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Ab. colaborativa

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by

Sofia Rodrigues

on 26 November 2017

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Transcript of Ab. colaborativa

Portugal
Sofia Rodrigues

& Liliana Sousa

Brasil | 2017
As Abordagens Colaborativas na Intervenção Social com Famílias em Situação de Vulnerabilidade Social
Famílias socialmente vulneráveis
Abordagens Colaborativas
Investigação
Estratégias mais eficazes
Abordagens tradicionais
(modelo biomédico,
centrado nos problemas, controlo/verticalidade…)
Abordagens colaborativas
(centradas nas competências, nas soluções,
confiança/parceria...)
sofia.rodrigues@ua.pt
Atualmente
Envolvimento
Profissionais
Serviços
Os sistemas formais de apoio atravessam
um momento de transição

Famílias
Apáticas, desesperadas
Dificuldade em acreditar nos serviços
Momento de transição
entre-paradigmas
(Andolfi,2000)
Abordagens Colaborativas
Inspiração
Princípios
Implicações
Clientes socialmente
vulneráveis
Características
Photovoice
Origem
Processo
Instrumento de acção
Múltiplas e complexas necessidades
Sucessivas crises
Dificuldade em confiar nos outros
Sentimento de incapacidade

aprendida
Escassos recursos materiais e emocionais
E mantêm competências, resiliência, fazem esforços …
Ineficácia da Intervenção Tradicional
Sentimento de incompetência, frustação e baixas expetativas de sucesso são comuns
Profissionais
Famílias
Serviços
"Bailarinos Enjaulados"
Procuram técnicas eficazes
Mas,
Estão sobrecarregados (acumulam casos e funções)
Sentem dificuldade em envolver as famílias na intervenção
Sentem perder o foco humanista
(Hamer, 2006)
Famílias
muito
Vulneráveis
Características:
Intervenção atual tende a focar-se nos seus problemas (sintomas) e menos nas suas características (padrões de funcionamento)
Excessivamente burocratizados
Fraco envolvimento do cliente
Escassos recursos
Repensar a intervenção para:
Romper a "coligação de desespero" no sistema de intervenção (famílias, profissionais e serviços)


Introduzir a diferença (procurar soluções)
Potenciar os recursos existentes nas famílias e no meio circundante (criatividade na intervenção social)

Sustentação teórica
Estilo contemporâneo
de intervenção
Anos 90
Influência de múltiplas perspetivas
e autores
Construtivismo e Construcionismo social; Resiliência; Empowerment; Práticas centradas na competências; Terapias centradas nas soluções...
4 Princípios:
(Anderson & Goolishian,1992; Madsen, 2007, 2009; Monk, 2003)
Adotar uma postura de curiosidade cultural e honrar o conhecimento das famílias
Acreditar nas possibilidades e focar-se nas mudanças desejadas
Envolver-se nos processos de empowerment e ajudar a desenvolver auto-eficácia
Trabalhar em parceria e adequar os serviços/ intervenção às famílias
Abordagens Colaborativas
Adequar as estratégias de intervenção às características das famílias (padrões de funcionamento)

Pensar a intervenção como uma atividade relacional
Diversos Contributos
Construtivismo e Construcionismo social
= respeitar e incorporar a perspetiva da família; encorajar colaboração; evitar uso de linguagem patologizante

Resiliência
= analisar as reações e estratégias de enfrentamento da família em situações adversas

Empowerment
= ajudar a aumentar sentimento de auto-eficácia

Práticas centradas na competências
= utilizar (identificar e amplificar) as competências e recursos das famílias; conversar com as pessoas

Terapias centradas nas soluções
= envolver as famílias no diálogo centrado nas soluções (respostas viáveis no contexto cultural das famílias)
A natureza do processo de ajuda colaborativo assenta no estabelecimento de uma postura humanista e próxima entre profissionais e famílias
Clientes Vulneráveis:
Sentem-se respeitados
Mais encorajados para prosseguir na procura de soluções
Ganham novas visões acerca de um problema
Mobilizam a rede social
Exercitam maior regulação emocional
Desenvolver uma abordagem colaborativa com famílias vulneráveis
Abordagens colaborativas têm vindo a revelar-se mais eficazes, mas estão ainda numa fase de incorporação na prática social (Saleebey, 2001)
2 Pistas:
Momento entre-paradigmas
(Andolfi, 2000)
(Sharlin, Shamai & Sharlin, 2000)
(Shazer & Berg, 1997)
Postura não-hierárquica e não-confrontacional, assente na colaboração e parceria entre profissionais e famílias
(Madsen, 2007; Monk, 2003).
Relevância
"Coligação de desespero"
Diversidade cultural
Apáticas
Desesperadas
Foco nas soluções e nas competências

Vivemos o tempo de amadurecer este encontro, procurando quer as congruências quer as diferenças entre as duas abordagens”.
Andolfi (2000)
Abordagens Colaborativas na Intervenção Social: para quê?
Precisamos de “Improvisação Disciplinada” (Madsen)
Oferecem um
mapa flexível
para operacionalizar os valores da prática centrada na família e os princípios colaborativos ajudando os profissionais a lidar com o quotidiano "confuso" associado à prática.






Promove o sentido de propriedade e de bem-estar dos profissionais acerca do seu trabalho.

Contribui para uma prática mais humanista e profunda no processo de ajuda.
Colaborativas: algumas vantagens
Confuso
Imprevisibilidade
Ambiguidade
Incerteza
Complexidade
Excessivamente burocrático
tecnicista
O trabalho na intervenção social é:
FLEXIBILIDADE

INFORMALIDADE

AJUDAS
MATERIAIS

Família

As estratégias mais eficazes

Profissional Gestor de Caso

Outros profissionais


RELAÇÃO
DE
CONFIANÇA

TEMPO

Intensificar e prolongar o acompanhamento centrado na família e na comunidade; priorizar a intervenção (estabelecer um plano com a familia e com outros profissionais)
Ser flexível, sem perder o fio condutor da intervenção; intervir no território do cliente; providenciar recursos materiais e ajudas práticas
Ser consistente e persistente; manter contactos frequentes; adotar uma postura próxima/informal; agir como modelo positivo, criar oportunidades para permitir a reciprocidade das famílias
Identificar e amplificar as forças e capacidades da familia, incentivar os pequenos passos positivos
Múltiplos problemas severos e de longa duração

Sucessivas crises
Escassos recursos materiais e emocionais

Dificuldade em confiar nos outros

Sentimento de incapacidade aprendida


Características das famílias Vs Estratégias
Aproximam o apoio formal do contexto de apoio informal

E, aumenta a probabilidade de generalização


As intervenções que são mais parecidas com os suportes naturais têm mais hipóteses de serem eficazes


Porque são estas estratégias mais eficazes?

Um profissional: acompanha um número elevado de casos

Coordenador/Gestor de Caso: ainda pouco implementado

As questões éticas: será “profissional” agir desta forma mais “próxima”?

As expectativas sociais e institucionais: o profissional deve solucionar rapidamente as situações

A ausência de recursos: ser criativo
[…………]

Dificuldades / Obstáculos

Repensar as formas de intervir com as famílias mais vulneráveis

1ª Ação = Refletir

Se não funciona … faça algo diferente

Se funciona … continue

Não insista no "ponto morto": continuar a fazer o que não funciona


Muito Obrigada

Comentários, sugestões, questões:


sofia.rodrigues@ua.pt

Sistema de intervenção: promover equilíbrio de energia

DESEQUILÍBRIO

Outros profissionais

Políticas sociais; medidas de apoio

Instituições, Serviços

Família

Profissional

Outras designações: deficitário; controlo; biomédico; …

Diagnóstico:
usa a lente do défice; exaustivo (todos os problemas e todas as causas); o problema é definido pelo profissional;

Plano de intervenção:
objetivos (curar, compensar, minimizar, corrigir) e estratégias (regulação social e controlo) baseados no diagnóstico;

Solução:
construída com base na expertise do profissional; o profissional é ativo (prescreve) e o cliente é um seguidor (cumpre)

Avaliação:
resultado (o que aconteceu ao problema, sintoma, …?)

Abordagens Tradicionais
Os profissionais que usam as abordagens colaborativas (Byrne, 2006):

Aumento no sentimento de auto-eficácia;
Menor sensação de fadiga relacionada com o trabalho de ajuda relacional;
Níveis mais baixos de
burnout
;
Taxas de satisfação mais elevadas;

 Oferecem um ambiente de aprendizagem contínua e propício à constante renovação

Energia
Esperança
Motivação

Teoricamente desenvolvidas
Prática em transformação

Profissionais e famílias constituem o alvo de intervenção; levam para a intervenção competências complementares
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