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Copy of Psicologia - Adultez e Velhice

Trabalho de Grupo
by

Marcio Luiz

on 11 May 2013

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Transcript of Copy of Psicologia - Adultez e Velhice

1. A adultez e a velhice: 2.As transformações biológicas nos adultos 5. Perspetivas sobre o envelhecimento O desenvolvimento da adultez e da velhice Introdução
No âmbito da disciplina de Psicologia A foi-nos proposta a elaboração de um trabalho de grupo sobre "o desenvolvimento da adultez e da velhice". Conceitos e referências etários
1.A adultez e a velhice: conceitos e referências etárias
2. As transformações biológicas
2.1 as alterações físicas e funcionais
3. O desenvolvimento cognitivo pós-juvenil
3.1 O desenvolvimento nos processos básicos
3.2 Aspetos positivos do funcionamento cognitivo dos idosos
4. O desenvolvimento sócio-afetivo
4.1 O envolvimento na profissão
4.2 O envolvimento na familia
5. Novas perspetivas sobre o envelhecimento
5.1 Teorias acerca do envelhecimento
6. A morte: estádios e fases Índice O envelhecimento é um fenómeno que pode ser apreendido a diversos níveis.
Biológico
Social
Psicológico Velhice Topic I think this is about facts! I think this is about feelings! I think this is about data! Different
perspectives Aumento das doenças (Parkinson, Alzheimer,...)
Alterações dos aspetos físicos (rugas, cabelos brancos, ...)
Dificuldades locomotoras (andar, velocidade de reação, ...) Biológico Mudança de estatuto social (provocada pela passagem á reforma) Social Modificações das atividades intelectuais e motivações. Psicológicas A adultez jovem subdivide-se em: fase inicial denominada adultez jovem inicial, com idade aproximada entre 20 e 25 anos. Em seguida, a adultez jovem plena que é compreendida entre os 25 a 35 anos, já a adultez jovem final, abrange um período que é dos 35 aos 40 anos de idade. Poe último, dos 40 /45 até aos 65 anos temos a adultez intermedia.
A idade adulta jovem e intermedia tem mudanças fisicas , sociais e intelectuais.

http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/faced/article/viewFile/544/380 Adultez 1. Aparência:
Cabelo mais fraco e grisalho;
Pele rugosa e com dobras;
Altura diminui à medida que o tamanho dos discos entre as vertebras da coluna diminui; 2. As transformações biológicas na velhice Transformações
Biológicas 18 aos 25 anos 25 aos 45 anos 45 aos 65 anos Homens Mulheres Menor capacidade física
Funcionamento corporal de forma menos eficaz
Maior suscetibilidade a doenças Auge Físico
mais força
reflexos mais rápidos

Menor suscetibilidade a doenças .

Elevadas capacidades reprodutoras Diminuição das capacidades reprodutoras

Declínios físicos:
menor força
diminuição dos reflexos
maior suscetibilidade a doenças Em média dos 40 e início dos 50 anos surge a menopausa.

Declínios físicos:
menos força
reflexos diminuídos
maior suscetibilidade a doenças 2002 March (cc) image by jantik on Flickr 2. Acuidade sensorial:
Visão e audição perdem a precisão;
O olfato e o paladar não são tão sensíveis;
O tempo de reação e a resistência diminuem;
A capacidade de oxigenação e de bombeamento cardíaco diminui;
O corpo não é capaz de recuperar os nutrientes perdidos tão depressa. 3. O desenvolvimento cognitivo pós-juvenil Teoria da desengrenagem Teoria da atividade Nesta teoria explica-se que o idoso sofre uma retirada gradual do mundo ao nível físico, psicológico e social (Cummings e Henry, 1961).

Físicos, os níveis mais baixos de energia produzem menos atividade;

Psicológicos, a atenção deixa de ser relativamente aos outros e passa a ser sobre si próprio;

Socialmente, há menos interação com os outros e uma redução do nível de participação na sociedade, em termos mais latos. 1. Mudanças Físicas

Processo caraterizado por ser contínuo. Sendo que, o único momento que pode ser destacado como descontínuo é, no caso da mulher, a menopausa (entre os 45 e 0s 50 anos). Acontece após um período de desajustes menstruais designado de climatério. Ao longo do avanço da adultez, iniciam-se deteriorações de diversos tipos:
Perda da elasticidade muscular
Reduções perceptivas: afetam especialmente: visão; diminuição do tempo de reacção 3. O desenvolvimento cognitivo pós-juvenil Normalmente, estas deteriorações não afetam o funcionamento psicológico, mas podem afetar a condição de vida das pessoas e o trabalho, naqueles casos em que é requerida alguma força muscular, principalmente a partir dos 50 anos. 4. O Desenvolvimento Sócio Afetivo Envolvimento na profissão Envolvimento na Família A incorporação ao mundo do trabalho é uma norma da idade, que começa a ser desempenhado no fim da adolescência.

O trabalho é, ao mesmo tempo, um papel, um desafio, um âmbito de produção e socialização e uma fonte de satisfações e de problemas (Blanco 1985).
Primeira fase – primeira etapa de desenvolvimento de interesses vocacionais. “Fases no Trabalho” Segunda fase – na adolescência, exploração do mundo de trabalho e das características de diferentes profissões (ex.: empregos de verão; estágios)

Terceira fase – escolha profissional, com acesso posterior ao seu desempenho.

Quarta fase – período de estabilização e consolidação no desempenho profissional (terceira etapa da vida), no caso das coisas serem como o indivíduo esperava ou uma nova escolha de profissão, no caso da anterior não ter sido satisfatória.

Quinta fase – as décadas dos 40 e 50 caraterizar-se-iam pela manutenção da posição antes conquistada, sobrevindo, aos 60, a aposentaria. MATRIMÓNIO (CASAMENTO)
O casamento é baseado essencialmente no amor, na companhia, no respeito e apoio mútuo, na realização pessoal etc.,
Representa apenas uma das formas de entender-se as relações matrimoniais, que também podem ser vistas essencialmente em termos de conveniência social ou de interesse pecuniário.
A necessidade de ter filhos e as preferências por meninos ou meninas são apresentadas de forma muito diferente em sociedades fundamentalmente agrárias e em sociedades que são, sobretudo, industriais. Filhos e Matrimónio
No que diz respeito às relações do casal, existe três questões.
Os motivos da escolha do conjugue;

O grau de satisfação com a vida matrimonial e os fatores que dela depende;

E a problemática proposta aos casais de idade mais avançada, quando os filhos abandonam o lar (produz o fenómeno chamado “ninho vazio”).

Os motivos da escolha do conjugue pode se dizer que é o principio da semelhança, parece ser claramente determinante: em geral escolhe-se para conviver com outra pessoa, quanto à idade, nível educativo, lugar de residência, atitudes e crenças (também o atrativo físico entra na escolha de um parceiro(a)). Relações do Casal Um dos poucos factos que parece estar bem estabelecido é que a felicidade conjugal não está relacionada com fatores de tipo socioeconómico.
Alguns estudo explicam que a satisfação do casal é elevada no primeiro ano, decresce após o nascimento do primeiro filho e volta a ser incrementada quandos os filhos deixam a casa dos pais. Motivo para isto acontecer pode se dizer que é o facto de que a criação de filhos pressupõe uma fonte de preocupação tensão, e que, em torno da sua criação e educação, surgem problemas frequentes. Felicidade do casal e fatores que relacionam

Fatores inter e intrapessoais que influenciam o relacionamento do casal:
- Maturidade emocional;
- Nível de auto estima;
- Capacidade de adaptação pessoal em relação ao outro;
- Capacidade de expressar e receber afeto;
- Nível de comunicação;
- Satisfação com as relações sexuais;
- Etc. - Falta de carinho;
- Comportamento violento;
- Infidelidade.
As últimas duas são os fatores mais apontados! Fatores apontados por casais que levam ao divórcio
Vários investigadores afirmam que em geral as pessoas casadas são mais felizes do que as solteiras, separadas ou viúvas, e que apresentam uma menor incidência de enfermidades e maiores sentimentos de bem estar, felicidade e estabilidade. Felicidade com ou sem Casamento Alguns teóricos sugerem que esta teoria deve ser vista de forma positiva, visto que proporciona uma oportunidade de reflexão mais profunda e um investimento emocional mais baixo nos outros, numa altura em que as relações sociais serão inevitavelmente terminadas pela morte.
Contudo, esta teoria ainda contém várias falhas e controvérsias, o que levou à construção de uma outra teoria – teoria da atividade. Esta sugere que as pessoas que envelhecem com mais sucesso são as que mantêm os interesses e as atividades em que se envolveram durante a meia-idade e que resistem a qualquer decréscimo na quantidade e no tipo de interação social que estabelecem com os outros (Blau, 1973).

Defende ainda que nem todas as pessoas que se encontram na terceira idade necessitam de uma vida repleta de atividades e interações sociais para serem felizes; tal como qualquer fase da vida, há sempre aqueles que estão tão satisfeitos quanto aos outros tendo uma existência relativamente inativa e solitária. (Hanson e Carpenter,1994; Harlow e Cantor, 1996). Uma pessoa nesta fase passa por cinco estádios:

Negação: resistência à ideia da morte;

Raiva: desenvolvimento de sentimentos de revolta relativamente a quem tem saúde, às limitações da saúde, a Deus;

Negociação: aceitação da proximidade do fim mas apenas quando tiverem sido atingidos determinados objetivos (formas de adiamento);

Depressão: consciência da inevitabilidade desse acontecimento desenvolve sentimentos de perda e consciência do seu próprio fim – entrada na etapa do “luto preparatório”;

Aceitação: pacificação consigo mesma, sem níveis elevados de emoção nem de comunicação. 6) A morte: estádios e fases A experiência de cada um destes estádios não é necessariamente igual em todos os indivíduos, até porque também nem todos se desenvolveram exatamente da mesma forma e exatamente ao mesmo tempo. Assim, as diferenças podem dever-se a diferentes fatores, por exemplo:

Causa específica da morte;
Data previsível;
Sexo, idade e personalidade do sujeito;
Apoio recebido da família e amigos;
Objetivos por cumprir;
Hipóteses de cura. 6) A morte: estádios e fases Quando alguém morre, a intensidade do luto também pode variar de acordo com o tipo de relação que existia entre as pessoas e o facto de a morte ser inesperada: por exemplo, quando se perde o marido ou a esposa passa-se, com frequência por:

Primeira fase (imediata): profundos sentimentos de tristeza e alteração de funções básicas como o apetite ou o sono (comoção elevada);

Fase intermediária (algumas semanas depois): existência de saudade e recordação frequente da pessoa morta;

Fase de recuperação e reorganização (um/dois anos após a morte): aceitação de que a vida continua, embora permaneçam sentimentos de falta; aumento da atividade com recuperação e/ou renovação de interesses; 6) A morte: estádios e fases "A vida é como uma sala de espetáculos;
entra-se, vê-se e sai-se."

Pitágoras O desenvolvimento da personalidade, é um processo que se carateriza por ser estável, na maioria dos casos. Um dos fatores que pode influenciar essa estabilidade, é a chamada crise de meia idade, ocorre normalmente entre os 40 e os 45, mas não é obrigatório que todos passem por ela, bem como não afeta de igual modo e com o mesmo impacto a todos. Esta crise pode modificar a vida social das pessoas, e é um período em que se notam algumas incertezas acerca da nossa vida, e se sofre com o pensamento dos sonhos que ficaram para trás e são agora provavelmente irrealizáveis.
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