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Pedagogia Marista

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Flávio Mariz

on 10 October 2013

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Transcript of Pedagogia Marista

Identidade e pertencimento Maristas

Ir. Luiz André da Silva Pereira
“Operários”, 1933 (Tarsila do Amaral)

Identidade
crise do pertencimento
Define
Classifica
Segrega
Seleciona tradições
Forma do “mesmo”
A identidade do educador
na era da pós-modernidade
“O que eu sei, sei com meu corpo inteiro: com minha mente crítica, mas também com meus sentimentos, com minhas intuições, com minhas emoções”.
(Paulo Freire)


Zelar pela imagem e pela marca institucionais.


Fazer a transposição dos projetos institucionais do Brasil Marista, da Província Marista e da escola marista para a ação docente;
Educar e evangelizar a partir dos princípios e valores maristas;
Ser sujeito construtor do currículo da escola, de sua dinâmica e de sua avaliação, a partir de critérios socialmente relevantes à formação do estudante;
Planejar os processos curriculares e os processos de ensinoaprendizagem e mediar a construção do conhecimento dos estudantes, tanto na perspectiva individual como de grupo;
Pesquisar e produzir conhecimentos relevantes ao desenvolvimento de sua carreira e à qualificação da educação e da escola;
Buscar fundamentação teórica e pedagógica relativa à sua área de conhecimento e componente curricular, de modo a atualizar-se continuamente para o exercício de seu ofício;
Desenvolver metodologias e técnicas didáticas adequadas ao processo de ensinoaprendizagem e coerentes com o Projeto e as matrizes curriculares do Brasil Marista;
Participar da gestão dos processos pedagógicos e da elaboração do projeto pedagógico da escola;
Acompanhar e avaliar os processos de aprendizagem dos estudantes;
Utilizar linguagens, mídias e tecnologias adequadas ao processo de construção de conhecimento do estudante;
Além desses aspectos específicos de seu ofício, o professor da Rede Marista é chamado a ser liderança pedagógica e pastoral.
“Se fosse apenas para ensinar as ciências humanas aos jovens, não haveria necessidade de Irmãos: bastariam os demais professores. Se pretendêssemos ministrar apenas a instrução religiosa, limitar-nos-íamos a ser simples catequistas. O nosso objetivo, contudo, é mais abrangente. Queremos educar as crianças, isto é, instruí-las sobre os seus deveres, ensinar-lhes como praticá-los, infundir-lhes o espírito e os sentimentos do cristianismo, os hábitos religiosos, as virtudes do cristão e do bom cidadão. Para tanto, é preciso que sejamos educadores, vivamos no meio das crianças e que elas permaneçam muito tempo conosco.” São Marcelino Champagnat

"É preciso ousar, pleno no sentido desta palavra para falar em amor, sem temer ser chamado de piegas, de meloso, de a-científico, senão de ante anticientífico. É preciso ousar para dizer cientificamente que estudamos, aprendemos, ensinamos, conhecemos, com o nosso corpo inteiro. Com sentimentos, com as emoções com os desejos, com os medos, com as duvidas, com a paixão e também com a ração critica. Jamais com esta apenas. É preciso ousar para jamais dicotomizar o cognitivo do emocional." Paulo Freire
Educar quem?
Educar para o quê?

“A educação não muda o mundo; a educação muda as pessoas; pessoas mudam o mundo."

Diferenças de olhares, divergências de propósitos.
A vocação do educador tem sido pensada em duas dimensões:
A primeira
identidade:
3. De maneira intencional e programada o ato de educar pela escola, em suas diferentes modalidades e em seus diversos níveis, limita-se a uma eficácia instrumentalizadora a partir da aquisição de recursos adequados e proveitosos ao exercício de um trabalho e está associado a habilidades e competências instrumentais suplementadas por uma pequena súmula de valores não raro tradutores de uma moral de mercado a que deve subordina-se uma ética de sociedade. O individuo competitivo –competente pode ser lembrado como modelo ideal de uma tal proposta de educação.

1. Desloca o eixo central da educação para a instrução e capacitação;
2. Adquirir e acumular informações úteis ao exercício competente de uma profissão produtiva é seu objetivo básico;
A segunda
identidade:
3. Uma educação formadora de pessoa-cidadã, generosamente crítica, participativamente criativa e corresponsável pela partilha na criação da gestão de mundos sociais justos, equitativos, inclusivos, solidários e fraternalmente abertos à acolhida do outro;

1. Educação humanista que insistem em preservar como educação a formação integral do ser humano;
2. Projetam uma formação escolar extraescolar que tenha a pessoa como seu fundamento e o diálogo ao redor da construção da solidária de construção de conhecimentos e de saberes formadores de um sujeito-cidadão como o seu propósito;
De qual identidade falamos?
A identidade de qualquer grupo passa a ser visível quando é possível reconhecer:
Natureza
ou essência
Certas características
Sua continuidade ao longo do tempo.
Identidade
Evangelizadora
Ajuda aos membros da comunidade educativa a aprofundar seu conhecimento e experiência da fé.
Evangelizar no cotidiano.
A vivência do sagrado no ambiente de convivência.

Tríplice
identidade
1. Cristã
"Valores que se convertem em ação“Sal da terra e luz do mundo.” (Mt 5,13-16)


2. Igreja
Católica
Missão e compromisso de servir ao bem da humanidade, pelo anúncio, diálogo e testemunho e serviço.
3. Marista
Animada pelo carisma e espiritualidade de Marcelino Champagnat.

Nosso caminho juntos com as juventudes.
No decorrer dos anos a Igreja e o Instituto desenvolveu em sua ação pastoral, diversas maneiras de acompanhar os jovens. Embora variem conforme os diferentes contextos culturais elas pode ser agrupadas em três expressões predominantes:
Doutrinal
Tal modelo costuma apresentar a relação Igreja – Mundo como duas realidades contrapostas e autossuficientes, com um julgamento negativo do mundo e da cultura não cristã.
Vivencial
Nesse modelo, há intensão de gerar condições nas quais o jovem encontre resposta às necessidades profundas de identidade e identificação.
Experiencial
Tal expressão pretende oferecer aos jovens uma proposta capaz de ler suas experiências de vida à luz da fé. Orienta os jovens a sumirem um projeto serio de realização pessoal, incorporando a significatividade da fé.
O Carisma do
Fundador
“Guiado pelo Espírito, Marcelino Champagnat foi cativado pelo amor de Jesus e Maria para com ele e para com os outros. Tal vivência, como também sua abertura aos conhecimentos e às pessoas, está na origem de sua espiritualidade e de seu zelo apostólico.”
Constituições e Estatutos. n.2

Estar atento a presença Marista na Evangelização como novos desafios
Compreender e aprender das culturas juvenis e aplicar conteúdos e processos contemporâneos e de modo especial experiências de vida libertadoras e empoderadoras.

Comprometer-nos com nossa formação em vista da educação transformadora dos jovens e das famílias para que vivam e proclamem o Evangelho como agentes de mudança.

ESPAÇOTEMPO
Uma expressão que caracteriza a escola marista, pois se materializa num tempo espaço e lugar localizados, precisos, específicos numa história e geografia cotidianas.
Caminhos do
Instituto Marista
Século
XIX
Fundação do instituto
Século
XX
Formação dos educadores
Século
XXI
Educandos
A desigualdade social relativa ao acesso aos bens materiais e aos bens intangíveis e o conseqüente distanciamento entre ricos e empobrecidos se agravam, gerando um colapso social nunca antes ocorrido.
Os aspectos tais como a globalização da economia e de seus mercados, o enorme e rápido avanço tecnológico, às trocas pluri e interculturais entre sujeitos;
A humanidade viu transformar ou ruir de forma tão rápida e contundente as certezas sobre as quais os modos de vida eram organizados e controlados;
A contemporaneidade forjou o surgimento de novas categorias sociais, como por exemplo as múltiplas infâncias e juventudes;
Transformar nossas obras educativas para que Irmãos e leigos acompanhemos as nossas crianças e jovens de maneira que cheguem a ser pessoas comprometidas na construção de uma sociedade mais justa e solidária.

(Ecos de Mendes, Assembléia Internacional da Missão Marista)

Novas
visões

Atento aos pobres “Montagnes” de hoje, nos tornamos educadores da fé:
Novas oportunidades
Experiência de conhecer e amar o Cristo
Ter como fundamento e princípios o respeito, a aceitação, a compreensão e a amizade.

“Se vocês me solicitassem um artigo sobre as competências necessárias a um líder em nosso Instituto hoje, eu incluiria entre as muitas responsabilidades a seguinte: ‘ajudar os outros a sonhar’”.
(Seán Sammon)

Liderança
pastoral
“Penso nos meninos com fome, nos meninos traídos, nas meninas vilipendiadas nas ruas deste país, deste e de outros continentes. Meninos e meninas que estão inventando outro país. E nós, mais velhos, temos que ajudar essas meninas e esses meninos a refazer o Brasil. E é com esta convicção, é com este sonho que... ajudemos estes meninos a reinventar o mundo”.
(Paulo Freire)

Pedagogia
do Desejo
Qual a nossa
responsabilidade perante às crianças e jovens?
Compromisso fundamental de tornar Jesus conhecido e amado (Evangelho proclamado e testemunhado).
Esforço apostólico dirigido às crianças e jovens.
Especificar entre trabalhar com os pobres e os excluídos.

1.Como os jovens vivem e elaboram suas situações de vida, suas experiências?
2.Como as condições sociais, culturais, étnicas, identidades, gêneros, religiosidade e o lugar onde se vive configuram diversidades na situação e experiências das juventudes?
3.Qual a espiritualidade e mística que nos move na pastoral vocacional?

Com os jovens de todos os tempos e lugares
“vamos aos jovens lá ande eles estão. Vamos com ousadia aos ambientes, talvez inexplorados, onde a espera de Cristo se revela na pobreza material e espiritual” C. 83
A luz das nossas constituições um convite
Para Marcelino Champagnat, o núcleo da missão é “fazer Jesus Cristo conhecido e amado”. Ele considerava a educação como um meio para levar as crianças e os jovens à experiência de fé pessoal e de fazê-los “bons cristãos e virtuosos cidadãos”.

Nossa Missão
Atenta e acolhedora
Escuta
Afeto
Diálogo
Estilo
Marista Próprio
Pedagogia
da Presença
“Para bem educar as crianças é preciso, antes de tudo, amá-las, e amá-las todas igualmente”.
Champagnat
LOCUS DA PEDAGOGIA
MARISTA

Jesus conhecido e amado
A criança e o jovem pobres
Os primeiros Irmãos
Maria, a Boa Mãe
Formação Didático-pedagógica dos Irmãos
Seguir o método pedagógico dos Irmãos das Escolas Cristãs, descrito na Conduite
Contratação do prof. Jean-François Maisonneuve
Ir. João Maris Granjon nomeado diretor
Champagnat forma o caráter pessoal e pedagógico do Irmão professor

Orientações e finalidades
Pedagógicas do Guia das Escolas

a Educação da Consciência,
a Educação da Inteligência e
a Educação da Vontade.

Convicções de Champagnat
Presença no seio de um mundo secularizado, como foi o Século das Luzes;
Serviço às crianças e jovens, especialmente os mais abandonados;
Estratégia de ação prioritária através da educação formal;
O projeto de uma rede escolar, da qual a fundação de uma nova família não é senão a base.

Estar vinculado com a Igreja e o respeito à Monarquia.
Conhecer, amar, praticar e ensinar a religião cristã.
Formar à ética, para isso conhecer, viver, amar, praticar e ensinar as virtudes.
A disciplina indispensável para a criança aprender bem e não se desviar das virtudes. Disciplina significava o zeloso cumprimento das regras e a obediência aos mestres. A função da disciplina era prevenir, reprimir possíveis faltas.

Para se obter a Disciplina
pedagogia preventiva pela vigilância constante;
pedagogia da presença, estar sempre perto das crianças e dos jovens;
pedagogia do exame de consciência, que leva o aluno a rever suas próprias atitudes e renovar seus propósitos;
pedagogia do trabalho, isto é, manter os alunos sempre ocupados para que não se estimulem ações desnecessárias e prejudiciais á aprendizagem.

Aplicar a pedagogia do silêncio, que exige do mestre dar o primeiro exemplo, manter os alunos ocupados e saber usar o sinal (ver anexo 7). O silêncio era necessário à aprendizagem e memorização das lições.
Fazer todos os registros pedagógicos necessários, a fim de que se possa buscar alternativas para ajudar os alunos. O registro é um meio educativo.
Evitar os castigos, a não ser que sejam extremamente necessários e que possam ajudar o aluno a ser melhor. Champagnat era contra os castigos físicos e, de fato, os aboliu seu Instituto.
O mestre deve unir doçura, firmeza e autocontrole.

Respeitar os processos dos alunos. Cada um aprende no seu tempo. É importante, como princípio pedagógico prioritário, privilegiar e acompanhar os mais frágeis.
O aluno deve sentir prazer em estar na escola. Deve sentir vontade de voltar. Esta era uma forma de evitar as desistências e as ausências. Por isso Champagnat pregava uma pedagogia paternal que se expressasse não com toques físicos, mas com amor incondicional às crianças.
O mestre deveria educar para a vida a partir da vida. Respeito às realidades das crianças, isto significava não humilhá-las e não recusá-las, sem importar as circunstâncias.

A primeira forma de ensinar é o bom exemplo do mestre. Nunca se devia escandalizar uma criança.
Motivar as crianças para o aprendizado, explicando a importância da memorização das lições. Nesse sentido, Champagnat adotou o Método Mútuo e Simultâneo, que mais estimulava os alunos. (Vale lembrar que Champagnat o aplicou antes mesmo do governo ter autorizado, por perceber a necessidade das crianças da zona rural).
Esta é a leitura realizada por Farneda sobre os princípios pedagógicos que sustentam Guia das Escolas. Idem, p. 510-536.

PEDAGOGIA
MARISTA
Modéstia
Simplicidade
Humildade
Vive o que é com naturalidade.
Reconhece as limitações.
Tem amor à verdade.
Consegue unificar o ser e o agir, vivendo coerentemente.

Estar com os outros no grupo, com solidariedade e disponibilidade.
É ocupar lugar discreto (Bodas em Caná).

Entregar-se às mãos de Deus.
Aceita participar, partilhar, servir.
Revela-se como um modo de ser, de relacionar-se com o mundo, com os outros e com Deus.

Estas três virtudes constantemente questionam as atitudes pessoais, redimensionam nossas relações e valorizam o outro em sua individualidade e dignidade pessoal.

Características
Do jeito de Maria;
Espírito de família;
Amor ao trabalho;
Presença gratuita.

Do jeito de Maria
“Contemplamos a vida de nossa Mãe e modelo para impregnar-nos de seu espírito. Suas atitudes de perfeita discípula inspiram e pautam nossa maneira de ser e de agir.” (C 2)

“Maria inspira nossas atitudes para com os jovens.” (C 84)

“As três virtudes marianas de humildade, simplicidade e modéstia nos vêm de Marcelino Champagnat.” (C 5)

Espírito de Família
“Nosso espírito de família espelha-se no lar de Nazaré. É feito de amor e perdão, entreajuda e apoio, esquecimento de si, de abertura aos outros e de alegria” (C 6)

“O grande desejo e legado de Marcelino Champagnat é que nos relacionemos uns com os outros e com as crianças e jovens a nós confiados, como membros de uma família que se ama” (Missão Educativa Marista, n. 107 )

Espírito de apoio mútuo, de ir ao encontro das necessidades do outro.

Família de Nazaré.


Amor ao Trabalho
“Nosso espírito de família exprime-se e constrói-se de maneira especial pelo amor ao trabalho que sempre nos caracterizou” (C6)

“Em uma sociedade afetada pelo consumismo e pelo desperdício, optamos por preparar as novas gerações para descobrir a dignidade do trabalho” (Missão Educativa Marista, n. 114)

No ambiente escolar, o amor ao trabalho implica uma cuidadosa preparação de nossas aulas e das atividades educacionais.

Amar o trabalho é usar bem o tempo, é ser profundamente humano.

Pedagogia: a presença, partir do concreto, a solidariedade.
“Durante seus estudos, nas férias, ensinava o catecismo. Um domingo (...) com uma bela maçã nas mãos, deu uma lição de cosmografia; depois de virar a maçã em todos os sentidos, fez notar que havia habitantes, os antípodas, que não conheciam o bom Deus (...). A maçã foi partilhada entre as crianças. Mais tarde, uma delas, Dom Epalle, partiu para evangelizar esse povos.” (Ir. Camille, 28)

Presença Gratuita
“Educamos, sobretudo, sendo presença junto às crianças e aos jovens, demonstrando-lhes que nos preocupamos com eles e estamos atentos às suas necessidades. Dedicamos-lhes o nosso tempo, além das relações meramente profissionais, buscando conhecer cada um pessoalmente. Individualmente, e como grupo de educadores, estabelecemos com eles um relacionamento baseado no amor, que crie um clima favorável à aprendizagem, à educação dos valores e ao seu desenvolvimento pessoal”
(Missão Educativa Marista, n. 99)

Sentido Teológico da Espiritualidade Marista
Champagnat aponta os primeiros lugares que devem ocupar a Educação Marista;
Presépio
a geração, o cuidado e cultivo da vida.
Cruz
trabalho, o sofrimento redentor.
Altar
Eucaristia, amor que deve informar o nosso viver e agir, que deve dinamizar a vida e o trabalho.

Carisma Marista
Espiritualidade
SER
Missão
AGIR
Simplicidade, humildade e modéstia.
Espírito de Família.
Amor ao trabalho.
Do jeito de Maria.

“Fazer Jesus Cristo conhecido e amado”
“Formar bons cristãos e virtuosos cidadãos”
Propagar a devoção à Maria.

“Sei também que estão com muitos alunos e que, portanto, terão também muitas cópias de suas virtudes, pois é seguindo esse modelos que seus alunos se formam. De acordo com os exemplos que vocês derem é que eles vão pautar o comportamento deles.” (Carta ao Irmão BARTHELEMY, 21-01-1830)
Mestre: modelo de vida
Eixo central: Pedagogia da Presença
Harmonizar fé, cultura e vida
Comunidade educativa
Respeito à individualidade.
Participação, responsabilidade e criatividade.
Consciência crítica.
Educação e ação solidárias.
Cultura, arte e esporte.
Formação docente.

Estilo Educativo Marista
Educação Integral
Dar sentido evangélico a toda realidade humana.

Situação de Pobreza
“Nascido no cantão de Saint Genest Malifaux, Departamento do Loire, só conseguiu aprender a ler com inúmeras dificuldades, por falta de professores competentes. Senti desde então a urgente necessidade de uma instituição que pudesse, com muito menor custo, realizar na região rural o que os Irmão das Escolas Cristãs realizam nas cidades.” (Carta ao rei Luís Felipe, 28-01-1834)

“Elevado à dignidade sacerdotal em 1816, fui enviado a um município do cantão de Saint-Chamond (Loire). O que constatei com meus próprios olhos nessa nova situação, com relação à educação dos jovens, me lembrou as dificuldades que, por falta de professores, eu mesmo experimentei na idade deles.”
(Carta a rainha MARIA AMÉLIA, 05-1835)

“Nossa instituição, Eminência, é inteiramente em benefício dos meninos pobres das zonas rurais e cidades pequenas.” (Carta ao cardeal LATOUR D’AUVERGNE HUGUES, 11-02-1840)


Referências:
BAUMAN, Zygmunt. Identidade: entrevista a BenedettoVecchi. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2005.

CHAMPAGNAT, Marcelino. Cartas. São Paulo: SIMAR, 1997.

FREIRE, Paulo. Pedagogia dos Sonhos possíveis. São Paulo: UNESP, 2001.

INSTITUTO MARISTA. Água da rocha: Espiritualidade Marista fluindo na tradição de Marcelino Champagnat. São Paulo: FTD, 2007.

INSTITUTO MARISTA. Constituições e Estatutos. São Paulo: SIMAR, 1997.

INSTITUTO MARISTA. Missão Educativa Marista: Um projeto para o nosso tempo. São Paulo: SIMAR, 2003.

IRMÃOS MARISTAS. Ideário Educativo Marista. Belo Horizonte: Centro de Estudos Maristas, [s/d].

IRMÃOS MARISTAS. Ecos de Mendes: Carta, Documento final e Celebrações da Assembléia Internacional da Missão Marista. Brasília: União Marista do Brasil, 2007.

MARTINS, Adelino da Costa. Estilo Marista de Educar. 2. ed. Brasília: Gráfica Cristiane, 2005.

SAMMON, Seán. Discurso de abertura e encerramento da VII Conferência Geral. Roma: Casa Geral, 2005.

SAMMON, Séan. Tornar Jesus Cristo conhecido e amado: a vida apostólica marista hoje. Roma: Irmãos Maristas, 2005.

SIMAR. Diretrizes nacionais da pastoral juvenil marista. São Paulo: FTD, 2006.
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