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Canto IX e X

Ilha dos Amores d'Os Lusíadas
by

Rita Carvalho

on 5 November 2012

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Transcript of Canto IX e X

A ilha dos Amores O mito da Ilha dos Amores é contado por Luís de Camões, nos Cantos IX e X d'Os Lusíadas. Nestes cantos, é relatada a vontade da deusa Vênus em premiar os heróis lusitanos, com um merecido descanso e com prazeres divinos, numa ilha paradisíaca, no meio do oceano, a Ilha dos Amores. Plano Fulcral Canto IX Plano paralelo Intervenções do poeta Negociações entre o Gama e os indianos para os Portugueses poderem regressar à Pátria Intervenção de Vénus e de Cupido
A Deusa prepara o repouso (a recompensa) aos portugueses Descrição da Ilha dos Amores
As ninfas mostram-se
Envolvimento amoroso dos Portugueses com as ninfas e do Gama com Tétis
Esclarecimento do sentido alegórico da Ilha Os portugueses regressam a Portugal e avistam uma ilha Reflexões sobre o significado e o valor da imortalidade Ilha dos Amores episódio simbólico e mitológico Espaço: Calecute e Oceano Índico Tempo: 1498 Narrador: O poeta Estrutura externa: Canto IX
Estrutura interna: Narração A «Ilha dos Amores», era uma ilha flutuante que Vénus colocou no trajecto da armada, de modo a que esta, infalivelmente, a encontrasse. Um espaço de refúgio, isolamento, não afectado pelas contingências da realidade. Geral pormenor (outeiros, vales, lago, arvoredo, árvores, laranjeira, cidreira, limões). Intenção de erotização da natureza: “o arvoredo gentil sobre ela pende”, “ a laranjeira tem no fruito lindo a cor que tinha Dafne nos cabelos”, “ os fermosos limões, ali, cheirando, estão virgíneas tetas imitando”. A ilha não é mais do que uma representação alegórica.O prémio ideal dos heróis é a honra, a glória, a fama; também os deuses da mitologia foram simples homens que, pelos seus feitos ilustres, alcançaram a imortalização. Temos a representação da Máquina do mundo Canto X Narrador: Poeta e Tétis Tempo: 1498
1499: Chegada a Portugal Estrutura externa: Canto X
Estrutura interna: Narração Espaço: Ilha dos Amores 82. Aqui, só verdadeiros, gloriosos
Divos estão, porque eu, Saturno e Jano,
Júpiter, Juno, fomos fabulosos,
Fingidos de mortal e cego engano.
Só pera fazer versos deleitosos
Servimos; e, se mais o trato humano
Nos pode dar, é só que o nome nosso
Nestas estrelas pôs o engenho vosso. 79. MÁQUINA DO MUNDO

Uniforme, perfeito, em si sustido,
Qual, enfim, o Arquetipo que o criou.
Vendo o Gama este globo, comovido
De espanto e de desejo ali ficou.
Diz-lhe a Deusa: "O trasunto, reduzido
Em pequeno volume, aqui te dou
Do Mundo aos olhos teus, pera que vejas
Por onde vás e irás e o que desejas. A ilha dos Amores simboliza porto e prémio aos fatigas navegadores. Ainda mais, a glorificação pelos feitos heróicos, a imortalidade do nome, para sempre gravado na História. Conclusão
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