03.029/740

Local: São Paulo, SP
Data do Projeto: 1982
Área Terreno: 3.500m²
Área Paisagismo: 2.700m²

Fonte: http://burlemarx.com.br/bm/portfolio-item/banco-safra-bela-cintra/#wpexLightboxGallery[]/0/

Fonte: http://msalx.vejario.abril.com.br/2014/09/02/1446/kMmN6/jardins_mam.jpeg?1409680002

Fonte: http://conversadebalcao.com.br/o-rio-de-janeiro-de-burle-marx/

Local: Rio de Janeiro, RJ
Data do Projeto: 1970
Data da Execução: 1971
Área Paisagismo: 4,6km

Fonte:http://burlemarx.com.br/bm/portfolio-item/avenida-atlantica-copacabana/#wpexLightboxGallery[]/6/

Fonte:http://burlemarx.com.br/bm/portfolio-item/

Fonte:http://burlemarx.com.br/bm/portfolio-item/

Fonte:http://burlemarx.com.br/bm/portfolio-item/

Fonte:http://burlemarx.com.br/bm/portfolio-item/

Fonte:http://burlemarx.com.br/bm/portfolio-item/

Fonte:http://burlemarx.com.br/bm/portfolio-item/

Fonte:http://burlemarx.com.br/bm/portfolio-item/

Local: Rio de Janeiro, RJ
Data do Projeto: 1996/1997/2000
Data da Execução: 1998
(lago Frei Leandro)
Área paisagismo (parcial): 2.600m²/
10.400m²/18.000m²
Área paisagismo (total): 31.000m²
Fonte: http://burlemarx.com.br/bm/portfolio-item/jardim-botanico-rio-de-janeiro/#wpexLightboxGallery[]/2/

Fonte: http://burlemarx.com.br/bm/portfolio-item/jardim-botanico-rio-de-janeiro/#wpexLightboxGallery[]/2/

Local: Belo Horizonte, MG
Data do Projeto: 1980
Data da Execução: 1991
Área Paisagismo: 2.274.400m²

PARQUE DAS MANGABEIRAS

Fonte: http://burlemarx.com.br/bm/portfolio-item/parque-das-mangabeiras/#wpexLightboxGallery[]/7/

BISCAYNE BOULEVARD – EUA

O parque do Flamengo possui 7 quilômetros de extensão e 1.301.306 metros quadrados e inclui os jardins do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/RJ) (1954) e do Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial (1956). Além de integrar o centro à zona sul com suas vias expressas, a área ajardinada tornou-se um requisitado espaço de lazer com sua praia artificial de 1.500 metros de extensão e com um programa que previa 26 itens dentre eles: uma marina, áreas de estar, playgrounds, coleções de árvores, área de estacionamento, campos de futebol, um restaurante, pistas de aeromodelismo, pistas de kart, áreas de piquenique, uma praia artificial e outros.
Estava implícito que o projeto deveria contribuir para melhoria da qualidade de vida, conter a ofensiva da especulação imobiliária e possibilitar a reconciliação dos cidadãos com sua cidade.

http://burlemarx.com.br/bm/portfolio-item/biscayne-boulevard/#wpexLightboxGallery[]/3/
Local: Miami, Estados Unidos
Data do Projeto: 1988 e 2003
Data da Execução: 1991 e 2004
Área Paisagismo: 4km

PARQUE BURLE MARX - SP

O Parque Burle Marx (São Paulo-SP, 1950) possui uma importante função na composição de áreas verdes da cidade de São Paulo, pois contribui para a melhoria da qualidade do ar, redução da poluição sonora, preservação da fauna e da flora, amenização dos efeitos das “ilhas de calor”, além de servir de agradável espaço para o lazer da população.
A equipe responsável por esse imenso projeto possui uma série de nomes desde a equipe responsável pelo tráfego e obras (Secretaria Geral de Viação e Obras), outra pela infraestrutura: (SURSAN) e o Grupo de Trabalho criado pelo decreto estadual nº 607, de 4/10/1961, presidido por Maria Carlota de Macedo Soares.
Este Grupo era formado pelos seguintes profissionais: Affonso Eduardo Reidy, Jorge Machado Moreira Sérgio Bernardes, Hélio Mamede, Maria Hanna Siedlikowski, Juan Derlis Scarpellini Ortega e Carlos Werneck de Carvalho (arquitetos); Berta Leitchic (engenheira), Luiz Emygdio de Mello Filho (botânico), Magú Costa Ribeiro e Flávio de Britto Pereira (assessoria em botânica); Ethel Bauzer Medeiros (especialista em recreação), Alexandre Wollner (programação visual), Roberto Burle Marx e Arquitetos Associados: Fernando Tábora, John Stoddart, Julio César Pessolani e Mauricio Monte (paisagistas), Sérgio Rodrigues e Silva e Mário Ferreira Sophia (desenhistas), Fernanda Abrantes Pinheiro (secretária), Ressalta-se também a importância dos trabalhos do Laboratório de Hidráulica de Lisboa (estudos hidráulicos), de Richard Kelly (iluminação) e do urbanista Helio Modesto, que segundo Bertha Leitchik, “não era membro do grupo propriamente dito, porém, fazia a ligação entre o grupo e o restante da administração estadual”. (http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/07.079/288
Fonte: http://parqueburlemarx.com.br/o-parque/


O seguinte trabalho tem o objetivo de aprofundar os conhecimentos, através de estudos e a analises relacionados ao paisagismo.
De tal maneira o mesmo apresenta vida e grandes obras, do artista plástico brasileiro, Roberto Burle Marx, conhecido internacionalmente pelo seu trabalho. Bem como o Estudo de Caso Aterro do Flamengo, projetado e executado na cidade de Rio de Janeiro
.

Burle Marx criou os jardins da Pampulha na década de 1940. Ele reuniu variedades de plantas da Amazônia, mata atlântica e cerrado e misturou cores como o amarelo das acácias e o roxo das quaresmeiras.
Fonte: Acervo pessoal
Fonte: Acervo pessoal
Fonte: Acervo pessoal
Fonte: Acervo pessoal
Fonte: http://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2013/07/06/interna_gerais,417765/conheca-a-trajetoria-de-burle-marx-o-jardineiro-de-bh.shtml
Fonte: www.sportnautica.com.br
Acesso: Mar/2016
Fonte: www.annaramalho.com.br
Acesso: Mar/2016
Fonte: pt.slideshare.net
Acesso: Mar/2016
Fonte: crayonstock.com
Acesso: Mar/2016
Fonte: g1.globo.com
Acesso: Mar/2016
Fonte: encantoscariocas.wordpress.com
Acesso: Mar/2016
www.rio.com
http://www.riodejaneiroaqui.com/portugues/monumento-estacio-sa-int.html
http://www.riodejaneiroaqui.com/portugues/monumento-estacio-sa-int.html

Dreams time
Disponível em: http://pt.dreamstime.com/foto-de-stock-flor-da-beg-nia-e-planta-de-aranha-no-jardim-image37076240
Acesso em: 03/2016

Viagens com flores e frutos
Disponível em: https://sites.google.com/site/viagenscomfloreservasefrutos/bromelias
Acesso em: 03/2016

Parque Burle Marx
Disponível em: http://parqueburlemarx.com.br/noticias/2013/9/20/um-pouco-de-roberto-burle-marx
Acesso em: 03/2016

Sítio Roberto Burle Marx
Disponível em: http://sitioburlemarx.blogspot.com.br/2009/02/o-sitio-roberto-burle-marx.html
Acesso em: 03/2016

Escritório Burle Marx
Disponível em: http://burlemarx.com.br/inicio/#
Acesso em: 03/2016

Parque do Flamengo
Disponível em: http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/07.079/288
Acesso em: 03/2016

Disponível emhttp://www.vitruvius.com.br/revistas/read/entrevista/07.028/3299?page=7
Acesso em: 03/2016

Disponível em: http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/entrevista/09.036/3283?page=3
Acesso em: 03/2016

Disponível em : http://reidy-ofilme.blogspot.com.br/2011/11/reidy-e-o-aterro-do-flamengo.html.
Acesso em 03/2016

Disponível em : http://reidy-ofilme.blogspot.com.br/2011/11/reidy-e-o-aterro-do-flamengo.html.
Acesso em 03/2016
Em 1933 realiza seu primeiro jardim para a residência da família Schwartz a convite de Lucio Costa. Entre 1934 e 1937 passa a residir em Recife, Pernambuco, onde assume o cargo de diretor de parques e jardins, desenhando para a capital pernambucana uma série de praças e jardins públicos e nela criando, em 1937, o primeiro parque ecológico nacional, ainda neste período, frequenta o Rio de Janeiro e tem aulas com Candido Portinari e com o escritor Mário de Andrade no (IAUDF). Em 1937 volta ao Rio de Janeiro e passa a trabalhar como assistente de Portinari.
http://44arquitetura.com.br/2014/03/casa-canavelas-de-oscar-niemeyer-uma-analise-da-obra/
http://44arquitetura.com.br/2014/03/casa-canavelas-de-oscar-niemeyer-uma-analise-da-obra/
http://44arquitetura.com.br/2014/03/casa-canavelas-de-oscar-niemeyer-uma-analise-da-obra/
http://44arquitetura.com.br/2014/03/casa-canavelas-de-oscar-niemeyer-uma-analise-da-obra/
http://44arquitetura.com.br/2014/03/casa-canavelas-de-oscar-niemeyer-uma-analise-da-obra/
http://blog.livegether.com/ciclismo-no-parque-aterro-do-flamengo/
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http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=476343
Seu primeiro projeto paisagístico foi o jardim de uma casa desenhada pelos arquitetos Lucio Costa (que projetou Brasília) e Gregory Warchavchik, em 1932.
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