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Publicidade e Poder

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by

ana sao jose

on 18 December 2012

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Transcript of Publicidade e Poder

Escola Superior de Educação e Ciências Sociais
Relações Humanas e Comunicação Organizacional 2012/2013 Publicidade e Poder Com este trabalho pretende-se explorar o tema sobre o poder da publicidade nos dias de hoje, evidenciando os efeitos que este pode causar no individuo e na mentalidade da sociedade. Tem-se como objetivo analisar características, tipos e meios de publicidade existentes, de modo a podermos entender e dar a conhecer mais especificamente o tema em questão. Onde surgiu a publicidade? Introdução A atividade publicitária teve início na Antiguidade Clássica, onde se encontram os primeiros vestígios (ex: tabuletas descobertas em Pompéia, que para além de anunciarem combates de gladiadores, faziam referências às diversas casas de banhos existentes na cidade).
Nesta fase, a publicidade era sobretudo oral, feita através de pregoeiros, que anunciavam as vendas de escravos, gado e outros produtos.

Em 1625 foram realizados os primeiros anúncios e tinham como finalidade: chamar a atenção do leitor para determinado ponto ou fato; assim, a mensagem publicitária ainda não pretendia ser sugestiva e limitava-se a ser informativa, tomando por vezes a forma de uma declaração.

A concorrência entre as várias marcas, praticamente obrigaram a um aparecimento de publicidade mais agressiva, com a tentativa de impor um produto, em invés de sugeri-lo. Isto deu origem a muitos excessos que só foram barrados com a entrada em vigor da legislação que regulou a atividade publicitária.

Atualmente, a maior parte das mensagens publicitárias é sugestiva e têm por base os estudos de mercado e das motivações. O que é a publicidade? Para saber o que é a publicidade e para que serve é preciso saber primeiro qual o seu significado e origem.
Teve origem no latim publicus, que significava público. Qual é o alvo da publicidade? Publico alvo:
Existindo uma eficaz gestão publicitaria, esta implica decidir a quem enviamos as mensagens.

Potenciais consumidores: aqueles que poderão a vir a ser consumidores do nosso produto;

Consumidores do produto: é importante que a possibilidade se digira aos próprios clientes da empresa para que estes se mantenham fieis ao produto e para que façam um maior consumo do produto em questão.

Os intermediários: é importante para as empresas que a pessoa que esteja a vender ou a fazer publicidade de um produto aconselhe o cliente de forma positiva e vantajosa a comprar esse produto. O Produto da Publicidade O produto não é apenas um conjunto de características físicas e técnicas, mas também propriedades psicológicas.

Assim, deve-se distinguir o produto do ponto de vista técnico e o produto do ponto de vista do consumidor:

O produto do ponto de vista técnico:
Atributos técnicos
Características físicas

O produto desde o ponto de vista do consumidor:
A imagem: conjunto de atributos organizados na mente do consumidor.
A personalidade do produto
O posicionamento A Imagem do Produto Também é importante saber qual é a percepção que os consumidores têm sobre o produto. Para além das características físicas o produto tem também atributos psicológicos e sociológicos.

Uma das funções da publicidade é “dar”, construir uma personalidade para a marca, pois por vezes as vendas dos produtos dependem da personalidade que o consumidor vê e retira dessa campanha. Quem coordena os anúncios? As campanhas publicitárias coordenam os anúncios:

No tempo: para que os anúncios não passem despercebidos é necessário concentrá-los em alguns períodos de tempo

Coordenar os anúncios nos distintos meios de comunicação

É preciso uma coordenação com o resto do plano de marketing: É necessário que o produto, a embalagem, o preço, os vendedores vão na mesma direcção que a publicidade. A publicidade deve adaptar-se ao plano de marketing

Facilitar a coordenação de todas as pessoas da empresa que intervenham assim como a comunicação com as Agencias de Publicidade. Os Objetivos Os objectivos publicitários devem ser:

Específicos
Quantificáveis
Definidos no tempo
Delimitar um mercado
Alcançáveis
Melhorar o conhecimento das características do produto
Criação ou melhoria de uma imagem da empresa
Criação ou melhoria da imagem do produto
Conseguir uma atitude ou sentimento mais favorável a respeito da empresa ou ao produto
Aumentar as vendas em curto prazo
Apoiar outras acções de marketing Onde é que a podemos ver? Para onde quer que vamos, somos inundados por mensagem e nós nem temos sequer de pensar por nós próprios. Tudo o que temos a fazer é sentar num sofá confortável e ser informados de como vivemos as nossas vidas.
O modo de olhar, de vestir, o que se come, como conhecer pessoas, etc.

Podemos não ter de pensar por nós mesmos, mas nós temos que ser mais exigentes para decifrar o que é credível e o que não é.
Porém, a publicidade é uma parte de nossa existência ou seja, só nós é que somos os únicos com o poder de escolha e sem saber que o cerebro de um ser humano já "filtra" milhares de mensagens que nos são enviadas.

É de constatar que a televisão, o rádio, a internet são o maior meio para mostrar algum produto, principalmente aos jovens. Como é que reagimos ao anúncio?
E porque gostamos mais ou menos? A percepção, a atenção e o gosto pessoal tudo influencia a forma como reagimos bem ou ou mal a algumas publicidades. Continuação... A comunicação publicitária divide-se em dois aspectos importantes, o caracter informativo e a componente persuasiva.
A primeira componente trata de passar a informação, de dar a conhecer algo sobre o produto em questão, por outro lado, a componente persuasiva, de uma forma mais clara, exerce influência nas pessoas sobre esse mesmo produto. Por vezes a publicidade usa em maior ou menor grau os diferentes níveis de persuasão. A persuasão racional: Persuasão emotiva: Esta assenta no comportamento logico das pessoas quando lhes é apresentado argumentos concretos, tais como aspectos de natureza económica representando algum benefício ou vantagem para a pessoa. Refere-se a sentimentos e emoções. Falando dos sentimentos, estes representam estados afectivos existentes nas pessoas, influenciando o comportamento destas. A emoção representa uma forma de excitação relativamente a uma determinada situação. O carinho, o amor, a felicidade, a alegria, etc., são alguns dos principais sentimentos a que apela a publicidade através de processos associativos. Persuasão inconsciente: Através da mensagem publicitária, os instintos exercem influência criando desejo de posse. Apenas alguns dos instintos existentes no ser humano são activos através da publicidade, como o instinto de autoconservação e desenvolvimento, de oposição, de poder, material. Conclusão Em suma, verifica-se que a publicidade tem um grande impacto na sociedade causando efeitos positivos e negativos na mesma. Embora seja um meio utilizado como forma de orientação de comportamentos, conclui-se que cada vez mais parece difícil fazer com que a publicidade resulte, devido ao facto de os consumidores serem, constantemente, bombardeados com campanhas publicitárias.
Pode-se dizer que o contexto em que a publicidade se desenrola hoje em dia é muito diferente de há uns anos atrás, já que cada vez mais os consumidores é que decidem se querem ou não ser impactados por ela. Atenção: No processo perceptivo das pessoas a atenção desempenha um papel relevante. A atenção representa a concentração da mente em algum estímulo. Esta atenção pode ser influenciada por diferentes características que os estímulos possam apresentar e que chegam até às pessoas, tais como:
tamanho, cor, a intensidade, o ruído, o movimento, o isolamento, o enquadramento, o contraste, a novidade. Podemos dividir a publicidade em dois grandes grupos: Publicidade comercial: é usada para publicitar um determinado produto de maneira a persuadir uma pessoa a adquiri-lo.

Publicidade institucional ou humanitária: o seu objectivo é levar as pessoas a fazerem acções em prol da comunidade ( campanha para prevenção de doenças, ou de acidentes, ou acções de solidariedade). Bibliografia: http://repositorio-iul.iscte.pt/bitstream/10071/1271/1/Tese%20-%20doc%20final%20dezembro.pdf
http://repositorio-iul.iscte.pt/bitstream/10071/1394/1/Santos%2c%20Concei%C3%A7%C3%A3o%3b%20Publicidade%20em%20Portugal%3b%20RG%3b%20Ano%20I%3bN.%C2%BA2%3b%20Lisboa%3b%20ISCTE%3b%20Jan1986.pdf
http://www.slideshare.net/paulomathaus/publicidade-presentation
http://www.pmelink.pt/article/pmelink_public/EC/0,1655,1005_29623-3_41102--View_429,00.html
http://www.portalcursos.com/Publicidade/Curso/Lecc-4.htm
http://www.portalcursos.com/Publicidade/Curso/Lecc-4.htmhttp://www.slideshare.net/paulomathaus/publicidade-presentationhttps://sites.google.com/site/publicidadeajlr/tipos-de-publicidade-1
http://www.ipv.pt/millenium/20_pers11.htm
http://www.aacs.pt/legislacao/codigo_da_publicidade.htm
http://daniellineke.blogspot.pt/2010/07/filosofia-na-publicidade-o-poder-da.html
http://edition.cnn.com/2010/WORLD/europe/09/22/power.of.advertising/index.html
http://www.uic.edu/classes/ad/ad382/sites/Projects/P003/P003_first.html
http://www.opendemocracy.net/ourkingdom/justin-lewis/power-of-advertising-threat-to-our-way-of-life
http://arcadenoe.sapo.pt/forum/viewtopic.php?t=99908
http://blogcitario.blog.br/2009/03/diferenca-entre-publicidade-e-propaganda/
http://eloamuniz.com.br/arquivos/1188171156.pdf
http://ceticismo.net/2011/02/12/jpeg-mental-como-nosso-crebro-compacta-informaes-visuais/
http://www.decisionanalyst.com/publ_art/adeffectiveness.dai
http://pt.wikipedia.org/wiki/Publicidade Trabalho realizado por:
Ana Barosa
Ana São José
Ana Raquel Antunes
Vitor Ferreira
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