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PEX JK E OPA

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Flaviano Fagner

on 24 February 2015

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Transcript of PEX JK E OPA

JK
Crescimento econômico (7.5% a.a)
Atração do capital estrangeiro
Associação do capital nacional (estatal e privado) com o capital estrangeiro
Nacional desenvolvimentismo (ISEB)
Concentração do parque industrial no Sudeste
Desigualdade regional
50 anos em 5
Plano de Metas
GOVERNO JK (1956-1961)
Governo
Juscelino
Kubitschek
(1956-1961)
Biografia


Consolidação da substituição das importações (teoria dos choques externos)
Década de 30: indústria leve
Bens de consumo não duráveis (têxtil e alimentos)
Década de 40: indústria pesada
Indústria de base aço e mecânica
Década de 50: Bens de consumo duráveis
Automóveis e eletrodomésticos




ECONOMIA
NACIONAL DESENVOLVIMENTISMO


“A estratégia de Kubitschek merece o rótulo de ‘nacional desenvolvimentismo’ e não simplesmente de ‘desenvolvimentismo’, tal a fórmula pela qual foi apresentada ao povo brasileiro. Reforçando os propósitos e as ações do governo havia um apelo ao senso do nacionalismo. Era o ‘destino’ do Brasil tomar o ‘caminho do desenvolvimento’. A solução para o subdesenvolvimento nacional, com todas as suas injustiças sociais e tensões políticas, devia ser a industrialização urgente”.

SKIDMORE, p. 207-208.
RESULTADO:


Em 1960, os principais produtos importados pelo Brasil não eram industrializados.
Dívida externa brasileira 2 bilhões de dólares em 1955 e de 2,7 bilhões em 1960.
Exportações (café) não cresceram
Empréstimo de 300 milhões de dólares aos EUA (aprovação do FMI)
JK rompreu com o FMI em 1959
Entreguismo: Lucas Lopes (M. Fazenda) e Roberto Campos (BNDE)
FMI


“Em si mesmo, o FMI não dispõe de grandes recursos, mas tem papel fundamental como auditor que dá sinal verde ou vermelho aos créditos públicos e privados no tratamento com os países devedores. O sinal verde significa a possibilidade de que grandes bancos americanos, europeus e japoneses, assim como seus governos concedam a um determinado devedor novos créditos, novos prazos para pagamento de juros e do principal, financiamento para exportações e importações”. FAUSTO, 1994, p.434.
Maioria no Congresso
Não havia oposição das forças armadas, com ressalva da aeronáutica
Oposição da UDN isolada
Evitava tocar nos privilégios da elite
Capacidade Conciliatória
Estabilidade Política
Grandes Iniciativas


Criação da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (SUDENE)
Criação do Grupo Executivo da Indústria e da Construção Naval (GEICON)
Desenvolvimento do Grupo de Estudos da Indústria Automobilística (GEIA)
Fusão do popular com o erudito
Cinema Novo
Bossa Nova
CULTURA BRASILEIRA


Participação do Estado na Economia
Importância do Capital Estrangeiro
Incentivo ao setor industrial
Binômio: ordem e desenvolvimento

Atraso econômico pode ser superado:
1) Infraestrutura (estrada, portos, aeroportos)
2) Indústria de base (siderúrgicas e metalúrgicas)
3) Bens de consumo duráveis (indústria automobilística e eletroeletrônica)
Plano de Metas
Metas


31 metas espelhadas em 5 setores:
(70% do orçamento)
Energia
Transporte
Indústria
Metas não alcançadas
Educação
Alimentação
Meta síntese: construção de Brasília

Preocupação com as metas físicas
Ignoravam questões monetárias e fiscais
Política Externa

Operação Pan-americana (OPA)
Criação do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID)
Rompimento Momentâneo com o FMI
Iniciativa da diplomacia brasileira
JK percebeu o anti-americanismo (EUA) nos países da América Latina
Contensão ao comunismo: combate a miséria na América Latina e estímulo ao desenvolvimento
Bases para Política Externa Independente em 1961
Nova autonomia com os EUA
Reivindicação de espaço na política hemisférica e internacional
Valorização do multilateralismo
OPERAÇÃO PAN-AMERICANA (OPA)
OPERAÇÃO PAN-AMERICANA (OPA)
Criação em 1958
Formulação: Augusto Frederico Scmidt
Sensibilizar os EUA sobre o subdesenvolvimento do Brasil e da América Latina
Objetivo: redirecionamento de investimentos para a região (Plano Marshall)
Nova estratégia da PEB: mobilizar a solidariedade regional
Demanda unilateral  Demanda multilateral
Superar o subdesenvolvimento é tarefa regional
Pan-americanismo hegemônico transformado em auxílio
Comitê dos 21
Associação Latino-americana de Livre-comércio (ALALC)  (ALADI)
Fonte: ALTEMANI, 2005, p. 81-85.
Elementos da OPA

1) Papel dos EUA no subdesenvolvimento
2) Desenvolvimento ligado a ideia de segurança
3)Multilateralismo

Fonte: ALTEMANI, 2005, p. 82.
PROPOSTAS DA OPA

América Latina aberta a capital estrangeiro
Facilitação do crédito e de empréstimos
Tornar o mercado de produtos de base mais simétrico
Resultados
“Apesar de ter apresentado poucos resultados concretos, a OPA representou um momento importante da política externa brasileira. Pela primeira vez, as relações exteriores do país e, principalmente, as relações com os EUA eram tratadas num plano multilateral – o Comitê dos 21 -, que buscava dar voz às aspirações coletivas dos países latino-americanos, com base na temática comum do subdesenvolvimento. Além disso, ela também representou a busca de uma política externa mais autônoma em relação às diretrizes emanadas de Washington. Todos esses três temas – multilateralismo, desenvolvimento, autonomia – apontavam para um alargamento de horizontes que seria retomado a seguir pela diplomacia brasileira”.
Artigo online de Alexandra de Mello e Silva (CPDOC)
OPA POR JK
OPA por JK
“Sinto-me satisfeito em poder proclamar que, na Presidência da República, não faltei a um só dos compromissos que assumi como candidato. Mercê de Deus, em muitos setores realizei além do que prometi, fazendo o Brasil avançar pelo menos cinquenta anos de progresso em cinco anos de governo. Pude ainda, através da Operação Pan-Americana, despertar as esperanças e energias dos povos americanos para o objetivo comum do combate ao subdesenvolvimento. E todo esse esforço culminou no cumprimento da meta democrática, quando o nosso país apresentou ao mundo um admirável espetáculo de educação política que me permite encerrar o mandato num clima de paz, de ordem, de prosperidade e de respeito a todas as prerrogativas constitucionais”.
Carta de despedida ao povo brasileiro. Janeiro de 1961
Fonte: COUTO, 2011, p. 426
Referências
REFERÊNCIAS
ALTEMANI. Política Externa Brasileira. São Paulo: Saraiva, 2005.

BUENO, Clodoaldo e CERVO, Amado (obra citada). Trechos do Capítulo 11, “Juscelino Kubitschek: rumo à diplomacia brasileira contemporânea.” História da Política Exterior do Brasil. P. 255-277.

CADERNOS DO CHDD. Operação Pan-Americana. Documentos selecionados. Ano 6, n. 10, Primeiro Semestre, Brasília, FUNAG/MRE, 2007 p. 203-299 : http://funag.gov.br/loja/download/384-Cadernos_do_CHDD_N_10.pdf

CALDAS, Ricardo Wahrendoff. A política externa do governo Kubitschek. Thesaurus, Brasília, 1996.

COUTO, Ronaldo Costa. Juscelino Kubitschek. Brasília: Edições Câmara : Senado Federal, Edições Técnicas, 2011. Disponível em: <http://observatory-elites.org/wp-content/uploads/2011/11/JK_couto.pdf>. Acesso em: 10 de out. 2014.

FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo, Edusp/FDE, 1994.

LESSA, Antônio Carlos. Há cinquenta anos a Operação Pan-Americana. Rev. bras. polít. int. [online]. 2008, vol.51, n.2, pp. 5-7. ISSN 0034-7329.
SKIDMORE, Thomas. Brasil: de Getúlio a Castelo. 10 ed. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1992.

SILVA, Alexandra de Mello. Desenvolvimento e Multilateralismo: Um Estudos sobre a Operação Pan-Americana no Contexto da Política Externa de JK. Contexto Internacional. RJ, vol14, n2, 1992. Disponível no sitio.

SILVA, Alexandra de Mello e Silva. Cenário da Guerra Fria. Disponível em: <http://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/JK/artigos/PoliticaExterna/CenarioGuerraFria>. Acesso em: 12 de out. de 2014.

WEIS, W. Michael. “The Twilight of Pan-Americanism: the Alliance for Progres, Neo-Colonialism, and Non-Aignment in Brazil, 1961-1964.” The International History Review, Vol, 23, n. 2, 2001. www.jstor.org/stable/40108676.
Dois gigantes

Relação "quente da guerra fria"(1947-1955)
Coexistência pacífica(1955-1968)
Contexto Internacional
nacionalização do Canal de Suez (Julho de 1956)
revolta Húngara (novembro de 1956)
Conferência de Bandung(1955)
Reequimento econômico da Europa e do Japão
Constituiçao da Comunidade Econômica Europeia-Tratado de Roma (1957)
Contexto Internacional
A Politica Externa de JK
Revolução Cubana
Relações Brasil-Portugal durante o governo JK
Relações EUA -América Latina
Busca por investimentos
Questão do café

fonte:http://www.revistafashionnews.com/dataweb/editor2/MeLevaNaMala/8%20AGOSTO/brasil-portugal.jpg.Acesso em : 14 de outubro de 2014
Referências:

A
LTEMANI. Política Externa Brasileira. São Paulo: Saraiva, 2005.

BUENO, Clodoaldo e CERVO, Amado (obra citada). Trechos do Capítulo 11, “Juscelino Kubitschek: rumo à diplomacia brasileira contemporânea.” História da Política Exterior do Brasil. P. 255-277.

CADERNOS DO CHDD. Operação Pan-Americana. Documentos selecionados. Ano 6, n. 10, Primeiro Semestre, Brasília, FUNAG/MRE, 2007 p. 203-299 : http://funag.gov.br/loja/download/384-Cadernos_do_CHDD_N_10.pdf

CALDAS, Ricardo Wahrendoff. A política externa do governo Kubitschek. Thesaurus, Brasília, 1996.

COUTO, Ronaldo Costa. Juscelino Kubitschek. Brasília: Edições Câmara : Senado Federal, Edições Técnicas, 2011. Disponível em: <http://observatory-elites.org/wp-content/uploads/2011/11/JK_couto.pdf>. Acesso em: 10 de out. 2014.

FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo, Edusp/FDE, 1994.

LESSA, Antônio Carlos. Há cinquenta anos a Operação Pan-Americana. Rev. bras. polít. int. [online]. 2008, vol.51, n.2, pp. 5-7. ISSN 0034-7329.
SKIDMORE, Thomas. Brasil: de Getúlio a Castelo. 10 ed. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1992.

SILVA, Alexandra de Mello. Desenvolvimento e Multilateralismo: Um Estudos sobre a Operação Pan-Americana no Contexto da Política Externa de JK. Contexto Internacional. RJ, vol14, n2, 1992. Disponível no sitio.

SILVA, Alexandra de Mello e Silva. Cenário da Guerra Fria. Disponível em: <http://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/JK/artigos/PoliticaExterna/CenarioGuerraFria>. Acesso em: 12 de out. de 2014.

WEIS, W. Michael. “The Twilight of Pan-Americanism: the Alliance for Progres, Neo-Colonialism, and Non-Aignment in Brazil, 1961-1964.” The International History Review, Vol, 23, n. 2, 2001. www.jstor.org/stable/40108676.

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