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Teorias da Personalidade_Freud

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Thayro Carvalho

on 14 October 2017

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Teorias da Personalidade_Freud
FREUD
2ª TÓPICA DE FREUD (O APARELHO PSÍQUICO
Ênfase na Psicodinâmica
Os teóricos da personalidade com ênfase na psicodinâmica compartilham uma preocupação central: a de que o nosso comportamento é determinado por forças dinâmicas.
CONSCIENTE
•Pequena parte da mente que inclui tudo o que estamos cientes num dado momento.
PRÉ-CONSCIENTE
• É uma parte do inconsciente que pode se tornar consciente com facilidade.
•Vasta área de lembranças que o consciente precisa para desempenhar suas funções.
INCONSCIENTE
•Não acessível ao consciente.
•Instintos ou pulsões.
•Material excluído do consciente.
•Parte mais profunda da memória.
•Origem de pensamentos e sentimentos.
•Atemporal.
•Simbólico.
1ª TÓPICA DE FREUD

•Reservatório da energia psíquica;
•Atinge seu objetivo de evitar dor e obter prazer pelos processos de ações reflexas e processo primário;
•Ações reflexas: inatas e automáticas que reduzem a tensão imediatamente;
•Processo primário: reação psicológica que descarrega a tensão formando a imagem (experiência alucinatória de um objeto para realização do desejo .
ID
Freud
: o comportamento é provocado por impulsos inconscientes, com base biológica. Conflitos infantis não-resolvidos são a base de grande parte do nosso comportamento adulto (determinismo psíquico).

Jung
: Não aceita a ênfase de Freud na sexualidade. Os determinantes inconscientes do comportamento teriam uma origem ancestral e não-pessoal.
Adler: Preocupou-se com os determinantes conscientes do comportamento.

Erikson: Transformou os estágios de desenvolvimento psicossexual de Freud em estágios psicossociais, e estendeu a análise desenvolvimental a todo o ciclo vital.
•Nasceu na Freiberg, Morávia, em 1856.
•Ingressou na Universidade de Viena em 1873, tornando-se médico em 1881.
•Primeiramente, dedica-se à psiquiatria, e conhece o método da hipnose por meio do psiquiatra francês Jean Charcot;
•Em 1890 torna-se neurologista, especializando-se no tratamento de transtornos nervosos.
Pela influência do trabalho com Jean Charcot, Freud tentou por um tempo a hipnose com seus pacientes.
Conhece o médico vienense Joseph Breuer com quem desenvolve o método catártico, pelo qual o paciente era curado dos sintomas ao falar sobre eles.
Entre suas grandes obras está A Interpretação dos Sonhos (1900).
MEIO-AMBIENTE OU REALIDADE EXTERNA
AS 4 MANIFESTAÇÕES INCONSCIENTES

SONHOS
Para Freud, os sonhos serviam para a realização de desejos reprimidos ou atos socialmente reprováveis.

LAPSOS
De memória ou linguagem que têm representação inconsciente.

ATOS FALHOS
Ato em que o resultado explicitamente visado não é atingido. Fracassos que o indivíduo atribui ao acaso ou distração.

CHISTES
Piadas ou brincadeiras que tornam possível a satisfação de uma pulsão libidinal ou hostil.
O evento traumático pode ser tão intenso que torna-se insuportável vivenciar sua dor. Então ele é levado ao inconsciente por uma força chamada RESISTÊNCIA. Para que fique lá, uma outra força entra em atividade, a REPRESSÃO.
RESISTÊNCIA E REPRESSÃO
ID
•90% inconsciente.
•Processos primários.
•Princípio de prazer.
•É simbólico e atemporal.
EGO (EU)
•Consciente e inconsciente.
•Princípio de realidade.
•Processo secundário (linguagem).
•Mecanismos de defesa (inconscientes).
SUPEREGO
•Na sua maior parte consciente.
•Responsável por normas e valores
Estrutura da personalidade

O comportamento é quase sempre o produto de uma interação entre esses três sistemas (ID, EGO, SUPEREGO).
Raramente um sistema opera com a exclusão dos outros dois.
EGO

• Enquanto o id só conhece a realidade subjetiva da mente, o ego distingue as coisas na mente das coisas no mundo externo;
•Opera por meio do processo secundário: evita a descarga de tensão até ser descoberto um objeto apropriado para a satisfação da necessidade;
•O ego é o executivo da personalidade.
•É a força moral da personalidade;
•Como árbitro moral se desenvolve em resposta às recompensas e punições impostas pelos pais;
•Com a formação do superego, o autocontrole substitui o controle parental;
•Subsistemas do superego: Consciência e ideal do ego.
SUPEREGO
Dinâmica da personalidade

Instintos

De vida
: Sobrevivência individual e propagação racial ( fome, sede e sexo). Realizam sua tarefa por meio da energia psíquica, chamada libido.

De morte
: Destrutivos. A pessoa tem um desejo, geralmente inconsciente, de morrer. “A meta de toda vida é a morte”.

Catexia:
Força pulsional ou investimento de energia em uma ação ou imagem que vai gratificar um instinto. Escolha objetal.


Anticatexia:
Força restritiva usada pelo ego para impedir o id de agir impulsiva e irracionalmente.
Dinâmica da personalidade
Ansiedade (gerada pela estimulação excessiva não controlada pelo ego)
Ansiedade objetiva/ de realidade: surge do medo dos perigos reais.
Ansiedade neurótica: surge diante do reconhecimento dos perigos potenciais inerentes à satisfação do id.
Ansiedade moral: surge do medo da consciência.
Identificação
•Método pelo qual alguém assume as características de outra pessoa e torna-as uma parte integrante de sua personalidade;
•A criança se identifica com os pais porque eles parecem ser onipotentes (infância inicial).
•Modelação inconsciente!
Deslocamento
•Capacidade de formar catexias objetais substitutas.

•Se a energia psíquica não fosse deslocável e distributiva, não haveria nenhum desenvolvimento da personalidade. A pessoa seria meramente um robô mecânico, levada pelos instintos a executar padrões fixos de comportamento!
Mecanismos de defesa do ego
•Negam, falsificam ou distorcem a realidade;

•Operam inconscientemente, de modo que a pessoa não tem consciência do que está acontecendo.
Mecanismos de defesa do ego
•Repressão: Empurra para fora da consciência escolhas por objetos de desejo inadequadas;
•Projeção: Conversão da ansiedade neurótica ou moral em um medo objetivo (eu a odeio→ ela me odeia) ;
•Formação reativa: Substitui, na consciência, um impulso ansiogênico pelo seu oposto (ódio → amor);
•Fixação e regressão: A pessoa regride a um estágio anterior do desenvolvimento em que ficou fixada ao atingir nível intolerável de ansiedade.
Estágios do Desenvolvimento Psicossexual
•Estágio oral (0-1): a boca como zona erógena.
•Estágio anal (1-3): o ânus como zona erógena.
•Estágio fálica (3-5): o órgão sexual como zona erógena.
•Período de latência (5-12): diminuição das atividades sexuais.
•Estágio genital (a partir dos 12): investimento sexual não mais no próprio corpo, mas em um objeto externo ao indivíduo.
Receita:
Penis normalis dosim repetatour
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