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Anos 60 em Portugal - Emigração

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by

Catarina Ribeiro

on 2 June 2015

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Transcript of Anos 60 em Portugal - Emigração

Anos 60 em Portugal - Emigração
Prof.Teresa Otero
Trabalho realizado por:
Bárbara Melo, nº 2
Catarina Ribeiro, nº4

Introdução .......................................................................3
Emigração nos anos 60 ..................................................4
Consequências da emigração ........................................7
Áreas de deslocação emigratória ...................................8
Conclusão .......................................................................9
Bibliografia .....................................................................10
Índice
Neste trabalho iremos abordar o tema "Anos 60 em Portugal - Emigração", no âmbito da disciplina de História, pois este fenómeno permanece atual na sociedade portuguesa, facto que nos preocupa e que nos motiva a aprofundar os nossos conhecimentos sobre tal. Assim, a questão geral deste trabalho é: O que é que a emigração provocou na sociedade dos anos 60 em Portugal?
Ao finalizar este trabalho, não encontrámos dificuldades ao realizá-lo.
Introdução
Depois da realização deste trabalho, ambas pudemos concluir que a emigração, podendo ser um fenómeno positivo ou negativo, levou ao aparecimento de certos indícios, tais como, o aparecimento do turismo, contribuindo as remessas dos emigrantes, para equilibrar a balança comercial; a aceleração da mecanização agrícola, devido à falta de mão de obra; o aumento dos salários; entre outros.
Esse mesmo surto emigratório influenciou a economia portuguesa, por exemplo, na diminuição da mão de obra; na mudança cultural e material no país, com as remessas dos emigrantes; entre outros.
Assim, interrogamo-nos se o surto da emigração contribuiu para o aumento da mesma atualmente?


Conclusão
Livros/manuais requesitados:
MENDONÇA, Maria, et al., História 9º ano, Texto Editora, Lisboa, 2000
OLIVEIRA, Ana, et al., Novo História 9, Texto Editores, Lisboa, 2010
TAVARES, Adérito, et al., História Nove - Parte 2, Raiz Editora, Lisboa, 2014
FERREIRA, José, at al., História de Portugal - Estado Novo (Volume VII), Círculo de Leitores, Lisboa, 1993
Websites consultados:
http://www.infopedia.pt/$emigracao-macica-dos-anos-60
Bibliografia
Agrupamento de Escolas D.Filipa de Lencastre
Ano Letivo 2014/2015
História

II
III
IV
Emigraçã nos anos 60
Áreas de deslocação emigratória
VII
VIII
A emigração era uma constante na sociedade portuguesa, mas a partir de 1960, sofreu um grande aumento, devido às causas anteriormente referidas, fez com
milhares de portugueses, abandonassem as suas terras
, deslocando-se para as cidades mais industrializadas (Lisboa, Porto e Setúbal) ou para o Ultramar português à procura de uma vida melhor.
Outros milhares abandonaram Portugal, emigrando
para os países industrializados, onde a carência de mão de obra lhes proporcionava salários muito mais elevados do que em Portugal.

Emigração legal e clandestina
Consequências da emigração
Antes do grande surto da emigração dos anos 60, os principais destinos da emigração portuguesa eram:
Brasil, principal destino;
EUA;
Argentina;
Em Portugal, as cidades de Lisboa, Porto e Setúbal.
Mas, a partir dos anos 60, o pricipal destino mudou e passou a ser
França
, onde em 1969, havia cerca de 800 000 portugueses e em Paris viviam mais de 200 000 portugueses. Além de França, o destino dos emigrantes do continente é:
o resto da Europa.
E o destino dos emigrantes insulares são:
África do Sul;
Venezuela;
EUA;
Canadá.
Depois de 1973
, devido a uma crise económica internacional provocada pelo aumento do preço do petróleo, os países europeus e do Norte da América (EUA e Canadá), levantaram grandes obstáculos à entrada de estrangeiros no seu território, o que fez
diminuir a emigração portuguesa
.
As principais zonas de origem dos emigrantes eram o interior centro e norte e os arquipélagos, que registaram taxas anuais de emigração, de 1960 a 1970, entre 1% e que 1.5% (nos Açores vai quase até aos 3% anuais). Nessas regiões, registou-se uma redução da produção agrícola e, consequentemente, o aumento da importação de géneros alimentares.
Entre 1946 e 1973, terão emigrado quase 2 milhões de pessoas (1 968 921). Mais de um milhão saíram depois de iniciados os anos 60. Por isso, o regresso da paz, o restabelecimento das comunicações internacionais e a recuperação económica da Europa Ocidental, explicam a nova explosão emigratória.
Na década de 60, os valores atingidos em Portugal destacaram-se bastante, pois causaram a desertificação das regiões mais carenciadas do país, onde os números da emigração atingiram valores mais elevados.
Portugal assistiu a um
crescimento económico
que se traduziu no:
Aumento
significativo do
investimento
e numa
certa abertura à economia externa
;
Turismo
evoluiu positivamente e as
remessas dos emigrantes contribuíram
, em grande medida,
para equilibrar a balança comercial;
A
aceleração da mecanização agrícola
, devido à falta de mão de obra;
Aumento dos salários
;
Modernização gradual de algumas aldeias e vilas
.
Contudo, persistiam
inegáveis dificuldades económicas resultantes
, essencialmente, do
acréscimo das despesas públicas
. A
Guerra Colonial
era um
sorvedouro dos dinheiros do Estado
e
uma das principais razões
para uma problemática
quebra da mão de obra
agravada pela forte vaga de emigração,
provocando o aumento salarial
.
Este surto de emigração teve
reflexos imediatos na economia portuguesa
. Conduziu à:
Redução e ao envelhecimento da população
, sobretudo nas regiões do interior;
Diminuição da mão de obra
;
Operou uma
mudança cultural e material no país
, com as remessas dos emigrantes;
Apenas Lisboa e Setúbal tinham o saldo migratório positivo.
Nos
países de acolhimento
, os
emigrantes tinham um nível de vida mais elevado
, apesar da emigração, em especial a
clandestina
, se ter efetuado em
condições extremamente difíceis
.
A
emigração portuguesa
(juntamente com a espanhola),
marcou (e marca) fortemente a feição da sociedade portuguesa
. O seu peso e as suas implicações, a todos os níveis, são até hoje questões essenciais da vida nacional e remontam todos os programas governativos.
Dados estatísticos acerca da emigração
Para além da sobremasculinidade da emigração, alguns trabalhos têm procurado caracterizar o perfil etário e social do emigrante português a partir da análise de dados sobre a emigração legal. Por exemplo:
Entre os 15 e os 29 anos os valores migratórios nunca são inferiores a 30%;
Entre os 30 e os 44 anos apresentam valores elevados - cerca de 20%;
O grupo de 14 ou menor idade apresenta valores inferiores a 20%;

Setores de atividade
Primário
- entre 1958 e 1962, valores percentuais na ordem de 30%. De 1963 a 1970, houve um declínio entre 20% e 30% entre 1971 e 1974 fixam-se abaixo dos 20%;
Secundário
- entre 1958 e 1962, as percentagens não ultrapassam os 20% e principalmente nos anos 1964, 1965 e 1973 os valores eram acima de 30%;
Terciário
- nota-se um decréscimo - 11% em 1958 e 5% em 1967 e 1968 - seguida de um aumento de 10% em 1970 e 11% em 1973.
IX
X
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