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Terceirização e informalidade

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by

Rafaela Fonseca

on 18 July 2013

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Transcript of Terceirização e informalidade

Terceirização e Trabalho Informal
Terceirização
- Conceito:
"É o processo pelo qual uma empresa deixa de executar uma ou mais atividades realizadas por trabalhadores diretamente contratados e as transfere para outra empresa."

- Terceirização Vs terciarização

- Contexto: Década de 70/XX

- As características gerais da terceirização no Brasil
Economia Informal
- Definição e Relevância

- Principais causas:
Carga Tributária;
Intensidade de Regulação;
Transferencias sociais;
Mercado de Trabalho
Serviços de Setor Público.

- Efeitos da Economia Informal sobre a Economia Formal.
Trabalho informal em Salvador
O retrato do Trabalho Informal em Salvador
Edna, Helena, Michele, Rafaela e Vitor
A desestruturação do mercado de Trabalho:

- 1980: O Pólo Petroquimico de Camaçari;
-1990: Neoliberalismo, Reestrutruação das empresas, de ajustes, de fusões,
demissões em massa,
adoção de novas práticas de gestão e organização do trabalho.

“Capital Brasileira do Desemprego”: De acordo com os dados da PED, a taxa de
desemprego total na Região Metropolitana de Salvador,
no ano de 2006, era de 23,6%, considerada a mais alta do país,
o que quer dizer que cerca de 413 mil pessoas, em média,
estavam à procura de uma
ocupação na RMS.

São mais homens do que mulheres, negros, casados, chefes de família, mais velhos,
não-migrantes, moram em bairros populares e têm baixo nível de escolaridade.
51,3% tinham emprego com carteira
assinada na sua atividade anterior
18% eram empregados sem carteira assinada
15% já trabalhavam como autônomos
5% eram empregadas domésticas
e trabalhadores rurais, respectivamente.
67% têm até 10 anos na atividade informal.
Riscos, incertezas e vulnerabilidades do trabalho informal.
61% têm ganhos de até 2 salários mínimos.
A “elite do informal” - no caso estudado apenas
3% dos entrevistados têm rendimentos superiores a 10 SM.
20% pagam INSS e 26% tem plano de saúde.

60% não têm quem os substitua em casos de doenças ou de qualquer outra eventualidade.
Da continuidade involuntária
à formalidade desejada
58% queriam continuar 42% não queriam

44,2% Falta de oportunidade de emprego
35,6% satisfeitos com atividade
9,6% trabalha pra “si próprio”
59% instabilidade e insegurança
24,7%os rendimentos auferidos
eram insuficientes;
9,6%controle da Prefeitura
6,8% trabalho era cansativo.
72% gostariam de mudar para
um emprego com carteira assinada
28% afirmaram que não gostariam
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