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Untitled Prezi

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Carlos Cerdán García

on 11 December 2013

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Transcript of Untitled Prezi

Ecologia de corais em profundidade
Introdução
A existência de corais de profundidade foi documentada pela primeira vez á 200 anos atrás.

Desenvolvimento de veículos submersíveis permitiram a pesquisa em áeas de difícil acesso.

Prospecção de óleo e gás nas margens continentais da Europa.

Os corais em profundidade podem aparecer: Isolados, em Colonias, formando grandes recífes, ou asociados a formas verticais montanosas (''Darwin Mounds'')

Registros das mudanças climáticas nos esqueletos de CaC03.

Os mais longevos datam de 10.000 anos atrás. Fim da última glaciação, perído Holoceno.

Os principais corais que contribuem na formação dos recifes profundos são os corais da orden Scleractinia.

Também contribuem organismos do orden Alcyonacea.
Organismos suspensívoros séseis, com esqueletos externos de CaCO3.
Distribuição geográfica
Parámetros físico-químicos da distribuição.
-Profundidade de compensação da calcita e do Aragonita (acima de 4000m)
-Correntes: Orientação principal na direção das correntes frias profundas
-Temperatura entre 4-12ºC normalmente. Especies estenotérmicas
-Substrato duro para a correta fixação dos corais.
-Teor de oxigênio alto; pelas correntes.
-Salinidade média 35ppm. Espécies estenohalinas.
-Periodos Glaciais: Os recifes do hemisferio norte mais longevos tem 10.000 anos. As espécies tropicais mediante a dispersão narval propiciaram a recolonização no periodo Holoceno.

Parámetros Biológicos
Polissacarídos dissolvidos na coluna d'agua.
Esponjas no ecosistema: Eficientes filtradores; muito abundantes.
Dispersão larval eficiente: Correntes marinhas.
Produção primária na camada fótica: Fluxos verticais de Carbono.
Grande abundância e diversidade
Darwin mounds
Recife de Galicia
Porcupine Seabight
Norwegian shelf
Corals Mounds
Principal Sp:
Lophelia pertuosa f
orma recifes muito extensos.

Elevada topografía; até 300m.
Maior eficiência na dispersão larval.

Formação de montanas submarinhas subaquáticas.
Mixtura de quartzo e bioclastos
Correntes marinhas fortes
A corrente como fator de distribuição e colonização de novos habitats
Os depósitos recifais mais velhos na parte de rotura da corrente.
Os novos recifes em direção da corrente.
Recifes decrescentes na direção das correntes.
Observações
Causas
Meroplâncton: Larvas planctotróficas e lecitotróficas que se movimentan com as correntes.
Os corais criam um obstáculo topográfico que acrescenta a deposição de nutrientes e de CaCO3( Biodeposição ), criam novos substratos.
A disponibilidade de nutrientes na coluna d'agua é decrescente na direção da corrente.
Reprodução
Gonocoría
(Sexos separados) na maioria das espécies.
Reprodução sexual indireita:
Larvas plantotróficas, algunas sp lecitotróficas.
Reprodução assexual
: Clivagem pela ruptura das ramificações.
Fluxos verticais de Carbono
importantes na reprodução;
A sazonalidade nas latitudes meias e altas provoca blooms fitoplanctónicos na camada fótica na primavera (quebra da termoclina).
Estes blooms aumentam os fluxos de exportação de carbono.

Os fluxos de Carbono determinam a periodicidade reprodutiva destes recifes.
Ex:
Lophelia pertuosa
a produção de gametas acompanha a queda do alimento fitodetrítico, após acumular reservorios na primavera.
Estas larvas já estão desenvolvidas antes da primavera do ano seguinte.
Fauna asociada
Fauna asociada
Os corais profundos provêem um substrato rugoso e complexo morfológicamente que permite a alimentação, desova, reprodução ou asentamento de espécies de importância pesqueira.
Organismos suspensívoros
O aumento fluxo das correntes ao colidir com os recifes cria um fluxo turbulento que permite uma boa eficiência na filtração dos materias pelos organismos suspensívoros. Isto permite:
-Biodeposição eficiente.
-Criação de novo substrato duro; cascalho biodetrítico.
Facilitam o assentamento larval
Facilitam o assentamento larval de algumas espécies:
-Muitos foronideos crescem nos cascalhos dos corais.
-O mucus secretado pelos corais aporta alimento para muitas larvas e permite uma certa residência da matéria no ecosistema.
Espécies de importância comercial
Hábitat crucial para o ciclo reprodutivo de espécies que apresentam importância comercial.
-Lubina: Familia Centroponidae
-Pargo:
Pagrus pagrus
-Besugo
-Camarão de rocha:
Rhynchocinetes typus

Esponjas
Organismos filtradores
Permitem uma maior eficiência na captação do carbono.
Grande biomassa nestes ecosistemas; mais pouco disponível para a cadeia trófica.
-Alguns gastropodes raspadores, quando juvenis podem se alimentar destas.
-Rol do mucus nos ecosistemas: Polisacáridos.
Grande presença de Cnidários
Orden Pennatulacea (
Funículina quadrangularis
) nas areas adjacentes
Gênero Cirrhipathes (
Cirrhipathes angina
)
Diferenças entre corais rasos e profundos
Fauna asociada
Impactos e medidas adotadas
Trawling: Atividade pesqueira de arrastro de aguas profundas. Danos físicos.
Redes de enmalhe de fundo.
Acidificação dos oceanos; Aumento do H2CO3 (Ácido carbônico) nas aguas.
Perforação e explotação minera no leito dos oceanos.
Canadá, Norway, UK e USA proibiram as atividades pesqueras nestas áreas.
Bibliografía
J. Murray Roberts, Andrew J. Wheeler, Andre Freiwald. APR 2006. Reefs of the Deep: The Biology and Geology of Cold-Water Coral Ecosystems . SCIENCE. Vol. 312

MADELEINE J.H. VAN OPPEN; PIM BONGAERTS; †‡ JIM N. UNDERWOOD; § LESA M. PEPLOW; TIMOTHY F. COOPERS.The role of deep reefs in shallow reef recovery: an assessment of vertical connectivity in a brooding coral from west and east Australia. 2011. Molecular Ecology

RUIJU TONG; AUTUN PURSER; VIKRAM UNNITHAN; JANINE GUINAN. OCT 2013. Multivariate Statistical Analysis of Distribution of Deep-Water Gorgonian Corals in Relation to Seabed Topography on the Norwegian Margin . PLOS ONE 7(8): e43534. Doi:10.1371/ journal.pone.0043534

MENZA; M. KENDALL; C. ROGERS; J. MILLER. MAY 2007. A deep reef in deep trouble . ELSEVIER

A. Vertino; A. Savini; A. Rosso; I. Di Geronimo; F. Mastrototaro; R. Sanfilippo; G. Gay; G. Etiope. 2010. Benthic habitat characterization and distribution from two representative sites of the deep-water SML Coral Province (Mediterranean) . ELSEVIER. pp. 380-396

G. D'Onghia; P. Maiorano; L. Sion; A. Giove; F. Capezzuto; R. Carlucci; A. Tursi. 2010. Effects of deep-water coral banks on the abundance and size structure of the megafauna in the Mediterranean Sea . ELSEVIER.

A. ROGERS. 2004. The Biology, Ecology and Vulnerability of Deep-Water Coral Reefs . British Antarctic Survey, Cambridge
Helichodenus dactylopterus
Cidaris cidaris
Hexadella dedritifera
[Imagem cortesia de V. O'Connell, Alaska Department of Fish and Game].
Imagenes Cortesia de A. Vertino, Istituto Nazionale di Geofisica e Vulcanologia, Via Vigna Murata 605, I-00143 Roma, Italy.
Imagem cortesia de OCEANA, international ocean conservation organization
Imagem cortesia de OCEANA, international ocean conservation organization
Imagem cortesia de OCEANA, international ocean conservation organization
Imagem cortesia de OCEANA, international ocean conservation organization
Imagenes cortesia de FishBase
Imagem cortesia de OCEANA, international ocean conservation organization
Imagem cortesia de OCEANA, international ocean conservation organization
Imagem cortesia de OCEANA, international ocean conservation organization
Woodroffe, Geology and sedimentology.
Imagem cortesia de OCEANA, international ocean conservation organization
Tabla 1. Diferenças entre corais rasos e profundos.
Imagem cortesia de OCEANA, international ocean conservation organization
Imagem cortesia de Australia Reef corals
Imagenes cortesia de FishBase
Imagenes cortesia de FishBase
Imagem cedida por,
nuestromar.org
Carlos Cerdán García
Lucas Coll
Augusto Kern
Thamy Basso
Eduardo Augusto de Souza

J. Murray Roberts, Reefs of the Deep: The Biology
and Geology of Cold-Water
Coral Ecosystems
J. Murray Roberts, Reefs of the Deep: The Biology
and Geology of Cold-Water
Coral Ecosystems
Cortesia de SAHFOS plankton.
J. Murray Roberts, Reefs of the Deep: The Biology and Geology of Cold-Water Coral Ecosystems
Mutualismo com Cirrhipathes spp.
Pontonides unciger
Dasycaris zanzibarica
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