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Geoprocessamento Aplicado a Bovinocultura de Corte

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Barbara Paquier

on 13 November 2014

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Transcript of Geoprocessamento Aplicado a Bovinocultura de Corte

GEOPROCESSAMENTO APLICADO A
BOVINOCULTURA DE CORTE
INTRODUÇÃO
CONCEITOS BÁSICOS
GPS: SISTEMA DE POSICIONAMENTO GLOBAL
SENSORIMENTO REMOTO
SIG: SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS
APLICAÇÕES NA PECUÁRIA
CENÁRIO NO BRASIL
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Barbara Paquier Ventura
Larissa Naomi Hashimoto
Rafael Gil Silvano
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA “LUIZ DE QUEIROZ”
LEB 0450 – Topografia e Geoprocessamento II
Brasil: vasta extensão territorial, geoprocessamento se faz muito necessário em áreas diversas!

Conceitos básicos de: GPS, Imageamento por Satélite

Sistema de Informações Geográfica (SIG): gerando soluções

Geoprocessamento aplicado a Bovinocultura de Corte
Geoprocessamento pode ser definido como o conjunto de técnicas e metodologias que implicam na aquisição, arquivamento, processamento e representação de dados georeferenciados. (ROSA, 2004).


Dado georeferenciado: aquele que possui coordenada amarrada a um modelo matemático que representa a Terra, ou seja, latitude e longitude e altitude.
Técnicas de Mapeamento:
Mapas Digitais
. Porquê?
Facilidade de atualização;
Reprodução em qualquer escala;
Ligação com SIG;
Fornecer grandezas geométricas (área, distância e ângulo) com a mesma precisão com que foram coletadas no campo;

Digitalização dos mapas é fundamental para implantação de um SIG.


Programas com ferramentas adaptadas para uso de mapeamento ou topografia e cartografia:
Topograph,, DataGeosis, TopoEVN, etc.
Resolve “instantaneamente” problemas de navegação (“onde estou”, “para onde vou”, “tempo de percurso”) e de mensuração (posição ou coordenadas, direção, distâncias e áreas).

Concepção do sistema GPS permite que um usuário, a qualquer hora e em qualquer local da superfície terrestre, ou próximo a ela, tenha à sua disposição, no mínimo, quatro satélites para serem rastreados.
Princípio básico de navegação pelo GPS: medida de distâncias entre o usuário e no mínimo os quatro satélites. Conhecendo as coordenadas dos satélites num sistema de referência apropriado, é possível calcular as coordenadas da antena do usuário.
Sensores a bordo de aeronaves ou satélites, equipamentos para transmissão, recepção, armazenamento e processamento de dados, com o objetivo de estudar o ambiente terrestre nos domínios espacial, temporal e físico, através do registro e da análise das interações entre a radiação eletromagnética e as substâncias componentes do planeta terra (ROCHA, 2000).

Destaques de satélites de sensoriamento: americanos da série LANDSAT e os franceses da série SPOT, sendo as imagens obtidas a partir dos satélites LANDSAT as mais conhecidas, acessíveis e utilizadas em nosso país. (FLORENZANO, 2002)
SIG: base de dados digitais amarrados a um sistema de coordenadas espaciais. Para que o SIG funcione os seguintes recursos devem existir:

1. Entrada dos dados a partir de mapas, fotografias aéreas, imagens de satélites, levantamentos de campo, e outras fontes;
2. Armazenamento, recuperação e busca de dados;
3. Transformação de dados, análise e modelagem, incluindo estatística espacial;
4. Comunicação dos dados, através de mapas, relatórios e planos.
APROVEITAMENTO DO SIG DEPENDE DE COMO O
USUÁRIO UTILIZA AS INFORMAÇÕES GERADAS!
GPS

Colares com receptores e memória para armazenar dados

GPS simples, dos modelos de navegação (faixa 1.000,00) na mensuração de áreas aproximadas de glebas diretamente no campo. Uma vez programado o equipamento, após percorrer o limite da gleba, pode fornecer a sua área aproximada

Rastreabilidade (chip eletrônico)
CERTAG

Controle patrimonial: número de animais;

Manejo Sanitário: controle para administração de vacinas, medicamentos, suplementos alimentares, intervenções cirúrgicas, etc;

Manejo de engorda: acompanhamento de peso dos animais;

Manejo reprodutivo: avaliação da precocidade sexual e desempenho reprodutivo;

Rastrear animais de maneira fácil, rápida e sem erros;

Diferenciar o produto e conquistar novos mercados.
SISBOV

Registrar e identificar o rebanho bovino e bubalino do território nacional

Possibilita o rastreamento do animal desde o nascimento até o abate

Disponibiliza relatórios de apoio a tomada de decisão quanto a qualidade do rebanho nacional e importado.
SIG e Sensoriamento Remoto

Organização do espaço
Com a aplicação de ferramentas do sensoriamento remoto pode-se chegar a mapas com informações avançadas, prontas para serem aplicadas pelo pecuarista para a tomada de decisões racionais e aumentar à produtividade de seu negócio, cuidar da qualidade da cobertura vegetal de pastagens, evitar fenômenos de erosão e degradação devido a sobrecarga de animais por área e orientar o manejo técnico de propriedades e empresas rurais de médio e grande porte, com segurança e baixo custo. (ENGESAT, 2005)
A bovinocultura de corte no Brasil tem um grande destaque internacional pelo seu potencial de crescimento.

O efetivo do rebanho nacional é o maior do mundo em termos comerciais

Produção de carne bovina é a maior do mundo

Setor vem se profissionalizando para ganhar eficiência, especialmente em termos de marketing, controle de qualidade e tecnologia de processamento.
Com a rastreabilidade: consumidor pode encontrar no mercado um produto com maiores informações nutricionais, de procedência ou até mesmo quanto ao sexo do animal

Com a exploração dessa tendência, pressupõe-se que o consumidor, aos poucos, poderá começar a escolher que tipo de carne quer comprar no supermercado, a carne rastreada com informações de procedência, embalada, podendo ter marca, ou a carne que está exposta na gôndola sem ter nenhuma informação
“Se onde é importante para seu negócio, então as ferramentas de Geoprocessamento são importantes para o seu trabalho”

Num país de dimensão continental como o Brasil, com uma grande carência de informações adequadas para a tomada de decisões sobre os problemas urbanos, rurais e ambientais, o geoprocessamento apresenta um enorme potencial.

No Brasil faltam ações de marketing que esclareçam aos consumidores as mudanças que estão ocorrendo no setor, pois com um bom conhecimento sobre esses processos, o consumidor estaria disposto a pagar mais por um produto melhor.
OBRIGADO!
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

ANUÁRIO DA PECUÁRIA BRASILEIRA: ANUALPEC, 2003. São Paulo: FNP Consultoria & Comércio, 2003.

CERTAG, consulta ao site http://certag.com.br

ENGESAT, 2005. Consulta no site http://www.engesat.com.br/

FLORENZANO, T. G. Imagens de satélite para estudos ambientais. São Paulo: Oficina de Textos, 2002.

SISBOV, consulta ao site http://extranet.agricultura.gov.br/primeira_pagina/extranet/SISBOV.html
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